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Análise Experimental do Comportamento como base para a pesquisa aplicada e a prestação de serviços

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Prof. Márcio Borges Moreira
Mini-curso ministrado no XXVIII ENCONTRO BRASILEIRO DE PSICOLOGIA E MEDICINA COMPORTAMENTAL, em Goiânia, entre os dias 14 a 18 de agosto de 2019.

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Análise Experimental do Comportamento como base para a pesquisa aplicada e a prestação de serviços

  1. 1. Análise Experimental do Comportamento como base para a pesquisa aplicada e a prestação de serviços Márcio Borges Moreira Centro Universitário de Brasília / Instituto Walden4
  2. 2. Análise do Comportamento
  3. 3. ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CIÊNCIA
  4. 4. CIÊNCIA
  5. 5. Cooper, J. O, Heron T. E, & Heward W. L. (2007). Applied Behavior Analysis. Upper Saddle River, NJ: Pearson. Versão Kindle. “Não há nenhuma definição padrão de ciência aceita universalmente.” Cooper, Heron & Heward (2007, p. 27)
  6. 6. Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (1992). Metodologia científica. São Paulo: Atlas. Ciência é…. "Acumulação de conhecimentos sistemáticos." Lakatos & Marconi (1992, p. 18)
  7. 7. Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (1992). Metodologia científica. São Paulo: Atlas. Ciência é…. "Acumulação de conhecimentos sistemáticos." "Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas." Lakatos & Marconi (1992, p. 18)
  8. 8. youtube.com/c/MárcioBorgesMoreira Acompanhe meus vídeos no Youtube:
  9. 9. Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (1992). Metodologia científica. São Paulo: Atlas. Ciência é…. "Acumulação de conhecimentos sistemáticos." "Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas." "Conhecimento certo do real pelas suas causas." Lakatos & Marconi (1992, p. 18)
  10. 10. Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (1992). Metodologia científica. São Paulo: Atlas. Ciência é…. "Acumulação de conhecimentos sistemáticos." "Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas." "Conhecimento certo do real pelas suas causas." "Conhecimento sistemático dos fenômenos da natureza e das leis que o regem, obtido através da investigação, pelo raciocínio e pela experimentação intensiva." Lakatos & Marconi (1992, p. 18)
  11. 11. Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (1992). Metodologia científica. São Paulo: Atlas. Ciência é…. "Acumulação de conhecimentos sistemáticos." "Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas." "Conhecimento certo do real pelas suas causas." "Conhecimento sistemático dos fenômenos da natureza e das leis que o regem, obtido através da investigação, pelo raciocínio e pela experimentação intensiva." "Conjunto orgânico de conclusões certas e gerais, metodicamente demonstradas e relacionadas com objeto determinado." "Forma sistematicamente organizada de pensamento objetivo." Lakatos & Marconi (1992, p. 18)
  12. 12. “A ciência é uma abordagem sistemática para a compreensão dos fenômenos naturais - como evidenciado pela descrição, previsão e controle - que se baseia no determinismo como sua suposição fundamental, o empirismo como sua principal diretiva, a experimentação como sua estratégia básica, a replicação como requisito necessário para a credibilidade, parcimônia como seu valor conservador e dúvida filosófica como sua consciência orientadora.” Cooper, Heron & Heward (2007, p. 27)
  13. 13. ABORDAGEM SISTEMÁTICA
  14. 14. Abordagem “(…) modo de tratar ou encarar algo; visão de um assunto; ponto de vista sobre uma questão; maneira ou método de enfocar ou interpretar algo; modo de lidar com algo.” Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 13)
  15. 15. Sistemático “(…) relativo a ou próprio de um sistema; que age ou se processa segundo um método ou ordenação; metódico, organizado.” Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 1754)
  16. 16. FENÔMENO NATURAL
  17. 17. Fenômeno “(…) tudo que se observa na natureza; fato ou evento que pode ser explicado cientificamente (…)” Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 886)
  18. 18. “tudo que se observa na natureza”
  19. 19. “tudo que se observa na natureza” Fenômeno natural
  20. 20. Fenômeno Sobrenatural
  21. 21. Sobrenatural "(...) que ultrapassa o natural, fora das leis naturais (...) o que está além do natural" Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 1758)
  22. 22. FENÔMENO Qualquer coisa que aconteça; qualquer alteração no estado das coisas no universo.
  23. 23. Evento “(...) acontecimento ger. observável; fenômeno (…)” Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 851)
  24. 24. Natural “(...) que pertence ou se refere à natureza (...) regido pelas leis da natureza (…)” Houaiss, A., & Villar, M. S. (2009). Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva. Houaiss & Villar (2009, p. 1343)
  25. 25. Físico/Natural Corpóreo, material.
  26. 26. Físico/Natural Corpóreo, material.
  27. 27. https://store.cdbaby.com/cd/marciotheapplegadgets Conheça meu CD: acessar spotify acesssar soundcloud acessar iTunes
  28. 28. “A ciência é uma abordagem sistemática para a compreensão dos fenômenos naturais.” Cooper, Heron & Heward (2007, p. 27).
  29. 29. “A ciência é uma abordagem sistemática para a compreensão dos fenômenos naturais.” Cooper, Heron & Heward (2007, p. 27). A ciência é uma forma, uma maneira organizada, padronizada, de se enfocar, de se estudar coisas que acontecem na natureza, no mundo físico.
  30. 30. A ciência é uma forma, uma maneira organizada, padronizada, de se enfocar, de se estudar coisas que acontecem na natureza, no mundo físico. Conhecimento Científico
  31. 31. Análise Experimental do Comportamento
  32. 32. VARIÁVEL DEPENDENTE Taxa de Resposta
  33. 33. "A tarefa de uma análise experimental é descobrir todas as variáveis de que probabilidade de resposta é uma função. Não é uma tarefa fácil, mas pelo menos é explícita. isto distingue uma análise experimental do comportamento de outras abordagens em muitos pontos." (p .214) VARIÁVEL INDEPENDENTE
  34. 34. Estímulos VARIÁVEL INDEPENDENTE
  35. 35. "O analista experimental não manipula estados internos como tal. Ele manipula, não a fome, mas a ingestão de alimentos [...]" (p. 215) VARIÁVEL INDEPENDENTE
  36. 36. Contingências de Reforçamento VARIÁVEL INDEPENDENTE
  37. 37. www.walden4.com.br Conheça mais sobre Análise do Comportamento acessado o site do Instituto Walden4
  38. 38. Discriminações condicionais
  39. 39. Discriminações condicionais Discriminações contextuais
  40. 40. Contingências S:S
  41. 41. "Uma abordagem de ciência natural para o estudo do comportamento como um assunto em si, fundado por B. F. Skinner; características metodológicas incluem taxa de resposta como variável dependente básica, medição repetida ou contínua de classes de resposta claramente definidas, comparações experimentais intra-sujeito em vez de design de grupo, análise visual de dados representados em gráficos em vez de inferência estatística e ênfase na descrição de relações funcionais entre comportamento e variáveis de controle no ambiente sobre o teste teórico formal." Cooper, John O.; Heron, Timothy E.; Heward, William L.. Applied Behavior Analysis: Pearson New International Edition (Página 7). Pearson Education Limited. Edição do Kindle. Análise do Experimental do Comportamento
  42. 42. Análise do Comportamento Aplicada (ABA)
  43. 43. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  44. 44. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  45. 45. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  46. 46. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  47. 47. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  48. 48. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  49. 49. > Aplicada > Comportamental > Analítica > Tecnológica > Sistema conceitual > Efetividade > Generalidade
  50. 50. "A ciência na qual as táticas derivadas dos princípios do comportamento são aplicadas para melhorar o comportamento socialmente significativo e a experimentação é usada para identificar as variáveis responsáveis pela melhoria no comportamento." Cooper, John O.; Heron, Timothy E.; Heward, William L.. Applied Behavior Analysis: Pearson New International Edition (Página 2). Pearson Education Limited. Edição do Kindle.
  51. 51. Análise do Comportamento Aplicada (ABA) Aplicação da Análise do Comportamento #
  52. 52. Clique aqui para acessar Conheça mais sobre Análise do Comportamento através do livro Princípios Básicos de Análise do Comportamento
  53. 53. Prestação de Serviços
  54. 54. LEIS TECNOLOGIA SERVIÇO
  55. 55. LEIS TECNOLOGIA SERVIÇO> Prática > Pesquisa > Pesquisa
  56. 56. Prática Baseada em Evidências em Psicologia (PBEP) Integração da melhor pesquisa disponível com a e x p e r t i s e c l í n i c a n o c o n t e x t o d a s características, cultura e preferências do cliente (American Psychological Association, 2006, p. 273)
  57. 57. 1. evidências de pesquisa 2. repertório do clínico 3. idiossincrasias do cliente
  58. 58. Evidências de pesquisa
  59. 59. Múltiplas formas (e.g., pesquisa experimental) …empírico e publicado em periódico científico Evidências de pesquisa
  60. 60. Repertório do clínico
  61. 61. Repertório do clínico Formação científica e formação para a prática profissional
  62. 62. a) avaliação, julgamento de diagnóstico, formulação sistemática de casos e planejamento de tratamento; a) tomada de decisão clínica, implementação de tratamento e monitoramento do progresso do paciente; a) conhecimentos interpessoais; a) auto-reflexão contínua e aquisição de habilidades;
  63. 63. e) avaliação apropriada e uso de evidências de pesquisa em ciência psicológica básica e aplicada; f) compreender a influência das diferenças individuais e culturais no tratamento; g) buscando recursos disponíveis (por exemplo, serviços de consulta, adjuntos ou alternativos), conforme necessário; e h) ter um raciocínio convincente para estratégias clínicas.
  64. 64. Idiossincrasias do cliente
  65. 65. Prática Baseada em Evidências em Psicologia A operacionalização… (1) Levantamento de questões clínicas; (2) Busca pelas melhores evidências empíricas (3) Apreciação crítica das evidências encontradas (4) Intervenção (5) Avaliação dos resultados da intervenção J. L. Leonardi & B. Meyer (2015)
  66. 66. Levantamento de questões clínicas
  67. 67. Documentação e Avaliação Clínica, DAC (Roosevelt, 2010) Instrumental ASEBA Formulação Comportamental Levantamento de questões clínicas Avaliação FuncionalInventários, escalas etc.
  68. 68. Busca pelas melhores evidências empíricas
  69. 69. Busca pelas melhores evidências empíricas
  70. 70. Alcoholism: Clinical and Experimental Research Analysis and Intervention in Developmental Disabilities Behavior modification Behavior Research Therapy Behavior Therapy Behavioral Disorders Behavioral Interventions Behaviour Research and Therapy Behavioural Processes Clinical Psychology Review Contemporary Educational Psychology Education and Treatment of Children Educational Psychologist Educational Researcher Journal of Applied Psychology Journal of Autism and Developmental Disorders Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry Journal of Behavioral Consultation and Therapy
  71. 71. Apreciação crítica das evidências encontradas
  72. 72. Apreciação crítica das evidências encontradas
  73. 73. Intervenção
  74. 74. Intervenção Procedimentos embasados na literatura
  75. 75. Avaliação dos resultados da intervenção
  76. 76. Meus resultados Resultados da literatura
  77. 77. LEIS TECNOLOGIA SERVIÇO> Prática > Pesquisa > Pesquisa
  78. 78. Retardo mental
  79. 79. Obrigado pela atenção! www.walden4.com.br facebook.com/professormarciomoreira/ youtube.com/c/MárcioBorgesMoreira pt.slideshare.net/borgesmoreira

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