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Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 1 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 2 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 3 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 4 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 5 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 6 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 7 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 8 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 9 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 10 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 11 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 12 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 13 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 14 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 15 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 16 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 17 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 18 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 19 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 20 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 21 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 22 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 23 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 24 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 25 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 26 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 27 Estratégias baseadas em 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não-violência Slide 55 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 56 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 57 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 58 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 59 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 60 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 61 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 62 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 63 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 64 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 65 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 66 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 67 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência Slide 68 Estratégias baseadas em 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  1. 1. Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não- violência: algumas contribuições de Mark A. Mattaini Dr. Márcio Borges Moreira! Instituto Walden4, Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)
  2. 2. http://seab.envmed.rochester.edu/jaba/
  3. 3. http://home.earthlink.net/ ~mattaini/ MARK A. MATTAINI
  4. 4. http://www.peacepower.info/Home.html O Poder da Paz! ! Ferramentas Baseadas em Evidência para uma Cultura de Não‑Violência Compartilhe poder para construir a comunidade Faça a paz Aja com respeito Reconheça contribuições e sucesso http://www.iesb.br/repiesb/poderdapaz/
  5. 5. Pesquisa & Aplicação Pesquisa Indivíduo Grupo
  6. 6. Reconheça contribuições e sucesso “Reconhecimento e reforço de contribuições da comunidade, e outras ações positivas, são o coração da construção de uma nova cultura.”
  7. 7. Reconheça contribuições e sucesso “Reconhecimento e reforço de contribuições da comunidade, e outras ações positivas, são o coração da construção de uma nova cultura.” Notas e quadros de reconhecimento Reconhecimento no grupo e incentivos Encontrando uma paixão Experimentando atividades
  8. 8. Reconheça contribuições e sucesso “Reconhecimento e reforço de contribuições da comunidade, e outras ações positivas, são o coração da construção de uma nova cultura.” Motivadores misteriosos Elogios verbais Auto-monitoramento e Auto-reconhecimento Praticar dar e receber reconhecimento
  9. 9. Reconheça contribuições e sucesso “Reconhecimento e reforço de contribuições da comunidade, e outras ações positivas, são o coração da construção de uma nova cultura.” Auto-monitoramento e auto-reconhecimento da equipe para aumentar os atos de reconhecimento Multiplicação sistemática de apertos de mão, sorrisos, aprovação e afeição Postagem pública (desempenho) Compromisso público com as 4 estratégias do PEACE POWER
  10. 10. Aja com respeito “Agir com respeito (…) é incompatível com coerção e opressão (…), e constrói o reconhecimento do valor de todos os membros da comunidade.”
  11. 11. Aja com respeito “Agir com respeito (…) é incompatível com coerção e opressão (…), e constrói o reconhecimento do valor de todos os membros da comunidade.” O jogo do respeito (Jogo bom comportamento) Auto-monitoramento e auto-reconhecimento Auto-Modelação Procedimentos disciplinares respeitosos Jogos cooperativos e desporto
  12. 12. Aja com respeito “Agir com respeito (…) é incompatível com coerção e opressão (…), e constrói o reconhecimento do valor de todos os membros da comunidade.” Projetos de amplo sistema de prevenção de bullying Sinais universais para silencio e transição "Bata o temporizador" Recesso estruturado Ensinando esportividade
  13. 13. Aja com respeito “Agir com respeito (…) é incompatível com coerção e opressão (…), e constrói o reconhecimento do valor de todos os membros da comunidade.” Ensino de proatividade Ensino corretivo Ensino para situação de crise Ensino de habilidades de comunicação Ensino de empatia
  14. 14. Aja com respeito “Agir com respeito (…) é incompatível com coerção e opressão (…), e constrói o reconhecimento do valor de todos os membros da comunidade.” Ensino de assertividade Alianças gays-heterossexuais Compromisso Público com as 4 estratégias do Poder da Paz Campanhas organizacionais de apoio ao Respeito Universal
  15. 15. Compartilhe poder para construir a comunidade “(…) maneiras alternativas de influenciar o mundo de alguém podem reduzir a dependência do uso do poder coercitivo. (...) e todos contribuírem e compartilharem a responsabilidade pelos resultados coletivos.”
  16. 16. Compartilhe poder para construir a comunidade “(…) maneiras alternativas de influenciar o mundo de alguém podem reduzir a dependência do uso do poder coercitivo. (...) e todos contribuírem e compartilharem a responsabilidade pelos resultados coletivos.” Papéis significativos (trabalhos) Tutores (colegas) em salas de aula Projetos de mentores Serviço de aprendizagem Participação na tomada de decisões (família, organizações)
  17. 17. Compartilhe poder para construir a comunidade “(…) maneiras alternativas de influenciar o mundo de alguém podem reduzir a dependência do uso do poder coercitivo. (...) e todos contribuírem e compartilharem a responsabilidade pelos resultados coletivos.” Escolhas e consequências Famílias e escolas Juntas
  18. 18. Faça a paz Resolução de conflitos e “cura” de relacionamentos
  19. 19. Faça a paz Resolução de conflitos e “cura” de relacionamentos Utilização do formas padronizadas para orientar a “cura” Pacificação / Círculos restaurativos Conferências com grupo familiar Mediação familiar Mediação vítima-infractor
  20. 20. Notas e Quadros de Reconhecimento “(...) afirmação elogiosa escrita, assinada ou anônima, sobre uma pessoa identificada e reconhecida por exibir comportamentos pró-sociais (...)”
  21. 21. Notas e Quadros de Reconhecimento “(...) afirmação elogiosa escrita, assinada ou anônima, sobre uma pessoa identificada e reconhecida por exibir comportamentos pró-sociais (...)” Resumo Recursos necessários Passos para implementação Base empírica
  22. 22. Dois exemplos de pesquisas aplicadas (dados) para um cultura de não-violência
 
 Descritas no Peace Power...
  23. 23. Mayer, G. R., Butterworth, T., Nafpaktitis, M., & Sulzer-Azaroff, B. (1983). Preventing school vandalism and improving discipline: A three-year study. Journal of Applied Behavior Analysis, 16(4), 355-369. Reduzir o vandalismo em escolas com um “pacote” de treinamento Estudantes e professores de 18 escolas de ensino médio e fundamental. Custos do vandalismo, comportamentos dos professores e comportamentos dos alunos – linha de base múltipla.
  24. 24. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Taxa e tipos de reforço (geral e específico) Disruptivos, Não relacionados e Atenção Custos do vandalismo: dinheiro gasto com reformas
  25. 25. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Workshops: ! -Consultores, professores e funcionários ! - Estratégias de intervenção
  26. 26. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport
  27. 27. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos
  28. 28. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso
  29. 29. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso • Sumarize
  30. 30. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso • Sumarize • Postura, contato visual, expressão facial, e outros comportamentos não-verbais
  31. 31. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso • Sumarize • Postura, contato visual, expressão facial, e outros comportamentos não-verbais • Como tomar notas?
  32. 32. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso • Sumarize • Postura, contato visual, expressão facial, e outros comportamentos não-verbais • Como tomar notas? • Esclarecer
  33. 33. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva. 1. Estabeleça um relacionamento profissional e desenvolva um rapport • Reflexão sobre os conteúdos • Ritmo do discurso • Sumarize • Postura, contato visual, expressão facial, e outros comportamentos não-verbais • Como tomar notas? • Esclarecer •
  34. 34. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 2. Identifique comportamentos de preocupação e objetivos.
  35. 35. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 2. Identifique comportamentos de preocupação e objetivos. ! • Importância
  36. 36. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 2. Identifique comportamentos de preocupação e objetivos. ! • Importância • Comece a operacionalizar
  37. 37. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 2. Identifique comportamentos de preocupação e objetivos. ! • Importância • Comece a operacionalizar ! 3. Inicie a análise de contingência durante a entrevista.
  38. 38. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 4. Observar comportamentos em situação de sala de aula.
  39. 39. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 4. Observar comportamentos em situação de sala de aula. ! • Análise de contingências de comportamento dos alunos
  40. 40. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 4. Observar comportamentos em situação de sala de aula. ! • Análise de contingências de comportamento dos alunos • Análise de contingências de comportamento do professor
  41. 41. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 4. Observar comportamentos em situação de sala de aula. ! • Análise de contingências de comportamento dos alunos • Análise de contingências de comportamento do professor • Medir taxa do comportamento alvo
  42. 42. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 5. Confira com o professor: discutir o que foi tentado e em que grau.
  43. 43. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 5. Confira com o professor: discutir o que foi tentado e em que grau. ! 6. Desenvolver conjuntamente estratégias de tratamento (meta para o professor).
  44. 44. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento.
  45. 45. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento. ! • Identificar reforçadores
  46. 46. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento. ! • Identificar reforçadores • Utilizando uma variedade de fontes de reforço a partir do ambiente natural
  47. 47. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento. ! • Identificar reforçadores • Utilizando uma variedade de fontes de reforço a partir do ambiente natural • Modelagem
  48. 48. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento. ! • Identificar reforçadores • Utilizando uma variedade de fontes de reforço a partir do ambiente natural • Modelagem • Sinais, avisos, modelação e fornecer feedback
  49. 49. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 7. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar o tratamento. ! • Identificar reforçadores • Utilizando uma variedade de fontes de reforço a partir do ambiente natural • Modelagem • Sinais, avisos, modelação e fornecer feedback • Usar dados coletados
  50. 50. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo.
  51. 51. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo. ! 9. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar a manutenção do tratamento.
  52. 52. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo. ! 9. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar a manutenção do tratamento. ! • Esvanecimento
  53. 53. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo. ! 9. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar a manutenção do tratamento. ! • Esvanecimento • Generalização
  54. 54. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo. ! 9. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar a manutenção do tratamento. ! • Esvanecimento • Generalização • Esquemas de reforçamento
  55. 55. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas Tabela 2. Elementos de uma consultoria efetiva 8. Observar e registrar freqüência de comportamentos- alvo. ! 9. Desenvolver e aplicar estratégias para facilitar a manutenção do tratamento. ! • Esvanecimento • Generalização • Esquemas de reforçamento
  56. 56. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais
  57. 57. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola
  58. 58. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo
  59. 59. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo
  60. 60. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores
  61. 61. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo
  62. 62. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção
  63. 63. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas
  64. 64. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem
  65. 65. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem ❑Reforçamento diferencial de baixas taxas
  66. 66. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem ❑Reforçamento diferencial de baixas taxas ❑Reforçamento diferencial de outras respostas
  67. 67. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem ❑Reforçamento diferencial de baixas taxas ❑Reforçamento diferencial de outras respostas ❑Custo de resposta
  68. 68. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem ❑Reforçamento diferencial de baixas taxas ❑Reforçamento diferencial de outras respostas ❑Custo de resposta ❑Time-out
  69. 69. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Conceitos comportamentais ! ❑Condições que geram o vandalismo e a perturbação na escola ❑Programas antivandalismo ❑O reforço positivo ❑Métodos de identificação de reforçadores ❑Reforço negativo ❑Extinção ❑Reforço de respostas alternativas ❑Modelação e Modelagem ❑Reforçamento diferencial de baixas taxas ❑Reforçamento diferencial de outras respostas ❑Custo de resposta ❑Time-out
  70. 70. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas
  71. 71. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios
  72. 72. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal
  73. 73. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo
  74. 74. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores
  75. 75. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa
  76. 76. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante
  77. 77. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante ❑Bombardeio de reforço positivo
  78. 78. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante ❑Bombardeio de reforço positivo ❑Jogos do grupo de contingência e programas
  79. 79. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante ❑Bombardeio de reforço positivo ❑Jogos do grupo de contingência e programas ❑Sistema de fichas
  80. 80. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante ❑Bombardeio de reforço positivo ❑Jogos do grupo de contingência e programas ❑Sistema de fichas ❑Boletins diários
  81. 81. Tabela 3. Temas e atividades incluídos em oficinas de treinamento da equipe. ! Aplicações Práticas ! ❑Usando certificados e prêmios ❑Melhorar o moral do pessoal ❑Ensinar os estudantes a obter o reconhecimento positivo ❑Ensinar os alunos a reforçar a professores ❑Procedimentos de avaliação de confiabilidade do programa ❑Adaptando o material a nível de leitura do estudante ❑Bombardeio de reforço positivo ❑Jogos do grupo de contingência e programas ❑Sistema de fichas ❑Boletins diários ❑Planos de disciplina escolar
  82. 82. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas *86,6%! (tratamento)! ! *70,4%! (follow-up)! ! *médias, (p < 0,05)
  83. 83. Mayer et al. (1983)! Prevenção de vandalismo em escolas p < 0,05
  84. 84. Van Houten, R., & Nau, P. A. (1981). A comparison of the effects of posted feedback and increased police surveillance on highway speeding. Journal of Applied Behavior Analysis, 14, 261-271. % de motoristas dentro do limite RECORD 34% 42% Punição Feedback
  85. 85. Van Houten, & Nau (1981)! Controle de velocidade de automáveis Duas avenidas, 50 Km/h, 2 h/d, Seg.-Sex. Percentual de carros acima do limite de velocidade
  86. 86. Van Houten, & Nau (1981)! Controle de velocidade de automáveis %! (feedback) Delineamento de reversão
  87. 87. Obrigado a todos pela atenção!

Conheça meu CD: http://www.cdbaby.com/cd/marciotheapplegadgets Conheça meu livro: http://www.grupoa.com.br/autor/marcio-borges-moreira.aspx Visite meu canal do youtube: https://www.youtube.com/user/borgesmoreirayt Visite nosso site: http://www.walden4.com.br Curta nossa página no facebook: https://www.facebook.com/iwalden4 Estratégias baseadas em dados para uma cultura de não-violência

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