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ROMA
PROF.ª GLAUCE MARQUES
MÓD. II – PÁG. 82
HISTÓRIA II
• Competência de área 1 – Compreender os elementos culturais que
constituem as identidades.
• Competência de área 2 – Comp...
Três fases dividem a história de Roma
•Monárquico (753 a.C.-509 a.C.);
•Republicano (507 a.C.-27 a.C.);
•Imperial (27 a.C....
ORIGENS
• A lenda que os gêmeos Rômulo e Remo, descendentes de Enéias, foram
jogados no rio Tibre, por ordem de Amúlio, us...
Localização
ÁREA DE INFLUÊNCIA
CARTAGINESA
ÁREA DE INFLUÊNCIA
GREGA
ÁREA DE INFLUÊNCIA
ETRUSCA
MONARQUIA (753-509 a.C.)
• Durante o governo dos etruscos, Roma adquiriu o aspecto de cidade. Foram
realizadas diversas ob...
REPÚBLICA (507-27 a.C.)
• Patrícios concentraram o poder religioso, político e a justiça;
• O poder foi exercido pelos côn...
CONQUISTAS DOS PLEBEUS
• proibição da escravização por dívidas (LEI LICÍNIA 367 a.C.);
• o estabelecimento de leis escrita...
A ESTRUTURA DO PODER NA REPÚBLICA ROMANA
•Cônsules: chefes da República, com mandato de um ano; eram os comandantes do
exé...
• Questores – tesoureiros;
• Edis – cuidavam dos esgotos, ruas, edifícios, tráfego e
abastecimento;
• Pretores – encarrega...
Expansão territorial – 250 a.C.
- OBJETIVOS: defender Roma do ataque dos povos vizinhos rivais e assegurar
terras necessár...
CRISE NA REPÚBLICA
• Primeiro Triunvirato, em 60 a.C., foi composto de políticos de
prestigio: Pompeu, Crasso e Júlio Césa...
IMPÉRIO ROMANO 27 a.C.-476 d.C.
•Alto Império: período em que Roma
alcançou grande esplendor (estende-se até
o século III ...
ALTO IMPÉRIO – Otávio Augusto, durante seu
governo (27 a.C. a 14 d.C.)
• abandonou a política agressiva de conquistas (Pax...
Após a morte de Augusto (14 d.C.) até o fim do século II,
quatro dinastias sucederam o poder. São elas:
• Dinastia Júlio-C...
ROMA E O CRISTIANISMO
• Roma promoveu violenta perseguição aos cristãos,
pois era necessário impedir o surgimento de
lider...
Baixo Império: (séc. III ao V).
• Baixa na produção agrícola devido a escassez de escravos;
• Iniciou-se a divisão dos lat...
DIVISÃO DO IMPÉRIO ROMANO
• O imperador Teodósio em 395 d.C., dividiu o Império Romano em duas unidades autônomas:
Reinos bárbaros Em 476, Odoacro,
chefe dos hérulos,
conquistou Roma,
derrubando o último
imperador, Rômulo
Augusto. Na prá...
(A) de defender as fronteiras e as províncias afastadas.
(B) de proteger o imperador e vigiar a capital.
(C) de expandir o...
2) ENEM Pois quem seria tão inútil ou indolente a ponto de não desejar saber como e sob
que espécie de constituição os rom...
3) (ENEM)- PÁG. 90
• A Lei das Doze Tábuas, de meados do século V a.C., fixou por escrito um velho
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ELEVA + PÁG. 145 – Nº10
César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos ini...
Gabarito
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  1. 1. ROMA PROF.ª GLAUCE MARQUES MÓD. II – PÁG. 82 HISTÓRIA II
  2. 2. • Competência de área 1 – Compreender os elementos culturais que constituem as identidades. • Competência de área 2 – Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.
  3. 3. Três fases dividem a história de Roma •Monárquico (753 a.C.-509 a.C.); •Republicano (507 a.C.-27 a.C.); •Imperial (27 a.C.-476 d.C.).
  4. 4. ORIGENS • A lenda que os gêmeos Rômulo e Remo, descendentes de Enéias, foram jogados no rio Tibre, por ordem de Amúlio, usurpador do trono. E foram amamentados por uma loba e depois encontrados por um camponês, regressando e reivindicando o poder. • Na realidade, Roma formou-se da fusão de sete pequenas aldeias de pastores latinos e sabinos situadas às margens do rio Tibre. Depois de conquistada pelos etruscos chegou a ser uma verdadeira cidade-Estado. • Os italiotas chegaram na península itálica em 2000 a.C. ocupando a região central, denominada de Lácio. • Já os etruscos habitaram a parte central, expandindo seus domínios para o norte da península a partir de IX a.C. • Por fim, os gregos chegaram na península a partir de 800 a.C. e colonizaram e fundaram algumas cidades na região sul, tal qual Nápoles e Siracusa. Essa região ficou conhecida como Magna Grécia.
  5. 5. Localização ÁREA DE INFLUÊNCIA CARTAGINESA ÁREA DE INFLUÊNCIA GREGA ÁREA DE INFLUÊNCIA ETRUSCA
  6. 6. MONARQUIA (753-509 a.C.) • Durante o governo dos etruscos, Roma adquiriu o aspecto de cidade. Foram realizadas diversas obras públicas entre elas, templos, drenagens de pântanos e um sistema de esgoto. • Em 509 a.C., os patrícios organizaram uma revolta contra o rei etrusco Tarquínio, o Soberbo - em nome da autonomia de Roma, liderando exércitos formados por seus subordinados, e conseguiram estabelecer na cidade um novo regime, a República. • Do latim res publica, “coisa pública”. Isso significa que a instauração da República não trouxe qualquer resultado democrático, revelando-se um regime a favor dos interesses patrícios.
  7. 7. REPÚBLICA (507-27 a.C.) • Patrícios concentraram o poder religioso, político e a justiça; • O poder foi exercido pelos cônsules durante um ano e foram auxiliados pelo conselho (SENADO) de 100 cidadãos, responsáveis pelas finanças e assuntos externos; • Ao Senado competia promulgar as leis elaboradas pela Assembleia de Cidadãos, dominada pelos patrícios. As diferenças sociais e políticas entre patrícios e plebeus fomentaram conflitos entre esses dois grupos que perdurou por cerca de dois séculos (V-IV a.C.). TRIBUNATO DA PLEBE - em 494 a.C., uma espécie de corpo de magistrados eleitos em assembleias populares que poderia vetar uma lei que prejudicasse os plebeus, além de propor iniciativas legislativas que atendessem a maior parte da população. Tibério e Caio Graco – distribuição das propriedades Partido: ORDEM EQUESTRE X ORDEM SENATORIAL
  8. 8. CONQUISTAS DOS PLEBEUS • proibição da escravização por dívidas (LEI LICÍNIA 367 a.C.); • o estabelecimento de leis escritas, válidas para patrícios e plebeus (LEI DAS DOZE TÁBUAS 450 a.C.); • conquistaram a igualdade civil; • a autorização do casamento entre patrícios e plebeus (LEI DA CANULEIA 445 a.C.); • a igualdade política; • o direito de eleger representantes para diversos cargos; • para o de cônsul; • a igualdade religiosa; • o direito de exercer funções sacerdotais.
  9. 9. A ESTRUTURA DO PODER NA REPÚBLICA ROMANA •Cônsules: chefes da República, com mandato de um ano; eram os comandantes do exército e tinham atribuições jurídicas e religiosas. •Senado: composto por 300 senadores, em geral patrícios. Eram eleitos pelos magistrados e seus membros eram vitalícios. Responsabilizavam-se pela elaboração das leis e pelas decisões acerca da política interna, externa e pela escolha dos Cônsules. •Magistraturas: responsáveis por funções executivas e judiciária, formadas em geral pelos patrícios. •Assembleia Popular: composta de patrícios e plebeus; destinava-se a votação das leis e era responsável pela eleição dos cônsules. •Conselho da Plebe: composto somente pelos plebeus; elegia os tributos da plebe e era responsável pelas decisões em plebiscitos (decretos do povo).
  10. 10. • Questores – tesoureiros; • Edis – cuidavam dos esgotos, ruas, edifícios, tráfego e abastecimento; • Pretores – encarregados da justiça; • Censores (revisores da lista de senadores e controladores de contratos); • Pontífice máximo (que era o chefe dos sacerdotes). A ESTRUTURA DO PODER NA REPÚBLICA ROMANA SPQR (Senatus Populusque Romantis) - "O Senado e o povo de Roma"
  11. 11. Expansão territorial – 250 a.C. - OBJETIVOS: defender Roma do ataque dos povos vizinhos rivais e assegurar terras necessárias à agricultura e ao pastoreio. GUERRAS PÚNICAS 246 a.C. – 146 a.C.: •ROMA X CARTAGO; •Disputa pela Sicília e pelo comércio no Mar Mediterrâneo; •Oriente: Macedônia, Síria, Grécia e Egito; •Ocidente: Península Ibérica e Gália.
  12. 12. CRISE NA REPÚBLICA • Primeiro Triunvirato, em 60 a.C., foi composto de políticos de prestigio: Pompeu, Crasso e Júlio César. • Durante seu governo, Júlio César formou a mais poderosa legião romana, promoveu uma reforma político-administrativa, distribuiu terras entre soldados, impulsionou a colonização das províncias romanas e realizou obras públicas. O imenso poder de César levou os senadores a tramar sua morte, que aconteceu em 44 a.C.. • Segundo Triunvirato, em 44 a. C., foi composto pelos generais Marco Antonio, Lépido e Otávio (sobrinho de Júlio César) – que recebeu o título de imperador em 27 a.C.. Era o fim da República Romana.
  13. 13. IMPÉRIO ROMANO 27 a.C.-476 d.C. •Alto Império: período em que Roma alcançou grande esplendor (estende-se até o século III d.C.) •Baixo Império: fase marcada por crises que conduziram a desagregação do Império Romano (séc. III ao V).
  14. 14. ALTO IMPÉRIO – Otávio Augusto, durante seu governo (27 a.C. a 14 d.C.) • abandonou a política agressiva de conquistas (Pax Romana); • promoveu a aliança entre aristocracia e os cavaleiros (plebeus enriquecidos); • apaziguou a plebe com a política do “pão e circo” (panem et circenses); • a massa escrava era reprimida pelo militarismo do Império.
  15. 15. Após a morte de Augusto (14 d.C.) até o fim do século II, quatro dinastias sucederam o poder. São elas: • Dinastia Júlio-Claudiana (14-68): Com os imperadores Tibério, Calígula, Cláudio e Nero, essa dinastia esteve ligada à aristocracia patrícia romana. Principal característica dessa fase: os constantes conflitos entre o Senado e os imperadores. • Dinastia Flávia (68-96): Com os imperadores Vespasiano, Tito e Domiciano, apoiados pelo exército, o Senado foi totalmente submetido. • Dinastia Antonina (96 – 193): Com Nerva, Trajano, Adriano, Antonio Pio, Marco Aurélio e Cômodo, assinalou-se uma fase de grande brilho do Império Romano. Os imperadores dessa dinastia, exceto o último, procuraram adotar uma atitude conciliatória em relação ao Senado. • Dinastia Severa (193 – 235): Com Sétimo Severo, Caracala, Macrino, Heliogábalo e Severo Alexandre, caracterizou-se pelo inicio de crises internas e pressões externas, exercidas por povos diversos, prenunciando o fim do Império Romano, a partir do século III da era cristã.
  16. 16. ROMA E O CRISTIANISMO • Roma promoveu violenta perseguição aos cristãos, pois era necessário impedir o surgimento de lideranças (mesmo que reli- giosas) que pudessem ofuscar a autoridade política do Império, principalmente porque o cristianismo negava a divinização dos imperadores. • Em 313 d.C., o imperador Constantino publicou o Édito de Milão, concedendo liberdade religiosa aos cristãos. • Em 380 d.C., o imperador romano Teodósio decretou o Édito de Tessalônica, fazendo do cristianismo a religião oficial do Império Romano.
  17. 17. Baixo Império: (séc. III ao V). • Baixa na produção agrícola devido a escassez de escravos; • Iniciou-se a divisão dos latifúndios e os escravos são chamados de camponeses; • Saída dos centros urbanos para as zonas rurais; • Arrecadando menos impostos, o governo romano não tinha como manter as fronteiras vigiadas.
  18. 18. DIVISÃO DO IMPÉRIO ROMANO • O imperador Teodósio em 395 d.C., dividiu o Império Romano em duas unidades autônomas:
  19. 19. Reinos bárbaros Em 476, Odoacro, chefe dos hérulos, conquistou Roma, derrubando o último imperador, Rômulo Augusto. Na prática, o Império Romano já se encontrava fragmentado em reinos bárbaros. Dava- se início à Idade Média.
  20. 20. (A) de defender as fronteiras e as províncias afastadas. (B) de proteger o imperador e vigiar a capital. (C) de expandir o território de Roma e obter mão de obra escrava. (D) de garantir a reunião da Assembleia Curiata, da qual participavam todos os patrícios. (E) de garantir a arrecadação dos tributos e proteger os questores. 1)Durante o seu governo, Otávio apoiado pelos equestres e conciliando com a aristocracia senatorial, enfeixou em suas mãos imensos poderes. No plano da organização militar criou-se uma guarda especial, a Guarda Pretoriana. (Rubim Santos Leão de Aquino. História das Sociedades: das comunidades primitivas às sociedades medievais) pág. 87 A Guarda Pretoriana citada no texto era encarregada:
  21. 21. 2) ENEM Pois quem seria tão inútil ou indolente a ponto de não desejar saber como e sob que espécie de constituição os romanos conse- guiram em menos de cinquenta e três anos submeter quase todo o mundo habitado ao seu governo exclusivo – fato nunca antes ocorrido? Ou, em outras palavras, quem seria tão apaixonadamente devotado a outros espetáculos ou estudos a ponto de considerar qualquer outro objetivo mais importante que a aquisição desse conhecimento? POLÍBIO. História. Brasília: Editora UnB, 1985. No texto anterior, escrito no século II a.C., a experiência a que se refere o historiador Políbio é: PÁG. 88 – N°3 (A) a ampliação do contingente de camponeses livres. (B) a consolidação do poder das falanges hoplitas. (C) a concretização do desígnio imperialista. (D) a adoção do monoteísmo cristão. (E) a libertação do domínio etrusco.
  22. 22. 3) (ENEM)- PÁG. 90 • A Lei das Doze Tábuas, de meados do século V a.C., fixou por escrito um velho direito costumeiro. No relativo às dívidas não pagas, o código permitia, em última análise, matar o devedor; ou vendê-lo como escravo “do outro lado do Tibre” – isto é, fora do território de Roma. CARDOSO, Ciro F. Trabalho compulsório na Antiguidade. Rio de Janeiro: Graal, 1984. A referida lei foi um marco na luta por direitos na Roma Antiga, pois possibilitou que os plebeus: (A) modificassem a estrutura agrária assentada no latifúndio. (B) exercessem a prática da escravidão sobre os seus devedores. (C) conquistassem a possibilidade de casamento com os patrícios. (D) ampliassem a participação política nos cargos políticos públicos. (E) reivindicassem as mudanças sociais com base no conhecimento das leis.
  23. 23. ELEVA + PÁG. 145 – Nº10 César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos inimigos, para restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano oprimido pela facção minoritária. Caio Júlio César. A Guerra Civil. São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p.67. O texto, do século I a.C., retrata o cenário romano de A) implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e os forçava ao ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares. B) transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela expansão mediterrânea e pelo aumento da insatisfação da plebe. C) consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos proprietários rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária. D) passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que provocou a ampliação do poder e da influência política dos militares. E) decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à fragmentação política gerada pelas rebeliões populares e pela ação dos bárbaros.
  24. 24. Gabarito • 1 - B • 2 - C • 3 - D • 4 - B

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