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Rede de Incentivo à Saúde e Satisfação Corporal e Alimentar (RISSCA)

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PORTFÓLIO DA INICIATIVA




                  Rede de Incentivo à Saúde e Satisfação Corporal e Alimentar




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Por fim, a PLUME - ONG com experiência na construção de redes virtuais - , possibilitou que a
RISSCA pudesse nascer enquan...
possuem capacidade para atender toda a demanda. Do mesmo modo, é difícil o acesso a
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Rede de Incentivo à Saúde e Satisfação Corporal e Alimentar (RISSCA)

  1. 1. PORTFÓLIO DA INICIATIVA Rede de Incentivo à Saúde e Satisfação Corporal e Alimentar Apresentação A RISSCA (Rede de Incentivo à Saúde e Satisfação Corporal e Alimentar) surgiu a partir da parceria de integrantes de grupos de debate sobre transtornos alimentares. Sua principal missão é disseminar informação correta não só sobre transtornos alimentares, como também promover o questionamento dos atuais padrões de beleza de nossa sociedade, que comumente levam as pessoas à insatisfação com seus corpos. Histórico Os grupos que deram origem a RISSCA já estão em atividade; o primeiro deles é o Sinto Muito (SM) - grupo virtual, criado pela psicóloga Joyce Peu, em atividade desde 2002; cuja principal ferramenta é a troca de mensagens eletrônicas entre os participantes, com a mediação de um moderador. Com esse recurso, seus participantes comunicam-se entre eles e discutem as mais variadas questões referentes a tudo que envolve o tema - Transtorno Alimentar. Em 2009, "Encontros de Sábado à Tarde" nasce como um desdobramento do SM; esse grupo propõe, através de encontros presenciais, apoiar e acolher pessoas que vivenciam um Transtorno Alimentar. Nos encontros utilizam-se recursos como: oficinas, debates de livros e filmes, entre outros. O objetivo do grupo é criar um espaço propício para os encontros, onde as pessoas possam obter informação e suporte. Essa proposta (Encontros de Sábado à Tarde) surgiu como evolução do grupo citado anteriormente - Sinto Muito (SM) - que, inicialmente, serviu como ponto de encontro para seus integrantes da internet e, em seguida, favoreceu a criação de afinidades e parcerias. Nós, que participamos das duas iniciativas, vimos SM como um veículo que documentou nossas dificuldades - na época, 8 anos mais novas. Hoje, amadurecidas, enxergamos novas possibilidades de compartilhamento, não apenas como uma lista de email, mas com uma proposta estruturada e cognitiva, que já não "sente muito", mas busca novos caminhos. Essa nova proposta, então, reflete não apenas um amadurecimento, mas o próximo passo em relação aos desdobramentos dos nossos próprios anseios e trantornos: de meninas que sofrem com TA, para mulheres que protagonizam uma luta em prol de informação e tratamentos.
  2. 2. Por fim, a PLUME - ONG com experiência na construção de redes virtuais - , possibilitou que a RISSCA pudesse nascer enquanto projeto, oferecendo as ferramentas necessárias para tal. Assim, o projeto RISSCA é, ao mesmo tempo, fruto dessas discussões e também a rede que interliga essas e outras iniciativas convergentes. Objetivo Específico Articular um processo colaborativo e aberto para a concepção de uma interface web e quatro encontros presenciais voltados para os assuntos abrangidos pelo tema "Transtornos Alimentares". Pautados pela segurança corporal com ênfase preventiva, focados na pesquisa continuada sobre, não só nas questões que levam ao problema, mas também suas ramificações, como obesidade e compulsão alimentar, por exemplo, e também todas as dificuldades alimentares ditas sub-clínicas, como dieta crônica, instatisfação corporal, etc. Objetivos Gerais - Desenvolver uma metodologia de articulação colaborativa; - Fomentar a experimentação compartilhada e de novas tecnologias para cultura da saúde; - Mapear e georreferenciar pontos de tratamento por meio de uma interface/maps colaborativa; - Compartilhar e difundir informação sobre os Transtornos Alimentares, desmitificando a temática. Justificativa Até o momento, não encontramos no país uma iniciativa como a RISSCA. Fala-se muito sobre os padrões de beleza dos nossos dias, mas ainda de forma tímida quando o foco é a saúde, a aceitação corporal, a valorização da beleza natural das pessoas. Os Transtornos Alimentares são o grupo de transtornos psiquiátricos com a maior taxa de 1 mortalidade (de 5-20% para AN e 0,3-3% para BN) , quer seja por suicídio ou pelas complicações clínicas causadas pela desnutrição, episódios compulsivos ou métodos purgativos utilizados. A vergonha de que são vítimas as pessoas que vivenciam esses transtornos e a dificuldade de diagnosticá-lo logo no início torna custoso e longo o tratamento, e não raro resulta no comprometimento da vida social, educacional e profissional dessas pessoas. Centros de tratamento especializados em Transtornos Alimentares também são escassos; localizam- se, em sua maioria, nos grandes centros urbanos (Rio de Janeiro e São Paulo, principalmente) e não 1. PINZON, V.; NOGUEIRA, F. C. Rev. psiquiatr. clín. vol.31 no.4 São Paulo 2004 doi: 10.1590/S0101-60832004000400004
  3. 3. possuem capacidade para atender toda a demanda. Do mesmo modo, é difícil o acesso a informações corretas e acessíveis à população, em meio a tantas outras informações distorcidas - essas sim, amplamente divulgadas pelos meios de comunicação. Estudos recentes têm indicado o potencial positivo de plataformas digitais tanto para a divulgação de informações em saúde quanto para a formação de grupos de apoio, bem como alertado para o potencial prejudicial de informações infundadas sobre dietas e emagrecimento, ou grupos sobre transtornos alimentares que não adotem medidas de segurança interna, para evitar a veiculação de informações que possam incentivar comportamentos negativos em relação ao corpo, ao emagrecimento e à auto-estima. A criação dessa rede não só concentra informações adequadas sobre o tema, de forma responsável, como a torna acessível ao grande público - estando ele nos grandes centros urbanos ou em regiões remotas e com poucos recursos. Além disso, cria um espaço seguro para que as pessoas possam falar sem constrangimentos sobre suas dúvidas e aflições, e encontrar apoio e reconhecimento em pessoas que atravessam dificuldades similares. Público a ser atendido * Portadores de um Transtorno Alimentar, seus familiares e amigos, e também pessoas com dificuldades alimentares ditas sub-clínicas (dietas crônicas, efeito sanfona, auto-imagem corporal prejudicada, etc.) que estejam em busca de informações e/ou indicação de tratamento. * Profissionais da área da saúde e educação que tenham interesse e/ou trabalham com Transtornos Alimentares e problemas correlatos. No entanto, por contar com uma plataforma virtual, a RISSCA pretende atingir um público amplo e não-específico: homens e mulheres, de todas as idades, classes sociais e localidades, que tenham acesso à internet - domiciliar ou atendidas por serviços como lan houses, telecentros ou pontos de cultura. Ações - Desenvolver uma interface usando o sistema WordPress e ferramentas de software livre em http://rissca.veredas.net, disponibilizando todo conteúdo em Creative Commons; - Agregar/conceber nessa interface postagens referentes a qualidade e segurança alimentar, nutrição, antropologia, psicologia, dados cientificos, tratamentos, relatos de experiênciais pessoais, mitos e falácias sobre emagrecimento e Transtornos Alimentares; priorizando a saúde em qualquer peso em lugar do "emagrecimento a qualquer preço", promovendo a aceitação e a valorização da diversidade de formas e tamanhos corporais, combatendo as práticas prejudiciais da conversa de 2 gordura e do bullying por peso ou características físicas, incentivando a segurança corporal e alimentar, a nível individual e social; 2. conversa de gordura - ou "fat talk" - é uma modalidade de discurso bastante disseminada atualmente, sobretudo entre mulheres, em que a pessoa tece comentários derrogatórios sobre si relacionando-os ao peso ou a um suposto excesso alimentar.
  4. 4. - Georreferenciar por meio de um mapa colaborativo pontos de tratamentos distribuídos pelo Brasil e pelo mundo que abordam os Trantornos Alimentares de alguma forma (seja como atendendmento psicológico, atendimento nutricional, grupo de pesquisa); - Produzir podcasts semanais, totalizando 40 podcasts em um ano. Disponibilizando-os em http://rissca.veredas.net, dialogando com especialistas, pessoas que vivenciam Transtornos Alimentares, entre outros; - Articular ações polinizadoras de conteúdo e informação pelo Brasil por meio das conexões dos pontos de cultura da rede MetaReciclagem. - Realizar mensalmente, na Casa de Cultura Digital, os "Encontros de Sábado à Tarde", transmitindo- os por video em tempo real, pela internet. - Abrir um canal para perguntas no http://formspring.me, linkando-o no site. Possibilitando o envio de perguntas anônimas. Equipe Coordenação Daniela Araújo (06/05/1977), é antropóloga e cientista social e desde 2001 trabalha com a temática dos transtornos alimentares. Em 2004 tornou-se Mestre em Antropologia Social pela Unicamp com uma dissertação baseada na pesquisa que desenvolveu junto a comunidades e grupos virtuais brasileiros sobre o tema. Atualmente está na fase final de sua pesquisa de doutoramento em Ciências Sociais, baseada em histórias de vida de pessoas que enfrentaram os transtornos alimentares. Como parte desta pesquisa, realizou um estágio de seis meses na Nova Zelândia em 2009 sob a supervisão de David Epston e Helen Gremillion, estabelecendo contato com as atividades da organização comunitária sem fins lucrativos EDEN (Eating Difficulties Education Network). Desde 2006 participa como voluntária da equipe multidiscliplinar que idealizou, implantou e ajuda a manter no Ambulatório de Transtornos Alimentares do Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Unicamp. Em 2008 iniciou a formação em Terapia da Família e da Comunidade no Instituto de Terapia da Família e da Comunidade de Campinas (ITFCCamp), onde passou a atender, em 2010, na Clínica de Responsabilidade Social (CResSo). Lutou por muito tempo contra o próprio corpo, conviveu e enfrentou a bulimia entre os treze e vinte e um anos de idade e hoje se considera plenamente recuperada. É membro do Grupo Sinto Muito desde 2002, onde foi se descobrindo ativista no combate aos transtornos alimentares. dcaterpillar@yahoo.com Articulação Juliana Medeiros (05/07/1977), é psicóloga desde 1999 e atua em consultório particular no atendimento a adolescentes e adultos. Foi psicóloga voluntária no AMBULIM (Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da USP) entre os anos de 2001 e 2004. Possui especialização em Terapia Cognitiva pelo Núcleo de Terapia Cognitiva de São Paulo. Em 2009 concluiu pós-graduação em Administração pela Fundação Getúlio Vargas. É membro do Grupo Sinto
  5. 5. Muito desde 2002 e uma das fundadoras do grupo Encontros de Sábado À Tarde; em ambos os grupos procura conhecer e questionar temas voltados às questões dos transtornos alimentares bem como os padrões de beleza da sociedade atual. ju.mamedeiros@gmail.com Maira Begalli (19/05/1985), há 8 anos desenvolve pesquisas e diálogos sobre modificações corporais por meio do Grupo Sinto Muito. Foi diagnosticada com anorexia nervosa em 1998, aos 14 anos. Entre melhoras e recaídas seguiu pesquisando sobre tratamentos para transtornos alimentares. Graduada em Gestão Ambiental pela Centro Universitário SENAC (Faculdade de Educação Ambiental), cursou Comunicação Social com habilitação em jornalismo na FIAAM/FAAM. Possui especialização em Comunicação Jornalística pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero (SP) com ênfase em novos formatos de comunicação para jovens, na condição pós-moderna e na Iconofagia (2007). Tem experiência na área de Arquitetura da Informação e Direção de Arte em projetos multimídias de Cultura Livre e Meio Ambiente. mairabegalli@veredas.net Natalia Bonfim (18/11/1985), é membro do Grupo Sinto Muito desde 2002. Foi diagnosticada com anorexia nervosa aos 15 anos, em 2001, e, desde então, submeteu-se a diversos tratamentos. Viu no Grupo Sinto Muito um espaço onde pôde falar sobre suas preocupações, fazer amizades, conhecer pessoas com histórias semelhantes e ver, na oportunidade de encontrá-las, uma forma de estabeler novos vínculos afetivos. Em 2009, após 3 meses e meio de internação na Enfermaria de Distúrbios do Comportamento Alimentar do Instituto de Psiquiatria da USP, já física e emocionalmente estável, iniciou faculdade de Psicologia na FMU. É uma das fundadoras do grupo Encontros de Sábado À Tarde. Em março de 2010 publicou o livro "Patativas" pela Editora Cidadela. Atualmente é uma das moderadoras do Grupo Sinto Muito. bonfim_n@yahoo.com.br Colaboração Déa Paulino (02/05/1980), é bailarina, arte-educadora e "escrevedora". Como bailarina atuou em programas da SPSul TV, de 1989 a 1994, e no SBT, de 1995 a 2001. Coreografou, entre outros, o espetáculo infantil "E Viva Carmen Miranda!". Depois de ingressar na faculdade de Educação Física ministrou aulas de dança em escolas, academias e no SPA Itaville. Atuou como recreacionista voluntária em eventos promovidos pelo Rotary Club de Itapetininga. Publicou textos em antologias das quais participaram outros novos autores e também nos sites "Opinião e Informação" e "Plume Magazine". Teve transtorno alimentar dos 14 aos 25 anos. É colaboradora do Mutirão da Gambiarra e dedica-se às aulas de dança e pesquisas das quais resultarão um espetáculo. É uma das autoras do artigo "Mulheres que Desaparecem" e organiza seu primeiro livro de contos. deapaulino@gmail.com Fernanda do Valle (17/03/1978), é turismóloga formada pela Puccamp em 1996. Escreveu o Livro "Eu, ele e a enfermeira... na luta contra a anorexia", lançado em dezembro de 2009 pela Editora Clio, do grupo Laselva Books. O livro escrito em formato de depoimento expõe as dificuldades da aceitação, as fases da doença, a necessidade do apoio familiar e a recuperação de Fernanda do Valle, que aos 30 anos recebeu um diagnóstico de anorexia nervosa. Aceitou se cuidar e tratar desse transtorno alimentar que a acompanhava desde os 12 anos.
  6. 6. fvgongora@gmail.com Luciana Caraça (21/10/1982), é membro do grupo Sinto Muito desde 2002. Foi diagnosticada com anorexia aos 18 anos e durante o tratamento teve episódios de bulimia, o que a levou a buscar uma ajuda mais efetiva e a encontrar o Sinto Muito. Atualmente, tendo superado os transtornos alimentares, busca estudar sobre a relação ser humano/alimento e corpo/autoestima. Após passar por diversas áreas profissionais como Webdesign, Publicidade e Aviação Comercial, está fazendo sua segunda faculdade, que é de Engenharia Química na Poli-USP. Pretende se especializar na produção de alimentos e assim poder contribuir, partindo do lado da indústria, para uma relação mais saudável entre pessoas e alimentos. luticar@yahoo.com.br Renata Pereira da Silva (19/05/1984), é psicóloga desde 2009. Atua em consultório particular, realizando atendimentos individuais e em grupo a adolescentes e adultos. Associada ao Grupo Sinto Muito e participante do grupo Encontros de Sábado À Tarde desde 2009, ingressou nestes com o objetivo de conhecer mais sobre os transtornos alimentares e discutir a respeito das questões que os envolvem. Cursa aprimoramento em Terapia Cognitivo-Comportamental em Saúde Mental no Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. rezinha_p@yahoo.com.br Renata Rossi (02/04/1985), é psicóloga desde 2008. Atua como psicóloga clínica de adolescentes e adultos realizando atendimentos individuais e grupais em consultório particular. Em 2009 se associou ao Grupo Sinto Muito e passou a participar do grupo Encontros de Sábado À Tarde com o objetivo de desenvolver conhecimento a respeito dos transtornos alimentares. Possui interesse em informática, embora não tenha formação técnica na área, tendo contribuído na criação do site dos Encontros. Cursa aprimoramento em Terapia Cognitivo- Comportamental em Saúde Mental no Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. renatarossi1@yahoo.com.br Web Catia Kitahara, arquiteta, pós-graduada em Design de Hipermídia pela faculdade Anhembi-Morumbi, cria e desenvolve sites na plataforma livre WordPress. É fundadora da comunidade brasileira da ferramenta e responsável pela sua tradução para o português do Brasil. Possui experência de mais de 10 anos na área. Danone, Arcor, BrasilPrev, Vale são alguns dos clientes atendidos. Instituições Parceiras Sinto Muito http://br.groups.yahoo.com/group/sintomuitogrupo/ Criado pela psicóloga Joyce Peu, é um grupo de apoio a pessoas com sintomas alimentares cujo objetivo é promover um espaço de expressão no qual as impressões pessoais sobre corpo e comida são legitimadas e discutidas. É ainda um espaço onde os membros podem expor suas dúvidas, compartilhar seus sofrimentos e êxitos e trocar experiências acerca de aspectos que estão "para além" dos sintomas alimentares e, muitas vezes, de fato, "escondidos" por trás destes. Ativo e em amadurecimento desde 2002, o funcionamento se dá através de mensagens que os membros
  7. 7. recebem nas suas caixas de entrada de e-mail. Encontros de Sábado à Tarde: grupo que nasceu de um desdobramento do Grupo Sinto Muito, voltado para a realização de encontros presenciais mensais com o objetivo de promover o apoio e o acolhimento às pessoas que vivenciam um Transtorno Alimentar, utilizando-se dos mais variados instrumentos: oficinas, debates de livros e filmes, entre outros; Casa de Cultura Digital: Instalada no bairro de Santa Cecília, é um cluster de cultura digital que funciona como um espaço de coletivo para o fomento e incentivo a projetos plurais. Assim sendo, pretende-se realizar debates e pesquisas na Casa de Cultura; Des).(centro @ Submidialogia O festival Submidialogia acontece desde 2005, e conta com quatro edições (Campinas-SP 2005, Olinda-PE 2006, Lençois-BA 2007, Belém-PA, 2009) realizadas em diferentes partes do Brasil. Desenvolvido colaborativamente por meio da lista de discussão Submidialogia, pode ser compreendido como um festival multidisciplinar que remixa conhecimentos de arte, mídia e tecnologia, cultura livre. A programação é fruto de reflexões plurais sobre os rumos da contemporaneidade e estratégias de inserção e atuação das redes no cenários vigente. Funciona como laboratório itinerante para a prática radical de construção de ambientes colaborativos. Debates, rituais, apresentações musicais e circenses, ocupações, mostras de vídeos e fotográficas, performances, exposições, gastronomia, produção de Rádio, TV e Internet. São algumas das atividades que unem artistas, ativistas, produtores culturais, acadêmicos, representantes do governo, jornalistas e ONG’s nacionais e internacionais para refletirem por meio da experiência criativa a identidade coletiva, conturbada pela velocidade da transformação econômico-social. Durante esses 5 anos de existência foram lançados 4 livros, o último em fase de acabamento para o mês de maio de 2010 conta com o artigo "Mulheres que Desaparecem" que engloba a questão dos transtornos imagéticos e possibilidades defendidas nesse projeto. Rede MetaReciclagem http://rede.metareciclagem.org Uma das funções que a MetaReciclagem cumpre é a de identificar e pôr em contato direto pessoas com o potencial de desenvolverem-se como mediadores, articuladores, pesquisadores, criadores, e promover entre elas a troca de conhecimento e a articulação em rede. As ações da MetaReciclagem estão baseadas na cultura livre e, principalmente, na filosofia de livre distribuição, possibilidade de modificação e customização (tanto de sistemas computacionais, como de conteúdos). Viabilizando o desenvolvimento de produção intelectual de maneira descentralizada e emergente. A ideia do código aberto vem, nesse sentido, propor mais do que a mera disseminação de conhecimento, mas adoção de princípios colaborativos para todo o processo – publicação das fontes, material bruto, entrevistas, referências, artigos, criação de uma comunidade editorial colaborativa e processos coletivos de decisão. Astral (Associação Brasileira de Transtornos Alimentares) http://www.astralbr.org A ASTRAL BR tem alguns objetivos primordiais, quais sejam:
  8. 8. * Mostrar para quem sofre da doença que eles não estão sozinhos e que é possível superar as dificuldades; * Alertar a sociedade para o perigo que os transtornos alimentares e a obesidade representam; * Acabar com os mitos que sempre rondaram as pessoas que padecem de transtornos alimentares e obesidade; * Oferecer cursos, palestras e seminários para profissionais da saúde, para que estes estejam mais capacitados a atender pacientes com transtornos alimentares e obesidade; * Difundir o tema de modo correto perante a sociedade leiga; * Lutar por um tratamento digno para os portadores de transtorno alimentar e obesidade e condigno com essas doenças. Ambulatório de Transtornos Alimentares do Departamento de Psiquiatria Hospital das Clínicas da Unicamp Em funcionamento desde fevereiro de 2006, o Ambulatório de Transtornos Alimentares da Unicamp conta com uma equipe multidisciplinar composta por psiquiatras, endocrinologistas, psicólogos, psicanalistas, nutricionistas e uma antropóloga. Além de acompanhamento psiquiátrico, clínico e nutricional, o programa do ambulatório inclui psicoterapia em grupo, psicoterapia individual para casos específicos, e um grupo de apoio para pais e familiares de pacientes. O ambulatório recebe adolescentes e adultos com diagnóstico de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou transtorno alimentar não especificado, encaminhados por outros serviços de saúde, bem como por procura espontânea. Eating Difficulties Education Network (EDEN) http://www.eden.org.nz EDEN foi criada em 1990 inicialmente como uma agência de prestação de serviços baseados na comunidade para pessoas com transtornos alimentares e suas dificuldades. Nos últimos 14 anos o foco do EDEN mudou da problemática da doença em si, e passou a ser a prestação de serviços com base na prevenção e promoção da saúde que reconhece a interconectividade dos problemas de peso em todas as suas formas. Archive of Resistance : Anti-anorexia/anti-bulimia http://www.narrativeapproaches.com/antianorexia%20folder/entry_conditions.htm David Epston define Anti-anorexia e Anti-bulimia como contra-práticas (práticas que se contrapõem à anorexia e à bulimia), desenvolvidas colaborativamente com diversas pessoas com transtornos alimentares que atendeu em terapia ao longo dos anos. Desdobramento do trabalho terapêutico de abordagem narrativa de transtornos alimentares, os Arquivos de Resistência: Anti-anorexia/ Anti- bulimia surgiram do imperativo moral de compartilhar com o maior número de pessoas o grande conjunto de material que foi sendo compilado durante vários anos de prática. Os arquivos possuem artigos voltados para pesquisadores e acadêmicos, mas volta-se sobretudo para profissionais, familiares, amigos e pessoas que enfrentam transtornos alimentares que possam se inspirar para desenvolverem suas próprias práticas de anti-anorexia /anti-bulimia.

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