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Escola E

  1. 1. Ano lectivo 2008/09 Escola E.B 2,3 Montelongo Trabalho elaborado por : Albino nº1 Bruno nº4 Diogo nº8 Pedro nº19 Ano 9º turma D
  2. 2. A educação rodoviária e um processo de formação a longo da vida de um cidadão como passageiro, peão e condutor, a onde implica o desenvolvimento de competências que nos permite viverem em segurança no ambiente rodoviário. A responsabilidade e tolerância a na enquanto componentes essenciais da educação para a cidadania. Definição das competências transversais que se pretende sejam adquiridas pelos Alunos.
  3. 3. <ul><li>Atitude e comportamento cívico e social na circulação rodoviária; </li></ul><ul><li>Atitude e comportamento defensivo como forma de evitar situações de perigo; </li></ul><ul><li>Capacidade de intervir em caso de acidente rodoviário para socorro das vítimas </li></ul><ul><li>Prevenção de ocorrência de novos acidentes; </li></ul><ul><li>Capacidade de compreender a influência das características do veículo e Forças que nele actuam na condução e na segurança rodoviária; </li></ul><ul><li>Capacidade de compreender a influência do estado físico a psíquico do condutor </li></ul><ul><li>Na condução e segurança rodoviária; </li></ul><ul><li>Capacidade de reconhecer a necessidade de acompanhar e transportar as crianças </li></ul><ul><li>Respeitando as regras de segurança básicas; </li></ul><ul><li>Para ser um bom condutor ou um bom peão é necessário também respeitar os seguintes sinais de trânsito: </li></ul>
  4. 4. Sinais de obrigação
  5. 7. Como ser um bom peão: <ul><li>Peão é um nome que se da á pessoa que anda a pé na via pública; </li></ul><ul><ul><li>A via publica e composta pela faixa de rodagem, por onde circula os veículos e pelo o passeio as pessoas, a onde circulam os peões. </li></ul></ul><ul><li>na falta ou impossibilidade de utilização de passeios, pistas ou passagens a </li></ul><ul><li>eles destinados e bermas; </li></ul><ul><li>quando transportem objectos que, pelas suas dimensões ou natureza, constituam </li></ul><ul><li>perigo para o trânsito dos outros peões; </li></ul><ul><li>quando sigam em cortejo ou formação organizada sob orientação de monitor, </li></ul><ul><li>desde que a intensidade do tráfego o permita e não prejudiquem a circulação </li></ul>
  6. 8. <ul><li>O nosso tema é educação rodoviária e o subtema é segurança rodoviária. </li></ul><ul><li>Escolhemos este tema porque achamos que é importante alertar os nossos colegas e não só, como andar nas vias publicas. </li></ul><ul><li>Esperamos que a apresentação seja interessante. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>O excesso de velocidade continua a ser a primeira causa de sinistralidade em Portugal. </li></ul><ul><li>A qualidade de vida que todos queremos ter passa pela redução da sinistralidade nas nossas estradas. Respeitar as normas de segurança rodoviária é fundamental e faz parte da educação cívica que todos devem de ter. </li></ul><ul><li>Para a sua segurança é obrigatório uso de sinto de segurança pois e necessário </li></ul><ul><li>para evitar que os passageiros sejam projectados para fora do veículo, a onde reduz o efeito do embate do corpo contra qualquer parte do interior do veículo. </li></ul><ul><li>Para isolar as crianças do perigo é necessário transporta-las no banco de trás em cadeiras próprias sempre com sinto de segurança. </li></ul>
  8. 10. Principais grupos e factores de risco que enquadram os objectivos estratégicos da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária <ul><li>Veículos de Condutores de </li></ul><ul><li>2 rodas a motor </li></ul><ul><li>Condutores de </li></ul><ul><li>Automóveis </li></ul><ul><li>Ligeiros </li></ul><ul><li>Álcool e drogas </li></ul><ul><li>Circulação </li></ul><ul><li>dentro das </li></ul><ul><li>localidades </li></ul>Velocidade Infra-estruturas Veículos Socorro às Vítimas Dispositivos de segurança Grupos de risco Objectivos estratégicos Factores de risco
  9. 11. Acção de sensibilização relativa ao condutor <ul><li>As consequências dos acidentes de viação ocorridos em Portugal têm mantido um alto índice de gravidade. </li></ul><ul><li> É reconhecido que o homem, a maquina e a estrada formam um sistema de cujo equilíbrio e bom funcionamento das partes. Depende, fundamentalmente, a segurança de qualquer viagem. </li></ul>
  10. 12.   Antes da viagem <ul><li>Verificar as condições de segurança do veículo, especialmente o estado dos pneus, travões, direcção, suspensão, dispositivos de sinalização, focagem dos faróis e o estado do funcionamento dos limpa pára-brisas. </li></ul><ul><li>Adicionar correctamente a bagagem a transportar no veículo. A carga mal adicionada pode alterar a estabilidade e o controlo da direcção, podendo provocar acidentes, enquanto o sistema de travagens se torna menos eficiente. </li></ul><ul><li>Ter presente que a fadiga, a doença, refeições pesadas, medicamentos, álcool, entre outros factores, prejudicam a aptidão para conduzir. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  11. 13. Durante a viagem   <ul><li>Assumir o compromisso de que vai respeitar as regras e evitar os excessos, atendendo aos seguintes aspectos: </li></ul><ul><li>Não ingerir bebidas alcoólicas. A condução sobre a influência do álcool, além de ser punida por lei, é um enorme factor de risco de acidente. </li></ul><ul><li>Regule a velocidade do seu veículo, tendo em conta as condições de segurança do mesmo, a intensidade de tráfego e as condições da via. </li></ul><ul><li>Se o pavimento estiver escorregadio, deve conduzir-se com prudência para poder parar o veículo sem perigo de acidente. </li></ul><ul><li>Evitar manobras perigosas. Ser prudente e conduzir com segurança. </li></ul><ul><li>Em caso de avaria, de telefonema, etc. deve encostar a berma da estrada e por o triângulo a 30 m de distância e vestir o colete reflector. </li></ul>

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