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História da evolução fonética da língua portuguesa.

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Histlinfenfoneticos 1223237520783897-9

  1. 1. História da Fenómenos de evolução fonética da Língua Portuguesa
  2. 2. Fonema –– cada uma das unidades mínimas distintivas , sucessivas da articulação da linguagem, as quais podem classificar‐se segundo aspectos diversos (vogais, consoantes,…)
  3. 3. Os fenómenos ou transformações fonéticas operaram‐se através do tempo, e ainda hoje, a nível da linguagem popular.
  4. 4. Como se explicam estas alterações?
  5. 5. Princípio do menor esforço: Os falantes são naturalmente levados a pronunciar os fonemas com o menor esforço, transformando os de pronúncia mais difícil.
  6. 6. Princípio da lenta evolução: As transformações fonéticas operam‐ ‐se lenta e insensivelmente através de séculos.
  7. 7. Princípio da inconsciência: Dada a lenta evolução, os falantes não dão conta das transformações fónicas que se vão operando.
  8. 8. As transformações fonéticas são essencialmente de 3 tipos:
  9. 9. Supressão de um fonema no início da palavra.
  10. 10. episcopu >
  11. 11. episcopu > bispo
  12. 12. Supressão de um fonema no meio da palavra.
  13. 13. calidu >
  14. 14. calidu > caldo
  15. 15. Queda de um fonema no final da palavra.
  16. 16. dat >
  17. 17. dat > dá
  18. 18. Acrescentamento de um fonema no início da palavra.
  19. 19. thunu >
  20. 20. thunu > atum
  21. 21. Acrescentamento de um fonema no interior da palavra.
  22. 22. humile >
  23. 23. humile > humilde
  24. 24. Acrescentamento de um fonema no final da palavra.
  25. 25. ante >
  26. 26. ante > antes
  27. 27. Dois fonemas contíguos tornam‐se iguais.
  28. 28. persicu >
  29. 29. persicu > pêssego
  30. 30. Consiste em evitar dois sons semelhantes na mesma palavra, por isso um deles torna‐se diferente.
  31. 31. liliu >
  32. 32. liliu > lírio
  33. 33. Um fonema oral torna‐se nasal por influência de outro fonema nasal.
  34. 34. canes >
  35. 35. canes > cães
  36. 36. Consiste na perda da ressonância nasal de algumas vogais.
  37. 37. luna >
  38. 38. luna > lũũa
  39. 39. luna > lũũa > lua
  40. 40. As consoantes passam a vogais.
  41. 41. multu >
  42. 42. multu > muito
  43. 43. Duas vogais aglutinam‐se numa só (crase) ou num ditongo (sinérese).
  44. 44. Crase: legere >
  45. 45. legere > leer
  46. 46. legere > leer > ler
  47. 47. Sinérese: animales >
  48. 48. animales > animaes
  49. 49. animaes > animais
  50. 50. Consiste na mudança, de lugar, de fonemas dentro da palavra.
  51. 51. merulu > mer’lo
  52. 52. mer’lo > melro

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