Power point museu serralves

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Power point museu serralves

  1. 1. ESCOLA SOPHIA DE MELLO BREYNER<br />Museu Serralves<br />
  2. 2. Espaços utilizados no Museu Serralves<br />O Museu tem como objectivos essenciais a constituição de uma colecção representativa da arte contemporânea portuguesa e internacional, a apresentação de uma programação de exposições temporárias, colectivas e individuais, que representem um diálogo entre os contextos artísticos nacional e internacional, assim como a organização de programas pedagógicos que ampliem os públicos interessados na arte contemporânea e suscitem uma relação com a comunidade local. É também objectivo da instituição desenvolver projectos com jovens artistas que permitam a afirmação das suas obras e o desenvolvimento das suas pesquisas. A Colecção do Museu é constituída por aquisições directas, obras em depósito do Estado e de coleccionadores privados, bem como doações.<br />Área para exposições<br />
  3. 3. Um pouco de história<br />A primeira pedra do Museu de Arte Contemporânea de Serralves foi lançada a 27 de Novembro de 1996. Nesse ano a Administração convida para seu Director Artístico Vicente Todoli, que formou equipa com o Director-Adjunto João Fernandes. A 6 de Junho de 1999 o Museu é inaugurado com a exposição “Circa 1968”. Esta mostra reforçou a ambição internacional do Museu e definiu, tanto para a posterior programação do Museu como para as futuras aquisições, um período cronológico entre meados dos anos sessenta e a actualidade, caracterizado por radicais mudanças de paradigma artístico e por grandes transformações nos contextos socioculturais português e internacional. Em 2003 Vicente Todoli assume a direcção da Tate Modern, em Londres e João Fernandes passa a ocupar o cargo de Director do Museu, constituindo equipa com UlrichLoock, entretanto convidado para Director-Adjunto.<br />
  4. 4. Arquitectura<br />O Museu de Serralves é um edifício da autoria do arquitecto Álvaro Siza, convidado no início da década de 90 para conceber um projecto museológico que tivesse em consideração singulares condições de espaço e de integração paisagística. Os primeiros estudos datam de 1991 e a construção iniciou-se cinco anos depois. A implantação do edifício aconteceu no espaço da horta da antiga Quinta de Serralves, uma zona que, devido ao seu declive, permitiu semienterrá-lo, minimizando o seu impacto no espaço envolvente. Esta escolha permitiu, ao mesmo tempo, evitar o abate de árvores e facilitar o acesso do público ao Museu, a partir de uma nova entrada aberta na Rua D. João de Castro.Em 1998 iniciou-se o arranjo paisagístico da envolvente do Museu, da autoria de João Gomes da Silva. Uma das principais premissas na origem do projecto foi a relação que o edifício estabelece com o exterior através das amplas janelas, tendo-se optado pela introdução de vegetação originária do Norte de Portugal e pela criação de maciços verdes e de clareiras. Esta nova paisagem veio acentuar a importância da luz como elemento potenciador de diferentes perspectivas sobre o edifício e os espaços que o envolvem.<br />
  5. 5. Colecções do Museu<br />A colecção do Museu, que abrange um período que vai de finais da década de sessenta até à actualidade, é constituída por aquisições directas do Museu, obras em depósito do Estado e de coleccionadores privados, bem como doações. <br />
  6. 6. Projecto museológico<br />Assente em duas vertentes, que são a criação de uma importante colecção de arte contemporânea nacional e internacional e uma programação expositiva de dimensão internacional, o projecto museológico do Museu de Serralves visa afirmar a imagem de Portugal através da promoção e internacionalização da arte contemporânea. <br />
  7. 7. Itinerâncias <br />Livre Circulação é uma exposição que reúne obras de artistas fundamentais das últimas quatro décadas existentes na Colecção da Fundação de Serralves, redefinindo e cruzando os limites da experiência da arte e dos lugares onde ela é apresentada. O confronto individual nessa superação dos limites não diminui a acessibilidade a esse confronto que a exposição propiciará e que o seu título traduz. O conceito de circulação, com a sua inerente mobilidade de pontos de vista e de referências por parte do espectador, é explorado a partir de obras que utilizarão sobretudo a escultura, a pintura, o desenho e o vídeo como suporte.<br />
  8. 8. Serviços educativos<br />O programa do Serviço Educativo da Fundação de Serralves tem por objectivo sensibilizar e motivar os diferentes públicos para as temáticas da arte, da arquitectura, do ambiente e da cidadania, integrando momentos de formação, de partilha de conhecimentos, emoções e valores, que estimulam uma aproximação crítica e criativa à cultura contemporânea, potenciando a fruição de um espaço com características singulares<br />
  9. 9. Publicações do Museu<br />O programa de exposições é acompanhado pela edição de catálogos respeitantes a cada uma das mostras. Para além da edição própria, nalguns casos aquelas publicações resultam de co-edições com importantes editoras de arte internacionais, noutros casos são asseguradas co-edições com editoras ou museus internacionais co-produtores das mostras, por forma a assegurar a um tempo uma mais efectiva distribuição das publicações e a partilha dos respectivos custos.<br />
  10. 10. Jardins do Museu de Serralves<br />Os jardins abrigam também roteiros com esculturas. É de lá o registo desse jardim aromático! Espécies cheirosas, plantadas juntas, criam sensações deliciosas para quem caminha entre seus canteiros. Bom é que geralmente as plantas mais cheirosas crescem bem com os mesmos cuidados, mesma necessidade de luz/sol, mesma quantidade de rega… e por isso formam bons conjuntos de espécies – e de cheiros<br />
  11. 11. Museu Serralves do Porto<br />Trabalho elaborado por: Alzira Ribeiro Turma 9 12ºano NG 6 DR 3 23/03/2011<br />

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