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Autismo: Prática Baseada em Evidências Científicas

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Exemplo de como intervenções com indivíduos diagnosticados com autismo podem e devem ser baseadas e procedimentos que foram cientificamente estudados e validados. Utilizou-se como exemplo uma pesquisa que trabalhou a seletividade de comida em crianças diagnosticadas com autismo e a participação dos pais na intervenção.

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Autismo: Prática Baseada em Evidências Científicas

  1. 1. Autismo: Prática Baseada em Evidências Científicas Dr. Márcio Borges Moreira Instituto Walden4, Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)
  2. 2. Prática Baseada em Evidências Prática Baseada em Evidências em Psicologia (PBEP) é a integração da melhor pesquisa disponível com a experiência clínica no contexto das características do paciente, sua cultura e preferências (APA Presidential Task Force on Evidence-Based Practice, 2006, p. 273).
  3. 3. O que é um evidência científica?
  4. 4. O que é evidência científica? Li em um livro que... Vi na TV que... Um profissional disse que...
  5. 5. O que é evidência científica? …a comparação!
  6. 6. O que é evidência científica? "500ml uma vez por dia diminui a agressividade."
  7. 7. O que é evidência científica? "500ml uma vez por dia diminui a agressividade." Qual é a evidência científica dessa afirmação?
  8. 8. O que é evidência científica? "Dei 500ml de suco de maracujá todos os dias para uma criança por um mês e observei melhoras..."
  9. 9. O que é evidência científica? "Dei 500ml de suco de maracujá todos os dias para uma criança por um mês e observei melhoras..."
  10. 10. O que é evidência científica? "Dei 500ml de suco de maracujá todos os dias para várias crianças por um mês e observei melhoras..."
  11. 11. O que é evidência científica? "Dei 500ml de suco de maracujá todos os dias para várias crianças por um mês e observei melhoras..."
  12. 12. O que é evidência científica? Grupo 1 Grupo 2 Melhorou Não Melhorou
  13. 13. O que é evidência científica? Grupo 1 Grupo 2 Melhorou Não Melhorou
  14. 14. O que é evidência científica? muita agressividade muita agressividade pouca agressividade pouca agressividade
  15. 15. O que é evidência científica? muita agressividade muita agressividade pouca agressividade pouca agressividade Frequênciade comportamentosagressivos 0 100
  16. 16. O que é evidência científica? muita agressividade muita agressividade pouca agressividade pouca agressividade Frequênciade comportamentosagressivos 0 100
  17. 17. Artigos científicos Periódicos Revisão duplo-cego Corpo editorial Qualis (CAPES)
  18. 18. Periódicos científicos (e.g.) Revista Brasileira de Análise do Comportamento Psicologia: Teoria e Pesquisa Acta Comportamentalia Journal of Applied Behavior Analysis
  19. 19. Seiverling e cols. (2012) Efeitos do treino de habilidades comportamentais parentais no tratamento da seletividade de comida em crianças
  20. 20. Seiverling e cols. (2012)
  21. 21. Seiverling e cols. (2012) SIM NÃO
  22. 22. Seiverling e cols. (2012)
  23. 23. Seiverling e cols. (2012)TEA
  24. 24. Seiverling e cols. (2012) CriançaFamília
  25. 25. Seiverling e cols. (2012) Sessões de Degustação 3min de tempo livre Com eu (30seg) IgnorarDisruptivos Reapresentar Expelir Tentativa Discreta
  26. 26. Seiverling e cols. (2012) Sessões de Degustação
  27. 27. Seiverling e cols. (2012) Sessões de Degustação Critério de Aprendizagem: Aceitar a comida X: ● com o maior pedaço (metade de um colher); ● em menos de 30 segundos; ● sem comportamentos disruptivos; ● por 3 vezes consecutivas
  28. 28. Seiverling e cols. (2012) Sessões de Degustação Tentativas de Treino Tentativas de Sonda
  29. 29. Seiverling e cols. (2012) Treinamento das Mães - Instrução
  30. 30. Seiverling e cols. (2012) Treinamento das Mães - Modelação
  31. 31. Seiverling e cols. (2012) Treinamento das Mães - Ensaio e feedback (modelagem)
  32. 32. Seiverling e cols. (2012) Treinamento das Mães - Ensaio e feedback (modelagem) modelação ensaio feedback Critério de Aprendizagem: 90% de acerto Tentativas de Treino Tentativas de Sonda
  33. 33. Seiverling e cols. (2012) Delineamento Experimental Linha de Base Pós-Treino Follow-up
  34. 34. Seiverling e cols. (2012) Resultados
  35. 35. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas %deaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  36. 36. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  37. 37. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  38. 38. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  39. 39. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  40. 40. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  41. 41. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  42. 42. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Treinadas Proporçãodeaceitesede comportamentosdisruptivos Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  43. 43. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Testadas Númeromédiodeaceites Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  44. 44. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Testadas Númeromédiodeaceites Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  45. 45. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Testadas Númeromédiodeaceites Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  46. 46. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Testadas Númeromédiodeaceites Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  47. 47. Seiverling e cols. (2012) Resultados - Comidas Testadas Númeromédiodeaceites Dias consecutivos de tratamento LB Pós-Treino Follow-up
  48. 48. Prática Baseada em Evidências Prática Baseada em Evidências em Psicologia (PBEP) é a integração da melhor pesquisa disponível com a experiência clínica no contexto das características do paciente, sua cultura e preferências (APA Presidential Task Force on Evidence-Based Practice, 2006, p. 273).
  49. 49. É necessário... Estudar periodicamente Aplicar os procedimentos científicos Manter registro dos comportamentos Comparar com os dados existentes Avaliar a eficácia das intervenções
  50. 50. Tecnologia e Clínica
  51. 51. Tecnologia e Clínica
  52. 52. Obrigado pela atenção! www.walden4.com.br Slides disponíveis em http://pt.slideshare.net/borgesmoreira
  • sarapsi

    Sep. 23, 2017
  • alinecosta54390876

    Apr. 12, 2016
  • anaihaeser

    Dec. 5, 2015

Exemplo de como intervenções com indivíduos diagnosticados com autismo podem e devem ser baseadas e procedimentos que foram cientificamente estudados e validados. Utilizou-se como exemplo uma pesquisa que trabalhou a seletividade de comida em crianças diagnosticadas com autismo e a participação dos pais na intervenção.

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