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HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Muito obrigado!!!                      leyanaze@usp.br                ...
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História e Aspectos Teóricos da Comunicação Digital II

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prof. Leandro Key Higuchi Yanaze (Atopos/ECA-USP) aula 2

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História e Aspectos Teóricos da Comunicação Digital II

  1. 1. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Redes Digitais, Terceiro Setor e Sustentabilidade História e Aspectos Teóricos da Comunicação Digital AULA 2 Prof. Ms. Leandro Key Higuchi Yanaze mar.2012
  2. 2. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Plano da aula 2º dia: ecosofia e contexto organizacional Ecosofia • Novo pressuposto teórico-filosófico • Metodologia • Resultados de uma pesquisa de projetos-redes Contexto organizacional • Estruturas matricias • Gestão ecossistêmica • Logística informacional (SCM) • Moeda informacional
  3. 3. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A contemporaneidade
  4. 4. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A contemporaneidade • Questão ambiental, • Advento das redes digitais. – conjunto de inovações e de oportunidade proporcionadas pela difusão das tecnologias da informação e da comunicação (as chamadas TICs). • Duas questões estratégicas, dois desafios • Das quais dependem as dinâmicas dos novos pactos sociais ainda em construção.
  5. 5. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A contemporaneidade • A sustentabilidade – a questão prioritária não apenas no âmbito público e social, mas, cada vez mais, também no âmbito empresarial – perante as dimensões da problemática e a transversalidade do impacto das políticas ambientais, a nenhum setor é concedido considerar-se marginal, ou não completamente envolvido. • Nenhum ator social (sujeito,sociedade civil, empresas ou setor público) pode ignorar tais mudanças de perspectivas e de ações – nos levam a uma superação, não somente político-estratégica, mas também filosófica – passagem do contrato social para o contrato natural – transformação da forma social antropomórfica para as formas ecossistêmicas e simbióticas
  6. 6. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A contemporaneidade • Advento das TICs e das mídias digitais interativas – as esferas públicas nacionais se transformam em esferas públicas coletivas globais – implantação de uma inteligência coletiva e conectiva – interações simbióticas entre técnica e inteligência humana, na qual já se produz um além do social humanocêntrico • as redes sociais digitais e interativas constituem-se como o grande âmbito de discussão e de interação colaborativa – nova forma da democracia mundial e a verdadeira inteligência do mundo contemporâneo – ponto de vista do mundo na sua totalidade, favorecendo a difusão de uma cultura planetária e ecossistêmica – a própria concepção da natureza, sua visão e sua percepção, é hoje o resultado das trocas de informações e de conteúdos difundidos nas redes digitais
  7. 7. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A contemporaneidade • Transformação da natureza em informação, produzida pelas redes digitais • sustentabilidade e questões ambientais são pensadas e consideradas através das redes – a ação e a interação com o meio-ambiente devem, consequentemente, ser entendidas como uma nova forma de habitar – resultado não mais apenas da interação entre o homem e a natureza, mas também construída através do diálogo com a técnica, através das trocas informativas
  8. 8. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular
  9. 9. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular • A comunicação digital apresenta-se como uma nova arquitetura da informação no interior da qual os fluxos comunicativos não se apresentam mais como uma sequência de mensagens geradas por um emissor e direcionadas para os receptores – a forma de repasse de informações ao longo da história da humanidade, traçando uma línea imaginária que vai do teatro ate o cinema e a TV – substituição por uma galáxia de circuitos informativos interativos que constituem o conjunto, tendencialmente infinito, de redes interligadas entre si • A emissão deixa de ser o resultado de um repasse de informações frontais, isto é, de um centro emissor para um conjunto de receptores • Troca interativa de circuitos, pessoas, interfaces, cuja co-ação será a dinâmica criadora do processo comunicativo.
  10. 10. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular Modelo Comunicativo “HIPODÉRMICO” - analógico Emissor canal Receptor mensagem “feed back”
  11. 11. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular Modelo Comunicativo “DIALÓGICO” - digital B A C E D
  12. 12. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular • A arquitetura informativa deixa de ser um processo linear de transferência • Se torna uma arquitetura complexa, constituída por atores de diversas naturezas que, ao interagirem, passam a: – articular relações e dinâmicas conjuntas capazes de produzir a troca informativa – possibilitar uma condição habitativa ecossistêmica – condição na qual o processo comunicativo acontece somente em consequência de tal proximidade interativa entre pessoas, circuitos, interfaces, tecnologias – se torna possível somente através de uma imersão de cada elemento no interior do conjunto tendencialmente infinito das arquiteturas reticulares interativas
  13. 13. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL A cultura reticular • A perspectiva reticular não é apenas uma inovação tencológico- informativa, mas é uma nova forma de complexidade capaz de explicar os fenômenos a partir de uma lógica não mais linear e frontal, mas reticular e interdependente – a superação das explicações monocausais e sua substituição por lógicas pluri-causais e mais complexas – o advento de uma razão conectiva, que tende a explicar o mundo não mais através de linguagens separatistas ou opositivas, mas através de uma lógica que busca os elos de interdependência e da explicação que evidencia uma inteligência reticular. • Nova cultura ecológica e novas práticas de interação entre tecnologias informativas, pessoas e meio ambiente – consciência de uma interdependência fértil, capazes de gerar práticas e hábitos ecossitêmicos – expressão de uma cultura reticular e conectiva que une os homens, as tecnologias e o meio-ambiente num perene e dinâmico elo comunicativo
  14. 14. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa
  15. 15. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa • A arquitetura reticular é sempre relativa ao ponto de vista e à perspectiva de seus membros participantes tomados como ponto de referência • Essa arquitetura reticular apresenta-se como um ecossistema interativo – não pode ser representado como a troca frontal de mensagens entre pessoas e mídia – ao contrário da mídia de massa em geral, um sistema informativo reticular é constituído por uma rede de redes – não se realiza mais através da recepção de uma mensagem, seja em um programa ou um filme – ocorre por uma interação contínua no interior de um ecossistema interativo – a fruição e a troca de informações é constante e acontece somente se o habitamos enquanto arquitetura interativa.
  16. 16. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa • a arquitetura reticular em sua natureza informativa, se apresenta como uma pós-estrutura, nem externa nem interna: como expressão de uma condição habitativa atópica • mais do que uma arquitetura a ser observada e medida a partir da descrição de seus conjuntos de interações ou um sistema resultante da soma de suas partes, o conjunto de redes de redes passa a se transformar a cada nova interação definindo, assim, uma condição habitativa sempre diversa. • mais do que um conjunto externo de trocas de informações, uma arquitetura reticular é o resultado das interações vivas de seus membros, de suas interfaces e de todos os conjuntos de elementos constituintes – humanos , técnicos e ambientais.
  17. 17. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa • processo de digitalização não abrange somente as trocas informativas entre os membros humanos (internautas), mas que envolve também os circuitos e as interfaces – os coletivos técnicos, assim como os coletivos ambientais e naturais que, uma vez digitalizados, tornam-se também parte ativa dos conjuntos de redes • a digitalização apresenta-se como um processo estrutural que não interessa apenas aos atores humanos, mas que abrange e informatiza todos os coletivos, tornando-os partes ativas e interagentes • a pesquisa foi realizada a partir da criação de uma tipologia dos diferentes tipo de interação entre os diversos coletivos • caráter ecossistêmico do processo de digitalização envolve não apenas os atores e suas formas de comunicação, mas, também, o meio ambiente e as formas de interações entre eles
  18. 18. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa • Interação informativa - a interação articula-se somente através de simples trocas de informações entre os diversos coletivos (redes, humanos e meio ambiente) • Interação sustentável 1 - além da troca informações, assiste-se à constituição das primeiras redes informativas entre os diversos coletivos • Interação sustentável 2 - a digitalização do território está ativada e os diversos coletivos, através dela, conseguem se expressar e interagir • Interação sustentável 3 - além da constituição de redes, encontramos a realização de projetos-redes específicos que se constituem como uma alternativa para as comunidades, isto é, como o compartilhamento de uma forma de criação e distribuição sustentável de recursos • Interação ecosófica - assiste-se à constituição de redes de redes que se articulam como uma inteligência sustentável conectiva, refletindo, criando, inovando, reunindo e difundindo conteúdos, práticas e ações para a sustentabilidade
  19. 19. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa • arquiteturas informativas, sites e projetos-redes foram individualizados, analisados e, sucessivamente, relacionados à forma de interação mais correspondente na tipologia • a cada um dos 5 tipos foi associado um nível de interação e participação com a arquitetura informativa e, também, um nível de interatividade possível, através de uma escala: sem interatividade, com interatividade, com interatividade e com construção colaborativa de conteúdo • nasce assim um indicador de mensuração dos níveis de interações entre as redes tecno-humanas e territoriais. A aplicação desse indicador permitirá medir o nível de expansão das articulações reticulares informativas e de seus projetos-redes
  20. 20. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Uma nova metodologia de pesquisa Níveis de interatividade da TIPO Níveis de interação e participação com a arquitetura informativa arquitetura informativa (I) 1. Interação com texto e imagens (estáticos) A Informativo 2. Interação multimidiática (video, podcast, música etc.) 3. Interação em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) • Uso de arquitetura 1. Impõe o projeto da Rede para a comunidade-território informativa sem B Sustentável 1 2. Apresenta o projeto e o propõe para a comunidadeterritório interatividade, fornece 3. Elabora o projeto em conjunto com a comunidadeterritório somente conteúdo pronto 1. Digitalização dos territórios (metaterritorialidades) é realizada por uma Rede externa que faz uma consulta opinativa na comunidade 2. Digitalização dos territórios é realizada por uma Rede externa e 2. Uso de arquitetura C assimila os resultados da consulta feita na comunidade, permitindo a informativa que permite a Sustentável 2 inserção e participação desta interatividade (espaço 3. Digitalização dos territórios é colaborativa – entidade externa, para comentários, comunidade e território dialogam para pensarem o projeto e criarem enquetes, fórum) a Rede em conjunto com os elementos não-humanos 1. Gestão dos projetos, ações e recursos é centralizada e patrocinada 2. Gestão dos projetos, ações e recursos é cooperativa, patrocinada e 3. Uso de arquitetura D Sustentável 3 sustentada também de outras formas, permitindo a ação conjunta informativa com 3. Gestão dos projetos, ações e recursos é colaborativa e auto- interatividade e com sustentável, possibilitando a elaboração conjunta da ação colaboração na construção do conteúdo 1. A inteligência metaterritorial tem impacto local E Ecosófico 2. A inteligência metaterritorial tem impacto nacional 3. A inteligência metaterritorial tem impacto internacional
  21. 21. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tipo A - Informativo http://www.eoearth.org/ Tipo Nível de Nível de interação interatividade A 2 3
  22. 22. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tipo B – Sustentável 1 http://www.facebook.com/groups/56212197512/members/ Tipo Nível de Nível de interação interatividade B 3 3
  23. 23. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tipo C – Sustentável 2 http://www.redepovosdafloresta.org.br/ Tipo Nível de Nível de interação interatividade C 3 1
  24. 24. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tipo D – Sustentável 3 http://www.tamar.org.br Tipo Nível de Nível de interação interatividade D 2 1
  25. 25. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Tipo E – Ecosófico http://www.wiserearth.org Tipo Nível de Nível de interação interatividade E 3 3
  26. 26. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Resultados da pesquisa
  27. 27. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Resultados da pesquisa Do ponto de vista teórico: • A consolidação de um novo imaginário ecológico que não somente não opõe a técnica à natureza mas que encontra um percurso de sustentabilidade, de monitoramento e de interações com o meio ambiente através das tecnologias digitais de informação. • A difusão de uma condição habitativa inédita que reúne, de forma ecossistêmica e interativa, os coletivos humanos, as tecnologias de informação e as territorialidades, gerando uma forma de ação não mais sujeito-cêntrica, mas plural e conectiva. • A existência de uma estreita relação entre a difusão de uma cultura da interdependência e da conectividade, expressão das práticas e dos valores coletivos difundidos nas redes sociais digitais, e a consolidação da consciência de uma territorialidade planetária e interdependente, percebida como sensível e reagente a cada ação ou atividade de seus moradores.
  28. 28. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Resultados da pesquisa Do ponto de vista teórico: • A necessidade, ao final, do discernimento e da interpretação dos valores emergentes e da cultura ecológica contemporânea que aponta a necessidade da superação do paradigma antropocêntrico que tanto marcou o pensamento e a cultura ocidentais, baseados no mito da autonomia das transformações e do pensamento humano • A necessidade da superação da concepção instrumental da técnica, que limita tradicionalmente o seu papel social ao seu uso e a sua instrumentalidade, e a abertura a uma dimensão co-evolutiva que relacione as transformações da condição humana com as transformações históricas das inovações tecnológicas • A necessidade da ampliação do conceito de cidadania aos coletivos sociotécnicos e aqueles sócio-ambientais, co-artífices, numa perspectiva sustentável, das transformações socioeconômicas e territoriais de desenvolvimento
  29. 29. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Resultados da pesquisa Do ponto de vista empírico: • a pesquisa produziu o indicador de mensuração dos níveis de interações entre as redes tecno-humanas e territoriais, que é um indicador do nível de inteligência territorial sustentável • a aplicação de tal indicador pode proporcionar dados úteis para o conhecimento do nível de integração territorial entre os diversos coletivos em uma determinada territorialidade, indicando, ao mesmo tempo os caminhos para o alcance de níveis superiores de integração sustentável reticular
  30. 30. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL
  31. 31. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Estrutura Funcional Direção Gerência Gerência Gerência Gerência Gerência Gerência Finanças R.H. Produção Vendas De Compras Marketing
  32. 32. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Estrutura Divisional DIREÇÃO PRODUTO PRODUTO PRODUTO PRODUTO AA BB CC DD
  33. 33. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Estrutura Matricial Gerente Gerente Gerente Gerente Gerente Serviços Compras Produção Vendas Finanças RH Marketing Gerente PESQUISA COMPRAS PRODUÇÃO VENDAS FINANÇAS RH PP/PV/RP Produto AA AA AA AA AA AA AA PESQUISA Gerente PRODUÇÃO VENDAS FINANÇAS RH COMPRAS PP/PV/RP Produto BB BB BB BB BB BB BB Gerente PESQUISA PRODUÇÃO VENDAS FINANÇAS RH Produto COMPRAS CC CC CC CC PP/PV/RP CC CC CC
  34. 34. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Ambiente de negócio GOVERNO DISTRIBUIDORES IGREJA EMPRESA MERCADO SEGMENTOS SINDICATOS FORNECEDORES ASSOCIAÇÕES CONCORRÊNCIA ORGANIZAÇÕES BANCOS MARGINAIS OUTROS ÓRGÃOS COMUNIDADE INTERNACIONAIS
  35. 35. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Conceito de Gestão Sistêmica EMPRESA INPUTS OUTPUTS THROUGHPUTS • Recursos Financeiros PROCESSOS PRODUTO(S) - Investimento SERVIÇOS - Capital de Giro SISTEMAS • Recursos Humanos - Administrativos POLÍTICAS PREÇO - Operacionais • Recursos Materiais CULTURA DISTRIBUIÇÃO/ - Infraestrutura CLIMA VENDAS - Equipamentos - Insumos ORGANIZACIONAL - Matéria Prima • Informações LOGÍSTICA COMUNICAÇÃO • Tecnologia
  36. 36. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Definição de Logística • Gerenciamento da Logística – Gerenciamento da Logística é a parte da organização que planeja, implementa e controla o fluxo (normal e reverso) e o armazenamento de produtos, serviços e informações de forma eficiente e eficaz, desde o ponto de origem até o ponto de consumo atendendo os requisitos do cliente, da produção, do mercado e de todos os demais agentes envolvidos.
  37. 37. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Evolução da Logística 1. Rígida (engessada) 2. Semi Flexível 3. Flexível 4. Supply Chain Management
  38. 38. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Rígida • Após II guerra mundial • Produtos: Pouca variedade de modelos, cores, funções etc. • Estoque: Independentes e alto ao longo da cadeia. • Sem nenhum tipo de Integração entre os pontos. • Sem planejamento
  39. 39. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Semi Flexível • Década de 60/70 • Produtos: Surgem mais opções de variedades • Integração: 2 a 2 (fornecedor-cliente) • Planejamento do ponto de vista da produção (precursor do MRP) • Pipeline fixo (fluxo horizontal e processual) • Uso de computadores no gerenciamento
  40. 40. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Flexível • Década 80/90 • Diversificação dos produtos • Planejamento: Vendas/Marketing • Postponement • EDI • Integração a caminho do SCM
  41. 41. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Definição de SCM • Supply Chain Management – “SCM é o conjunto que envolve o planejamento e o gerenciamento de todas as atividades desde o suprimento, obtenção, transformação e o gerenciamento de todas as atividades da logística, também inclui a coordenação e a colaboração com os canais de parceiros que podem ser os fornecedores, intermediários, terceiros e clientes. Na essência o SCM integra o gerenciamento da oferta e da demanda dentro e fora da empresa.”
  42. 42. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL SCM • Integração da cadeia de suprimentos • Resposta Real Time de acordo com as oscilações do mercado • ECR (Efficient Consumer Response) • Comércio WWW • Logística como vantagem competitiva
  43. 43. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Cadeia de Suprimento Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejista Consumidor
  44. 44. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Fluxo Logístico Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejista Consumidor Info Materiais $
  45. 45. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Atuais • Tecnologias: Código de Barras, RFID, sistemas ERP, rede de distribuição, WMS, TMS, Roteirizadores, GIS, rastreadores; • Meio Ambiente (ISO-14000); • Logística Reversa (Pós-Venda); • Rede Multimodal; • Segurança (informação e patrimônio);
  46. 46. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL RFID
  47. 47. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL http://www.mcvideogame.com
  48. 48. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL SIM -Sistema de Informação de Marketing • Conceitos - Informação: importantes e pertinentes - Dados: representativos de fatos isolados • Utilizado para captação de dados, seleção e manipulação de informações; • Aplicação em operações rotineiras, para solucionar problemas e para alimentar o planejamento.
  49. 49. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Sistema Integrado de Informação • Para empresa ter acesso a informações externas de forma organizada e atualizada; • Programa desenvolvido para integração de toda empresa; • Selecionar consciente e cuidadosamente o fornecedor do sistema.
  50. 50. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Enterprise Resource Planning – ERP (Planejamento de Recursos da Empresa) • Ajustar e automatizar os processos da organização; • Integrar as informações que resultam das gerações; • Disponibilizar essas informações de maneira bem acessível aos tomadores de decisões.
  51. 51. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Enterprise Resource Planning – ERP (Planejamento de Recursos da Empresa) - Continuação • Organiza, codifica e padroniza os processos da empresa; • Transforma dados em informações passíveis de análise. É necessário um período de adaptação das funcionalidades do sistema à empresa.
  52. 52. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL
  53. 53. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Customer Relationship Management – CRM (Gerenciamento do Relacionamento com o Consumidor) Mudança do comportamento das empresas: • Alcançar os lucros por meio da fidelização do cliente, mantê-lo é mais barato que conquistá-lo; • Conquista do share of customer.
  54. 54. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Customer Relationship Management – CRM (Gerenciamento do Relacionamento com o Consumidor) - Continuação CRM • ferramenta que facilita a relação com o consumidor; • Permite que a empresa conheça as necessidades do cliente, as preferências de cada segmento, realizando uma comunicação mais direcionada.
  55. 55. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Customer Relationship Management – CRM (Gerenciamento do Relacionamento com o Consumidor) - Continuação Suporte à atividades de Marketing: • prospecção de novos clientes; • criação de novos programas de fidelidade; • reconquista de clientes; • aumento das vendas para clientes atuais.
  56. 56. HISTÓRIA E ASPECTOS TEÓRICOS DA COMUNICAÇÃO DIGITAL Muito obrigado!!! leyanaze@usp.br /leyanaze @leyanaze http://br.linkedin.com/pub/leandro-yanaze/49/779/48b

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