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Atualidade Conflitos Internacionais

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Aula sobre a atualidade de alguns dos Conflitos internacionais. Ênfase em Oriente Médio.

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Atualidade Conflitos Internacionais

  1. 1. Conflitos internacionais
  2. 2. Conselho de segurança da ONU? O Conselho de Segurança (CS) é o órgão da ONU responsável por garantir a paz mundial. É formado por 15 países, que avaliam se existe alguma ameaça internacional e decidem como contê-la   Como surgiu? Com o fim da 2a Guerra, em 1945, os vencedores formaram a ONU e o CS. Os aliados (EUA, Rússia, Reino Unido e França), mais a China, se tornaram os membros permanentes. Os outros 10 são temporários, que ocupam a vaga por apenas dois anos.
  3. 3. Palestina X Israel <ul><li>Por volta de 3500 a.C., várias comunidades de pastores ocuparam aquele espaço propiciando a formação de diversas civilizações. </li></ul><ul><li>Entre uma diversidade de povos, os cananeus formaram o mais proeminente Estado do local até que, por volta de 2000 a.C., a população hebraica passou a disputar a mesma localidade </li></ul><ul><li>A hegemonia dos hebreus durou um curto período de tempo, sendo que, por volta de 1750 a.C., algumas das tribos hebraicas decidiram abandonar a região por conta de fortes secas e, com isso, passaram a viver no interior da civilização egípcia. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Por volta de 1250 a.C., a situação política dos hebreus no Egito piorou bastante por conta da conversão dos estrangeiros em escravos. Com isso, iniciou-se a saga na qual o líder Moisés conduziu o povo hebraico de volta para a Palestina. </li></ul><ul><li>No ano de 70 d.C., a rebelião dos judeus contra os romanos estabeleceu um grave conflito que obrigou muitos deles a abandonarem sua terra por conta da superioridade militar romana. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Por meio do movimento da Diáspora, vários descendentes da civilização hebraica passaram a viver em regiões diversas da Ásia e da Europa. Enquanto isso, a região da Palestina ficou sob domínio do Império Romano do Oriente. </li></ul><ul><li>Chegando ao século VII, temos com a expansão muçulmana a fixação dos árabes dentro da Palestina </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Movimento Sionista </li></ul><ul><li>A partir do século XIX, alguns judeus residentes na Europa passaram a organizar um movimento em favor da formação de um Estado Independente para o povo judeu. </li></ul><ul><li>“ Movimento Sionista” enviou uma proposta para que o Império Turco-otomano cedesse parte dos domínios palestinos para a formação desse Estado judeu. Mediante a recusa, os sionistas decidiram procurar a ajuda do poderoso império britânico. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Os ingleses ofereceram aos sionistas uma parcela dos territórios de Uganda, mas estes insistiam na proposta em favor da criação do território na região da Palestina. </li></ul><ul><li>Após a Primeira Guerra Mundial, várias nações européias cobiçavam o controle dessa região por conta da oferta de petróleo disponível naquelas terras áridas. A região acabou nas mãos da Inglaterra, que se viu em uma delicada situação, pois haviam prometido a independência dos árabes na região, ao mesmo tempo em que apoiavam a causa judaica . </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A partir da década de 1920, várias famílias judaicas se transferiram para a Palestina, realizando a compra de terras e a formação de núcleos agrícolas. </li></ul><ul><li>Na década seguinte, a ascensão dos regimes totalitários na Europa – sendo muitos de caráter anti-semita – impulsionou ainda mais a transferência de judeus para o espaço palestino. </li></ul><ul><li>Por volta de 1936, mais de um terço da população palestina era formada por indivíduos de descendência judaica. </li></ul><ul><li>Durante a Segunda Guerra Mundial, o holocausto nazista intensificou esse mesmo processo migratório e, indiretamente, fortaleceu a causa dos grupos políticos sionistas. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Em 1948, apoiado por grandes potências econômicas, os judeus conseguiram que o controle político da Palestina fosse retirado das mãos dos ingleses. </li></ul><ul><li>A partir de então, a Organização das Nações Unidas se tornou responsável pela região e, naquele mesmo ano, decidiu dividir as terras palestinas entre árabes e judeus. </li></ul><ul><li>Mesmo sendo minoria naquela região, os judeus ficaram com a maior parte do território de 26.000 quilômetros quadrados. A partir de então, as contendas políticas e as diferenças religiosas transformaram aquela minúscula região do Oriente Médio em um barril de pólvora sempre prestes a explodir. </li></ul>
  10. 11. Hammas <ul><li>O Hamas (  Ḥamās , acrónimo de Ḥarakat al-Muqāwamat al-Islāmiyyah , &quot;Movimento de Resistência Islâmica&quot;) uma organização palestina, que inclui uma entidade filantrópica, um partido político e um braço armado, as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam. </li></ul><ul><li>É o mais importante moviment ofundamentalista islâmico palestino. </li></ul><ul><li>O Hamas perdeu suas posições na Autoridade Palestina na Cisjordânia, sendo substituído por integrantes do Fatah e independentes. O Hamas manteve somente o controle de Gaza.  </li></ul>
  11. 12. Fatah <ul><li>Fatah  ou  Al-Fatah  (A sigla original Hataf, significa Morte, por isso fora invertida Fatah, literalmente: &quot;Movimento de Libertação Nacional dos escravos liderados pelo povo da Palestina&quot;), é uma  organização politica   e militar, fundada em  1964  por Yasser Arafat. </li></ul><ul><li>É essencialmente   nacionalista . O partido é menos radical que o  Hamas  e prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. Esta é uma das principais razões de sua aceitação internacional. </li></ul>
  12. 13. OLP <ul><li>A  Organização para a Libertação da  Palestina é uma organização   política  e  paramilitar  tida como a &quot;única representante legítima do  povo palestino ”. </li></ul><ul><li>Em 1993 o então presidente da OLP, Yasser Arafat, reconheceu o Estado de Israel numa carta oficial ao  primeiro-ministro daquele país,Yitzhak Rabin. </li></ul><ul><li>Em resposta à iniciativa de Arafat, Israel reconheceu a OLP como a representante legítima do povo palestino. Arafat foi presidente do Comitê Executivo da OLP de 1969 até a sua morte, em 2004. </li></ul>
  13. 14. Hezbollah <ul><li>(em árabe حزب الله ,   &quot;partido de Deus&quot;) é uma organização com atuação política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita sediada no Líbano. </li></ul><ul><li>É uma força significativa na política libanesa, responsável por diversos serviços sociais, além de operar escolas, hospitais e serviços agriculturais para milhares de xiitas libaneses. </li></ul><ul><li>, </li></ul>
  14. 15. Mossad <ul><li>O Mossad foi formado em  13 de dezembro  de  1949 , a partir do Instituto Central de Coordenação e do Instituto central de Inteligência e Segurança. </li></ul><ul><li>É um serviço civil que depende directamente do Primeiro-Ministro e não usa comandantes militares, mas uma grande parte já prestou serviços no Exército de Israel , como parte integrante do recrutamento obrigatório. Tem os seus quartéis-generais a norte de  Tel Aviv e conta com 8 departamentos. </li></ul>
  15. 16. Haganá <ul><li>Muitos politólogos consideram que a origem do terrorismo, tal como o conhecemos hoje, vem de uma antiga organização militar judia, o Haganá, que funcionava principalmente em Israel e significa em Hebraico “defesa”. </li></ul><ul><li>Originalmente, o Haganá teria funcionado como um grupo de proteção das quintas judia,s de ataques palestinos; mais tarde juntava praticamente todas os judeus de sexo masculino com o objetivo de desenvolver granadas e equipamento militar transformando-se rapidamente num pequeno exército. </li></ul>
  16. 17. Atritos recentes O Hammas se reconciliou com o Fatah. As negociações de paz entre Israel e o governo de Abbas foram retomadas em setembro, em Washington, mas rapidamente se dissiparam depois que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se recusou a prorrogar a interrupção parcial de construção de assentamentos judaicos na Cisjordânia ocupada.
  17. 18. Abbas disse que a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que ele dirige e que não inclui o Hamas, ainda seria responsável por 'cuidar da política e das negociações'. Mas Abbas disse que a unidade palestina é essencial. 'Desgoste, concorde ou discorde (com o Hamas) - eles são o nosso povo. Os líderes israelenses disseram que não podem conversar com o Hamas, que rejeitou os pedidos do Ocidente para renunciar à violência, reconhecer Israel e aceitar os acordos de paz interinos.
  18. 19. Obama defende Estado Palestino com fronteiras anteriores a 1967 Obama afirmou que Israel precisa agir &quot;corajosamente&quot; para avançar no processo de paz com os palestinos, mas voltou a defender o direito de defesa do estado israelense. Ele disse que o futuro Estado Palestino na região deve ser traçado baseado nas fronteiras anteriores a 1967 e que deverá ser desmilitarizado.
  19. 20. Liga Árabe apoia iniciativa palestina de recorrer à ONU A Liga Árabe anunciou em 28-05 seu apoio à iniciativa palestina de pedir à ONU o reconhecimento de seu Estado, enquanto o Qatar propôs durante reunião do grupo que o processo de paz no Oriente Médio seja suspenso até que Israel esteja &quot;pronto&quot; para conversas. O presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas, Joseph Deiss, assegurou na sexta-feira que, para ser reconhecido pela ONU, o Estado palestino deverá contar com o apoio do Conselho de Segurança, o que parece complicado diante do possível veto que pode ser feito pelos Estados Unidos.
  20. 21. Palestinos pedem reconhecimento de estado independente à Onu De nada adiantou a pressão americana. O requerimento oficial de entrada da Palestina nas Nações Unidas foi entregue no dia 24-09 Em seguida, Mahmoud Abbas, foi ao plenário e antes mesmo de começar a falar, veio uma longa salva de palmas. Abbas disse que os palestinos estão dispostos a chegar a um acordo de paz com Israel. Mas disse que os assentamentos israelenses em território palestino são a principal barreira. &quot;Vão permitir que Israel continue com as ocupações? Vão permitir que Israel continue desrespeitando as resoluções da Onu?&quot;
  21. 22. Israel autoriza 1.100 moradias para colonos em Jerusalém Oriental O governo de  Israel  aprovou um plano de construção de 1.100 casas para colonos israelenses em Jerusalém Oriental, informou em (27-09) o Ministério do Interior de Israel. As novas casas deverão ser construídas em Gilo, um assentamento urbano que Israel montou em terras capturadas da Cisjordânia na guerra de 1967 e anexou unilateralmente como parte de sua capital declarada, Jerusalém.
  22. 23. Abbas diz que não haverá negociações se a colonização israelense não parar por completo &quot; Não haverá negociações sem a legitimação internacional e sem uma parada completa da colonização&quot;, afirmou Abbas diante de milhares de partidários em Ramallah, na Cisjordânia, em sua volta de Nova York, onde, na sexta, apresentou um pedido histórico de adesão de um Estado palestino à ONU.
  23. 24. Conselho discute pedido palestino de adesão à ONU O Conselho de Segurança da ONU se reuniu a portas fechadas nesta segunda-feira para uma discussão preliminar sobre o pedido palestino realizado na semana passada de participação plena na Organização das Nações Unidas. Os Estados Unidos, aliados de Israel, prometeram usar seu poder de veto para rejeitar o pedido, mas se os palestinos reunirem nove votos a favor -- o número necessário para aprovar uma resolução na ausência de um veto -- eles obteriam uma vitória moral. O Conselho de Segurança deverá criar nesta semana um comitê para estudar o pedido. Pode demorar um mês ou mais até que o conselho esteja pronto para votar.
  24. 25. Irã <ul><li>Apesar da ameaça de sanções por parte da comunidade internacional, o Irã pretende elevar o grau de enriquecimento do urânio em suas centrífugas nucleares </li></ul><ul><li>A infraestrutura nuclear do Irã é capaz de enriquecer urânio até 3,5%. Para reatores com finalidades medicinais, utilizados por exemplo no tratamento de câncer, o enriquecimento necessário é de 20%, grau tecnicamente considerado alto. </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Teme-se que, se autorizado a enriquecer o urânio a 20%, o Irã pudesse passar facilmente para um estágio superior, tornando-se então apto a construir bombas atômicas. Para armas nucleares, o grau de enriquecimento necessário é de pelo menos 85%. Por isso, a comunidade internacional quer pressionar o Irã a transferir o enriquecimento de urânio para o exterior. </li></ul>
  26. 27. Irã concorda em fazer troca de combustível nuclear na Turquia <ul><li>Segundo o acordo, o Irã enviará 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento para a Turquia, que devolverá o material enriquecido para um reator de pesquisas do Irã. Depois de até um ano, o Irã deverá receber 120kg de urânio enriquecido a 20%. De acordo com o porta-voz do ministério das Relações Exteriores iraniano, o urânio enriquecido estará sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica na Turquia. </li></ul>
  27. 28. Apesar de acordo, Irã vai continuar produzindo urânio enriquecido <ul><li>Segundo o chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Ali Akbar Salehi, o país seguirá com a produção de urânio enriquecido a 20%, mesmo depois de ter assinado o acordo para trocar o combustível nuclear. Para Salehi, a assinatura do acordo é uma &quot;prova de boa vontade&quot; e que agora &quot;a bola está no campo das potências ocidentais&quot; </li></ul>
  28. 29. ETA – separatistas bascos <ul><li>Depois de mais de 50 anos de resistência, o grupo separatista basco ETA anunciou nesta segunda-feira (10/01) o cessar-fogo permanente. O comunicado, assinado em 8 de janeiro de 2011, foi lido e gravado por membros encapuzados da organização, e as imagens foram distribuídas aos meios de comunicação espanhóis. </li></ul><ul><li>Segundo o grupo, o cessar-fogo é &quot;de caráter geral&quot; e de validade internacional. &quot;Este é um compromisso firme do ETA com um processo de solução definitiva e com o fim do confronto armado&quot;, diz o documento. </li></ul><ul><li>O ministro espanhol do Interior, Alfredo Perez Rucalba, disse que tudo o que o governo atual e os prévios sempre quiseram ouvir do ETA é que o grupo se desarmaria e desistiria da luta armada. No entanto, o governo espanhol rejeitou a declaração de cessar-fogo alegando que a ação é insuficiente para o início do diálogo </li></ul>
  29. 30. O caso do Haiti <ul><li>A Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti ou Minustah (sigla derivada do francês: Mission des Nations Unies pour la stabilisation en Haïti), é uma missão de paz criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 30 de abril de 2004, para restaurar a ordem no Haiti </li></ul><ul><li>Os objetivos da missão são principalmente: </li></ul><ul><li>Estabilizar o país. </li></ul><ul><li>Pacificar e desarmar grupos guerrilheiros e rebeldes. </li></ul><ul><li>Promover eleições livres e informadas. </li></ul><ul><li>Formar o desenvolvimento institucional e econômico do Haiti. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>A missão está no país desde junho de 2004 e era chefiada pelo diplomata tunisiano Hédi Annabi, que faleceu em 12 de janeiro, durante o terremoto de 2010. A sua morte foi confirmada no dia seguinte pelo presidente René Préval. </li></ul><ul><li>Em outubro de 2010, o Conselho de Segurança da ONU decidiu ampliar o mandato da Minustah até 15 de outubro de 2011 e reafirmou seu compromisso de ajudar na reconstrução do país, após o terremoto de janeiro de 2010. </li></ul>
  31. 32. Porém... Recentemente, começaram a ser reveladas notícias terríveis que desnudam o caráter de &quot;tropas de ocupação&quot; que estão cumprindo os capacetes azuis da ONU no Haiti (Minustah). Em um ataque ordenado pelo Conselho de Segurança da ONU, na noite de 24 de janeiro e nas seguintes, 400 soldados, respaldados por helicópteros, invadiram os bairros mais pobres da capital Puerto Príncipe com blindados e fuzis automáticos de alto poder de fogo. Estima-se que este ataque causou, pelo menos, 70 mortes e deixou dezenas de feridos, muitos deles crianças (Rebelión, 10/02)
  32. 33. O Haiti é o país mais pobre das Américas, com indicadores econômico-sociais similares aos das regiões mais pobres da África. Naquele continente, a sorte do país e de seu povo possivelmente seria relegada ao esquecimento. Mas o Haiti está no Caribe, uma região chave para o imperialismo ianque, que a considera seu &quot;quintal&quot;, no qual teria o direito de intervir política e militarmente
  33. 34. CRISE NO ORIENTE MÉDIO E NORTE DA ÁFRICA
  34. 35. Tunisia <ul><li>Os protestos na Tunísia, que prosseguem ainda hoje, começaram em Dezembro após o suicídio de um jovem diplomado no desemprego, a quem a polícia confiscou a banca de fruta que garantia a sua subsistência.  </li></ul><ul><li>A recente revelação de comunicações secretas norte-americanas pelo site de denúncias Wikileaks, que referem os negócios corruptos da família de Ben Ali, que controla a economia do país, também inflamaram o mal-estar dos tunisinos, que após décadas de estabilidade e relativa prosperidade, sentem de forma particularmente dura os efeitos da crise financeira internacional.  </li></ul>
  35. 36. <ul><li>Perto de uma centena de pessoas morreram durante os confrontos das últimas semanas, apesar dos números oficiais darem conta de pouco mais de 20 vítimas. </li></ul><ul><li>O Presidente Ben Ali, que durante 23 anos dirigiu a Tunísia com mão de ferro, deixou o país e foi para a Arábia Saudita. O chefe de Estado, que tinha anunciado que não iria concorrer às Presidenciais de 2014 numa tentativa de conter a revolta dos cidadãos, foi forçado a abandonar o poder perante a onda de contestação </li></ul>
  36. 37. Tunísia confronta êxodo <ul><li>A chegada em massa da imigrantes ilegais tunisianos à pequena ilha italiana de Lampedusa, a 138 km das costas tunisianas, recorda ao governo o amplo desafio que significa responder ao desespero de muitos tunisianos desempregados, um mês depois da saída do presidente Zine El Abidine Ben Alí. </li></ul><ul><li>Quase mil imigrantes tunisianos chegaram de forma clandestina nas últimas horas à ilha de Lampedusa, totalizando 5.000 nos últimos cinco dias, informou a Guarda Costeira italiana. </li></ul>
  37. 38. UE anuncia ajuda de mais de 250 milhões de euros à Tunísia <ul><li>A União Europeia desbloqueará mais de 250 milhões de euros (335 milhões de dólares) para a Tunísia antes de 2013. </li></ul><ul><li>&quot;Vamos desbloquear imediatamente 17 milhões de euros para ajudar o governo. Mas haverá 258 milhões de euros da UE antes de 2013&quot; </li></ul>
  38. 39. Egito <ul><li>Na sexta-feira (11-02), a renúncia do presidente Hosni Mubarak que estava há 30 anos no poder. A decisão ocorre após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos. O movimento popular  tem inspiração no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia </li></ul>
  39. 40. <ul><li>Houve intimidação e violência contra jornalistas,  inclusive brasileiros . O uso de redes sociais para convocar as manifestações fez com que a internet e o sinal de algumas operadoras de telefonia celular fossem interrompidos – o governo negou intervenção. </li></ul>
  40. 41. Transição no Egito O Conselho Militar Supremo do Egito anunciou a suspensão da Constituição, dissolução do Parlamento e a formação de uma comissão para escrever uma nova Carta para o país. O conselho também informou que ficará no poder por seis meses ou até que novas eleições, previstas para setembro, aconteçam, afirma comunicado divulgado pela televisão estatal. O primeiro aniversário da queda do ditador egípcio Hosni Mubarak foi marcado neste sábado (11-02) por uma convocação à greve geral por parte de militantes pró-democráticos para pressionar o exército a abandonar pode
  41. 42. Relações com o EUA <ul><li>A proliferação de revoltas para países menores preocupa autoridades ocidentais pela fragilidade destes regimes. Outra preocupação do mundo Ocidental é com relação a Israel, já que, atualmente, só dois países da região têm tratados de paz com o país: Egito e Jordânia. </li></ul><ul><li>O número dois da diplomacia americana, James Steinberg, anunicou que os  Estados Unidos trabalharão para assegurar que a violência desatada no Egito não crie &quot;novos perigos para Israel ou a região&quot; . </li></ul>
  42. 43. Após Tunísia e Egito, protestos crescem em países muçulmanos <ul><li>Marrocos </li></ul><ul><li>Mauritânia </li></ul><ul><li>Argélia </li></ul><ul><li>Líbia </li></ul><ul><li>Sudão </li></ul><ul><li>Jordânia </li></ul><ul><li>Iraque </li></ul><ul><li>Bahrein </li></ul><ul><li>Omã </li></ul><ul><li>Djibuti </li></ul><ul><li>Iêmen </li></ul>
  43. 44. Líbia No caso da Líbia, os protestos iniciaram no leste do país, onde a popularidade do ditador é historicamente mais baixa. As cidades de Benghazi, segunda maior do país e epicentro dos protestos, Tobruk e Derna, foram tomadas por oposicionistas. Mas cidades mais próximas à capital Trípoli, como Minsratah e Zawiya também ficaram sob controle dos rebeldes. O comando ficou na mão de &quot;conselhos populares&quot; que foram se formando ao longo dos últimos dias e depois se uniram em torno do Conselho Popular Líbio, com sede em Benghazi, no leste, foco dos protestos.
  44. 45. A dura repressão às manifestações provocou milhares de mortes, e a situação evoluiu praticamente para uma guerra civil. Diversos países, liderados pelos EUA, começaram a protestar e a exigir a saída imediata de Kadhafi. A ONU e organizações de direitos humanos relataram abusos e ataques a civis. Em pronunciamentos transmitidos pela TV estatal líbia, Kadhafi disse que só deixará o país morto, “como um mártir”.
  45. 46. No dia 17 de março, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução que valida quaisquer medidas necessárias para impedir um massacre de civis. Dois dias depois, a coalizão internacional liderada por Estados Unidos, França e Grã-Bretanha começou a bombardear a Líbia. O atual comando das operações está nas mãos da Otan. Os Estados que integram a OTAN são  Albânia, Alemanha , Bélgica, Canadá,Croácia, Dinamarca, Espanha, os Estados Unidos da América, a França, a Grécia, os Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo,Noruega, Portugal, Reino Unido, Turquia, Hungria, Polónia, República Theca, Bulgária, Estónia,  Letónia , Lituânia, Romênia, Eslováquia e a Eslovénia. A  Organização do Tratado do Atlântico Norte é uma aliança militar intergovernamental baseada no Tratado do Atlântico Norte que foi assinado em 4 de abril de 1949. O quartel-general da OTAN está localizado em Bruxelas, na Bélgica, e a organização constitui um sistema de defesa coletiva na qual os seus Estados-membros concordam com a defesa mútua em resposta a um ataque por qualquer entidade externa.
  46. 47. Kadhafi diz que fica <ul><li>Kadhafi, há 42 anos no poder,  fez um raivoso discurso televisionado, em que reafirmou que só sai do poder morto e prometeu destruir os opositores como se fossem ratos. </li></ul><ul><li>O chanceler italiano Franco Frattini disse temer um &quot;êxodo bíblico&quot; de imigrantes procedentes da Líbia, além de considerar impossível imaginar o futuro no caso de queda do regime. </li></ul>
  47. 48. Fim de k
  48. 49. Síria A Síria tem sido abalada desde 15 de março 2011 por protestos sem precedentes contra o governo de Assad, que exigem reformas políticas e o fim de uma lei draconiana de emergência, em vigor desde 1963. Bashar al-Assad chegou ao poder em 2000, sucedendo seu pai, que havia governado a Síria desde 1970.
  49. 50. O Partido Baath decretou estado de emergência desde a sua chegada ao poder na Síria, em março de 1963. O estado de emergência reduziu sensivelmente as liberdades públicas e permitiu a prisão de &quot;suspeitos ou de pessoas que ameacem a segurança&quot;. Ele autorizou também o controle dos órgãos de comunicação e a censura da imprensa. As manifestações no país foram duramente reprimidas pelas forças de segurança, que mataram mais de cem pessoas e feriram dezenas, de acordo com militantes dos Direitos Humanos. No dia 20-04 entrou me vigor um “novo plano de governo” que retira o estado de emergência. Assad também mandou soltar todos os detidos na recente onda de protesto, exceto os que cometeram crimes &quot;contra a nação e os cidadãos&quot;
  50. 51. Mas as medida de Assad não foram suficientes para acalmar o povo sírio Grupos de defesa dos direitos humanos dizem que pelo menos 1,1 mil civis morreram desde o início dos protestos, inspirados em levantes similares que derrubaram os governos de Egito e Tunísia. Milhares de pessoas foram detidas.
  51. 53. Protestos por queima do Corão nos EUA deixam 7 mortos no Afeganistão Pelo menos sete pessoas morreram e outras 46 ficaram feridas nos protestos registradas no dia 2-04 na cidade afegã de Kandahar, no sul do  Afeganistão , no segundo dia de violentos protestos pela queima de um exemplar do Corão por uma pastor americano. O protesto ocorre um dia depois de um  atentado à sede da ONU na cidade de Mazar-i-Sharif , no norte do país, em que a multidão assassinou oito funcionários da organização e cinco civis. De acordo com testemunhas, cerca de 2 mil pessoas saíram neste sábado às ruas da cidade, a mais importante do sul do país, contra a queima pública de um Corão em 20 de março, em uma igreja da Flórida (EUA), em ação liderada pelo pastor Wayne Sapp. A Polícia, que segundo Karzai ainda tenta dispersar a multidão, disparou contra os manifestantes, de acordo com a versão de várias testemunhas.
  52. 54. Costa do Marfim O ex-presidente da Costa do Marfim Laurent Gbagbo, foi detido . Ele perdeu as eleições e havia se recusado a deixar o poder. Causando vários confrontos armados

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