Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Comentario ao texto A Web2.0 e a BE 2.0 teresa goncalves

503 views

Published on

  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Comentario ao texto A Web2.0 e a BE 2.0 teresa goncalves

  1. 1. Tarefa 3 – Comentário ao texto A Web 2.0 e a BE 2.0Com a Web, a publicação e o acesso à informação tornaram-se ações relativamentefáceis para qualquer indivíduo. As pessoas em todo o mundo passaram a ter apossibilidade de participar ativamente nestes processos. Desde a sua criação a Webtem evoluído substancialmente com a adição de novos serviços e potencialidades.O termo Web 2.0 que surgiu numa conferência da empresa norte-americana O’ReillyMedia, aponta para uma cultura Web participativa e interativa, onde o utilizador podecolaborar para a qualidade do conteúdo disponível, produzindo, classificando ereformulando o que já existe. Neste sentido, assistimos a uma cultura participativa quenos coloca a nós no centro deste universo.Também, e segundo Tim O’Reilly, esta expressão Web 2.0 não tem fronteiras bemdefinidas mas existem nela dois conceitos que se destacam: a Web como plataformae a inteligência coletiva. Na Web como plataforma é possível distinguir uma Web 1.0,a qual servia apenas como mais um espaço de leitura em que os conteúdosdisponibilizados eram pouco interativos e o utilizador se colocava no papel de meroespetador, de uma Web 2.0 onde é possível criar uma conexão por meio dascomunidades de utilizadores com interesses em comum, ou seja, cada pessoa podeproduzir conteúdos e/ou alterar serviços, ao mesmo tempo que cada utilizadorconsome o conteúdo feito por outros utilizadores como ele. Utilizadores produzem econsomem conteúdos entre si, numa verdadeira comunidade.A inteligência coletiva está na base desta Web 2.0. A Web aprende com os seusutilizadores, as aplicações tornam-se cada vez melhores conforme mais e mais genteas utiliza, acrescentando-lhe valor. Assim, à medida que este valor é acrescentado aWeb vai-se transformando num cérebro global. Parece então que este conceito estámais relacionado com uma mudança de atitude, deixando esta rede de ser uma redeque liga máquinas para passar a ser uma rede que une pessoas num projeto global eaproveitando a ideia de que melhores decisões são tomadas coletivamente do queindividualmente. A rede, digamos assim, democratizou-se.Chegámos então a uma altura em que estas novas potencialidades oferecidos pelaWeb devem ser utilizadas pelos profissionais da informação, pois estas estão a cadadia, mais presentes na vida dos utilizadores. Segundo Cunha e Figueiredo (2012) A geração nascida no final do século XX cresce inserida num contexto tecnológico sem precedentes, onde a informação surge em diferentes formatos e o seu acesso nunca foi tão facilitado. Se estas crianças e jovens crescem num ambiente tecnológico completamente diferente das gerações passadas, naturalmente assumem aptidões e competências distintas, nomeadamente no que diz respeito às tecnologias de informação e comunicação (TIC).Não há como fugir, parece inevitável que a escola terá de acompanhar esta evoluçãonatural dos tempos. Assim as bibliotecas, como núcleos centrais das escolas, devemtrazer a Web para o centro das suas vidas e devem procurar conhecer e dominar asdiferentes tecnologias usadas para construir e disponibilizar a informação. Para nós,profissionais, o desafio é criar espaços criativos, flexíveis, dinâmicos e participativos,valorizando esta inteligência coletiva, a sabedoria que vem da net. Podemos de certa
  2. 2. forma dizer que esta visão se insere na mudança de paradigma que temos vindo aefetuar, pretendendo tornar a escola num espaço de construção do conhecimentocontrariando a tendência de um mero espaço de receção do mesmo. Um espaço emque os próprios alunos são participantes ativos na sua aprendizagem.Se pensarmos no desenvolvimento da biblioteca ao longo dos séculos, promovendo aorganização, recuperação e disseminação da informação, veremos que, ao longo dosanos, foram sendo desenvolvidas novas formas de tratamento e disponibilização dainformação de acordo com o desenvolvimento da sociedade.Penso que já de uma forma ou de outra, as bibliotecas escolares vão dando osprimeiros passos nesta infinidade de recursos ao nosso dispor, a cada minuto,procurando criar oportunidades para conquistar novos utilizadores e adquirindovisibilidade e espaço nesta Sociedade da Informação.Assim, e segundo o texto A Web 2.0 e a BE 2.0 as bibliotecas do século XXI deverãoconsiderar os seguintes objetivos: Melhorar os serviços actuais para que respondam às autênticas necessidades dos utilizadores; Oferecer novos serviços que dêem suporte em larga escala, aos novos utilizadores; Implicar o utilizador; Envolver-se com a comunidade; Introdução de áudio e vídeo na página Web;O professor bibliotecário poderá, desta forma e sendo agente de mudança, favorecer aaproximação entre Nativos e Imigrantes Digitais (Cunha e Figueiredo, 2012), com vistaà mudança necessária no processo ensino/aprendizagem.

×