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303 o inclusiva)

  1. 1. EDUCAÇÃO ESPECIAL Fundamentos de Educação Especial
  2. 2. EDUCAÇÃO INCLUSIVAEDUCAÇÃO INCLUSIVA
  3. 3. Prof. Bernardo Alves dos Santos Filho Pedagogo – Especialista em Psicologia da Educação
  4. 4. Do mito à segregação: A exclusão das pessoas com deficiência na História.
  5. 5. Como a sociedade vem tratando o deficiente? Preconceito Nascimento de Jesus – CristianismoNascimento de Jesus – Cristianismo Todos eram filhos de Deus: mulheres, escravos, deficientes. Os milagres de Jesus: cego via, coxo andava, Jesus pregava: que todo mundo era a imagem e semelhança de Deus. Deficiente tinha alma, não podia ser assassinado Alguns eram comprados pela nobreza para divertir os convidados nas festas; Os que podiam trabalhar eram recolhidos e mantidos por religiosos; E os que não podiam - viviam na dependência da caridade alheia.(esmola).
  6. 6. A igreja católica ganha força e muda o cenário político Nobreza Clero povo Clero já nasce poderoso, que excomungava as pessoas e determinava quem ia ou não para o céu. Quem não trabalhava engrossava as fileiras do exército na conquista de territórios. Século XIII – Idade Média Santa Inquisição - Torturar ou matar tudo que ameaçava o poder sobre a Nobreza e o povo. A igreja tinha um documento que ensinava a reconhecer sinais que os deficientes eram possuídos de demônios, hereges, eram perseguidos até a morte, queimados em fogueiras.
  7. 7. Século XVI Reforma Protestante O Clero se divide, uma parte se revolta contra os desmandos absurdos da Igreja Católica, surge o Protestantismo. E para o deficiente, o que mudou? Eram consideradas como pessoas escolhidas de Deus, para receber os castigos divinos e pagar nossos pecados. Século XVIII? Século XXI Preconceito?
  8. 8. Luta histórica/aceitação do deficiente Na Antiguidade, nas cidades gregas como Atenas e Esparta, as Crianças com deficiência, eram abandonadas nas montanhas, já naeram abandonadas nas montanhas, já na Roma Antiga, as mesmas eram jogadas nos rios. Assim, as crianças com deficiência eram vistas como inúteis pela sociedade da época e por isso deveriam ficar longe dos seus olhos (CARDOSO, 2003).
  9. 9. Idade Média Crueldade com as crianças portadoras deCrueldade com as crianças portadoras de deficiência, sacrificadas; Consideradas como a imagem do diabo; Eram seres indignos de viver em sociedade;
  10. 10. Idade moderna Constituição de 1988 assegura: • Artigo 208 – O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante de: III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. • Lei Federal 8.069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Artigo 55 – Os pais ou responsável tem a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino. • A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei Nº 4.024/61, garantiu o direito dos "alunos excepcionais" à educação.
  11. 11. Educação Inclusiva no Brasil No Brasil, o atendimento às pessoas com deficiência teve início na época do Império, com a criação de duas instituições: o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, em 1854, atual Instituto Benjamin Constant – IBC, e o Instituto Imperial dos meninos Surdos Mudos, em 1857, hoje denominado Instituto Nacional daem 1857, hoje denominado Instituto Nacional da Educação dos Surdos – INES, ambos no Rio de Janeiro. No início do século XX é fundado o Instituto Pestalozzi (1926), instituição especializada no atendimento às pessoas com deficiência mental; em 1954, é fundada a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE; e, em 1945, é criado o primeiro atendimento educacional especializado às pessoas com Altas Habilidas/superdotação na Sociedade Pestalozzi, por Helena Antipoff.
  12. 12. Imperial Instituto dos Meninos Cegos, em 1854 Rio de Janeiro Atual - Instituto Benjamim Constant
  13. 13. Instituto Imperial dos meninos Surdos Mudos, em 1857 Rio de Janeiro Atual - INES
  14. 14. Instituto Pestalozzi, em 1926 Canoas – Rio Grande do Sul • Atendimento às pessoas com Deficiência Mental
  15. 15. APAE – Rio de Janeiro
  16. 16. M E C A partir de 1958 o Ministério de Educação começou a prestar assistência técnica- financeira às secretarias de educação e instituições especializadas, lançando as campanhas nacionais para a educação de pessoas com deficiências: Campanha parapessoas com deficiências: Campanha para Educação do Surdo Brasileiro (CESB), em 1957; Campanha Nacional de Educação e Reabilitação dos Deficitários Visuais (CNERDV), em 1958; Campanha Nacional de Educação do Deficiente Mental (Cademe), em 1960. Enquanto isso, se intensificava o debate sobre a educação popular, a reforma universitária e os movimentos de educação popular.
  17. 17. Interesse da Medicina pelos deficientes Em 1900, durante o “4° Congresso Brasileiro de Medicina e Cirurgia”, no Rio de Janeiro, Carlos Eiras apresentou sua monografia intitulada: “A Educação e de Janeiro, Carlos Eiras apresentou sua monografia intitulada: “A Educação e Tratamento Médico-Pedagógico dos Idiotas”, que versava sobre a necessidade pedagógica dos deficientes intelectuais. (Pereira, 1993).
  18. 18. Portadores de Necessidades Educacionais Especiais Natureza Sensorial Visual Auditiva
  19. 19. Portadores de Necessidades Educacionais Especiais Limitações físicas Plegias – monoplegias – diplegias – tetraplegias; Paresias – monoparesias – disparesias-tetraparesias.
  20. 20. Portadores de Necessidades Educacionais Especiais Condutas Típicas: Transtornos de apredizagem Disgrafia, dislexia, dislalia,discalculia Transtorno de Déficit de Aprendizagem/Hiperatividade
  21. 21. A despeito das evoluções no discurso, na atualidade constata-se que, para uma estimativa de cerca de seis milhões de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais, cerca de 800 mil matrículas, considerando o conjunto de todos os tipos de recursos disponíveis, ou seja, desde os matriculados em escolas especiais até os que estão nas escolas comuns. A grande maioria dos alunos com necessidades educacionais especiais está comuns. A grande maioria dos alunos com necessidades educacionais especiais está fora de qualquer tipo de escola. Tal quadro indica muito mais uma exclusão escolar generalizada dos indivíduos com necessidades educacionais especiais na realidade brasileira, a despeito da retórica anterior da integração e da atual inclusão escolar.
  22. 22. Conforme aponta Silva (2002) cabe lembrar que a educação especial no Brasil está hoje enquadrada no contexto do pensamento neoliberal, que sabemos jogar contra a corrente da inclusão social e escolar, buscando a privatização, no sentido de reforço ao que não é público, ao privado não lucrativo, ao chamado “terceiro setor ”, às “parcerias” com a sociedade civil, ao filantrópico,“parcerias” com a sociedade civil, ao filantrópico, ao “não governamental”, ou seja, a tudo que minimiza o papel do Estado, e consequentemente as ações de responsabilidade do poder público. Tal contexto representa na atualidade um razoável desafio para o avanço das políticas educacionais direcionadas a crianças e jovens com necessidades educacionais especiais em nosso país.
  23. 23. Referências: BARROS, L.R .Tranquem as Portas: ele Down! Um ensaio sobre desintegração. In: Revista Integração, nº 19. P.47-49, 1997. BATISTA, C.R.Bosa, C. Autismo e Educação, Reflexos e Propostas de Intervenção. Artmad, Porto Alegre, 2002. BRASI, MEC. Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2001 . BRASIL. Saberes e Práticas da Inclusão, Dificuldades Acentuadas de Aprendizagem: Deficiência Múltipla.Acentuadas de Aprendizagem: Deficiência Múltipla. MEC/SEEP. Brasília, 2003. ME/SEE. Saberes e Práticas da Inclusão. Dificuldades Acentuadas de Aprendizado: Autismo, Brasil, 2004. SINSCOW,M. Educação para Todos: Torná-la uma realidade, IN. Ainscow, M.:Porter,G: Wang M> Caminhos para as escolas inclusivas. Instituto de Inovação Educacional, Lisboa, 1997. Voivodic, M. A Inclusão de Crianças com Síndrome de Down. Petrópolis, Rio de Janeiro, 2004.
  24. 24. Quebrando as barreiras “O amor ao educando com necessidades educacionais especiais capacita e necessidades educacionais especiais capacita e especializa o educador para realizar a melhor pedagogia e obter resultados surpreendentes e satisfatórios”. Prof. Bernardo Alves dos Santos Filho
  25. 25. Muito obrigado! Que Deus nos abençoe.

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