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Artigo blearning apr

  1. 1. Escola Superior de Educação de Fafe Escola Superior de Tecnologias de FafeO B-Learning no Contexto da Educação a Distância Artur Ramísio Orientador: Professor Doutor Eusébio Ferreira da Costa 2010
  2. 2. O B-Learning no Contexto da EAD 1 O B-Learning no Contexto da Educação a Distância1 Artur Ramísio2 Resumo Este artigo tem por finalidade a abordagem de estudos até agora desenvolvidos acercadas modalidades de aprendizagem e-Learning e b-Learning no contexto da educação adistância, tendo por objectivo principal procurar compreender até que ponto é ou nãocompatível e vantajosa a combinação de modelos de aprendizagem online e presenciais e, aomesmo tempo, conhecer melhor as suas vantagens e limitações, bem como os requisitos quese colocam à sua implementação. Abstract This article aims to approach the study so far developed the modalities of learning ande-Learning b-Learning in the context of distance education, with the primary objective to seekto understand to what extent is compatible and advantageous combination of models onlinelearning and face and at the same time, to better understand its advantages and limitations,and requirements that arise in its implementation. Palavras-chave: e-Learning, b-Learning, educação a distância, aprendizagemcolaborativa. Introdução A introdução das novas tecnologias comunicacionais nos processos de aprendizagem érecente, pelo que são legítimas as interrogações sobre as suas vantagens e desvantagens.Tendo por base alguns dos estudos já efectuados, o presente artigo procura reflectir sobre asseguintes interrogações de Wallace (2003) relativamente à educação formal online nasmodalidades e-Learning e b-Learning: “Sob que condições e com que objectivos serão asdiscussões online compatíveis com as aulas presenciais e como podem servir para promover e1 Artigo produzido no âmbito do Estágio do Mestrado em Ensino de TIC promovido pela Escola Superior de Educação de Fafe / EscolaSuperior de Tecnologias de Fafe, sob a orientação do Professor Doutor Eusébio Costa, E-mail: eusebiocosta@iesfafe.pt.2 Mestrando em Ensino de Tecnologias de Informação e Comunicação. E-mail: aprtic@gmail.com. ESEF / ESTF – 2010
  3. 3. O B-Learning no Contexto da EAD 2apoiar comunidades de aprendizagem?” “Até que ponto e sob que condições é benéficocomplementar as aulas online com reuniões presenciais?” A educação online no contexto histórico da Educação a Distância A aprendizagem mediatizada por computador fazendo uso de um conjunto vasto derecursos, entre os quais a Internet, faz hoje parte da generalidade dos processos deaprendizagem. O recurso a métodos de aprendizagem não presencial, substituindo a presença física deum mestre transmissor de conhecimentos por materiais impressos que possibilitam que cadaindivíduo faça a sua auto-aprendizagem, tem na imprensa de Gutemberg, inventada em 1453,a criação das condições para o seu aparecimento e posterior desenvolvimento, ganhandoexpressão como recurso de aprendizagem com a revolução industrial, no século XIX, numaprimeira geração deste método de ensino em que eram utilizados como principais recursos,livros, manuais com instruções e outros materiais impressos, bem como a troca decorrespondência através do correio. Uma segunda geração do ensino a distância aparece com a evolução dos meios deinformação e comunicação, com destaque para a rádio e a televisão. Com estes novosrecursos, aos materiais impressos passam a juntar-se o áudio e o vídeo, num processo decomunicação que tem como principais traços característicos o facto de ser expositivo,síncrono e unidireccional, como é exemplo a “tele-escola”. No momento presente vivemos a terceira geração dos processos de ensino eaprendizagem a distância, despontada com o aparecimento das novas tecnologias dacomunicação baseadas em meios computacionais e na Internet, os quais têm vindo a ganharcada vez maior importância devido à crescente necessidade de aumentar qualitativamente equantitativamente os níveis de educação e de formação, tanto inicial como contínua. Videoconferência3, chats4, fóruns5, blogues6, wikis7 e plataformas de ambientesvirtuais, são, entre outros, alguns dos meios utilizados na geração actual da educação a3 Diálogo online entre duas ou mais pessoas, dispondo de meios que permitem a visualização e a audição mútuas.4 Comunicação online em tempo real.5 Ferramentas para a promoção de debates temáticos, através de mensagens em páginas da Internet.6 Sítios na Web estruturados de modo a permitir a sua actualização de forma rápida com artigos (posts). Normalmente combinam texto,imagens e ligações (links) para outros blogues ou páginas da Web que abordem assuntos relacionadas com o tema em discussão, epossibilitam que os visitantes interajam com o(s) autor(es) através de comentários.7 Interligação de páginas com hipertexto para artigos relacionados. ESEF / ESTF – 2010
  4. 4. O B-Learning no Contexto da EAD 3distância (EAD)8 para tornar os processos de ensino-aprendizagem mais eficazes, emcontextos em que desaparecem ou diminuem consideravelmente os entraves relacionados comdistâncias geográficas, os locais e horários das aulas. Fazendo justiça à previsão de Negropont (1996, p. 213) de que, com a evolução dastecnologias da comunicação e a massificação da sua utilização, passaria a existir apossibilidade de realizar o mais diversificado tipo de tarefas em qualquer lado, desde que sedispusesse das tecnologias necessárias, com particular destaque para a que “fornece um novomeio de comunicação para encontrar conhecimento e significado” sem paralelo – a Internet,tudo indica que também no que diz respeito aos processos de aprendizagem, cada vez mais,“O futuro será aprender em qualquer tempo e lugar, de forma personalizada e, ao mesmotempo, colaborativa” e com “flexibilidade curricular”, no quadro de um novo conceito de“estarmos juntos, conectados virtualmente” (Moran, 2010). Ou seja, estamos perante um novoparadigma de aprendizagem “onde as tecnologias actuam vencendo distâncias entreeducadores e educandos e entre eles e o conhecimento, a partir de estratégias pedagógicaseficientes” (Morais, 2008, in: Ferreira, 2010, p. 83), abrindo portas para “novas formas demassificação da formação” (Figueiredo, 2009). No entanto, apesar da implementação da EAD baseada nas novas tecnologiascomunicacionais já ser grande e continuar em crescimento exponencial, o seu estudo temainda um longo caminho a percorrer, no sentido de se tirar o melhor proveito das suasimensas potencialidades no campo da aprendizagem. A EAD em contextos educativos formais Tal como na educação presencial se assiste ao fenómeno da incorporação de“tecnologias, funções e actividades que eram típicas da educação à distância”, também naEAD, como salienta Ferreira (2010, p. 42), se está a descobrir que se “pode ensinar de formamenos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interacção”. Os conceitos de comunidade e de colaboração9 têm sido realçados nos diversosestudos realizados sobre a EAD, pelo facto de considerarem que, sem a sua existência, as8 A partir deste ponto utilizaremos o termo educação e não o termo ensino, na medida em que, tal como define Landim (1999), citado porR. Costa, o termo ensino relaciona-se mais com as actividades de treino e instrução (modelo comportamentalista), enquanto o termoeducação encerra uma perspectiva de auto-construção do conhecimento, implicando uma atitude crítica e inovadora por parte do sujeitoque cria o seu próprio conhecimento (modelo construtivista), características que estão mais de acordo o e-Learning e o b-Learning.9 Os contextos educativos formais da EAD distinguem-se dos de outros tipos de cursos online pelo facto da aprendizagem ser caracterizadapor ter uma duração previamente estabelecida, os participantes terem motivações e objectivos coincidentes, a colaboração simbolizar acomunidade constituída em torno do curso, e esta mesma comunidade ser entendida como uma forma de colaboração. ESEF / ESTF – 2010
  5. 5. O B-Learning no Contexto da EAD 4enormes potencialidades de comunicação e colaboração oferecidas pelas tecnologiasenvolvidas, são desperdiçadas (Wallace, 2003). Nesta perspectiva, as comunidades educativas online são caracterizadas pelainterdependência existente entre os seus membros, dado que, cada aluno, ao trabalhar emequipa com os demais e ao agir em relação ao funcionamento da comunidade, acaba porcontribuir de alguma forma para o resultado do colectivo. Este ambiente também obriga a que os participantes reúnam capacidades e habilidadesque lhes permitam fazer uso dos recursos utilizados para o desenvolvimento da aprendizagem,bem como a que coexistam sentimentos de ligação e de comunhão de expectativas e deobjectivos, no quadro do respeito pela diversidade de perspectivas. Para a criação deste ambiente assume grande importância a forma como é estabelecidaa comunicação, sobretudo no que diz respeito ao discurso social, o qual deve ser atractivo epromotor de confiança, de sentimento de pertença e de motivação dos participantes. Na aprendizagem colaborativa baseada na comunicação interactiva estabelecida entreos participantes, os conteúdos, bem como os comentários entre alunos (com primazia para asmanifestações de apoio e de estímulo entre alunos e para a avaliação crítica mútua dostrabalhos de cada um) e entre estes e o professor, são considerados aspectos fundamentaispara o sucesso dos processos de aprendizagem online. Como refere Wallace (2003) citando (Harasim, 1999), trata-se de “um processointeractivo de construção de conhecimento de grupo”, no qual os elementos participamactivamente e o professor/formador monitoriza tendo como preocupações fundamentais afacilitação da interacção e a avaliação do progresso de cada um dos membros do gruporelativamente à construção de conhecimento. É, por isso, um “processo de resoluçãoprogressiva de problemas, que encoraja os estudantes a serem inovadores, a criarempropriedade intelectual e a desenvolverem e adquirirem perícia”. Além da aprendizagem colaborativa, outras características da educação onlinerelacionam-se com o aumento significativo da interacção entre professores/formadores, oesbatimento das diferenças hierárquicas entre professor/formador e aluno, o favorecimento demais igualdade de oportunidades de aprendizagem, o aumento significativo das interacções ESEF / ESTF – 2010
  6. 6. O B-Learning no Contexto da EAD 5entre estudantes, a reflexão das ideias dispor de mais tempo10, e a sala de aula assumircontornos de globalidade por extravasar as suas fronteiras. A ausência destas características na EAD revelaria outros modelos de aprendizagemonline, mais baseados nos processos tradicionais de transmissão de informação, pelo que esteconjunto de características colaborativas e de comunidade que configuram o e-Learning e o b-Learning correspondem a modelos de aprendizagem orientados para a construção doconhecimento, nos quais os sujeitos da aprendizagem são os principais actores. Vantagens e desvantagens do e-Learning O papel central atribuído ao aluno e a maior sensibilidade “às reais necessidades destee do contexto onde a aprendizagem tem lugar” (Orvalho et al, 2004, p. 216), constituemvirtudes importantes atribuídas às estratégias de aprendizagem da EAD. A possibilidade de uma gestão mais adequada do tempo às disponibilidades doaluno/formando, o acesso ao conhecimento sem as limitações das distâncias geográficas, apossibilidade de serem utilizadas estratégias pedagógicas diversificadas de acordo com asespecificidades de cada curso e do perfil de cada aluno/formando, bem como as múltiplasformas de interacção que proporciona, são, igualmente, vantagens importantes da EAD. Por outro lado, ao proporcionar o acesso à educação/formação a um maior número depessoas e, sobretudo, a uma grande parte daquelas que, por razões diversas, estão impedidasde frequentar aulas presenciais, ao possibilitar que cada indivíduo escolha a rota deaprendizagem que melhor se lhe adapta e ao promover nas metodologias utilizadas acooperação e a partilha de recursos, faz com que a EAD se apresente como uma alternativacredível para incrementar o combate aos deficits educacionais. No estudo desenvolvido por Orvalho (2004, p. 224), são também salientados comovantagens a motivação sentida pelos sujeitos da aprendizagem por poderem acompanhar ostrabalhos entre si e por as ferramentas de monitorização da avaliação individual lhespossibilitar a visualização dos seus progressos, permitindo-lhes tomar medidas imediatas decorrecção dos seus níveis de desempenho. No mesmo estudo, é também salientado osentimento de personalização proporcionado pela versatilidade das metodologias deaprendizagem empregues, as quais permitiam a adaptação, à medida de cada um, dostrabalhos a realizar.10 Estudos realizados por Angeli e tal (1998) e referidos por Wallace (2003), constatam que a participação de estudantes em discussõesonline, com comentários (posts) obrigatórios, mostrava empenho e reflexão na sua elaboração. ESEF / ESTF – 2010
  7. 7. O B-Learning no Contexto da EAD 6 A facilitação da partilha de experiências, a criação de repositórios de estratégiaspedagógicas e a facilidade de actualizar e de reutilizar a informação, são outras das vantagenspropiciadas pelas ferramentas utilizadas nos processos e-Learning (Ferreira, 2010, p.162). No entanto, como alerta Alves (2007), esta onda de mudanças que chegou de formaindependente das vontades dos indivíduos, requer que se analise criticamente todo o seucontexto, de modo a tirar vantagem das novas tecnologias sem descurar as suas limitações. Assim, no campo das limitações apontadas à EAD via e-Learning situam-se, entreoutras, o isolamento físico dos participantes (apesar das diversas formas de contacto síncronoe assíncrono que podem ser estabelecidas), a necessidade de se proceder à reavaliaçãocontínua dos meios de comunicação e interacção empregues, e as reservas existentes emrelação ao reconhecimento dos cursos devido às dificuldades que ainda se colocam à garantiade que os programas reúnem o mínimo de qualidade necessária. Num dos estudos de caso realizados foram também identificados obstáculos aoestabelecimento da comunidade colaborativa no início dos processos de aprendizagem,relacionados com a falta de competências da maioria dos participantes, o que obrigou a darprimazia ao estabelecimento de estratégias viradas para a aquisição dessas competências. A “frágil auto-responsabilidade de alguns alunos em empreender trabalhos autónomosdentro dos períodos estabelecidos no cronograma e nos objectivos propostos para asdisciplinas” (Orvalho, 2004, p. 223), foi igualmente outro dos problemas encontrados. Estaquestão realça a maturidade dos sujeitos da aprendizagem como um requisito fulcral para oêxito das aprendizagens e-Learning, dado que, ao tratar-se de um processo relativamentesolitário, obriga a que haja por parte destes uma alta motivação e disciplina. Uma das dificuldades que também ainda se faz sentir é a de medir os benefícios eresultados da aprendizagem via e-Learning. Com efeito, em pesquisas efectuadas tendo porbase organizações onde foram levados a cabo cursos e-Learning, esta dificuldade foi reveladaao apresentar nos seus resultados a indicação de que a maior parte dos inquiridos consideravaser “difícil associar os benefícios do e-Learning aos respectivos ganhos nos negócios”11.Entre as razões apontadas para esta dificuldade é salientado o facto de muitos dos benefíciosserem intangíveis (relacionados com o tempo de permanência no posto de trabalho e com a11 Mensurando os resultados obtidos com o e-Learning, in: e-Learning Brasil Pesquisahttp://www.elearning.com.br/pesquisa/resultados/pesq_result_96.asp. ESEF / ESTF – 2010
  8. 8. O B-Learning no Contexto da EAD 7produtividade), razão pela qual no referido estudo se considera que a medição dos benefíciose resultados é um dos desafios actuais do e-Learning. Outra limitação apontada ao e-Learning, está relacionada com a consideração de queos mecanismos que conduzem à aprendizagem em ambientes online, diferentemente dosambientes presenciais, não suscitar nos sujeitos da aprendizagem o desafio do conhecimentouns dos outros e do aprofundamento dos entendimentos a que chegam, apesar de estesestarem abertos à partilha de ideias (Wallace, 2003). São também apontadas ao e-Learning limitações relacionadas com a resolução deproblemas e a tomada de decisões. Com efeito, apesar de ser consensual a consideração deque o e-Learning potencia sinergias de grupo pela capacidade de interacção que possibilita,favorecendo a troca de informações, de conhecimentos e de experiências, são-lhe apontadasinsuficiências relativamente a ferramentas que permitam a gestão eficaz das ideiasproduzidas, a resolução de problemas e a tomada de decisões, sobretudo quando acomunicação é assíncrona e há situações dependentes do tempo (Harasim, p. 61). O b-Learning no contexto da educação online O b-Learning é um derivado do e-Learning, diferindo deste pelo facto de ser umsistema de formação que, embora utilizando na aprendizagem os meios computacionais e aInternet como meio de comunicação síncrona e assíncrona, engloba também sessõespresenciais, resultando desta junção o nome blended learning com que é conhecido. Éutilizado, sobretudo, ao nível universitário, devido à necessidade da presença física dos alunosem momentos fulcrais das aprendizagens, como, por exemplo, os da avaliação (Cação, 2003). A utilização das novas tecnologias computacionais e da Internet são a principalcaracterística das aprendizagens e-Learning e b-Learning, esta última, não sendo vista comouma mera soma de modalidades, mas sim como uma combinação de estratégias presenciais eonline de ensino/aprendizagem. Trata-se, assim, de uma combinação de métodos que, tirandoproveito das novas tecnologias da comunicação, potencializa a aprendizagem, na medida emque esta passa a não estar restringida a um só local e contexto, como acontece na educaçãotradicional, para passar a fazer uso de diferentes locais mais acessíveis a cada um dos seusparticipantes, bem como a recursos de informação muito mais diversificados, sobretudodisponibilizados através da Internet, num processo de combinação de aprendizagens formais einformais em que os alunos “acabam por se sentir mais motivados na persecução dosobjectivos propostos para cada unidade curricular” (Orvalho, 2004, p. 217). ESEF / ESTF – 2010
  9. 9. O B-Learning no Contexto da EAD 8 Como é salientado em diversos estudos sobre esta matéria, a adopção do b-Learningcomo estratégia de aprendizagem significa o reconhecimento da sua validade e a adequaçãodas metodologias às exigências económicas e sociais actuais, bem como à necessidade degerir melhor o acesso e desenvolvimento do conhecimento. Outra das vantagens desta modalidade é a da sua capacidade para potenciar aaprendizagem colaborativa, na medida em que faculta a evolução dos três níveis estruturais epsicológicos que caracterizam as comunidades colaborativas: o organizacional, relacionadocom a orgânica colaborativa e com a organização social que se estabelece numa relação de umpara um; a troca de contributos, relacionada com a interacção colaborativa que se estabelecenuma relação de um para muitos; a agregação, que assegura o desenvolvimento desentimentos de pertença e que assegura a identidade de grupo (Orvalho, 2004, p. 217-218). O b-Learning é também visto segundo outras perspectivas, que vão desde a suacaracterização como uma modalidade de aprendizagem que não apresenta nada de novo emsubstância e que apenas se apresenta “vestida com roupas novas” (Smith, in: Orvalho, 2004,p. 216), às preocupações sobre o seu impacto na sociedade do conhecimento. Na consideração do b-Learning como uma estratégia positiva são realçados o papelcentral atribuído ao aluno, a maior sensibilidade “às reais necessidades deste e do contextoonde a aprendizagem tem lugar” (Orvalho, 2004, p. 216), a possibilidade de uma gestão maisadequada do tempo às disponibilidades do sujeito da aprendizagem, a ausência de limitaçõesrelacionadas com as distâncias geográficas para aceder ao conhecimento, a faculdade deserem utilizadas estratégias pedagógicas diversificadas de acordo com as especificidades decada curso e o perfil de cada aluno/formando, bem como as múltiplas formas de interacçãoque proporciona, entre outras, com professores, colegas e outros indivíduos e fontes deinformação possíveis de encontrar na navegação pela Web. Por outro lado, ao juntar sessõespresenciais à EAD online, em relação ao e-Learning tem a vantagem de quebrar parte doisolamento físico dos sujeitos da aprendizagem e de proporcionar a introdução de maisestratégias que, devidamente combinadas, colmatam algumas das limitações apontadas, tantoao nível dos resultados da aprendizagem como da sua própria avaliação. Competências requeridas aos utilizadores da educação online Na aprendizagem online ressalta o papel do professor/formador como facilitador ementor do processo de aprendizagem, e o dos alunos/formandos como participantes activosdo processo, debatendo questões de forma detalhada e aprofundada. Por outro lado, a ESEF / ESTF – 2010
  10. 10. O B-Learning no Contexto da EAD 9expansão significativa do acesso a recursos de aprendizagem, contribui para que osalunos/formandos se tornem mais independentes na procura de informação e para que aacessibilidade ao professor/formador passe a ser mais igualitária e directa. A consideração de que o papel do professor/formador é crucial em qualquer processode aprendizagem ganha maior acuidade no e-Learning e na sua modalidade b-Learning.Situa-se entre os vários estudos que o comprovam, a pesquisa realizada sobre os aspectosmotivacionais do e-Learning, na qual 76% dos inquiridos considera “a presença de um tutorou monitor que auxilie e motive o aluno durante o processo de aprendizagem” como sendo osuporte mais importante em cursos e-Learning12. A Educação online, vista como a modalidade de prestação de serviços educativos maisconsentânea com os avanços técnicos e científicos da era actual, tem especificidades própriasque se enquadram neste patamar de exigências, entre as quais as que se referem aos requisitosdo professor/formador. Com efeito, uma das exigências básicas exigidas aosprofessores/formadores online diz respeito ao domínio das tecnologias envolvidas noprocesso. Como refere Ferreira (2010. p. 43), não é necessário que os professores sejamperitos em tecnologias, “mas exige-se que tenham conhecimentos e facilidade de manusearalgum software, nomeadamente de tratamento de texto, software de apresentação, consultasna Internet, e-mail, etc.” E tendo em consideração que a integração do e-Learning nosprocessos de aprendizagem será cada vez mais uma tendência a ser seguida, é necessário quea escola disponibilize também quem seja “capaz de auxiliar, sempre que necessário, os seusdocentes ao nível das TIC e das plataformas de e-Learning.” Os professores/formadores online precisam igualmente de ter uma nova perspectivasobre a aprendizagem, condicente com a nova realidade de terem pela frentealunos/formandos que, na maioria dos casos, por terem já nascido com a Internet, sabem que afonte da informação já não está só no professor/formador. A adaptação a esta nova realidade implica que o professor/formador passe a ser,sobretudo, um mediador da aprendizagem, necessitando para tal de ter bons conhecimentossobre os conteúdos programáticos e de dominar as ferramentas de suporte ao processo deaprendizagem, e, ao mesmo tempo, de ser capaz de formar alunos críticos, colaborativos ecapazes de serem autónomos na aprendizagem. Ou seja, exige-se também aoprofessor/formador habilidades pedagógicas, na medida em que, neste novo contexto de12 e-Learning: aspectos motivacionais, in: e-Learning Brasil Pesquisa www.elearningbrasil.com.br ESEF / ESTF – 2010
  11. 11. O B-Learning no Contexto da EAD 10ensino/aprendizagem, é mais directamente implicado no sucesso e insucesso dos seusalunos/formandos do que aquilo que tem existido nos modelos de ensino/aprendizagemtradicionais (García-Valcárcel, 2009, in: Ferreira, 2010, pp. 84-85). Nos diversos estudos efectuados, o professor/formador da EAD online é apontadocomo sendo o elemento-chave para garantir o sucesso do processo de aprendizagem. Estaconsideração é confirmada no estudo de caso levado a efeito por Orvalho (2004, p. 222), noqual se conclui que a interactividade com o professor é “de importância vital para a satisfaçãodas necessidades de esclarecimento e para a manutenção da sua motivação e sentido depertença à comunidade” (Orvalho, 2004, p. 222). De acordo com esta perspectiva, o professor/formador da EAD online deverá tercompetências para saber conciliar a criação de ambientes atractivos e que correspondam aosinteresses e necessidades dos alunos, com a capacidade de acompanhar e orientar odesenvolvimento dos seus conhecimentos fazendo uso de diferentes ferramentas decomunicação online (chats, fóruns, wiki, e-mail, etc.). Este acompanhamento dos alunos deve ser tanto colectivo como individual. No quediz respeito ao acompanhamento colectivo, uma das principais preocupações deve ser a deproporcionar que haja um contexto favorável ao desenvolvimento da troca de experiênciasentre os alunos, bem como da comunicação entre estes e si próprio, enquanto que, no plano doacompanhamento individual, deve proporcionar o apoio específico que cada aluno necessitapara atingir os seus objectivos de aprendizagem. Neste sentido, é fundamental que o professor/formador consiga encorajar ainteractividade pessoal em cada um dos três níveis estruturais e psicológicos que asseguram odesenvolvimento da aprendizagem colaborativa que os caracteriza, o que só é possível se esteconhecer, desde o início do processo, o perfil dos seus alunos/formandos, bem como as suasnecessidades, expectativas e competências colaborativas (Orvalho, 2004, p. 218). Assim, tendo em consideração de que na EAD estão ausentes muitos sinais dacomunicação humana presencial, como as expressões, os gestos e, em muitos casos, também avisão e a voz dos interlocutores, para que o professor/formador possa desempenhar bem o seupapel de facilitador do processo de auto-construção do conhecimento, é fundamental que doseu perfil façam também parte a sensibilidade e flexibilidade para saber compreender e lidarem cada momento com estados de espírito diferenciados dos sujeitos da aprendizagem, tendo ESEF / ESTF – 2010
  12. 12. O B-Learning no Contexto da EAD 11em consideração que cada um está situado em contextos específicos fisicamente isolados dosrestantes membros da comunidade de aprendizagem. As capacidades de abertura e de relacionamento humano, a par das competências paraorganizar e orientar a aprendizagem, são fundamentais para que se consiga compensar aslacunas decorrentes do isolamento e apoiar, estimular e motivar os alunos e formandos. Os recursos a serem utilizados no b-Learning O b-Learning permite a aplicação de metodologias pedagógicas híbridas, consoante osrespectivos formatos. Em Orvalho (2004, p. 219), a partir do estudo de caso desenvolvido, sãoreferenciadas como possíveis de implementar, entre outras, as seguintes actividadespedagógicas: no formato síncrono físico, as aulas e conferências presenciais, a resolução deproblemas em pequenos grupos, as visitas e trabalhos exteriores, os seminários e Workshops;no formato síncrono online, os encontros virtuais (chats, vídeo-conferências, acessos remotos,etc.), seminários na Web e mensagens instantâneas (MSN13, ICQ14, SMS15 e MMS16); noformato assíncrono os documentos impressos e em formato digital, as páginas Web, o LMS17(para conteúdos, questionários, inquéritos, simulações, avaliação, ferramentas decomunicação como o e-mail interno...) e o e-mail externo. Tendo em consideração que “a conferência por computador constitui, como classificaHarasin (in: Azevedo, 2003), o coração e a alma da Educação Online”, para a criação doambiente de comunidade são utilizados com frequência fóruns de discussão e conferências emrede através de chats sincronizados, a par do e-mail e de outras formas de comunicação. Os recursos a utilizar devem ser sempre escolhidos de acordo com os objectivospedagógicos. No entanto, é fundamental que sejam escolhidos instrumentos que minimizemos efeitos do isolamento e que, ao mesmo tempo, proporcionem um ambiente motivador, bemcomo favoreçam a implicação do aluno/formando na auto-construção da aprendizagem. Paraestes objectivos serem conseguidos podem ser utilizados, entre outros, fóruns temáticos nosquais os alunos/formandos possam dar contributos, debater questões, esclarecer dúvidas, etc.,ferramentas que possibilitem o trabalho cooperativo, como, por exemplo, fóruns, e-mail, chat,wiki, etc., ou ainda a videoconferência, em alguns momentos acordados com os participantes.13 MSN Messenger é um programa criado pela Microsoft Corporation, de conversação online através de mensagens instantâneas.14 O ICQ é um programa de comunicação instantânea pela Internet, pertencente à companhia Digital Sky Technologies, A sigla "ICQ" é umacrónimo baseado na pronúncia de “I Seek You”, que em português significa "eu procuro-te" (Wikipédia).15 Short Message Service, significando em português “serviço de mensagens curtas.16 Multimedia Messaging Service, é um serviço de envio de mensagens que incluam conteúdo multimédia de e para telemóveis.17 Management Learning System. Tratam-se de plataformas virtuais nas quais as actividades de EAD são fundamentalmente assíncronas. ESEF / ESTF – 2010
  13. 13. O B-Learning no Contexto da EAD 12 Os grupos de discussão e o correio electrónico são ferramentas assíncronas quetambém podem ser utilizadas com grande vantagem para a aprendizagem. Com efeito, atravésdos grupos de discussão (Newsgroup) é possível partilhar informações entre os participantes,debater assuntos temáticos, etc., do mesmo modo que através do correio electrónico podemser trocadas mensagens ou enviados trabalhos em anexo, em ambos os casos com osparticipantes a poderem trocar informações de acordo com a sua disponibilidade de tempo. Os IRC18 e a videoconferência são duas ferramentas síncronas que também podem serutilizadas. No primeiro caso, os participantes podem ter acesso imediato ao que cada umescreve na janela do programa utilizado e, no segundo caso, tratando-se de uma ferramentamultimédia por excelência, os participantes podem não só aceder imediatamente ao que cadaum escreve, como todos se podem ver e ouvir em simultâneo. Tal como para qualquer outro processo de ensino/aprendizagem, para o êxito daaprendizagem através da EAD online, a planificação é um dos aspectos consideradosfundamentais. Planificação que, no b-Learning, como salienta Moran (2007, in: Ferreira,2010, p. 97), não deve ser direccionada para dar tudo feito ao aluno, pois embora desse modopossa facilitar a compreensão das matérias, transfere para o aluno/formando o conhecimentocomo um produto acabado. Assim, no b-Learning, a “principal preocupação” da planificaçãodeve de ser a de garantir que a interactividade com os conteúdos, a interactividade entrecolegas e a interactividade com o professor19, sejam dinamizadas no seio da comunidade quese pretende fazer emergir através do trabalho colaborativo. Conclusões A aprendizagem online é um novo domínio de aprendizagem no qual, como salientaHarasim (p. 62), através da relevância que é dada à interacção entre os seus intervenientes, fazcom que educadores e alunos se empenhem “mais facilmente, mais frequentemente e talvezde forma mais eficaz nas actividades da aprendizagem”, desenvolvendo, desse modo, “formasqualitativamente novas e diferentes de interacções educativas”. No seu contexto, como salienta Ferreira (2010, p. 155), “o b-Learning apresenta-secomo uma significativa mudança nas estratégias de ensino, afigurando-se como um processobastante equilibrado de utilização de técnicas activas de aprendizagem numa sala de aulanormal (tradicional) associadas a uma «presença» virtual na Web.” No entanto, como também18 O Internet Relay Chat é um protocolo de comunicação utilizado na Internet, servindo fundamentalmente para conversações online(chat) e para a troca de ficheiros.19 Três tipos de interactividade de Moore (1989), in: Mateus Filipe e Orvalho (2004, p. 220). ESEF / ESTF – 2010
  14. 14. O B-Learning no Contexto da EAD 13refere Harasim (p. 62), para se poder tirar proveito do potencial deste novo domíniorelativamente às opções e oportunidades educacionais, é preciso que este seja encarado numaperspectiva distinta da mentalidade de ensino tradicional, ou seja, deve ser concebida numaperspectiva construtivista do desenvolvimento do conhecimento. Sem a pretensão de responder a todas as questões abordados no presente artigo, damosparticular atenção às interrogações de Wallace (2003) que serviram como questões de partidapara o presente artigo, para a elaboração das seguintes ideias conclusivas: Nos resultados das investigações analisadas não se constata a verificação de efeitosnegativos na criação de comunidade online pela inclusão de sessões presenciais nos processosde aprendizagem. Aliás, algumas das limitações apontadas ao e-Learning (conhecimentomútuo e comunicação afectados pela falta de sinais visuais e auditivos entre os participantes,capacidade de crítica mútua e de aprofundamento dos temas insuficientes, dificuldades decertificação da avaliação, etc., sobretudo decorrentes do isolamento físico dos participantes,podem mesmo ser minimizadas com a combinação das sessões online com sessões em que osparticipantes interagem em presença. Presumimos, assim, que esta combinação reforça osentimento de comunidade, daí resultando melhorias nos resultados da aprendizagem. Apesar das sessões presenciais poderem suprir algumas limitações das sessões online,sejam em relação à compreensão e reflexão sobre os conteúdos seja sobre a avaliação daaprendizagem, são de ter em consideração as sugestões que apontam no sentido de osestudantes deverem mostrar “evidências de compreensão através de feedback escrito”(Makitalo, 2007, in: Wallace, 2003), bem como de apoiarem os colegas através das suasrespostas. Para tal, é necessário que se cumpram alguns requisitos considerados vitais para osucesso das aprendizagens, entre os quais a aceitação pelos sujeitos da aprendizagem dasregras básicas de funcionamento da EAD online (e-Learning e b-Learning), a vontade deserem sujeitos activos da construção dos seus conhecimentos e o domínio necessário dastecnologias envolvidas no processo. No sentido de estabelecer controlos de acesso e de organizar as etapas deaprendizagem, é importante a sugestão de Manuel Moran (2010) de se combinarem ambientesmais formais com outros informais como os proporcionados, por exemplo, pelas tecnologias ESEF / ESTF – 2010
  15. 15. O B-Learning no Contexto da EAD 14Moodle20, permitindo assim, desde que efectuada de forma integrada, “a necessáriaorganização dos processos com a flexibilidade da adaptação ao perfil de cada aluno.” Atendendo ao papel crucial desempenhado pelo professor/formador na educaçãoonline, como organizador, dinamizador e orientador do processo de aprendizagem, éfundamental que no desempenho deste papel seja o facilitador do debate pragmático capaz deconstruir a comunidade e de cultivar o respeito e a fundamentação das contribuições que sãodadas para o debate. A facilidade de acesso dos estudantes ao professor/formador e a rapidez dos seusfeedbacks às questões colocadas constituem outros aspectos considerados de capitalimportância para que haja sucesso nas interacções que são necessárias implementar paragarantir o êxito da aprendizagem. No sentido de melhorar a organização produtiva das actividades colaborativas esempre que há necessidade de tomar decisões, é também pertinente a sugestão de realizarconferências síncronas por computador (Harasim, p. 61). A educação online nas suas vertentes e-Learning ou b-Learning é uma realidade cheiade oportunidades e potencialidades que está cada vez mais na ordem do dia, mas requer, parao seu bom aproveitamento, medidas de estudo e de investigação, bem como de investimentosque não podem ser só materiais, mas também de criação de novas mentalidades que sejamcapazes de compreender e de actuar no novo paradigma de construção do conhecimentoiniciado com as novas tecnologias comunicacionais. Como defende García-Valcárcel (2009, in: Ferreira, 2010, p. 84), a aplicação dasnovas tecnologias aos processos de ensino/aprendizagem e, concretamente, aos modelosactuais da EAD, obriga a que se operem mudanças culturais nas organizações e a que serepense os modelos e estratégias utilizados até agora pelos professores/formadores. Implica também que se propiciem aos professores/formadores as condiçõesnecessárias para poderem cumprir com as exigências destas novas modalidades deaprendizagem, as quais obrigam a um “elevado esforço de trabalho multidisciplinar (…) paraplanear, desenhar e produzir os conteúdos de um curso”, bem como o dispêndio de maistempo e de outros recursos na formação tecnológica para optimizar a pedagogia com osavanços tecnológicos (Ferreira, 2010, p. 164).20 Modular Object-Oriented Dinamic Learning. Trata-se de uma plataforma de distribuição gratuita e de software livre (Open Source). Alicença General Public License – GNU, significa que a MOODLE apesar de ter direitos de autor permite, contudo, que se possa copiar,modificar e usar desde que se permita que terceiros consultem e usem o código fonte. ESEF / ESTF – 2010
  16. 16. O B-Learning no Contexto da EAD 15 Como salienta J. Moran (2010), para que se possa elevar a qualidade da aprendizagemà altura dos recursos e das necessidades do mundo actual, é fundamental “conectar todos osespaços e elaborar políticas de capacitação dos professores, gestores, funcionários e alunospara a inserção das tecnologias no ensino de forma inovadora, coerente e enriquecedora”. Referências bibliográficasAlves, G. (2007). Ensino a Distância: Uma Realidade? Obtido em 17 de 08 de 2010, de e-Learning Brasil: http://www.elearningbrasil.com.br/home/artigos/artigos.asp?id=4710Azevedo, W. (s.d.). Pioneiros da Educaçã Online: O que eles têm a nos ensinar. Obtido dehttp://repositorioaberto.univ-ab.pt/bitstream/10400.2/152/1/Revista-Discursos103-110-pdfCação, Rosário e P. Dias (2003). INTRODUÇÃO AO E-LEARNING. Lisboa: SociedadePortuguesa de Inovação. Obtido em 18 de 09 de 2010 dehttp://www.spi.pt/madilearning/manual1/IntroducaoaoeLearning-formando.pdfCosta, R. C. (s.d.). O Tutor Online na EAD: Perfil, atribuições e Importância. Obtido em 18de 07 de 2010, de Global MBQ Online: http://www.scibd.com/doc/3898131/O-TUTOR-ONLINE-NA-EADCoutinho, L. M. (27 de 09 de 2007). Resenha do Livro "Educação a Distância: AlgumasConsiderações". Obtido em 28 de 07 de 2010, de ABED - Associação Brasileira de EDucaçãoa Distância: http://www2.abed.org.br/visualizaDocumento.asp?Documento_ID=199e-Learning: aspectos motivacionais. (s.d.). Obtido em 29 de 08 de 2010, de e-Learning Brasil:www.elearningbrasil.com.br/pesquisa/resultados/pesq_result_89.aspFigueiredo, M. (2009). e-Learning no Ensino Superior: Competências em TIC e papéis paraformadores e formandos. Revista OnLine Medi@ções , 1.Filipe, Mateus e J. Orvalho. Blended-Learning e Aprendizagem Colaborativa no EnsinoSuperior. VII Congresso Iberoamericano de Informática Educativa. Obtido em 15 de 09 de2010, de http://www.niee.ufrgs.br/eventos/RIBIE/2004/comunicacao/com216-225.pdfGarcía-Valcárcel (2009).Harasim, L. (s.d.). Educação On-Line: Um Novo Domínio. Obtido em 27 de 06 de 2010, dehttp://web.archive.org/web/20030412061455/icdl.open.ac.uk/literaturestore/mindweave/chap4.htmlMensurando os resultados obtidos com o e-Learning. (s.d.). Obtido em 28 de 08 de 2010, dee-Learning Brasil : http://www.elearning.com.br/pesquisa/resultados/pesq_result_96.aspMoore, M. G. (1989). Three types of interaction. American Jornal of Distance Education,3(3), pp. 1-6.Morais, Nídia (2008). b-Learning: impacto no desenvolvimento de competências no ensinosuperior politécnico. Revista de Estudos Politécnicos Polytechnical Studies Review, Vol VI, nº9. Obtido em 24 de 09 de 2010 de http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/tek/n9/n9a10.pdfMoran, J. M. (25 de 05 de 2010). A distância e o presencial cada vez mais próximos. Obtidoem 20 de 06 de 2010, de Folha Dirigida - Educação a Distância:http://ead.folhadirigida.com.br/?p=2343Moran, J. M. (25 de Maio de 2010). A distância e o presencial cada vez mais próximos. (P.Chico, Entrevistador) ESEF / ESTF – 2010
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