Gestão de web sites
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Gestão web sites - visão para além das questões técnicas

  1. 1. Gestão de web sites
  2. 2. Gestão de web sites Página 2 Desenvolvimento do Web site comercial na óptica do gestor Pesquisa de mercado Escolha do produto Concorrência Avaliação interna Mercado alvo Business Model Estratégia Construção do site Divulgação do site Manutenção
  3. 3. Gestão de web sites Página 31. Pesquisa de Mercado  Todo negócio começa com a pesquisa de mercado. Da mesma forma, o e-business tem início com o estudo da situação actual do mercado nessa área e o questionamento sobre as suas possibilidades futuras.  O objectivo desta etapa de pesquisa é tentar traçar uma visão geral do assunto, compreender a análise da situação actual do e-business no país e assim tentar prever em qual direcção ele irá se desenvolver.  Para a pesquisa de mercado, é preciso antes conhecer os aspectos mais importantes da Internet, o perfil dos utilizadores da Internet. As suas particularidades são preciosas informações sobre o perfil do mercado a ser trabalhado.DICAS PARA A PESQUISA DE MERCADO:  Sem a compreensão da Internet, o sucesso é impossível.  Antes de tudo, é prioritário ter o domínio da Internet; saber as suas qualidades e como gerar negócios através delas. Não é preciso conhecer em detalhes as linguagens TCP/IP, HTML e Javascript e como implementá-las! O importante é saber o que pode ser feito com elas.  Não acreditar totalmente nas estatísticas sobre a Internet.  Normalmente, no primeiro contacto com a pesquisa de mercado, as referências obtidas são estatísticas e previsões de todos os tipos. Porém, estatísticas são apenas números. O importante é perceber as tendências que elas nos indicam e não os seus valores absolutos.  O mercado publicitário na Internet mostra um crescimento até duas vezes maior que o convencional. Mas nem todos os websites têm os lucros esperados com este negócio. Por exemplo, nos Estados Unidos 95% do total arrecadado com a publicidade são monopolizados por
  4. 4. Gestão de web sites Página 4 apenas 1% dos websites. Os 99% dos websites restantes continuam com apenas 5% da factura total.  O mercado de Internet português é diferente dos outros.  Existe a diferença de línguas.  A concentração de cibernautas e o estilo de vida são totalmente diferentes.  Além disso, o facto dos outros mercados serem bem sucedidos não é garantia de que ocorra o mesmo em nosso país.  As várias faixas etárias que formam o público de Internet obrigam à diversidade do negócio.  Diferenças na remuneração.EXEMPLO: Imaginemos, por exemplo, que o utilizador queira comprar uma casa. Para tanto, será preciso averiguar se existe um imóvel na região desejada e com preço acessível, informar-se sobre a situação das redondezas, verificar se o valor do imóvel tende a subir futuramente, bem como a possibilidade de empréstimo bancário para a compra, informar-se sobre a legislação imobiliária em vigor e quais as precauções a serem tomadas. Enfim, para esclarecer cada questão o utilizador precisará de todas as informações possíveis. Na maioria das vezes, é necessário percorrer várias imobiliárias para obter estas informações além de bancos para saber as condições de financiamento oferecidas por cada um, sem esquecer das consultas aos já moradores da região para precaver-se de alguma compra mal-sucedida. Tudo isto, sem dúvida, é um árduo trabalho. É possível, então, organizar um mercado com novos paradigmas reunindo e reconfigurando diversas actividades em função do consumidor.
  5. 5. Gestão de web sites Página 52. Escolha de Produto  Compreendido o panorama geral e a configuração actual do mercado na área da Internet, o próximo passo é a escolha do produto para o negócio.  Na escolha do produto, é recomendável pensar em algo que se adapte às particularidades da Internet porque o utilizador não terá condições de fazer a sua escolha ao vivo, usando os seus atributos sensoriais. Pensar em um produto que não tenha conflito com esta limitação.PRODUTOS ADEQUADOS PARA A INTERNET E SUAS RESPECTIVASCARACTERIZAÇÕES: Produtos informativos e afins  Artigos resultantes de diversas formas de transmissão de dados e informações, como exemplo, publicações, CDs, fitas de vídeo, acções, seguros, automóveis, artigos electrónicos, etc. Produtos bem conceituados  Produtos com marca reconhecida, como por exemplo objectos de design. Produtos de informática  Hardware e software, como processadores, impressoras e outros periféricos, programas e aplicativos, etc. Produtos digitais  Produtos configurados digitalmente e que são transmissíveis pela rede como música, imagens, textos electrónicos, etc. Serviços/ produtos com validade limitada  Produtos desfrutáveis apenas dentro de prazo pré-estabelecido como passagens aéreas, ingressos antecipados, estadias em hotéis, etc.
  6. 6. Gestão de web sites Página 6DICAS PARA A ESCOLHA DO PRODUTO  Actualmente, não existe um "novo produto" na Internet Feita a pré-selecção do produto verifica-se se o mesmo já é oferecido na internet. Caso não esteja, ou é um projecto pioneiro ou outras pessoas já tiveram a mesma ideia, mas desistiram por falta de mercado.  Escolher um produto sobre o qual se domine Um erro cometido com frequência é a escolha por um determinado produto porque os outros também optaram ou porque é algo famoso e bem conceituado. Dirigir um negócio que não se domine está destinado ao fracasso O que os negócios bem sucedidos na Internet têm demonstrado e têm em comum é o domínio completo não só dos seus respectivos produtos, mas também dos assuntos relacionados.  Escolher um produto que gere informação O mais importante no e-business é saber lidar com as informações. Para estimular a venda de um só livro, livrarias virtuais como a Amazon dispõem no seu site mais informações para seduzir o cliente - dados como índice, comentário de críticos, opinião dos leitores, cotação de vendas entre outros - que têm atraído grande interesse do público. O produto é importante. Mais importante, ainda, é como fazer o negócio. A escolha do produto é, obviamente, importante. Já existem produtos propícios para o e-business como publicações, CDs, computadores e softwares. Um aspecto a ser considerado neste momento é que o sucesso da Amazon não dependeu da escolha do livro como seu produto e sim da capacidade de se servir da Internet como ferramenta de trabalho e realizar os seus negócios eficientemente.
  7. 7. Gestão de web sites Página 7 No início do desenvolvimento do mercado de Internet, a escolha do produto era a questão mais importante e essencial. Actualmente, porém, a maior preocupação é transformar o produto escolhido em uma fonte geradora de negócios lucrativos. Por outras palavras, a chave para o sucesso do e- business no mercado actual, que alcançou um certo patamar de desenvolvimento, depende mais da questão "como fazer?" do que "o que escolher?"
  8. 8. Gestão de web sites Página 83. Análise da Concorrência  Após a pesquisa de mercado e a escolha do produto a ser comercializado, a etapa seguinte é analisar a concorrência.  A análise da concorrência virtual pode até ser mais fácil que a do mundo real já que, na Internet, tudo está à disposição.  O objectivo na análise da concorrência é "descobrir os pontos fracos sob o ponto de vista do cliente". Verificar se o cliente encontra alguma dificuldade durante a navegação, quais e como os itens são oferecidos, e assim, descobrir todos os potenciais pontos fracos.DICAS PARA A ANÁLISE DA CONCORRÊNCIA  Descobrir e analisar todas as concorrências possíveis Ao fazer uma investigação sobre um determinado produto surgem inúmeras informações, por isso é importante analisar o maior número de sites da concorrência. Pode-se dizer que o que se observa actualmente são diversas ideias e modelos ainda em fase de experimentação. Se olharmos os sites existentes, podemos perceber que além das eventuais semelhanças, existem traços que caracterizam e diferenciam um do outro.  Pesquise a fundo o website de cada concorrente Geralmente, ao se julgar um site, são considerados os seguintes itens: 1. Conteúdo 2. Comunidade 3. Comércio 4. Personalização 5. Comunicação 6. Conveniência 7. Navegação
  9. 9. Gestão de web sites Página 9 8. Webdesign  A análise da concorrência deve ser feita infinitamente Surgem na Internet, a cada instante, centenas de websites novos. Os concorrentes virtuais directos, obviamente, devem ser sempre analisados. Não esquecer que os sites concorrentes devem ser verificados constantemente já que os negócios virtuais em expansão estão sujeitos a constantes mudanças.
  10. 10. Gestão de web sites Página 104. Avaliação Interna  Terminada a análise da concorrência, o próximo passo é o auto- conhecimento. É preciso estar suficientemente informado e em condições de fazer a diferença em relação à concorrência.  Colocar as seguintes questões para a auto-avaliação.  O conteúdo do produto está, qualitativa e quantitativamente, apto para superar o da a concorrência?  Pelo menos, em um dos 4P (Price, Product, Place, Promotion: Preço, Produto, Ponto, Promoção) do marketing mix de produto conseguirá superar o dos outros?  Conseguirá satisfazer os clientes?  Qual é o limite de investimento?  Existe profissionais qualificados em Internet?DICAS PARA A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE INTERNA  Faça, friamente, uma avaliação Geralmente, ao se fazer a avaliação da capacidade interna, acontecem muitas distorções.  Com uma única arma já é suficiente Não é qualquer um que consegue criar, todos os dias, um website consistente como o Sapo, entre outros. Para tanto, são necessários altos gastos e investimentos. Não é fácil oferecer soluções com conteúdo e de acordo com o gosto de cada cliente, disponível apenas em sites como a Amazon, que possui 4 milhões de livros disponíveis. O site do A1books não se compara ao conteúdo e porte do Amazon, mas o mesmo livro encontrado neste último é oferecido, pelo outro, por um preço
  11. 11. Gestão de web sites Página 11 bem mais barato. Isto porque o A1books não dispõe de um conteúdo e nem de software’s personalizados que justifiquem os preços dos seus produtos. E assim, com base nos preços oferecidos, esta empresa está firme no mercado. Isso mostra que, com uma única força competitiva, é capaz de realizar o negócio.  O mais importante é o quanto existe dedicação própria ao e- business Nem todos descobrem o caminho do ouro! Isto quer dizer que, embora existam empresas virtuais que conseguiram acumular fortunas, a grande maioria vê o fracasso. O importante é não ter medo dele!
  12. 12. Gestão de web sites Página 125. Seleccionar o Mercado Alvo  Escolhido o produto e feita a auto-avaliação da capacidade em relação à concorrência, o próximo passo é saber qual o mercado-alvo a ser conquistado especificamente.  Seleccionar o mercado-alvo é definir o público e as áreas a ser atingidos pelo negócio.  Conhecendo a personalidade do cliente e do mercado, pode-se definir uma metodologia mais adequada para conciliar o modelo de e- business com o marketing.  A escolha do mercado-alvo baseia-se na utilidade do seu produto, na segmentação do público interessado, no potencial mercado a longo prazo e na manutenção da competitividade em relação a outros websites.DICAS PARA A SELECÇÃO DO MERCADO-ALVO  Não esquecer o mundo real Seleccionar o seu mercado-alvo, levando em conta a possibilidade de transferência do mercado real, já existente, para o virtual. No e-business, a expansão a partir de um mercado existente é fundamental.  Fazer uma avaliação clara e absoluta daquilo que possa, ou não, ser bem feito No e-business, o capital inicial e as despesas para as instalações de apoio são baixos. Pode-se dizer que de posse do know-how e da ideia, qualquer um é capaz de se aventurar por esse território. Considerar tanto aqueles que já estão no negócio como os que estão prestes a entrar no ramo.  Pensar no cliente ao definir o mercado, e não na mercadoria
  13. 13. Gestão de web sites Página 13 A melhor estratégia consiste na definição do mercado-alvo em função das necessidades do consumidor. Assim, quando este já estiver fiel, além dos actuais produtos/serviços, continuará a comprar as futuras novas ofertas. O Amazon começou oferecendo apenas produtos editoriais. Porém, com a inclusão de CDs, está agora entre as lideranças do mercado fonográfico.  Não ignorar totalmente o mercado não-alvo A Internet é imediata. Ao inaugurar um website, ele será visitado por todos, sem nenhuma restrição. E qualquer um deles poderá vir a fazer parte do leque de clientes.
  14. 14. Gestão de web sites Página 146. Planear o Business Model  Definido o mercado-alvo, seguimos para o planeamento do modelo de negócio.  Planejar um modelo de negócio é "projectar o modo como será oferecido o produto ou serviço ao cliente e, consequentemente, prever os ganhos". o Portais como Yahoo e Altavista oferecem gratuitamente serviços de busca, e-mail, notícias e cotações da bolsa, mas cobram pela publicidade. Na melhor das hipóteses, embora lucrem com os serviços de comercialização das mercadorias oferecidas pelas lojas virtuais, a renda maior vem dos serviços publicitários. o O Amazon incluiu mais atractivos (opiniões, artigos, comparações,...) referentes a publicações e CDs e, assim, passou a aumentar o valor das mercadorias. o A Dell, fabricante de PCs que recebe pedidos directamente do consumidor via Internet, incluindo-se até mesmo modelos diferenciados, cresceu rapidamente. o Geralmente, em vez de um ou outro modelo de e-business, vários deles são combinados e utilizados. Como exemplo, podemos citar o portal Sapo que, expandindo os seus vários modelos de serviços ao mesmo tempo, como o de busca, venda on-line, manutenção da comunidade e outros, também acumula diversos ganhos sobre a publicidade, a intermediação comercial, entre outros. Relacionando os modelos e a fonte de ganhos que possam ajudar no planeamento, ficaria como o quadro abaixo.Ramo de Negócios Fonte de Receita Comércio On-Line Receita pela Venda Serviço de Busca Comissão
  15. 15. Gestão de web sites Página 15 Comunidade Receita pela Propaganda Publicação Eletrônica (Notícias e PatrocínioInformações) Taxa de Registo ou Serviço de Contents (Conteúdos) Mensalidade Serviço de Anúncios On-Line Taxa de Assinatura Taxa de Uso  Mais que o modelo de e-business ou a fonte de ganhos, o importante é a maneira como se atrai clientes e vender os produtos ou serviços. A CDnow, para aumentar as vendas das publicações, disponibilizada amostra grátis de ficheiros de músicas para aumentar as vendas de CDs.DICAS PARA O PLANEAMENTO DO MODELO DE BUSINESS  A Internet tem um modelo de business próprio, diferente do mundo real A partir de um preço de passagem aérea especificado pelo cliente, os sites Priceline (http://www.priceline.com) procura uma empresa disposta a cobrir a quantia ofertada e, conseguindo, efectua a reserva. Pode-se dizer que é um modelo de empreendimento que aproveitou, e muito bem, a capacidade da Internet de conseguir conjugar, em um curto espaço de tempo, várias pessoas e/ou empresas. Nem sempre um avião viaja com os seus assentos lotados. Será que não é mais vantajoso para a empresa aérea, faltando pouco tempo para a saída do voo, conseguir vender, mesmo que a um preço mais baixo, as passagens ainda disponíveis? A Americanas.com (http://www.americanas.com) vende praticamente todas as suas mercadorias a preço de custo. O que esta empresa poderia fazer para aumentar os seus ganhos e continuar a crescer? A resposta é: ganho publicitário. De facto, este é um modelo de business que, com o grande número de pessoas visitando o site (aumento do número de acessos),
  16. 16. Gestão de web sites Página 16 atraídos pela fama do preço de custo, garante os ganhos com os anúncios publicitários independentes da venda em si de mercadorias. O aumento de ganhos, por meio da publicidade, é uma das características que só a Internet pode oferecer.  Planear sob o ponto de vista do cliente A Internet está do lado do cliente! É importante descobrir quais são seus interesses em relação ao produto a oferecer no início e saber oferecê-lo de uma maneira fácil e proveitosa. A seguir, são apresentados alguns itens para planear um modelo eficaz de business que tenha como núcleo o cliente. Imagine-se o caso de vender ténis na Internet. Nike, Reebok, Adidas e outras empresas comercializam na internet. Qual seria a opção mais eficaz de e-business do que aquela utilizada por eles? No site Roadrunnersports.com vende-se apenas ténis. Mas ele vende de uma forma diferente das empresas inicialmente citadas. Antes de oferecer o produto, são solicitados do cliente informações como sexo, peso, formato dos pés, o formato das solas gastas, a distância de corrida e assim por diante. Respondidas as várias perguntas, é oferecido um produto da marca mais apropriada. Este é um modelo de business bem idealizado que congrega várias empresas, oferecendo, sob a óptica do cliente, confortos para a escolha dos seus calçados. E serão estes modelos que tornarão o acto da compra uma actividade mais gratificante. Que tipo de site deve ser criado no ramo dos seguros? Várias empresas de seguros falam sobre a qualidade das suas ofertas. Porém, é difícil encontrar propostas adequadas às condições actuais e às possibilidades futuras do cliente. Solicitando dados como idade do cliente, forma actual de ganhos e condições de manutenção da renda, o tipo de seguro desejado e as razões, por exemplo, que tal oferecer um serviço de seguros à medida? O site InsWeb(www.insweb.com) oferece este tipo de serviços.
  17. 17. Gestão de web sites Página 177. Definir estratégias  Nesta etapa, é feita a escolha do plano básico a ser desenvolvido, tendo como objectivo a conquista de clientes.  Primeiro, é preciso configurar, de uma maneira adequada, a nova realidade estabelecida entre a internet e o cliente, assim como providenciar um meio de relacionamento contínuo.  Depois, são necessárias estratégias específicas derivadas dos 4Ps (Product, Price, Place, Promotion - Produto, Preço, Ponto e Promoção).  Deve-se, também, reconsiderar o produto e o serviço em função do mundo virtual, definir o preço final e elaborar um canal de comunicação.  Por fim, providenciar uma estrutura que se encarregue do anúncio e publicidade dos seus produtos e serviços e que faça o fortalecimento da sua marca.DICAS PARA ESTABELECER A ESTRATÉGIA DE MARKETING  Concentrar a acção no cliente capaz de dar lucros a longo prazo  Renovar os produtos e serviços com informações úteis que proporcionem a compra Na Internet, o valor dos produtos e serviços depende das informações oferecidas pelo site e delas depende a decisão de compra do utilizador. Se o produto ou serviço não é a prestação de informações em si, dados como a utilidade do produto comercializado, instruções de uso e diferença em relação a outros produtos são de extrema relevância.  Criar um produto individualizado
  18. 18. Gestão de web sites Página 18 A melhor maneira de satisfazer um cliente é fazer o que ele deseja. Igual postura deve ser adoptada para os produtos e serviços oferecidos. Na Internet, é possível não só colectar todas as informações á respeito dos clientes, como também oferecer outros serviços direccionados a um único cliente.  Elaborar um plano de preços descendentes de acordo com os negócios efectuados a longo prazo Se o preço for diminuído de acordo com o estreitamento do relacionamento comercial, o cliente não terá por que mudar para o site concorrente, mesmo que este ofereça valores mais baixos.  Estar sempre atento ao preço da concorrência É muito fácil comparar preços na Internet.  Pensar numa possível parceria comercial com outros sites Com um simples clique, um utilizador consegue navegar de um site para outro e trocar informações entre eles. Associando-se a um site que ofereça serviços ou informações que não disponha existe no site, é possível alcançar objectivos maiores.  Oferecer informações precisas e verdadeiras Se a precisão e a veracidade de suas informações não forem cuidadas, a credibilidade será denunciada.
  19. 19. Gestão de web sites Página 198. Construir o site  Durante a construção, é necessário planear a produção do conteúdo, processamento, testes e outros preparativos para que o modelo de business e a estratégia de marketing possam ser devidamente expressados por meio do website.  A construção não consiste na elaboração e lançamento de uma simples página na Internet. É preciso pensar em um site com arquitectura e fluxos de navegação fáceis de ser compreendidos, com design arrojado e downloads rápidos.DICAS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM WEBSITE  Iniciar a construção do website somente após várias consultas aos clientes O sucesso ou fracasso do negócio dependerá das informações, serviços oferecidos e do nível de satisfação conquistado. Portanto, é importante manter o canal sempre aberto para o consumidor.  Não solicitar a construção do site a um analista de informações O website é um trabalho que não pertence à área estratégica de sistemas de informação. Mas é um item que exige a participação dos profissionais de marketing e da área comercial para a sua formulação. Em cada página, são usados textos e gráficos. Para tal, são necessários profissionais de edição e de design. Também é necessária a presença de um director que lidere o trabalho conjunto dos profissionais de marketing, edição, departamento comercial, designers e analistas de informações.  Oferecer muita informação no próprio site Se a consistência depender muito de links com outros sites que não sejam os de mecanismos de busca, directórios ou portais a actualização e
  20. 20. Gestão de web sites Página 20 controle torna-se mais difícil. Sem falar nas frustrações causadas por links mal-sucedidos.  Não usar palavras com a validade comprometida A inclusão de dados que tenham validade limitada requer actualizações e cuidados constantes. Com o aumento do tamanho do site, páginas com este tipo de informações acabam por ser muito pouco acedidas. Em vez de palavras como "ontem", "outro dia", "ano passado", "este ano" e outras, são preferíveis expressões mais precisas como "15 de julho de 1999", o que auxilia também a manutenção.  Desenhar o site de forma que o utilizador consiga visualizar os links e conteúdos com facilidade A arquitectura e a estruturação do menu não são questões pertinentes ao âmbito das informações em si, mas são itens importantes na percepção e compreensão do website. A arquitectura deve ser elaborada de tal forma que o utilizador consiga procurar sistematicamente as informações desejadas, assim a estruturação do menu permitirá que o utilizador se oriente durante a navegação e esteja ciente da sua localização. A arquitectura e a estrutura do menu são itens importantes na avaliação qualitativa do website.  Elaborar a estrutura de navegação de acordo com a caminho do utilizador A elaboração de um cenário onde o utilizador pudesse traçar a sua própria trajectória de uso.  Não utilizar gráficos, animações e multimédia aleatoriamente Nem todos possuem ligação rápida com a Internet ou serviços on-line. Sites com downloads demorados, dificilmente atrairão de novo os visitantes que porventura já tenham tentado acede-los. O uso de gráficos, animações
  21. 21. Gestão de web sites Página 21 e multimédia são as causas de downloads demorados. Por isso, é melhor restringir o uso dos mesmos a situações de estrita necessidade. No caso do site Yahoo. Desde o seu início, a elaboração de suas páginas restringe-se a textos, em função da velocidade dos downloads. No início da Internet, gráficos e animações “mirabolantes” enfeitaram as webpages. No entanto, mesmo com a evolução das transmissões em rede, os melhores sites controlam o uso de recursos gráficos para poder garantir a alta velocidade de seus downloads.  Manter o browser com as suas funções básicas Se possível, evitar usar aplicativos que precisem de Java-script, Java-apllet e Plug-in. Cada browser possui particularidades especiais que os diferenciam e, dependendo da configuração do PC do cliente, podem causar erros. No caso de se precisar do Plug-in, o cliente deve receber separadamente o ficheiro por download e instalá-lo. Este é um procedimento complicado e, por vezes, difícil para alguns utilizadores. O download de ficheiros é motivo de preocupação para alguns utilizadores, já que podem conter vírus de todo tipo.  Utilizar o modelo testado com todos os browsers, no mínimo, as versões Netscape 4.0 e Explorer 4.0 Uma das irritações do utilizador, durante a sua visita ao site, dá-se quando surge um erro e prejudica o acesso ao serviço. Por isso, após a construção, devem ser feitos testes com todos os browsers possíveis.  Verificar sempre se os links estão correctos Se os links do site não funcionarem, as pessoas não só se sentirão irritadas, como também perderão a credibilidade. Portanto, é preciso verificar, mais uma vez, o funcionamento de todos os links.
  22. 22. Gestão de web sites Página 229. Divulgar o site  Após a construção do website, a próxima etapa é a divulgação!  As empresas e pessoas interessadas em divulgar os seus websites dispõem de outros meios, além da Internet. Os meios de divulgação utilizados são os que seguem abaixo: o Inscrição em mecanismos de busca ou directórios o Intercâmbio de links o Banners o Patrocínios o E-mail o Mailing list, news group o Brindes o Meios off-line o Coolsites o Sites de divulgaçãoDICAS PARA A DIVULGAÇÃO DO WEBSITE  Adoptar de 15 a 20 palavras-chave que possam representar o website e outras 2 ou 3 essenciais para iniciar a divulgação Para realizar uma boa divulgação, é necessário ter precisão e objectividade. Usando uma palavra-chave resumida, capaz de transmitir toda a essência do website ao cliente, é possível alcançar uma maior eficiência nessa publicidade. A estratégia das palavras-chaves também se presta para manter o alto nível de resultados obtidos nos mecanismos de pesquisa. Estas são importantes fontes de geração de tráfegos na web. Aliás, são os sites de pequeno e médio porte que se utilizam este recurso para encontrar uma boa colocação nos resultados de busca.
  23. 23. Gestão de web sites Página 23 No caso de não dispor de orçamento suficiente para divulgações virtuais como banners ou patrocínios e mesmo por meios off-line como televisão, jornais e revistas, servir-se da optimização dos mecanismos de pesquisa é a solução mais adequada.  Gerir os links do site expostos em outros sites É levado a crer que a exposição de alguns links em outros sites contribui para o aumento do tráfego na Internet. Em caso de mudança, não poupar esforços para avisar ao site expositor do link.  Após identificar bem as características dos clientes interessados em visitar continuamente o site, dirigir a publicidade para eles A conquista de mais um visitante é um trabalho que requer tempo e investimento. Se ele não voltar mais, terá sido desperdício de recursos. As visitas contínuas são mais prováveis quando se desenvolve algum interesse.  Fazer publicidade em sites semelhantes Clientes de sites parecidos ou que complementem têm grande probabilidade de se interessarem pelo site. E ainda, o conteúdo dos outros poderá valorizar ainda mais no site  Faça uso dos meios off-line de divulgação A grande maioria da população ainda não tem Internet. Também é verdade que muitos ainda preferem obter informações via jornal, revista ou televisão, por exemplo.  Antes de colocar um banner, fazer uma análise prévia e cuidadosa sobre o tráfego, as características dos visitantes, percentagem de acessos, design e distribuição de banners no site onde será exposto
  24. 24. Gestão de web sites Página 24 O objectivo principal da divulgação é aumentar as visitas no website. Significa a visita e retorno do internauta, através do click no banner exposto em outro endereço. Escolher um site de divulgação baseado apenas no seu número de visitantes é desconhecer o funcionamento da publicidade na Internet. O núcleo da propaganda virtual está na capacidade de atingir o cliente. Se os clientes são profissionais femininos, com idade entre 20 a 30 anos, então deve-se fazer a divulgação nos sites que frequentam. Tomando como referência o CPM (Cost per Thousand Impression), o preço de divulgação num mecanismo de pesquisa é menor que o do feito num site com público seleccionado.  Terminada a actividade publicitária, verificar a variação do tráfego (ficheiros log) Para realizar uma propaganda eficiente e com baixo custo, é preciso ter um know-how à altura. Isso é possível de obter por meio de dados que retractem a influência que a actividade publicitária causa no tráfego de utilizadores.  Antes da divulgação, garantir a posse de informações ou serviços que favoreçam o retorno ao site Os clientes não voltarão se não encontrarem as informações ou serviços que eles precisam. Nesse caso, a divulgação realizada não será favorável. Para evitar isso, verificar primeiramente o site a divulgar será capaz de oferecer algo de significativo aos clientes.  Notificar os visitantes pouco frequentes sobre as mudanças no site Atrair clientes que, após uma temporada de visitas, tenham desaparecido por um longo período. Com isto, além de descobrir os problemas apresentados pelo site, ainda recordará um site que se haviam esquecido e que poderão voltar a aceder.
  25. 25. Gestão de web sites Página 2510. Manutenção do site  A manutenção do site é tão importante quanto a sua construção! Sem uma boa administração é difícil assegurar a continuidade das visitas.  As empresas e pessoas interessadas em divulgar os seus websites dispõem de outros meios, além da Internet. Os meios de divulgação utilizados são os que seguem abaixo:  A manutenção em três categorias: infra-estrutura, conteúdo e tráfego/vendas.  A infra-estrutura consiste na manutenção da linha de transmissão com o servidor a fim de que os serviços oferecidos possam ser feitos sem interrupção e em sua velocidade normal.  O conteúdo deve providenciar a oferta de novas informações e serviços via web, actualizar dados antigos e cuidar para o bom funcionamento dos links.  Por fim, tráfego/vendas consiste na verificação do tráfego de visitantes e variação nas vendas, confrontando com o marketing, construção e divulgação do site.DICAS PARA A MANUTENÇÃO DO WEBSITE  O tempo de queda do sistema para actualização dos conteúdos deve ser o mais curto possível Se o tempo de paralisação do serviço em casos de actualização for muito extenso, a captação de novos clientes ficará afectada. Caso contrário, interromper os serviços para efectuar o upgrade dos conteúdos no período de menor frequência.  Não ultrapassar os 30 segundos de tempo normal de download por parte dos clientes
  26. 26. Gestão de web sites Página 26 A velocidade de download das páginas é um dos detalhes que mais afecta o utilizador. E a única coisa que ele pode fazer enquanto acontece o download é esperar. A demora desse processo influencia na redução do número de visitas e até no tempo de permanência. Estimar sempre a variação do número de utilizadores e manter a velocidade adequada de download.  Divulgar as novas informações o mais rápido possível Transmissões antigas, preço anterior à mudança ou produtos cuja venda já tenha sido terminada são dados que, se permanecerem no site, abalam a credibilidade junto dos clientes. Surgindo novas informações ou mudanças, estas devem ser lançadas com a maior urgência.  Ter em atenção aos links quebrados A quebra dos links acarreta o fim do relacionamento entre o site e o utilizador  Reunir todos os dados possíveis sobre o tráfego de utilizadores e não hesitar em analisá-los O tráfego virtual é um óptimo indicador do sucesso do site e da maneira como o trabalho deve ser orientado. A análise dos horários de acesso dos clientes, da transmissão de páginas e da quantidade de clicks dados pelos utilizadores é um retorno importante para saber o que é preciso fazer.  Analisar os processos de compra realizados por meio de visitas Se se puder descobrir quais as informações apresentadas aos clientes antes de fazer a compra, talvez se possa descobrir um outro meio de vender mais os produtos. Reunindo os trajectos efectuados pelos clientes, será possível definir as informações que precisam ser reforçadas e os reparos necessários nos serviços e estruturas de navegação.
  27. 27. Gestão de web sites Página 27 Planear o Web site1. Vantagens e desvantagens da presença na web  24x7x365  Visibilidade  Excesso de lixo  Aumenta a lentidão da rede  ...2. O que é necessário para criar um Web Site  Endereço Os computadores são acedidos via IP Os utilizadores acedem através de um domain name O servidor de DNS é responsável por traduzir o domain name para o endereço IP Quando o utilizador digita o domain name, o browser contacta o servidor de DNS, que está configurado no seu PC, e o servidor de DNS devolve o IP, o browser envia um pedido para o computador proprietário do IP.  Hardware o Computador conectado à Internet o Router o Outros sistemas mais complexos, caso se queira um servidor com maior fiabilidade, segurança e rapidez. o ISP – Internet Service Provider  Software Web server software
  28. 28. Gestão de web sites Página 28 Responsável por receber um pedido e enviar a resposta. O ISP fornece o software, no caso de prendermos alugar um servidor.  Conteúdo  HTML  Webmaster3. Quais as regras do Webmaster  Coordenar o web site  Criar o web site  Postmaster são as pessoas responsáveis pela administração do email. De acordo com o Webmaster’s Guild a tarefa do webmaster é fazer o design, implementação e mater o web site.  O webmaster deve perceber e comunicar com os programadores, escritores, gestores,.... Mas num projecto grande os webmasters restringe-se à manutenção.4. Diferentes partes da URL  Uniform resource locator  Quando se adquire uma casa, esta tem um endereço., para poder ser enviada correspondência, saber onde encontrar o dono da casa. A URL serve para o mesmo efeito. 1. Protocolo http:// Presente no inicio da URL que indica que o Hipertext transfer protocol está presente na transferência. Ftp e Gopher são outros tipos de protocolos. 2. Host name
  29. 29. Gestão de web sites Página 29 Depois do protocolo, é necessário conhecer o nome do servidor, designado por host name. De notar que nem todos têm www. Um endereço poderá ser do tipo http://net.sapo.pt e é diferente de htt://www.sapo.pt. Ambos os endereço apontam para máquinas diferentes. Por outro lado, http://sapo.pt e http://www.sapo.pt “pode” redireccionar para a mesma máquina. 3. Domain name e sufixo O domain name é a secção da URL que é registada por uma organização, companhia ou pessoa que pretenda um anome, no caso português – nome.pt, é a FCCN, e para outro tipo de sufixo é a INTERNIC. Sapo.pt – o domain name é sapo e a entidade responsável pelo registo é a FCCN. As regras do registo na FCCN são diferentes da INTERNIC. Nesta, qualquer pessoa ou organização pode registar qualquer nome, no caso português, é necessário alguns requisitos, como o nome estar registado como empresa, ou outra a possuir marca de um produto, etc. 4. Path O server name e o domain name indica onde o site está localizado (servidor). Depois, é necessário especificar o caminho dos documentos no servidor.
  30. 30. Gestão de web sites Página 30DOMAIN NAMES1. Como criar um domínio?  FCCN – http://www.fccn.pt  INTERNIC – http://www.internic.com   Existe outras entidades denominadas registars, que têm a autorizadas para registar endereços nos domínios.2. Escolha do domain name  Tecnicamente não é necessário um domain name. Porquê? o Fácil de memorizar. o O mais próximo do conhecido nos meios tradicional. o Só é necessário lembrar ipb.pt e não 193.136.195.220  E se mudar o IP, muda-se o domain name? NÃO!  Apenas é necessário pedia à FCCN uma alteração do IP nos vários servidores de DNS. Mas se alterar o IP da página da escola apenas teria de comunicar o centro de comunicações do IPB.  IPB -> IPB.pt Inspolibraganca.pt Institulobraganca.pt3. E se o domain name está atribuído?
  31. 31. Gestão de web sites Página 31  Algumas empresas, pessoas, registam domínios com o fim de os venderem.  Soluções  Escolher outro  Comprar  Recorrer judicialmente se o nome de quem quer registar tem provas da sua pertença. Ex: Cocacola,com só pode pertencer à Coca Cola, e alguém que o tenha registado anteriormente é obrigado judicialmente a transferir sem custos para a Coca Cola.4. Como registar um domínio que não esteja atribuído  Portugal – FCCN .pt .net.pt ...  Internacional – Internic .com .org .net edu .gov  Requisitos necessários o Nome do domínio o Contacto do administrador
  32. 32. Gestão de web sites Página 32 o Contacto do técnico ou webmaster o IP e nome do domínio primário  Que valores? FCCN INTERNIC Consultar as várias tabelas de preços.
  33. 33. Gestão de web sites Página 33PLANEAR O SITE1. Que tipo de plano conduz ao sucesso  Alguns começam como simples hobbys ( www.yahoo.com) ou projectos e escola (www.sapo.pt).  Outros através de fores investimentos (www.iol.pt)  O que determina o sucesso?  Questões a colocar antes de... o Quem é a minha audiência? o Quais as características dos visitantes? o Que aspectos do site convidam os visitantes a permanecer ou a voltar? o Qual é o principal objectivo do site? o Como concretizo os objectivos?  Planear um site é como um negócio!  Os objectivos devem ser concisos e não gerais.2. Que aspectos atraem os visitantes e faz com que estes voltem?  Atractivo no aspecto gráfico.  Usar a tecnologia compatível com a maioria dos browsers dos visitantes.  Actualização corrente.  Providenciar conteúdo.  Dar aos visitantes aquilo que eles querem.  Rápido.
  34. 34. Gestão de web sites Página 34  Gratuito.3. O que é necessário para ter sucesso?  Conhecer o web server, (configurar, instalar, ...)  Capacidade para criar gráficos web.  Capacidade para escrever para a web, que é diferente do tipo de escrita de um jornal.  Design.  Capacidade de lidar com o HTML.  Administração e manutenção.  Experiência de programação.4. Como estruturar a construção do web site pela primeira vez Criar um calendário, e tentar atingir os objectivos de forma faseada. Construir de forma a permitir alterações na estratégia. Alguns web sites propõem um calendário dividido em 3 fases.  1ª Anuncio Construir a página de boas vindas com uma forma e contacto, para que algumas pessoas que por curiosidade pretendam verificar a existência da página da empresa, ou para reservar o nome  2ª Presença Página simples, mas esta deve providenciar informação útil ao visitante. Deve figurar o que é mais importante para o visitante, como os contactos, informações da empresa, seus produtos. Ou seja, uma página que não permite ou permite pouca interactividade entre a empresa e o visitante. Nesta fase começa-se por fazer a sua divulgação de forma mais persistente nos vários meios ao dispor.
  35. 35. Gestão de web sites Página 35  3ª Atrair Adicionar características que permitam atrair mais, e mais visitantes, e fazer com que os mesmos voltem a visitar a página. Atingir ao máximo os objectivos!5. Que regras usar no design e contrução do web site  Evitar o uso da tag <BLINK>. Simplesmente o visitante odeia, e faz com que este se distraia.  Incluir a tag “mailto” na pagina de entrada para o administrador do site. Porquê? É a primeira forma de contacto, sem necessidade de o visitante exercitar a sua capacidade de procura. Desta forma se existe qualquer problema, o visitante sabe instintivamente onde procurar o link para enviar o email às pessoas responsáveis.  Quando num formulário é pedido o email, deve-se incluir um campo onde o visitante indica se quer receber email não solicitado. Alguns visitantes odeiam receber os chamados “spams”.  Outro dos pontos a ter em consideração é incluir uma forma de o visitante remover o seu email, no caso de a página possuir um serviço de mailing list.  Evitar o uso de refresh. Só em situações que a isso obriga. O atributo REFRESH da tag <META>, com valor zero, implica que em alguns browsers o botão de BACK fica desabilitado.  Nunca abrir uma nova janela através de um hyperlink, que contenha páginas que estão inseridas no mesmo site. Já o inverso é recomendável.  Tentar estrutura a página de modo a evitar que os utilizadores façam o scroll horizontal.  Verificar sempre se os links estão bem redireccionados.
  36. 36. Gestão de web sites Página 36  Quando se move ou renomeia-se uma página, assegurar que a antiga página possui uma ligação com a nova página. REDIRECCIONAMENTO!  Incluir o tamanho dos ficheiros e respectiva data quando esses mesmos são descarregados (download).  Aspectos a considerarem na construção e respectiva análise do site: o Objectivo o Publico o Nível de linguagem o Idioma o Navegação o Tempo de leitura o Tempo de visualização o Browsers o Gráficos o Tipografia o Cores o Acessibilidade o Áudio o Vídeo o Hiperlinks o Iconografia o Identidade o Estrutura do design o Conteúdo o Interactividade o Animações o Imagens o Impressão em papel o Programação web
  37. 37. Gestão de web sites Página 37 o Normas do senso comum ou regras já implementadas e o utilizador já as apreendeu, que definem a forma como é implementado um site
  38. 38. Gestão de web sites Página 38 AcessibilidadeDirectivas para a acessibilidade do conteúdo da Web - 1.0Recomendação do W3C, de 5 de Maio de 19991. Objectivo  As presentes directivas explicam como tornar o conteúdo Web acessível a pessoas com deficiências. Destinam-se a todos os criadores de conteúdo Web (autores de páginas e criadores de sítios) e aos programadores de ferramentas para criação de conteúdo.  O principal objectivo destas directivas é promover a acessibilidade.  No entanto, fará também com que o conteúdo da Web se torne de mais fácil acesso para todos os utilizadores.  Irá ainda ajudar as pessoas a encontrarem informações na Web mais rapidamente.2. Utilizadores  Não ter a capacidade de ver, ouvir ou deslocar-se;  Ter dificuldade em ler ou compreender textos.  Não ter um teclado ou rato, ou não ser capazes de os utilizar.  Ter um ecrã que apenas apresenta texto, um ecrã de dimensões reduzidas ou uma ligação à Internet muito lenta.  Não falar ou compreender fluentemente a língua do documento.  Ter os olhos, os ouvidos ou as mãos ocupados
  39. 39. Gestão de web sites Página 39  Ter uma versão do navegador não habitual.  Os criadores de conteúdo têm de levar em conta estas diferentes situações, ao conceberem uma página para a Web!3. Temas da concepção para a acessibilidade As directivas abordam dois temas genéricos:  Assegurar uma transformação harmoniosa. o Separar a estrutura da apresentação. o Incluir texto interpretado por praticamente todos os dispositivos de navegação e por quase todos os utilizadores. o Criar documentos que cumpram a finalidade do áudio/vídeo. o Criar documentos que não dependam apenas de um tipo de equipamento, como o rato.  Tornar o conteúdo compreensível e navegável. o Linguagem clara. o Linguagem simples. o Meios compreensíveis de navegação.4. Níveis de prioridade  Prioridade 1 o Pontos que os criadores de conteúdo Web têm absolutamente de satisfazer. o Alguns utilizadores ficam impossibilitados.  Prioridade 2 o Pontos que os criadores de conteúdos na Web devem satisfazer. Alguns utilizadores têm dificuldades.  Prioridade 3 o Pontos que os criadores de conteúdos na Web podem satisfazer. o Alguns utilizadores têm algumas dificuldades.
  40. 40. Gestão de web sites Página 405. Conformidade  Nível de conformidade "A": foram satisfeitos todos os pontos de verificação de prioridade 1;  Nível de conformidade "Duplo A": foram satisfeitos todos os pontos de verificação de prioridades 1 e 2;  Nível de conformidade "Triplo A": foram satisfeitos todos os pontos de verificação de prioridades 1, 2 e 3.FORMATOS:  Formato 1: O título da directiva: "Web Content Accessibility Guidelines 1.0". O URI (Uniform Resource Identifier) da directiva: http://www.w3.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505 O nível de conformidade satisfeito: "A", "Duplo A" ou "Triplo A". O âmbito abrangido pela declaração de conformidade (por ex., página, sítio ou porção definida de um sítio). Exemplo do formato 1: Esta página está conforme ao documento do W3C "Web Content Accessibility Guidelines 1.0", disponível em http://www.w3.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505, de nível "Duplo A".  Formato 2. Incluir, um dos três símbolos fornecidos pelo W3C e estabelecer a ligação entre esse símbolo e a respectiva explicação do que representa essa declaração.
  41. 41. Gestão de web sites Página 416. Directivas para a acessibilidade do conteúdo da Web  Directiva 1 Fornecer alternativas ao conteúdo sonoro e visual. O fornecimento de equivalentes não textuais de texto é também benéfico para determinados utilizadores, especialmente para quem não lê ou tenha dificuldade em ler.  Directiva 2 Não recorrer apenas à cor. Assegurar a clareza do texto e dos elementos gráficos quando vistos sem cores.  Directiva 3 Utilizar correctamente anotações e folhas de estilo.  Directiva 4 Indicar claramente qual a língua utilizada. Utilizar anotações que facilitem a pronúncia e a interpretação de abreviaturas ou texto em língua estrangeira. Devem ainda fornecer a versão por extenso de quaisquer abreviaturas e acrónimos. Para além de ser um auxiliar precioso para as tecnologias de apoio, a anotação da língua permite que os motores de pesquisa procurem e identifiquem documentos numa dada língua.  Directiva 5 Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa.
  42. 42. Gestão de web sites Página 42 Assegurar que as tabelas têm as anotações necessárias para poderem ser transformadas harmoniosamente por navegadores acessíveis e outros agentes do utilizador.  Directiva 6 Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam transformadas harmoniosamente. Assegurar que as páginas são acessíveis mesmo quando as tecnologias mais recentes não forem suportadas ou tenham sido desactivadas.  Directiva 7 Assegurar o controlo do utilizador sobre as alterações temporais do conteúdo Assegurar a possibilidade de interrupção momentânea ou definitiva do movimento, intermitência, desfile ou actualização automática de objectos ou páginas.  Directiva 8 Assegurar a acessibilidade directa de interfaces do utilizador integradas. Assegurar que a interface do utilizador obedeça a princípios de concepção para a acessibilidade: acesso independente de dispositivos, operacionalidade pelo teclado, emissão automática de voz (verbalização), etc.  Directiva 9 Pautar a concepção pela independência face a dispositivos. Utilizar funções que permitam a activação de elementos de página por meio de uma grande variedade de dispositivos de entrada de comandos.  Directiva 10 Utilizar soluções de transição
  43. 43. Gestão de web sites Página 43 Utilizar soluções de acessibilidade transitórias, de modo a que as tecnologias de apoio e os navegadores mais antigos funcionem correctamente.  Directiva 11 Utilizar as tecnologias e as directivas do W3C Utilizar as tecnologias do W3C (de acordo com as especificações) e seguir as directivas de acessibilidade. Onde não seja possível utilizar tecnologia W3C, ou onde tal utilização produza materiais que não possam ser objecto de transformação harmoniosa, fornecer uma versão alternativa, acessível, do conteúdo.  Directiva 12 Fornecer contexto e orientações. Fornecer contexto e orientações para ajudar os utilizadores a compreenderem páginas ou elementos complexos.  Directiva 13 Fornecer mecanismos de navegação claros. Fornecer mecanismos de navegação coerentes e sistematizados -- informações de orientação, barras de navegação, um mapa de sítio, etc. -- para aumentar as probabilidades de uma pessoa encontrar o que procura num dado sítio.  Directiva 14 Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos. Assegurar a produção de documentos claros e simples, para que sejam mais fáceis de compreender.7. Validação
  44. 44. Gestão de web sites Página 44  Utilizar uma ferramenta de acessibilidade automatizada, e uma ferramenta de validação de navegadores.  Validar a sintaxe (por ex., HTML, XML, etc.).  Validar as folhas de estilo (por ex., CSS).  Utilizar um navegador só de texto ou um emulador.  Utilizar vários navegadores gráficos, com: o o som e os gráficos activos; o sem gráficos; o sem som; o sem rato; o sem carregar frames, programas interpretáveis, folhas de estilo ou applets.  Utilizar vários navegadores, antigos e recentes.  Utilizar um navegador de emissão automática de fala, um leitor de ecrã, software de ampliação, um ecrã de pequenas dimensões, etc.  Utilizar correctores ortográficos e gramaticais.  Verificar a clareza e a simplicidade.  Peça a pessoas com deficiências que revejam os documentos.
  45. 45. Gestão de web sites Página 45 Web Server1. Como é tratado a URL ou hyperlink que é introduzida no Web browser? 1. Convertido pelo DNS server para IP 2. Envia o pedido ao host 3. Se a página necessitar de processamento é chamado o intrepetrador. (asp, php, ...) 4. Envia o resultado do pedido para o web browser2. O que é melhor: Instalar um servidor ou procurar um ISP?  Instalar um servidor é uma opção que deve satisfazer as seguintes condições: o Contínua conexão à internet o Como manter a manutenção do web server o Criar um domain name o Web server software o Hardware o Apoio continuo Para grandes companhias não será má ideia. Mas para as pequenas e médias empresas? Mas se a requer uma configuração personalizada o web server? Existe várias soluções ao dispor: o Instalar nas suas próprias instalações o web server o Instalar o computador nas instalações do ISP o Encontrar um ISP para aluguer de espaço, com as configurações standard. Algumas dos serviços que um ISP deve oferecer:
  46. 46. Gestão de web sites Página 46 o 24 horas de monitorização o Update continua de software o Servidores pré-configurados o Conexões rápidas o Contas Dial-in o Endereços E-mails o Ficheiros LOG para análise das estatisticas Alguns ISP’s fornecem serviços especiais como: o Mecanismos de procura o Streaming audio o Bulletin boards Com pagamento extra!
  47. 47. Gestão de web sites Página 47ALOJAR NUM ISP1. Que características versus qualidade deve-se ter em consideração na escolha de um ISP?  Suporte Quanto tempo é necessário para um técnico resolver um dado problema? É razoável? Se existe problema, há forma de remotamente resolver o mesmo problema? Se o web server está em baixo, quanto tempo? O serviço de suporte é muito importante para que um ISP tenha o seu sucesso e o site do cliente tenha um acompanhamento eficaz.  Localização Fora ou dentro do país? Se surgir algum contratempo e necessitar de deslocação ás instalações? Depende dos custos?  Analisar os sites já alojados no ISP Comunicar com os webmasters de forma a obter a sua análise aos serviços do ISP.  Velocidade Que largura de banda usa? Número máximo de utilizadores que estão conectados por web server?  Custos extras E se exceder um dado limite na utilização de um serviço?  Segurança
  48. 48. Gestão de web sites Página 48 Que nível de segurança o servidor permite? Executa CGI? Permite ou não alterar as permissões?  Serviços extras E se mais tarde necessitar de outros serviços?  Relatório de estatísticas Alguns ISP´s oferecem este serviço, outros não. Mas no mínimo deve deixar aceder aos ficheiros log, ainda não analisados (em bruto).
  49. 49. Gestão de web sites Página 492. Que web server/plataforma utilizar?  Muitos ISP’s não oferecem escolha!  Alguns usam a plataforma LINUX como sistema operativo e o apache como web servers. Recentemente a Microsoft entrou na corrida lançando o NT e o IIS.  Uma solução personalizada é colocar o nosso servidor no ISP e configurar o mesmo de acordo com as nossas opções. Mas esta solução tem os seus custos.
  50. 50. Gestão de web sites Página 50CRIAR O PRÓPRIO HOST1. O que é necessário? 1. Rede para conexão à internet 2. Web software 3. Sistema operativo 4. Domain name server A conexão pode ser de 2 tipos:  Dial-up A conexão é criada entre o web server e a rede quando um elemento de multimédia é pedido a partir a partir o web server. Depois de algum tempo de inactividade a ligação é perdida.  Dedicated connection Existe um computador com acesso continuo à internet a servir como network access provider. Em algumas redes é incluída uma firewall, um domain server primário e secundário e uma linha dedicada (IP fixo).2. Que web server software escolher? É necessário um software capaz de responder aos pedidos por parte do browser. Deve-se ter em atenção que o web server trabalho sobre o sistema operativo o LINUX o Windows NT / 2000 o Macintosh
  51. 51. Gestão de web sites Página 51 O web server é responsável por receber um pedido, seja página html, gráficos ou cgi’s, e envia para o cliente o resultado formatado com o cabeçalho http.  Routers o Responsável pelo reencaminhamento de informação entre duas redes. Neste caso temos a rede interna (LAN) e a Internet.  DNS o É uma base de dados que tem associado o domain name e o ip. Algumas organizações têm o IP igual ao DNS. o O que na prática se faz é pedir uma linha dedicada à telecom e esta possui nas suas instalações o servidor de DNS e nas instalações do cliente o host. Portanto a rede será da TELECOM!
  52. 52. Gestão de web sites Página 52SELECCIONAR O WEB SERVER1. Que tipo de web server’s estão disponíveis no mercado? Existe web server’s para todos os gostos. Alguns necessitam de uma constante manutenção e outros são bastante eficientes. São listadas a seguir os principais factores que contribuem para a escolha do web server: o Velocidade o Conexão à base de dados o Ecommerce o Scripting2. Que plataforma escolher  Ao escolher o web server software determina ou especifica automaticamente a melhor plataforma, ou a única.  Instalar este tipo de software é mais complicado que instalar um software normal.  A maioria dos web server’s são desenhados tendo em conta um determinado SO. Portanto este software poderá ser optimizado para um dados SO.  Talvez seja melhor ideia escolher em primeiro lugar a plataforma.  Deve-se inventariar o número de utilizadores em simultâneo.  Por vezes escolhe-se a plataforma mais familiar.  Quando se escolhe um tipo de computador (host), Intel, Sun, HP, automaticamente estamos a condicionar a escolha da plataforma.
  53. 53. Gestão de web sites Página 53 Sistema operativo Web servers software BSD UNIX/Red Hat  Apache  Netscape  NCSA SOLARIS  Apache  Netscape SGI  Apache  Netscape  Web Force Windows NT  IIS  Netscape  Web Commander Macintosh  WebStar3. Parâmetros de analise do web server  Suporte  Segurança  Instalação  Administração  Requisitos  Performance4. Como testar o web server
  54. 54. Gestão de web sites Página 54 Finalmente chegou a hora de testar o servidor web. Se o web server não responde, tenta-se uma serie de testes para localizar o problema. Fazer o ping ao servidor usando o seu IP: ping 193.136.220.10 Se o pedido passa por uma firewwall, então poderá existir a hipotese de ser bloqueado. Fazer http://193.136.220.10, e se é recebido uma página indicando que não encontrou a página, então deve-se reconfigurar o web server software de modo a seleccionar de forma correcta o documento que é chamado por defeito. Deve-se verificar se ao digitarmos o domain name, IP associado está correcto. Caso exista erro, então o problema poderá ser do servidor de DNS primário, ou foi incorrectamente configurado junto da FCCN. Se o web server responde localmente mas para o exterior não existe sinal, então o problema reside na firewwall, que não permite que se aceda exteriormente ao web server. Para verificar se o primário DNS está em condições técnicas satisfatórias para receber uma delegação de domínio em .pt pode-se utilizar o avaliador técnico online disponível através do URL: http://www.dns.pt/aval- tec/dominio/avaliacao-tecnica-dominio.php3. Introduz-se o domain name e o IP do Servidor primário.
  55. 55. Gestão de web sites Página 55 Gestão do web serverLOCALIZAÇÃO DE FICHEIROS1. Como é relacionado a URL com a localização do ficheiro http://host.dominio.pt:porta/directoria/ficheiro Ficheiro1 Dominio.pt wwwRoot host DNS web Ficheiro2 INTERNET server server Ficheiro3 Directoria1 Host.dominio.pt/ficheiro1 Host.dominio.pt/ficheiro2 Host.dominio.pt/directoria/ficheiro3 Alguns URL incluem a porta, porque é diferente da 80, que é a que está configurada para o protocolo http.2. Como são referenciadas as directorias virtuais Para configurar uma directoria virtual é necessário conhecer o caminho da directoria e dar um nome ( alias name ), que associa à directoria.  IIS 1. Abrir o Internet Service Manager 2. Seleccionar WWW 3. Clicar no botão do rato e seleccionar a opção , adicionar directoria virtual 4. Introduzir um nome
  56. 56. Gestão de web sites Página 56 5. Seleccionar o directório 6. Escolher as permissões 7. Finalizar3. Especificar o documento por defeito Quando não é especificada na URL o ficheiro que é pedido o servidor envia o ficheiro que é configurado por defeito. Na maioria dos sites os ficheiros estão configurados com os ficheiros index.* e default.*  IIS 1. Abrir o Internet Service Manager 2. Seleccionar a directoria WWW 3. Deleccionar a directoria para configuração 4. Introduzir o nome do documento por defeito seleccionando o tab documentos. 5. Finalizar
  57. 57. Gestão de web sites Página 57CONFIGURAÇÃO DO WEB SERVER1. Como listar automaticamente as páginas de uma directoria  IIS 1. Abrir o Internet Service Manager 2. Seleccionar a directoria WWW 3. Seleccionar a directoria para configuração 4. Seleccionar “Directory Browsing Allowed” 5. Finalizar2. Como alterar a descrição das mensagens de erro Para tornar mais amigável e mais claro o problema e dar uma solução, torna-se conveniente alterar a descrição das mensagens de erro. As mensagens de erro são divididas em 3 partes: o Categoria o Código de erro o Descrição Podemos subdividir em várias categorias o conjunto de erros: o 1xx Informação o 2xx Sucesso o 3xx Redirecionamento o 4xx Client Error o 5xx Server Error Em alguns web servers software é possível personalizar a página de acordo com o tipo de erro.
  58. 58. Gestão de web sites Página 58ESTATISTICAS1. O que são os ficheiros LOG  Quando um site é visitado, um número de variáveis fazem parte do cabeçalho do pedido que o browser faz ao web server.  O web server necessita de saber o ip, por exemplo da máquina cliente para poder enviar a resposta.  Alguns cabeçalhos do pedido não são essenciais, quando não é enviada resposta para o cliente.  Algumas variáveis do cabeçalho são apenas utilizadas para fins estatísticos, sem interesse para o web server, mas importantes para o webmaster.  Todas estas váriáveis do cabeçalho são guardadas em um ficheiro LOG, que poderá ser uma base de dados, ou simplesmente um ficheiro texto.  Os ficheiros em formato texto, mais conhecidos são os seguintes: o NCSA httpd o Combined log format o Common log format o Microsoft’s standard format2. Que tipo de informação está guardada nos ficheiros LOG  Tamanho em bytes da linha URL, incluindo os parâmetros de entrada.  Tamanho em bytes do ficheiro enviado  IP do cliente  URL da página que é referencia a actual página
  59. 59. Gestão de web sites Página 59  Data e hora da visita  Nome do servidor  Tipo de operação ( GET, POST)  Parâmetros que são enviados em conjunto com a URL  Tempo de processamento da informação entre a chegada do pedido e o envio da resposta  IP do servidor  Protocolo usado (HTTP, FTP,...)  Código do status do serviço.  Nome do ficheiro pedido  Nome do utilizador  Nome do browser utilizado  Plataforma utilizada Com base nestas variáveis que são armazenadas nos ficheiros Log, o software de análise gera um relatório claro, de forma a poder responder a algumas perguntas. o Quantos IP´s diferentes visitaram o site na ultima semana? o Quantas páginas foram enviadas? o Quantas vezes é visualizado o banner da página index.htm? o Qual a página mais vista e a menos vista? o Que percentagem dos visitantes usam Netscape? o Que percentagem dos visitantes usam o sistema operativo Macintosh? o Quais são as páginas que fazem referencia ao site? o Quanto tempo permanece um dado visitante no site? o Qual a directoria mais visitada?
  60. 60. Gestão de web sites Página 60 As respostas a estas perguntas são baseadas em dados que podem estar incompletos, mas no entanto servem com o estimativa ao webmaster para este retirar as suas conclusões.3. Como o web server sabe o tipo de ficheiro pedido? Quando o ficheiro é enviado ao web server, é incluido no cabeçalho do ficheiro o “content-type” que ajuda o web server a determinar o conteúdo de cada ficheiro. O content-type define o tipo de MIME (multiporpose internet mail extensions), que permite ao web server ou o sistema operativo definir a aplicação ou o plug-in que deve ser usado para mostrar o conteúdo do ficheiro. São alguns dos exemplos os listados em seguida: o Content-type:text/html o Content-type:image/jpg o Content-type:image/gif
  61. 61. Gestão de web sites Página 61 Optimização da performance do servidor1. Como verificar se a performance é baixa  Apagar o cache do browser e aceder ao site a partir do exterior e interior, e fazendo comparações com outros sites do mesmo género.  Java, video, flash reduzem consideravelmente a performance.  Existe software que permite analisar a performance do servidor com diferentes inputs.  Factores de medição essenciais: tempo de resposta e número de utilizadores.2. Causas para a baixa performance  Conteúdo o Excesso de bytes! o Gráficos, imagens, applets, videos.  Ideal : 30 a 40 kb por página. o Microsoft´s site analyst gera um relatório detalhado acerca da página. o Diferentes utilizadores usam diferentes formas de acesso. Tipo de conexão Transferência 14.4 0.8-1.2 28.8 2.0-2.5 56K 4.4-5.2 ISDN 2.2-10.4 T1 40-144
  62. 62. Gestão de web sites Página 62 o As applets java são executadas na máquina cliente, o que implica que só aumentando a capacidade da máquina ou melhorando o browser aumenta-se a performance. o A maioria dos problemas são causados pelos CGI’s. Cada CGI requer um novo processo de cada vez que é chamado. o Técnicas que incrementam a performance dos CGI’s: o Optimizar a performance o Evitar o acesso ao disco ou à base de dados o Evitar o uso de grandes librarias  CPU o Muitos processos ► baixa a performance o Usar o Norton System Doctor que permite verificar o comportamento do CPU. o O CPU está sobrecarregado se está a ser usado acima dos 80%. o O sistema operativo pode ser capaz de optimizar se for usado vários processadores. o A solução é usar um processador mais eficaz; ou usar multiplos processadores.  Memória o A memória pode ser uma das causas da baixa performance, uma vez que alguns web servers usam a cache para armazenar o conteúdo dos ficheiros. Tornando-se mais rápido o acesso comparado com o acesso ao disco. o Se existir vários programas abertos, implica automaticamente mais memória ocupada. o Usam o System Tool para precisar quanta memória RAM o web server está a usar.  Disco o Se o web server trabalha com slots de RAM, somente necessita de aceder uma única vez ao disco, ficando o conteúdo em disco
  63. 63. Gestão de web sites Página 63 para as próximas vezes armazenado na cache, aumentando consideravelmente a performance do servidor. o Os ficheiros LOG reduzem qa performance, sendo a solução, retirar os ficheiros LOG ou então, não ser tão radical, e retirar algumas variáveis. o Usar os discos SCSI implica uma maior performance que o uso de discos IDE.  Configuração do servidor o Na mesma máquina incluir a base de dados, mail, web sites → + processos → baixa a performance o Directorias cujo o conteúdo é estático, e é configurado com a opção read e execute, implica a redução da performance. Deve-se incluir todos os CGI agrupados em uma directoria. o Quanto maior for o número de ficheiros na directoria menor é a performance. o Ficheiros que necessitem de um pre-processamento reduzem a performance. o Incluir o content-type diminui o tempo de processamento, mas uma incorrecção implica uma formatação errada dos dados.  Rede o Com o aumento do número de utilizadores, a ocupação da largura de banda simultaneamente  baixa performance. o Se o número de bytes transferidos, exceder o limite  aumenta-se a largura de banda.3. Como Optimizar a performance  Existe 2 soluções: o Incrementar a velocidade do hardware o Usar múltiplos web servers
  64. 64. Gestão de web sites Página 64 A primeira solução implia o aumento da capacidade do CPU, da memória, a 2ª solução implica a aquisição de mais uma máquina. Mas esta solução torna impossível balancear os pedidos para as diferentes máquinas A solução será: 1. Dividir os conteúdos de acordo com uma estimativa do número de hits, 2. Usar software de Load-balancing. 3. Round-robin DNS. Evitar que os web robots visitem as páginas web. Colocar o ficheiro robots.txt na root do web site, onde se indica quais as páginas que são visitadas. Mas alguns robots ignoram este ficheiro. No entanto existe 2 métodos que ajudam a detectar o robots:  1. Detectar o browser Comparar a variável http_USERAGENT com uma lista de browsers conhecidos. Se a comparação resultar em erro, redirecionar para uma página que não contenha links.  2. Usar javascript <script language=javascript> < !— A=’pagina’ ; B=’.htm’ ; Document.write(‘<a href=’+A+B+’>Este linka está escondido para os robots</a>’); --> </script> Quando vários ficheiros são pedidos demasiadas vezes de uma forma compreensível, deve-se comprimi-los que colocar à disposição no servidor FTP.
  65. 65. Gestão de web sites Página 65RESUMO 1. Verificar o tamanho dos ficheiros 2. Optimizar os ficheiros executáveis 3. Configurar as directorias executáveis 4. Remover os outros serviços web 5. Adicionar memória 6. Alocar memória para o web server software 7. Verificar a velocidade das conexões 8. Actualizar o web server software 9. Personalizar os cabeçalhos http 10. Actualizar o hardware 11. Usar o load-balancing 12. Distribuir geograficamente os servidores
  66. 66. Gestão de web sites Página 66 Segurança do ServidorSEGURANÇA FISICA  Evitar que os utilizadores não autorizados acedam fisicamente ao servidor.  As instalações onde se encontra o servidor, deve ser restrito, com condições climatéricas apropriadas e controladas  A alimentação do servidor deve ser um dos aspectos mais importantes. Deve-se usar uma UPS para evitar que o servidor deixe momentaneamente de funcionar ou na pior das situações, danificar o sistema.  Armazenar as passwords de acesso ao computador não será boa ideia. Au armazenar electrónicamente, evitar usar um formato suscectivél de procura. o Unix permite procurar por palavras ASCII, binarias. o Nos S.O. da Microsoft permite procuras em ficheiros Word, texto, …LISTA DE PASSWORDS COMUNS o Primeiro ou ultimo nome , login o Nome do familiar o A palavra secreta o Palavras comuns, relacionadas com o desporto, ... o Grupo étnico o Repetição de caractere  Qualquer serviço que seja acessível via Web, abre falhas na segurança.  Deve-se escolher as portas que estão atribuídas por defeito.
  67. 67. Gestão de web sites Página 67  As portas permitem-nos aceder a diferentes serviços. A maioria dos sistemas operativos contêm um grande número de portas que não são usadas. Os serviços mais comuns, tal como http, FTP, PING, todas têm um número que é considerado standard. Uma boa solução para evitar a violação através das portas é colocar uma firewall entre o servidor e a Internet.LISTAGEM DAS PORTAS Porta Serviço Descrição 7 Echo 9 Discard Dev/null 11 Systat Informação sobre os utilizadores 13 Daytime Hora e data no local da instalação do computador 15 Netstat Informação sobre a rede 19 Chargen Stream de caracteres ASCII 21 FTP Transferencia de ficheiros 23 Telnet Conexão remota ao servidor 25 SMTP Mail 37 Time Hora 39 Rlp Localização ds recursos 43 Whois Informação sobre o servidor e a rede 53 DNS Domain name server 70 Gopher 79 Finger Informação sobre os utilizadores 80 HTTP Web server
  68. 68. Gestão de web sites Página 68 110 Pop Incoming e-mail 119 NNTP News server 512 Biff Notificação de mail 513 Rlogin Login remoto 514 Shell Acesso remoto sem password 529 Route
  69. 69. Gestão de web sites Página 69CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR1. Existe formas de configurar o servidor para incrementar segurança  Um web site é como um banco. O público anónimo entra pela porta principal e passeia o olhar pelo banco. Existe pessoas devidamente autorizadas para aceder à informação confidencial. Tal como num banco, num web sever, somente os utilizadores devidamente autorizados têm acesso.  Algumas das acções que tornam o sistema maleável: o Directorias FTP com acesso anónimo o Permissões de execução para muitas directorias o Permitir configurações adicionais que não são necessárias o Guardar interpretadores de comandos acessíveis via web o Uma ou várias directorias de uma árvore têm diferentes configurações o Listagem automática do conteúdo da directoria2. Restringir o acesso a partir do IP, login e password  Para optimizar a segurança, usar o IP, login e password. Usar vários níveis garantem mais segurança.3. Métodos para garantir a segurança  Através do: o S.O. o Web server software
  70. 70. Gestão de web sites Página 70SEGURANÇA ENTRE O SERVIDOR E O CLIENTE1. Quando é necessário implementar este tipo de segurança  Quando os dados enviados através da internet via http, estão no formato textual. Se estes dados são interceptados, podem ser lidos. Se é usada uma directoria com um nível de segurança com password de protecção, este dado deve estar codificado.  Dados sensíveis: o Transacções online o Ordens online o Informações pessoais o Informações financeiras o Passwords e logins  Existe vários tipos de encriptação. Cada tipo usa diferentes técnicas para implementar a segurança entre o servidor e o cliente. O objectivo é enviar todos os dados sensíveis encriptados.2. O que é SSL  É um protocolo de transporte para encriptação de informação entre os browsers e o servidor.  Desenvolvido pela Netscape  O protocolo permite que aplicações cliente/servidor comuniquem de uma forma segura.  Os web servers software permitem configurar este protocolo, que é usado na porta 443.3. Que serviço o protocolo SSL assegura
  71. 71. Gestão de web sites Página 71  Autenticação mutua. O SSL3.0 permite identificar o servidor e o cliente e verificar os seus identificadores digitais.  Privacidade na mensagem enviada Todo o tráfego entre o cliente e o servidor é encriptada usando uma única chave.  Integridade da informação O SSL assegura que os dados mantêm-se inalterados durante a transmissão.
  72. 72. Gestão de web sites Página 72FIREWALLS1. O que é uma firewall, e o que faz  É um computador situado entre a rede interna e a rede externa que regula o tráfego e incrementa segurança. Tipicamente um firewall é um software que analisa o tráfego de rede e decide quem tem acesso ao interior e exterior.  É possível configurar alguns firewall que permitam a transferência de informação com chaves seguras.
  73. 73. Gestão de web sites Página 732. Configuração Aumenta a INTERNET segurança da rede interna, mas baixa a segurança do web server ROUTER INTERNET HUB WEB SERVER ROUTER FIREWALL HUB FIREWALL Aumenta a segurança do web server, mas baixa a WEB segurança da rede SERVER interna
  74. 74. Gestão de web sites Página 74SEGURANÇA DOS CGI  As aplicações que sejam executadas no servidor, diminuem a segurança. Estamos a criar um “buraco”.  Para permitir que uma dada aplicação (CGI) execute é necessário dar permissões de execução à directoria no software do web server. (ex: IIS).  Técnicas de prevenção: o Restringir o tempo de execução o Testar o código à priori o Evitar a cross-dependency  Usar librarias já testadas o Verificar todos os dados introduzidos no formulário
  75. 75. Gestão de web sites Página 75 Promoção do site1. Quais as informações, que permitiram que o utilizador acedesse pela primeira vez, ao web site?  Ao publicitar o web site é importante saber como o visitante encontrou o site. o Através de amigos? o Procura nos directórios ou motores de pesquisa? o Publicidade online, ou através dos meios de divulgação tradicionais?  Para obter resposta a algumas perguntas, deve-se analisar os ficheiros LOG’s!  Outras respostas podem ser obtidas utilizando formulários online, ou através de pesquisas no terreno. Método Percentagem Motores de pesquisa 71% Amigos 9,8% Revistas 8,5% Links de outros sites 8,4% Procura sobre o assunto 8,1% Televisão 3,6% Directorias da internet 3,3%2. Quais os sites que têm um link para o nosso web site?  http://www.altavista.com +link:meusite.pt –host:meusite.pt
  76. 76. Gestão de web sites Página 76  Todas as páginas contém a informação da página que a referencia. variável http_referer
  77. 77. Gestão de web sites Página 77MOTORES DE PESQUISA1. Como colocar o site visível no topo dos motores de pesquisa?  Os motores de pesquisa têm ficheiros designados por robots, que pedem páginas na web, para as processar, à procura de keywords, hyperlinks, e outra informação, e colocá-la na base de dados. Os robots guardam a informação acerca do tempo de vida da página, para poder analisar quando será a próxima visita.  Alguns destes serviços são oferecidos em vários web sites, ou através de software ( http://www.submit-it.com, http://www.regiter-it.com).  A maior parte dos motores de pesquisa oferece 2 tipos de listagem. Por directoria como o sapo.pt ou através das keywords introduzidas, como o google.com.  As listagens através de keywords, são baseados nas palavras introduzidas, ou através de parâmetros de pesquisa.  Os motores de pesquisa normalmente usam os seguintes factores no ranking: o As keywords da tag <META> o Número total de vezes que a palavra aparece na página o Palavras que aparecem na tag <TITLE> o Número de links de outros sites para o site  Existe uma série de web sites e software que ajudam o programador web a construir a tag <META>.
  78. 78. Gestão de web sites Página 78PROMOÇÃO ONLINE1. Formas de promoção  Existe vários sites onde é possível fazer a promoção do site através de diversas formas – banners, particiono de sites, links, etc.  Outras áreas de promoção: o Newsgroups o Sites que anunciam novas páginas o Mailing lists o e-mails o Revistas online2. Técnicas para incrementar as visitas  Desde logo fazer uma análise cuidado dos ficheiros LOG’s  E tipicamente quando oferecemos: o Material de referencia o Humor o Produtos complementares o Produtos eticamente proibidos o Informação actualizada o E serviços que outros sites não oferecem
  79. 79. Gestão de web sites Página 79PROMOÇÃO CRUZADA  Esta é uma forma de divulgação não dispendiosa. Os sites escolhidos devem ser aqueles que contenham o, mesmo tipo de informação ou complementem.  O web site de Portugal que pertence à categoria Educação(Escola) faz troca de banners com o site B da Rússia que pertence à categoria Política. Esta troca traz vantagens? Usando a variável http_referer verifica-se se essa troca é benéfica.  Exemplos de sites que oferecem este serviço: o http://www.linkexchange.com o http://www.smartclicks.com o http://www.bannerswap.com  Existe diferenças entre o que banner visto e banner clicado.  A altura e largura, assim como o tamanho em bytes deve ser cuidadosamente tratado, pois alguns sites têm um conjunto de regras específicas para este caso.
  80. 80. Gestão de web sites Página 80PROMOÇÃO OFFLINE  Usar a URL nos meios tradicionais de divulgação sempre!  Lista de endereços  Cartões de visita  Brochuras  Cartas  Memorandos  …  Divulgar a URL nos meios de comunicação tradicionais, seja ele em jornais ou revistas ou mesmo em televisão (Publicidade electrónica ou em papel).

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