Israelpalestina1

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Israelpalestina1

  1. 1. INTRODUÇÃO<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />O Estado de Israel se encontra em um território que já foi conquistado inúmeras vezes. <br />Assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, árabes muçulmanos e turcos otomanos já foram povos instalados sobre sua terra santa. <br />Para os judeus, a terra é santa porque lhes foi prometida por Deus; para os cristãos, porque Jesus, sendo judeu, nasceu e viveu lá; para os muçulmanos, porque Jerusalém é o local da subida do profeta Maomé aos Céus.<br />Desde sua criação, o Estado de Israel esteve envolvido em guerras e conflitos com seus vizinhos árabes. <br />Este trabalho visa explicar a origem e o histórico do conflito árabe-israelense, desde seus primórdios até as últimas tentativas de paz, ocorridas este ano, de forma a elucidar o conflito e questionar suas razões. <br />
  3. 3. A ORIGEM DO CONFLITO<br />
  4. 4. A ORIGEM DO CONFLITO<br />A origem do conflito entre árabes e judeus é histórica. Advém do Corão, livro sagrado dos muçulmanos, onde o povo de Israel é definido minoritário e não confiável, e assim precisa ser mantido sob pleno domínio.<br />A disputa pela terra iniciou na Antigüidade, com a presença judaica na Palestina em 2000 a.c., no retorno a “Terra Prometida”.<br />Em 635, durante a expansão islâmica, a região da Palestina foi ocupada pelos árabes.<br />No início da Idade Média, a Palestina pertencia ao Império Romano. Só no século VII houve a conquista muçulmana, que durante séculos teve controle oscilando entre diferentes grupos até a incorporação da região pelo Império Otomano. <br />
  5. 5.
  6. 6. A ORIGEM DO CONFLITO<br />No século XIX, a maioria dos judeus era comerciante e vivia no Leste Europeu, sobrevivendo do empréstimo de dinheiro a juros.<br />Com advento da burguesia e a Revolução Industrial, foram culpados pelo desemprego gerado e por estarem na classe dominante.<br />Com as perseguições e massacres, se refugiaram em guetos e, por conseguinte, emigraram para a Europa Ocidental.<br />Tal situação mobilizou a criação do chamado Movimento Sionista, (em referência à Colina de Sion, em Jerusalém) pelo jornalista Theodor Herzl, em 1896. Tinha como objetivo estabelecer um lar judeu na Palestina. <br />A colonização do país foi iniciada e, em 1897, foi fundada a Organização Sionista Mundial.<br />
  7. 7. A ORIGEM DO CONFLITO<br />No pós primeira grande guerra, os países europeus passaram a dominar a terra, uma vez ser fonte de petróleo e representar uma posição estratégica.<br />A Inglaterra, responsável pela Palestina, havia acordado um ano antes em apoiar a fundação de uma pátria nacional judaica na Palestina. Ao mesmo tempo, haviam prometido aos árabes a independência em troca de apoio para ajudar a expulsar os turcos da região.<br />Acreditando em tais promessas, milhares de judeus foram para a Palestina, compraram terras e se estabeleceram em núcleos cada vez maiores. <br />Se iniciam os primeiros choques entre os povos, com alegações árabes que os judeus estariam conquistando a maior parte das terras para cultivo. <br />
  8. 8. A ORIGEM DO CONFLITO<br />Para defesa de suas terras, a comunidade judaica cria um exército clandestino (Haganah), como fim de defesa de suas terras. Tal ação refletia o aumento de conflitos gerados pelo aumento da comunidade no território.<br />Durante a 2ª Guerra Mundial, a emigração judaica aumentou consideravelmente em função da Alemanha nazista. Tal “invasão” tornou o número de conflitos altíssimo, fazendo com que britânicos se posicionassem como aliados, e árabes, como eixo a ser combatido.<br />Em 1936, os judeus constituíam 34% da população na Palestina. Tal número motivou a primeira revolta árabe, destruindo bases inglesas e assassinando judeus. A resposta inglesa destruiu a rebelião, armando a comunidade judaica para defesa de suas terras.<br />Após o apoio, a Inglaterra inicia estratégia de contenção frente a emigração judaica, iniciando um conflito entre judeus e ingleses.<br />
  9. 9. A ORIGEM DO CONFLITO<br />Embora em conflito com a Inglaterra, o holocausto levou a comunidade judaica a contar com o apoio internacional, principalmente americano, pressionando a Inglaterra a liberar a “fuga” judaica para a Palestina.<br />Em 1948, a ONU passa a administrar a região, sob comando do presidente americano Truman, dividindo a Palestina em duas partes. <br />Os palestinos (1.300.00 habitantes) ficaram com 11.500 km2. Já os judeus, em menor número (700.000), ficaram com um território maior (14.500 km2).<br />A forma ocidental, totalmente contrária a árabe, de produção fez das terras judaicas produtivas, aumentando as diferenças econômicas entre os povos.<br />Neste ano o líder sionista David Bem Gurion proclamou a criação do Estado de Israel, provocando ataques palestinos, que alegavam ser aquela área livre.<br />
  10. 10.
  11. 11. A ORIGEM DO CONFLITO<br />Desde então, o Oriente Médio se tornou palco de conflitos entre israelenses e palestinos. <br />O motivo da guerra está muito além das diferenças religiosas ou direitos milenares, passa pelo controle de fronteiras, de terras e pelo domínio de regiões petrolíferas.<br />
  12. 12.
  13. 13. AS RAZÕES ISRAELENSES<br />A Terra foi prometida por Deus aos judeus, de forma que, na Bíblia, inúmeras passagens citam Israel e Jerusalém como sagrados ao povo judeu.<br />Desde o exílio judaico pelos romanos, Israel nunca foi um estado, mas colônia de diversos impérios, nunca retomando sua soberania. Alegam os judeus terem restabelecido isso.<br />O estado de Israel foi criado pela ONU em 1947 como democrático, moderno e soberano. <br />Todo território foi comprado ou conquistado pelos judeus em guerras de defesa, após o país ter sido atacado por árabes, estes que controlam 99.9% do território no Oriente Médio. Israel representa apenas um décimo de 1 % da região. <br />A história demonstrou que a segurança do povo judeu apenas pode ser garantida através da existência de um estado judeu forte e soberano.<br />
  14. 14. AS RAZÕES PALESTINAS<br />Os árabes muçulmanos viveram no local por muitos anos. <br />O povo palestino tem o direito à independência nacional e à soberania sobre a terra onde viveram. <br />Jerusalém é a terceira cidade sagrada na religião muçulmana, local de elevação do profeta Maomé aos Céus. <br />O Oriente Médio é dominado por árabes. Outras religiões ou nacionalidades não pertencem à região. <br />Todos os territórios árabes que foram colonizados tornaram-se estados completamente independentes, exceto a Palestina. <br />Os palestinos tornaram-se refugiados. Outros países árabes nunca os aceitaram completamente e eles vivem freqüentemente em campos para refugiados tomados pela pobreza.<br />
  15. 15. O SIONISMO<br />
  16. 16. O SIONISMO<br />Sião/Sion/Zion é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém que deu orígem ao chamado Sionismo.<br />Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico, por isso sendo também chamado de nacionalismo judaico .<br />Originário da segunda metade do século XIX, tem como pilar judeus estabelecidos na Europa central e do leste, que lutaram contra o anti-semitismo presente em tais regiões.<br />Tem como base o livro “Der Judenstaat”, de 1896, escrito por Theodor Herzl, lider do movimento, que pregava que o anti-semitismo só se resolveria quando os judeus dispersos pelo mundo pudessem se reunir e se estabalecer num Estado nacional independente.<br />
  17. 17. O SIONISMO<br />O Sionismo foi estabelecido formalmente em 1897, sendo formado por uma variedade de opiniões sobre em que terra a nação judaica deveria ser fundada.<br />Inicialmente foi cogitado o estabelecimento do Estado de Israel nas mais diversas partes do Globo, se estendendo desde o Chipre, até a Argentina.<br />Com a chamada diáspora (dispersão) judaica, se vindicou o estabelecimento da pátria judaica na Paslestina.<br />Para muitos (e até mesmo sionistas atuais), tal argumento não é verdadeiro. Alegam que não coincide com os registros históricos, já que muito antes das deportações romanas parte do povo judeu já havia se helenizado e ou migrado espontaneamente ou nem retornado para a Palestina depois do cativeiro da Babilônia durante a diáspora.<br />
  18. 18. O SIONISMO<br />A idéia do retorno ao lugar de origem teve força graças ao apelo religioso baseado na redenção do povo de Israel na “terra prometida”.<br />Embora certas correntes afirmem ser sentimentalismo religioso, seus adeptos cresceram muito a partir de 1917, com o enfoque no estabelecimento de um estado Palestino na localização do antigo Reino de Israel.<br />Mesmo com o movimento sionista moderno consolidado durante o século XIX, este enfrentou a região da Palestina cultural e etnicamente arabizada.<br />Assim, para estabelecer um estado judeu, os sionistas teriam que alterar sua cultura para mudar o equilíbrio étnico e demográfico da região, sem basear em religião ou culturas próprias, estranhas aos habitantes do lugar.<br />
  19. 19. O SIONISMO<br />Tal ideal nunca encontrou oposição de organismos internacionais, como a Liga das Nações ou a ONU, que aprovaram os princípios básicos do sionismo, os extendendo a qualquer povo da terra. <br />Tal visão aumentou após o genocídio nazista em 1944, ao final da Segunda Guerra Mundial.<br />Porém, a realidade sionista na palestina era conflituosa e violenta. Visto isso, em 1975, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 3379 que contém uma sonora censura : “O sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial’’, idéia que sobreviveu até 1991, com o fim da guerra fria, e criação da Resolução 4686 da Assembléia Geral.<br />Para os defensores do Sionismo, não se trata de racismo, muito menos doutrinário, unificado e coeso apenas, mas possuidor de vertentes divergentes. Para outros, palestinos e judeus não são racialmente distintos, não aplicando o termo discriminação pois não se funda na raça.<br />
  20. 20. O SIONISMO<br />Grupos Extremistas sionistas: Likud, o partido segregacionista do Primeiro Ministro Ariel Sharon: JewishDefenseLeague.<br />Significado do Símbolo: A estrela é a representação judaica de seu poder, e suas listras representam o talit, pano usado durante as rezas judaicas, que representam os rios Eufrates e Nilo, ambos presentes em territórios reclamados pelos sionistas.<br />A estrela representa que o Estado de Israel se destina antes de tudo à população judaica, de forma a serem os judeus o único grupo étnico-religioso do país cujos indivíduos têm o direito automático à cidadania independentemente de onde nasçam no mundo. Desta forma, para os sionistas, o termo judeu designa RAÇA.<br />Adotaram a bandeira no primeiro Congresso Sionistas, em Bruxela (1897), sendo aceita por comunidades judaicas no mundo todo, como o emblema do sionismo. Em 28 de outubro de 1948, a bandeira sionista se tornou oficial pelo Estado israelense.<br />
  21. 21. SÍMBOLO DO SIONISMO<br />
  22. 22. HAMAS, HEZBOLLAH E FATAH <br />
  23. 23. HAMAS <br />O Hamas (Harakat al-Muqawamah al-Islamiyyah ou Movimento de Resistência Islâmica) é um partido político-religioso sunita-palestino. <br />Sua origem se deu quando da luta pela formação do Estado Palestino, além da desocupação israelense durante a guerra dos 6 dias, em 1967 na cidade de Gaza.<br />O movimento luta contra Israel violentamente, visando à libertação da Palestina e a formação de um estado independente palestino que vá dese o rio Jordão até o mar<br />Possui constituição própria datada de 1988, preconizando o estabelecimento de um estado muçulmano na Palestina sem, com isso, destruir Israel. Para o movimento, apenas deve haver um fim na ocupação israelense na Palestina.<br />
  24. 24. HAMAS <br />A organização é conhecida como terrorista pelo Conselho da União Européia.<br />Seus ataques violentos não distinguem exércitos e civís.<br />Para o povo palestino, presta assistência social, principalmente na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.<br />Em 25 de janeiro de 2006, derrotou outra célula de guerrilha, o Fatah, em eleições para o parlamento palestino, sem a necessidade de coligações partidárias, liderando dois governos na palestina de modo consecutivo, com interesses divergentes do Fatah, buscando reconhecimento internacional como representante legítimo do povo palestino, mesmo sem reconhecer o Estado Israelense.<br />
  25. 25. HAMAS <br />Este grupo Islâmico conservador se tornou conhecido em 1987, quando atuou na Faixa de Gaza e Cisjordânia pela libertação, tornando questionável a atuação da “Organização para a Libertação da Palestina” (OLP).<br />Com isso, recebeu apoio inicial dos próprios israelenses, enfraquecendo a OLP, mostrando que existiam verdadeiros movimentos representativos melhores que a OLP, na época já presidida por Yasser Arafat, sediada em Túnis. <br />Desde 1993, o Hamas matou centenas de israelenses em diversas ações terroristas. Porém foi graças ao movimento que foram inaugurados jardins-de-infância, escolas e pontos de distribuição de sopas nos territórios de conflito.<br />
  26. 26. HAMAS <br />Hoje, é o maior e mais influente movimento de resistência palestino, tendo mais de 1000 membros ativos, além de milhares de simpatizantes ao movimento.<br />Manteve, durante o período de março 2005 - junho 2006 um “cessar fogo”, finalizado após um israelense matar diversos civis em uma praia de Gaza. A Força de defesa israelense até hoje nega a autoria deste ataque.<br />Acredita-se quesãoresponsáveispormatarmais de 500 pessoasemmais de 350 ataquesseparatistasdesde 1993.<br />Não tem histórico de usocontínuo de homensbomba, emborajátenhausado de talartifícioalgumasvezes.<br />O grupoassumiuataquesusandomísseis de pequenoalcance e armas de fogo.<br />
  27. 27. HEZBOLLAH <br />“O Hezbollah (Partido de Deus) foi criado com a união de grupos islâmicos xiitas depois que Israel invadiu o Líbano, em 1982. O grupo, que nasceu sob a influência ideológica do aiatolá iraniano Ruhollah Khomeini, começou com ações guerrilheiras, mas é apontado como terrorista por EUA e Israel. Com suposto financiamento da Síria e do Irã, o grupo radical é acusado de estar por trás da morte de mais de 300 americanos - na maior parte deles, fuzileiros navais. Com o fim da Guerra do Líbano, o Hezbollah permaneceu como uma milícia armada no Sul do país. A organização é reconhecida nos mundos árabe e muçulmano como um movimento legítimo de resistência. Desde 1992, o Hezbollah também é um partido político. Nas eleições de 2005, a coligação do grupo com o partido Amal obteve 23 cadeiras no Parlamento. Apesar da participação parlamentar, o grupo continua tendo uma milícia. O braço armado do Hezbollah é a Al-Muqawamaal-Islamiyya (Resistência Islâmica). O grupo libanês é possivelmente o patrocinador de um grande número de organizações extremistas menores. O Hezbollah faz propaganda ideológica e de suas atividades através da TV Al-Manar”. (O Globo Online, 15/08/2006)<br />
  28. 28. HEZBOLLAH<br />Hezbollah emergiuinicialmentecomomilíciaemresposta a invasãoisraelense no Líbano, tambémconhecidacomoOperaçãopela Paz naGaliléia, em 1982, durante a guerra civil libanesa.<br />Aocontrário do Hamas, estemovimento tem comoescopo a destruição do Estado de Israel a qualquercusto.<br />O movimentomantemsuporte contínuo a parte da população Libanesa, com maior força após a guerra do Líbano, em 2006.<br />Em maio deste ano, a organização invadiu o Líbano, destruindo e humilhando os seguidores do lider Sunita Saad Hariri, além de fechar a tv do país.<br />Recebe apoio financeiro do Iran, Síria, além do práprio país Líbano.<br />
  29. 29. HEZBOLLAH<br />Seus objetivos principais, datados de fevereiro de 1985:<br />Expulsar americanos, franceses e seus aliados do território libanês, colocando um fim ao colonialismo mascarado da região.<br />Submeter a falange a um poder justo e trazer a todos justiça pelos crimes perpetrados contra muçulmanos e cristãos.<br />Permitir aos filhos da nação ter poder de escolha de seu futuro, de acordo com o governo a ser instalado pelo Hezbollah. Acreditam que somente um governo Islâmico poderia permitir tal liberdade, sem interferência de qualquer ato imperialista. <br />Utilização de qualquer meio para se chegar ao objetivo pré-estabelecido, o verdadeiro jihad.<br />
  30. 30. HEZBOLLAH<br />Muitoemboratenhamcomo base o território do Líbano, o problema com a comunidadejudaica se deupelainvasão de Israel aoLíbano.<br />Destavisão, se posicionam contra especialmenteosSionistas, a quemdesejam a destruição total. No entanto, não se consideram anti-semitas.<br />Mesmo assim, possuem ações anti-semitas, como a acusação de que eles seriam os “espalhadores” da AIDS e que conspirariam uma dominação mundial.<br />Em 18 de agosto deste ano, foram acusados de ataques às tropas americanas no Iraque, além de estarem “armando” a população iraquiana.<br />
  31. 31. FATAH<br />Conhecido como &quot;Movimento de Libertação Nacional da Palestina”, é uma organização política e militar de caráter moderada, fundada em 1964 por Yasser Arafat e Khalil al-Wazir (Abu Jihad), quando da criação da OLP, que reconhece o direito de existência do Estado de Israel e, com isso, possui aceitação internacional.<br />Tem a pretensão de expulsar Israel dos territórios palestinos ocupados através de luta armada (mas não do Estado de Israel). <br />Atualmente se encontra no poder com o presidente palestino MahmoudAbbas.<br />Possui ramo dissidente chamado Fatahal-Islam.<br />Possui histórico de lutas com o Hamas, por terem seus líderes assinado tratados com Israel. Hoje, porém, vive tal conflito apenas como uma briga por poder.<br />
  32. 32. GAZA E CISJORDÂNIA<br />
  33. 33. CONFLITOS<br />A criação do Estado de Israel representou o ponto alto do movimentosionista e, desdeentão, a história de Israel tem girado em torno de conflitos com palestinos e nações árabes vizinhas, como o Egito, a Jordânia, a Síria e o Líbano.<br />O país ocupou a península do Sinai, a Cisjordânia, a faixa de Gaza, as Colinas de Golã, o sul do Líbano. Após acordo com Egito, os israelenses retiraram-se do Sinai em 1982. Disputas territoriais com a Jordânia foram resolvidas em 1994. Seis anos depois, Israel retirou-se unilateralmente do sul do Líbano.<br />Tratado de Oslo (1993): início ao processo de paz com os palestinos, com a administração da faixa de Gaza e a Cisjordânia nas mãos da ANP (Autoridade Nacional Palestina). Apesar da devolução, um acordo de &quot;status final&quot; não foi feito, já que ainda estão pendentes o status de Jerusalém, refugiados palestinos e dos assentamentos judeus.<br />
  34. 34. CONFLITOS<br />REFUGIADOS PALESTINOS<br />FONTE: http://www.professorpaulinho.com.br/Atualidades/Arquivos/a_questao_07.jpg<br />
  35. 35. CONFLITOS<br />Em 2005, Israel retirou suas tropas e colonos judeus (sob protestos) da faixa de Gaza. <br />Com a eleição do Hamas em janeiro de 2006 para liderar o Conselho Legislativo Palestino, congelou as relações entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina.<br />
  36. 36.
  37. 37. FAIXA DE GAZA<br />Território situado no Oriente Médio, limitado a norte e a leste por Israel, e a sul pelo Egito, foi ocupado por Israel após a “Guerra dos 6 dias”.<br />É neste território que se formam o Hamas e a Jihad islâmica.<br />Não é reconhecida internacionalmente como pertencente a um país soberano, já que seu espaço aéreo e seu acesso marítimo são controlados pelo estado de Israel (que ocupou militarmente o território entre Junho de 1967 e Agosto de 2005).<br />Sua jurisdição, entretanto, faz parte da Autoridade Nacional Palestina, e espera se tornar um estado da Palestina.<br />Uma das regiões mais densamente povoadas do planeta (1,4 mi), possui hoje mais de 60% de sua população em caráter refugiado. A maioria é muçulmana-sunita. <br />
  38. 38. CISJORDÂNIA<br />População composta por maioria árabes palestina (muçulmano-sunitas) e colonos judeus de Jerusalém Oriental.<br />Também chamada de Margem Ocidental, é território disputado pela Palestina e pela Jordânia sob ocupação de Israel.<br />Com a Guerra dos Seis Dias, que resultou na ocupação militar de Israel da Cisjordânia, ocorreu um êxodo de árabes para a Jordânia.<br />Possui resistência lingüística, com o árabe sendo mais falado que o hebraico.<br />Reúne em seu território locais que são sagrados para o judaísmo, o islã e o cristianismo.<br />
  39. 39.
  40. 40.
  41. 41. DADOS CONTEMPORÂNEOS<br />
  42. 42. DISTRIBUIÇÃO ATAQUES MENSAIS<br />
  43. 43. NÚMERO DE ATAQUES (MÍSSEIS)<br />
  44. 44. Nº DE MORTOS E FERIDOS <br />
  45. 45. DISTRIBUIÇÃO DIÁRIA DE MÍSSEIS <br />* Ano de 2006, Hamas, 29 de maio a 7 de junho.<br />
  46. 46.
  47. 47. CONSTATAÇÕES<br />
  48. 48. CONSTATAÇÕES<br />Os sionistas, hoje, se encontram espalhados pelo mundo, mas concentrados especialmente em dois países ricos: Israel e Estados Unidos. Possuem cargos de liderança nos governos e em grandes corporações.<br />O atual líder israelense, Shimon Perez, foi premiado pelo Nobel da Paz pelos avanços do acordo de paz em conjunto com o então líder palestino Yasser Arafat, numa esperança de fim dos conflitos com sua liderança.<br />Em 2005, entretanto, rompeu com seu partido de origem para criar a Kadima, partido moderado, com o então primeiro ministro de Israel, Ariel Sharon.<br />Sharon é conhecido como um dos maiores líderes sionistas israelenses.<br />Não há previsão de quando se terá um real acorde de paz entre palestinos e israelenses.<br />
  49. 49. “A paz é muito mais profunda do que a ausência da guerra...a pior paz é melhor que a melhor guerra...o silêncio da paz é mais ensurdecedor que o barulho de qualquer guerra”<br />
  50. 50. OCUPATION 101 (2006)<br />
  51. 51. FONTES<br />http://www.cosmo.com.br/redacao_web/oriente/fixas/origem.shtm<br />http://www.tendarabe.hpg.ig.com.br/paises_arabes/palestina.htm<br />http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif<br />http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp2.blogger.com/_p5rXuIsn3zs/SAh6moUCc8I/AAAAAAAAANM/Sl_2LYCse7o/s400/Espans%C3%A3o%2Bdo%2Bestado%2Bde%2Bisrael%2B1946%2Ba%2B2006.jpg&imgrefurl=http://www.malveiro.blogspot.com/&h=266&w=400&sz=27&hl=pt-BR&start=90&um=1&usg=__mOC7lyLRV3p7XvRoDZDQeaFIVgg=&tbnid=YqYIO6RcnHhTuM:&tbnh=82&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dmapas%2Bgeopol%25C3%25ADticos%2Bconflito%2Bisrael%2Bpalestina%26start%3D72%26ndsp%3D18%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN<br />http://br.geocities.com/paz_israel/icones/isra1947.gif<br />HAMAS - The Islamic Resistance Movement IDF Spokesman - January 1993<br />
  52. 52. FONTES<br />http://img100.imageshack.us/img100/6761/palastinianlandloss8tz.gif<br />http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/conflito_israel_x_palestina<br />http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL52813-5602,00.html<br />http://www.insrolux.org/textos2006/orientemediocoggiola_arquivos/image013.gif<br />http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/historia/ind_latina/Guerra6.jpg<br />http://sol.sapo.pt/blogs/apbte/default.aspx?p=3<br />http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/06/13/296152722.asp<br />“Os judeus, o dinheiro e o mundo”, de Jaques Attali. Editora Futura, 4ª ed., 2002.<br />

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