Protocolos de sião

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Protocolos de Sião.

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Protocolos de sião

  1. 1. Os Protocolos dos Sábios de Sião Israel é inimiga do Afeganistão, Bush bombardeou o Afeganistão com o pretexto de capturar Bin Laden, certo? OBS-fimdostempos.net: Uma observação antes ( Errado, pois deixaram-no escapar mesmo debaixoVERDADE ou MENTIRA ) , em seguida os Protocolos dos dos olhos, e Bush mais tarde disse que já não queria saberSábios de Sião na íntegra !! do Bin laden inclusive ordenou ao Fbi que deixasse de in- vestigar a família dele. Agora os EUA controlam Afeganistão e pretendem construir lá um oleoduto, o negócio do ópio Os Protocolos dos Sábios de Sião: fica entregue ás forças da Aliança do Norte. Verdade ou Mentira ? Israel odeia também Irã, reparem como os Estados Unidos logo após bombardear o Iraque já estão ameaçando Verdade: Os protocolos são manual de regras di- atacar o Irã.tadas por um guia aos sionistas (judeus de descendência Acho que são coincidências demais.de Caifás, e seus asseclas que seriam corrompidos pelas Israel tem diversas armas químicas e nucleares epromessas de dinheiro e poder, e que se desencadeariam ninguém vai lá inspecionar. (você já viu notícia de inspeçãocomo nunca contra o santíssimo nome de JESUS e Sua em Israel na mídia?)Igreja, na preparação do reinado do anticristo) para contro- Vários países criticaram os EUA por ocultar informa-lar as massas, por um governo secreto no mundo, iluminis- ção. Os EUA mentiram relativamente ás armas de destruiçãotas e franco-maçons e por aí fora, o assunto é complexo. em massa no Iraque. O Pentágono admitiu dar informações Estes manuscritos são reais , existem mesmo, surgi- falsas á mídia internacional em nome da segurança, etc.ram num congresso de associações sionistas reunidas em Mentiras e mais mentiras, mas, tudo está de acordoBade (1897), tidos como documentos secretos até 1912 com o que dizem os Protocolos !quando foram então revelados na Rússia. “Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as Essa publicação deve-se a Sergio Nilu que em 1901 paixões entre o povo [...] E o público está muito longe derecebeu os originais de Alexis Nicolaievich Suchotin. poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da impren- sa. [...] “ Mentira: Esse livro foi escrito pela policia secreta “A imprensa nos será uma boa ferramenta paraRussa, seria uma fraude. oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles Caro leitor você poderá conferir as passagens que perderão qualquer visão global e se perderão no labirintoirei mencionar abaixo e verificar que tudo o que fora plane- das informações. [...]ado há 200 anos está acontecendo hoje, os Protocolos não [...] Assim, eles chegarão à conclusão que o melhorsão um documento falso. é não ter opinião (política). “ Não são um documento racista contra os israelitas, Acerca da manipulação de imprensa e opinião pú-sionistas. Assim como as críticas ao governo Bush não são blica vejam o protocolo 7, veja como está sendo cumpridocríticas racistas ao povo americano, assim como as críticas até hoje! :á guerra não são críticas racistas. “Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos e “ Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as que já está chegando à sua meta. A opinião pública ajudar-paixões entre o povo “ , nos-á, essa opinião pública que o ‘grande poder’, a impren- “Em política, é preciso saber tomar a propriedade de sa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, comoutrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar poucas exceções, que não têm importância, a imprensao poder.” está toda em nossa dependência.” “Os gentios são um rebanho de carneiros e nós so-mos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros A 3ª guerra mundial já está planejada:quando os lobos penetram no redil! “ A guerra já está planejada, vejam o que disse o as- Leia estas e mais coisas que falam os Protocolos! É sessor do 1º Ministro de Ariel Sharon, em 27/04/2002 :chocante , é a realidade do nosso dia a dia !. “A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos A nova ordem sempre existiu, a 3ª guerra há muito ou não... onze de setembro foi apenas o começo...”que está planejada, a maçonaria atua secretamente nos Ainda há mais, um dos maiores illuminati Albertgovernos, algumas pistas estão bem visíveis diante dos Pike teria escrito numa carta a Mazzini que :nossos olhos! “A terceira guerra mundial explodiria no Oriente George w Bush apoiou Ariel Sharon quando este cer- Médio devido a inimizade entre os árabes e os israelensescou o quartel de Arafat, mas depois o conflito intensificou- e que ela terminaria com a instauração de uma ditadurase e Bush já dizia a Sharon para recuar. mundial.” Recentemente o chefe de Estado Maior Israelita (Mo-she Yaalon ) confessou em Beersheva que eles tinham um Plano para invasão de sete Países:plano para assassinar Yasser Arafat. Paul Richter em «Los Angeles times» diz que os Es- 1
  2. 2. tados Unidos preparam ataques a 7 países : “A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a Iraque, Irã, Coréia do Norte, Líbia, Síria, Rússia e hipocrisia, uma regra para os governos que não queiramChina. entregar sua coroa aos agentes de uma nova força.” E é verdade. “Por isso não nos devemos deter diante da corrup- Após bombardearem o Afeganistão dirigiram-se ao ção, da velhacada e da traição, todas as vezes que pos-Iraque, sem motivo bombardearam o Iraque. sam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso Ao mesmo tempo ameaçavam a Coréia do Norte, saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se pordepois acusaram A Síria de apoiar o Iraque, agora ame- esse meio temos de alcançar o poder.”açam atacar o Irã caso eles avancem com o programa É precisamente o que os políticos cumprem à re-militar, enfim, dentro de poucos anos iremos constatar gra!que tudo se vai compondo. Vamos relacionar esse protocolo com uma profe- Os noticiários encarregar-se-ão de nos transmitir cia, repare como as profecias são também presságiosos fatos. acertados. A Rússia mantêm laços militares e econômicos Siddarta Gautama dissera:com vários países árabes, inimigos de Israel. Reparem «Milhões de pessoas irão perder os seus tesouros,que há pouco tempo os Eua acusaram Rússia de fornecer não pela mão de bandidos mas através daqueles que fo-material bélico ao Irã e Iraque... Mais cedo ou mais tarde ram designados para cuidar delas.»os EUA vão entrar em conflito com Rússia. Repare, quem foi designado para cuidar do seu di- Líbia faz fronteira com o Egito, e ultimamente tem nheiro? O governo, os Bancos, os bancos cobram maisdesenvolvido treinos militares. juros do que deveriam, promovem o endividamento fa- Mais protocolos: miliar. O governo aumenta cobra imensos impostos, hoje Vícios, endividamento, instabilidade financeira , em dia tudo tem imposto. Quem nos tira a maior fatia dopânico... nosso salário? “Dominar as pessoas pelos seus vícios , distrair Outro protocolo diz:a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, “Armamos todos os partidos e fizemos do podercompetições esportivas, etc; divertir o povo para impedi- o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estadoslo de pensar. em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco Destruir toda estabilidade financeira: multiplicar as tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda acrises econômicas e preparar a bancarrota universal; pa- parte.”rar as engrenagens da indústria; fazer ir por água abaixo Podemos ouvir na tv, crise econômica, crise euro-todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em péia, desemprego, milhares de empresas prestes a falir.certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estag- Máximo histórico do preço do petróleo, irá infla-nação; em um momento dado, suspender todos os crédi- cionar o preço dos transportes, dos alimentos que sãotos e provocar o pânico.” transportados, iremos sentir no orçamento familiar as Diga-me, não é exatamente isto que está aconte- despesas com o combustível, etc.cendo no seu país? No meu, no de todos? Portugal por exemplo, tem 3000 empresas em risco “É necessário compreender que a força da multi- de falir, os portugueses têm no geral milhões de euros dedão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita endividamento (cerca de 9 milhões de euros), são um dosou para a esquerda..” povos com maior endividamento para com o grupo Visa. Penso que aqui se referem á confusão política, o Outro protocolo diz:povo vota num partido de direita ,e este governa pes- “O nosso poder reside na fome crônica, na fraquezasimamente o país, há crise, promessas não cumpridas, do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade,etc. O povo nos anos seguintes tenta votar noutro partido, de modo que ele fique sem poder, força e energia de seesquerda por exemplo, as promessas eram outras, con- opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o ope-tinua tudo na mesma. A dada altura o povo apercebe-se rário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.”que votar é uma ilusão, os partidos parecem opostos mas Podemos ver a fome como o desemprego, milharesprosseguem os planos do partido anterior, nada muda. de empregados ficam na miséria, o resto do país ( mi- Toda a crise num País é manipulada pelo Go- lhões de empregados) temem perder os seus empregos,verno. ficam passivos, obedientes, os patrões aproveitam-se da É o cenário de uma situação de crise criada e as situação de medo, exploram os direitos dos funcionários,soluções para ela apresentada, que incluem aumento na começam a pagar menos dinheiro ! Com receio de ficarsegurança e perda de liberdades. Com uma crise manipu- sem emprego, as pessoas submetem-se.lada, o governo pode manipular o povo obtendo a solução Continua o protocolo a respeito do desem-para a “crise”, direcionando a população para um cami- prego :nho já previamente escolhido. “Quando criarmos, graças aos meios ocultos de Mais Protocolos... que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente 2
  3. 3. em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos A forma de governo que melhor conduz Ao nossoà rua multidões de operários, simultaneamente, em todos fim é a aristocracia.os países da Europa.” As bebidas alcoólicas. Deixe-me mostrar-lhe a gravidade de tudo isto, in- O classicismo.crivelmente precisa esta profecia. A devassidão. Haverá inflação, estamos atualmente passando por O princípio e as regras do governo Judaico e fran-isto, em Portugal, Brasil, enfim todos os Países, inclusive co-maçon.EUA. O terror. Em breve pretendem acabar com o dinheiro, papel Liberdade. Igualdade. Fraternidade.(notas) e moedas, inclusive cartões de crédito, virá o im- O princípio do governo dinástico.plante digital para substituir tudo isso. (a marca da besta) A destruição dos privilégios da aristocracia dos Este protocolo é bem sério : cristãos. “Os gentios são um rebanho de carneiros e nós Cálculo psicológico.somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos car- Abstração da liberdade.neiros quando os lobos penetram no redil! Fecharão ainda Removibilidade dos representantes do povo.os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometere-mos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se Abandonando toda e qualquer fraseologia, estude-aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem re- mos cada idéia em si mesma e esclareçamos a situaçãoduzidos à impotência. É inútil dizer que esperarão muito com comparações e deduções.tempo esse recuo ao passado...” [Protocolo 11 - O Estado Formularei, portanto, nosso sistema do nosso pontoTotalitário] de vista e do ponto de vista dos cristãos. Reflete bem o que Bush prometeu, que o povo É preciso ter em vista que os homens de mauspoderia perder algumas liberdades ,porque a prioridade instintos são mais numerosos que os de bons instintos.máxima era a guerra após o 11 de Setembro, combater os Por isso se obtém melhores resultados governando ospaíses “inimigos da paz”, tal como Powell referiu recente- homens pela violência e o terror do que com discussõesmente que o Hammas também é inimigo da paz. acadêmicas. Cada homem aspira ao poder, cada qual, se Não acha muita coincidência eles utilizarem o mes- pudesse, se tornaria ditador; ao mesmo tempo, poucosmo termo : “Inimigos da paz “ !? são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir o próprio bem. Fonte: www.realidadeoculta.com Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou até agora? No princípio da ordem social, subme- ****************************** teram-se à força bruta e cega, e mais tarde, à lei, que é OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO essa força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a lei ****************************** da natureza, que o direito reside na força (1). A liberdade política é uma idéia e não uma reali- dade. É preciso saber aplicar essa idéia, quando for ne- cessário atrair as massas populares ao seu partido com CAPÍTULO I a isca duma idéia, se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que se acha no poder (nota: ex: Rev. Francesa). Esse problema torna-se fácil, se o adversário Resumo: recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se cha- O direito reside na força. ma liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa A liberdade é uma idéia. idéia. E eis onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as O liberalismo. rédeas frouxas do poder serão logo tomadas, em virtude O ouro. da lei da natureza, por outras mãos porque a força cega A fé. A autonomia. do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder O despotismo do capital. não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido O inimigo interno. pelo liberalismo. A multidão. Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu A anarquia. o poder dos governos liberais. Houve tempo em que a A política e a moral. fé governou. A liberdade é irrealizável, porque ninguém O direito do mais forte. sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar al- O poder judaico-maçônico é invencível. gum tempo o povo governar-se a si mesmo para que logo O fim justifica os meios. essa autonomia se transforme em licença. Então, surgem A multidão é cega. dissensões que em breve se transformam em batalhas O alfabeto político. sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua As discórdias dos partidos. 3
  4. 4. grandeza se reduz a cinzas. nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, Se o Estado se esgota nas suas próprias convul- porque será invencível até o momento em que estiver tãosões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir...dos inimigos externos, pode ser considerado irremedia- Do mal passageiro que ora somos obrigados a fa-velmente perdido; caiu em nosso poder. O despotismo zer nascerá o bem dum governo inabalável, que restabe-do capital, intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como lecerá a marcha regular do mecanismo das existênciasuma tábua de salvação, à qual, queira ou não queira, tem nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado jus-de se agarrar para não ir ao fundo. tifica os meios. Prestamos atenção aos nossos projetos, Aquele cuja alma liberal quiser considerar esses menos quanto ao bom e ao moral do que quanto ao útilraciocínios como imorais, perguntarei: se todo Estado tem e ao necessário.dois inimigos, e se lhe é permitido, sem a menor pecha de Temos diante de nós um plano, no qual está ex-imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os posto estrategicamente a linha de que não nos podemosmeios de luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho deseus planos de ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite ou muitos séculos.com forças superiores, porque essas mesmas medidas, Para achar os meios que levam a esse fim, é preci-usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem so- so ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstânciacial e a propriedade, seriam ilícitas e imorais? da multidão, sua incapacidade em compreender e discer- Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com nir as condições de sua própria vida e de sua prosperi-êxito as multidões por meio de exortações sensatas e dade. É necessário compreender que a força da multidãopela persuasão, quando o campo está aberto à contradi- é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita oução, mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao para a esquerda (2). Um cego não pode guiar outro cegopovo, que tudo compreende superficialmente? O homem sem levá-lo ao precipício ; do mesmo modo, os membrosquer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente da multidão, saídos do povo,- embora dotados de espíritopor suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus genial, por nada entenderem de política não podem pre-costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são es- tender guiá-la sem perder a nação.cravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer Somente um indivíduo preparado desde a meniniceharmonia razoável. Toda decisão da multidão depende para a autocracia é capaz de conhecer a linguagem e aduma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na realidade políticas. Um povo entregue a si próprio, isto é,sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma aos ambiciosos do seu meio, arruinasse na discórdia dosresoluções ab-surdas; e uma espécie de anarquia arruína partidos, excitado pela sede do poder, e nas desordenso governo. resultantes dessa discórdia. É possível às massas popula- A política nada tem de comum com a moral. O res raciocinar tranqüilamente, sem rivalidades intestinas,governo que se deixa guiar pela moral não é político, e, dirigir os negócios de um país que não podem ser confun-portanto, seu poder é frágil. didos com os interesses pessoais? Poderão defender-se Aquele que quer reinar deve re-correr à astúcia e dos inimigos externos? É impossível. Um plano, divididoà hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza por tantas cabeças quantas há na multidão, perde suae honestidade - são vícios na política, porque derrubam unidade, tornando-se ininteligível e irrealizável.mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimi- Somente um autocrata pode elaborar planos vastosgo. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos e claros, pondo cada cousa em seu lugar no mecanismocristãos e não nos devemos deixar absolutamente guiar da estrutura governamental. Concluamos, pois, que umpor elas. governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se Nosso fim é possuir a força. A palavra “direito” é propõe, deve ser entregue às mãos dum só indivíduo res-uma idéia abstrata que nada justifica. Essa palavra signi- ponsável. Sem o despotismo absoluto, a civilização nãofica simplesmente isto: “Dai-me o que eu quero, a fim de pode existir ; ela não é obra das massas, mas de seu guia,que eu possa provar que sou mais forte do que vós”. Onde seja qual for (3). A multidão é um bárbaro que mostra suacomeça o direito, onde acaba? barbárie em todas as ocasiões. Logo que a multidão se Num Estado em que o poder está mal organiza- apodera da liberdade, transforma-a em anarquia, que é odo, em que as leis e o governo se tornam impessoais por mais alto grau de barbárie.causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio Vede esses animais embriagados com aguardente,um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber semmais forte, contra todas as regras e ordens estabelecidas, limites foi dados ao mesmo tempo em que a liberdade.derrubando-as; o de por a mão nas leis, remodelando as Não podemos permitir que os nossos se degradem a esseinstituições e tornando-me senhor daqueles que abando- ponto... Os povos cristãos estão sendo embrutecidos pelasnaram os direitos que lhes dava a sua força, renunciando bebidas alcoólicas; sua juventude está embrutecida pelosa eles voluntariamente, liberalmente... estudos clássicos e pela devassidão precoce a que a im- Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes, pelem nossos agentes, professores, criados, governantes 4
  5. 5. de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares dadeiros princípios da política se perdeu.onde os cristãos se divertem. (4). No número das últimas, O êxito de nossa obra aumentou. Todavia, no mun-incluo também as mulheres de boa vontade a devassidão do, as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade puse-e o luxo das perdidas. ram em nossas fileiras, por intermédio de nossos agentes Nossa palavra de ordem é: Força e Hipocrisia. cegos, legiões inteiras de homens que arvoraram comSomente a força pode triunfar na política, sobretudo se entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais palavrasestiver escondida nos talentos necessários aos homens eram os vermes que roíam a prosperidade dos não-ju-de Estado. A violência deve ser um princípio; a astúcia e a deus, destruindo por toda a parte a paz, a tranqüilidade, ahipocrisia, uma regra para os governos que não queiram solidariedade, minando todos os alicerces de seus Esta-entregar sua coroa aos agentes de uma nova força. Esse dos. Vereis pelo que se segue como isso serviu ao nossomal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso não triunfo; isso nos deu, entre outras cousas, a possibilidadenos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e de obter o triunfo mais importante, isto é, a abolição dosda traição, todas as vezes que possam servir as nossas privilégios, a própria essência da aristocracia dos cristãos,finalidades. Em política, é preciso saber tomar a proprie- o único meio de defesa que tinham contra nós os povosdade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de e as nações. (10).alcançar o poder. Sobre as ruínas da aristocracia natural e heredi- Nessa conquista pacífica, nosso Estado tem o direi- tária, elevamos nossa aristocracia da inteligência e dasto de substituir os horrores da guerra pelas condenações finanças. Tomamos por critério dessa nova aristocracia aà morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar riqueza, que depende de nós, e a ciência, que é dirigidao terror (5) que obriga os povos a obedecerem cegamente. por nossos sábios.Uma severidade justa, mas inflexível, é o maior fator da Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo fato de, nasforça dum Estado; não é somente nossa vantagem, porém nossas relações com os homens de quem precisamos, sa-nosso dever, para obter a vitória, seguir esse programa bermos tocar as cordas mais sensíveis da alma humana:de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina, baseada o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais,no cálculo, é tão eficazes quanto os meios que emprega. todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de aba-Não só por esses meios, mas também por essa doutrina far o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens àde severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos disposição de quem compra sua atividade.os governos ao nosso supremo governo (6). Bastará que A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidadese saiba que somos inflexíveis para que cesse toda insu- de persuadir ás multidões que um governo não passa debordinação. gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se Fomos nós os primeiros que, já na Antigüidade mudá-lo como se muda de camisa.(7), lançamos ao povo as palavras “Liberdade, Igualdade, A removibilidade dos representantes do povoFraternidade” (8), palavras repetidas tantas vezes pelos coloca-os à nossa disposição; eles dependem de nossapapagaios inconscientes que, atraídos de toda a parte escolha.por essa isca, dela somente tem usado para destruir aprosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individu- Notas e comentáriosal, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da (1) é o conceito judaico do direito naturalistamultidão. de Espinoza. A conferir com a famosa declaração, em Homens que se julgavam inteligentes não sou- discurso, de Stalin: “Nós, os comunistas, não reco-beram desvendar o sentido oculto dessas palavras, não nhecemos nenhuma lei moral que de qualquer modoviram que se contradizem, não repararam que não há prejudique a liberdade de ação do plano central da re-igualdade na natureza, (9), que nela não pode haver liber- volução”.dade, que a própria natureza estabeleceu a desigualdade Esta declaração dos “Protocolos”, de que o direi-dos espíritos, dos caracteres e das inteligências, tão forte- to reside na força, está de acordo com o Talmud, que,mente submetidos às suas leis ; esses homens não senti- segundo as palavras do Prof. Cohen, em abril de 1833,ram que a multidão é uma força cega ; que os ambiciosos citadas às páginas 62 e 63 do “Lichststrahlen am denque elege são tão cegos em política quanto ela ; que o Talmud”, (“raios de luz do Talmud”),de Dinter, “deve seriniciado, por mais tolo que seja, pode governar, enquanto considerado, ainda hoje, como a única fonte da moralque a multidão dos não-iniciados, embora cheia de gênio, judaica” e como “a fonte judaica das leis judaicas”.nada entende da política. O escritor judeu Kadmi Cohen, com efeito, no seu Todas essas considerações não abrolharam no livro “Nômades”, págs. 52-53, diz que “ o direito talmú-espírito dos cristãos ; entretanto, é nisso que repousa o dico nega o fato e exalta a vontade”. Cita o próprio textoprincípio dinástico dos governos ; o pai transmite ao filho talmúdico que completa o conceito de residir o direitoos segredos da política, desconhecidos fora dos membros na força: Ein davar havened Bifnei haraçon, o que querda família reinante, a fim de que ninguém os possa trair. dizer: Nada pode resistir à vontade. Em contraposição,Mais tarde, o sentido da transmissão hereditária dos ver- o direito romano-cristão se baseia em três preceitos 5
  6. 6. morais: Honeste vivere, viver ho-nestamente; neminem aos fatos mais bem estabelecidos na ordem intelectuallaedere, não lesar a ninguém; e suum cuique tribuere, co-mo na ordem física: é a negação de toda a hierarquiadar o seu ao seu dono. A diferença é substancial e evi- natural e o rebaixamento de todo o reconhecimento aodente. entendimento limitado do vulgo”. (2)Cf. René Guénon, “La crise du monde moder- (10) Um autor judeu reconhece isso, Jack Lon-ne”, edição Bossard, Paris, 1927, pág. 185 : “A massa, don, quando escreve à página 206 do “Le Peuple desem dúvida, foi sempre conduzida deste ou daquele L’Abime”: “Os grandes senhores feudais de antanho,modo, podendo-se concluir, porque ela não passa dum gigantes louros da história, marchavam à frente naselemento passivo, que é uma matéria no senti-do aris- batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando dura-mentetotélico”. para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimi- (3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu, no “Les Juifs gos ao meio. Havia mais nobreza em manejar a espa-d’Aujourd’hui”, edição Rider, Paris, 1927, pág. 41: “A da de gume de aço do que em enriquecer, como hoje,alta burguesia judaica pretende impor seus pontos de comodamente sem risco, à custa do embrutecimentovista, aonde possa, à massa popular”. (Eles mesmo ad- humano e da exploração feroz dos parias da vida”.mitindo...). (4) O tráfico das brancas e dos entorpecentes (jána época), a prostituição em larga escala, devidamenteindustrializada (já na época), é obra reconhecidamente CAPÍTULO IIjudaica. Há uma sociedade internacional denominada“Zwig Migdal”, que explora esse rendoso negócio e Resumo:contra a qual têm sido impotentes as polícias dos Es- As guerras econômicas são a base da supremaciatados Modernos, corrompidos ou judaizados e liberais. judaica. A administração visível e os “Conselheiros Secre-Ver a documentação reveladora em Julio Also-garay, “La tos”. O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação naprostitutión en Argentine”, ed Denoel et Steele, Paris. política. O papel da imprensa.O preço do ouro e o valor (5) O papa Bento XV compreendeu isso admi- das vítimas judaicasravelmente e preveniu a cristandade em sua epístolaMotu Proprio: “Eis que amadurece a idéia e que a todos PRECISAMOS que as guerras não dêem, tanto quan-os piores fatores de desordem ardentemente se devo- to possível, vantagens territoriais(1). Transportada, assim,tam e da qual esperam a realização, o advento duma a guerra para o terreno econômico, as nações verão aRepública Universal, baseada nos princípios da igualda- força de nossa supremacia (2), e tal situação porá ambasde absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da as partes à disposição de nossos agentes internacionais,qual seja banida qualquer distinção de nacionalidades que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira podee que não reconheça nem a autoridade do pai sobre deter. Então, nossos direitos internacionais apagarão osos filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos, direitos nacionais, no sentido próprio da expressão, go-nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em vernando os povos, do mesmo modo que o direito civil dosprática, tais teorias devem desencadear um regime de Estados regula as relações entre seus súditos.inaudito terror”.... Os administradores, escolhidos por nós no povo, em (6) A República Universal, sem autoridade, isto é, razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos prepa-com a violência no lugar da autoridade, a que aludiu rados para a administração do país.Assim, facilmente seBento XV. tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios (7)Cf. Kadmi-Cohen,”Nômades”, pág. 72: “Assim, e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educadosnos corações semitas, para falar como Ibn Kaldun, flo- desde a infância para administrar os negócios do mundoresciam como realidades vivas a Liberdade e a Igualda- inteiro (3). Sabeis que nossos especialistas reuniram asde, esses dois princípios gêmeos que, depois não pas- informações necessárias para administrar segundo nos-saram de letras maiúsculas inscritas nos preâmbulos sos planos, tirando-as das experiências da história e dodas constituições e na fachada dos edifícios públicos”. estudo de todos os acontecimentos notáveis. (8) Cf. Bernard Lazare, “L’Antisemitisme”, vol II, Os cristãos(4) não se guiam pela prática de obser-págs 175-176: “...os judeus acreditaram, não somen- vações imparciais tiradas da história, mas pela rotina te-te que a justiça, a liberdade e a igualdade podiam ser órica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Por isso,soberanas do mundo, mas se julgaram com a missão não devemos contar com eles ; que se divirtam ainda du-especial de trabalhar para esse reino. Todos os dese- rante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novasjos, todas as esperanças que estas três idéias faziam diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos quenascer acabaram por se cristalizar em torno duma idéia tiveram. Deixemo-los acreditar na importância das leiscentral: a dos tempos messiânicos.” científicas que lhes inculcamos - meras teorias. É com (9) Ver René Guénon, “Orient et Ocident”, pág. 64: esse fim que constantemente aumentamos por intermé-“O preconceito quimérico da igualdade vai de encontro dio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis. A 6
  7. 7. classe intelectual dos cristãos ficará cheia de orgulho com cristãos que os rodeiam praticassem o apoio mútuo emesses conhecimentos, e sem os examinar logicamente, lugar da luta egoísta, a influência do judeu seria logoporá em ação todos os dados dessa ciência reunidos pe- esmagada; mas não o praticam e o judeu deve, senãolos nossos agentes para guiar seu espírito pelo rumo que dominar, como dizem os anti-semitas, ter o máximo dasprecisamos. vantagens sociais e exercer essa espécie de supre- Não julgueis nossas afirmações sem base ; reparai macia contra a qual o anti-semitismo protesta, sem ano êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Mar- poder abolir, porque ela depende não só da classe bur-xismo, o Nietzchismo. Pelo menos para nós, a influência guesa judaica, mas da classe burguesa cristã.”deletéria dessas tendências deve ser evidente (5). (3)H.de Balzac, “Les illusions perdues”, tomo III: Temos necessidade de contar com as idéias, os “Há duas histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta, emcaracteres, as tendências modernas dos povos para não que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos”.cometermos erros na política e na administração dos ne- É por essa razão que René Guénon diz o seguinte à pággócios. Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas 25 de “Orient et Occident”: “A verdadeira história podediferentemente segundo os povos que encontremos em ser perigosa para certos interesses políticos”.nosso caminho, somente pode dar resultado se sua apli- (4) Empregamos a palavra cristão e cristãos to-cação for baseada nos resultados do passado confronta- das as vezes que encontramos no texto dos protocolosdos com o presente. os termos judaicos “goy” e “ goiym”. Os Estados modernos possuem uma grande força Segundo o erudito Saint-Yves d’Alveydre, nocriadora : a imprensa. O papel da imprensa consiste em “L’Archéometre”, assim os hebreus designam “O povoindicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dan- inorgânico privado de organização direta em proveitodo a conhecer as reclamações do povo, criando descon- dum Estado político que lhe imponham letrados para-tentes e sendo seu órgão. sitários”. Esse significado quadra admiravelmente bem A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas com o pensamento dos “Protocolos”.os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu (5) René Guénon observou e estudou admiravel-em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência, ficando mente esta questão da ciência que nos é imposta deocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, acordo com os “Protocolos”. Consultar “Orient et Oc-a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos cident”, pág.20 :”Negando ou ignorando todo conheci-custou conseguí-lo... Resgatamos isso, sacrificando mui- mento puro ou supra-racional, a ciência abriu caminhotos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de que devia levar lógicamente, dum lado, ao positivismo eDeus, vale milhares de cristãos. ao agnosticismo, que produzem a mais estreita limita- ção da inteligência e seu objeto: do outro, a todas as te- Notas e comentários orias sentimentalistas e voluntariosas que se esforçam (1) Discurso do maçon Corneau, grau 33, pre- em criar no infra-racional o que a razão não lhes podesidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente na dar.” Idem, pág.65: “A meia ciência assim adquirida,França, na sessão de 28 de junho de 1917, do Congres- (pela vulgarização), é mais nefasta do que a ignorânciaso Maçônico em Paris : “A guerra se transformou em pura e simples, pois mais vale nada saber do que estarformidável luta das democracias organizadas contra as com o espírito abarrotado de idéias falsas...”potências militares e despóticas.” No mesmo discurso, (6) O domínio do judaísmo na imprensa, nasafirmou que a guerra não passava de simples etapa da agências de informação, de publicidade e distribuiçãoRevolução Social. A confissão de que a guerra é desen- de livros e jornais é notória.cadeada pelas forças ocultas mediante um plano deação desconhecido se encontra no mesmo CongressoMaçônico, no discurso do maçon Lebey, Secretário daOrdem: “De Waterloo a Sedan, de Sedan ao Marne, de CAPÍTULO IIILafayette a Washington e de Washington ao PresidenteWilson e ao Marechal Joffre, uma lógica obscura parece Resumo:levar o mundo a um fim ignorado. “ (note de quem par- A serpente simbólica e sua significação. Instabi-te tais declarações). V. Valéry-Radot , “Les temps de la lidade do equilíbrio constitucional. O terror nos palácios.colère” , e Leon de Poncins, “La dictadure des puissan- O poder e a ambição. As máquinas de falar dos parla-ces occultes”, edição Beauchesne, Paris , 1934, págs mentos, os panfletos. Os abusos do poder .A escravidão196-197. econômica. “A verdade do povo”. Os açambarcadores e (2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu a aristocracia. O exército dos franco-maçons judeus. ABernard Lazare, no seu livro “L’Antisemitisme”, vol. II, degenerescência dos cristãos. A fome e o direito do capi-pág. 253, com estas palavras : “Constituídos num corpo tal .A vinda e a coroação do “Senhor Universal”. O objetosolidário, os judeus abrem facilmente caminho na so- fundamental do programa das futuras escolas popularesciedade atual, relaxada e desunida. Se os milhões de dos franco-maçons. O segredo da ciência da ordem so- 7
  8. 8. cial. Crise econômica geral. Segurança dos “nossos”. O que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágiodespotismo dos franco-maçons é o reinado da razão. Per- favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos eda dum guia. A franco-maçonaria e a “grande” revolução aos nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos re-francesa .O rei déspota é do sangue de Sião. Causas da publicanos são uma ironia amarga: a necessidade duminvulnerabilidade da franco-maçonaria. A Liberdade. trabalho quase cotidiano não lhe permite gozá-los ; em compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante POSSO hoje anunciar-vos que estamos perto do e certo, pondo-o na dependência das greves, dos patrõesfim. Ainda um pouco de caminho e o círculo da Serpente e dos camaradas.Simbólica, que representa nosso povo, será encerrado. Sob a nossa direção, o povo destruiu a aristocracia,Quando esse círculo se encerrar, todos os Estados es- que era sua protetora e sua ama de leite natural, porquetarão dentro dele, fortemente emoldurados. O equilíbrio seu interesse era inseparável do interesse do povo. Agoraconstitucional será em breve destruído, porque o temos que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dosfalseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o opri-lado e outro até gastar-se completamente (1). Os cristãos mem de modo impiedoso.julgavam ter construído bem solidamente esse equilíbrio Nós aparecemos ao operário como os libertadorese esperavam que os pratos da balança continuassem desse jugo, quando lhe propusermos entrar nas fileirasno mesmo nível. Mas, infelizmente para os cristãos, as do exército de socialistas (4) , anarquistas e comunistaspessoas reinantes são rodeadas por seus prepostos, que que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedadefazem tolices e se deixam levar pelo seu poder sem con- entre os membros de nossa franco-maçonaria social. Atrole e sem responsabilidade. Devem esse poder ao terror aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dosque reina nos palácios. As pessoas reinantes, não tendo operários, tinha interesse em que os trabalhadores esti-mais contacto com seu povo, nada podem concertar com vessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse,ele, fortalecendo-se contra os indivíduos que aspiram ao ao contrário, é que os cristãos degenerem. Nosso poderpoder. A força clarividente das pessoas reinantes e a força reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porquecega do povo, divididas por nós, perderam sua importân- tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que elecia ; separadas, são tão cegas como um cego sem o seu fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fomebordão (2) dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aris- Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opu- tocracia recebia do poder real e legal.semos umas às outras todas as forças, desenvolvendo Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta,todas as suas tendências liberais para a independência... manobramos as multidões e nos servimos de suas mãosEncorajamos para esse fim todas as tendências, armamos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as Quando chegar a hora de ser coroado nosso so-ambições. Transformamos os Estados em arenas onde berano universal, essas mesmas mãos varrerão todos osreinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desor- obstáculos que se lhe anteponham.dens e bancarrotas surgirão por toda a parte (3). Os cristãos perderam o hábito de pensar fora de Os falastrões inesgotáveis transformaram as ses- nossos conselhos científicos. Por isso, não enxergam asões dos parlamentos e as reuniões administrativas em necessidade urgente de fazer o que nós faremos, quandoprélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primá-cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os rias a primeira de todas as ciências, a única verdadeira dasabusos do poder, finalmente, prepararão a queda de to- ciências da ordem social, da vida humana, da existênciadas as instituições, e tudo será destruído pela multidão social, que exige a divisão do trabalho, e por conseguinte,enlouquecida. a divisão dos homens em classes e condições (5). Os povos estão mais escravizados ao trabalho É preciso que cada um saiba que não pode existirpesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É igualdade em virtude das diversas atividades a que cadapossível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão qual é destinado ; que todos não podem ser igualmentee da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas responsáveis perante a lei ; que, por exemplo, a respon-é impossível livrar-se da miséria. Os direitos que inscre- sabilidade não é a mesma naquele que, pelos seus atos,vemos nas constituições são fictícios para as massas ; compromete toda uma classe, e naquele que somentenão são reais. Todos esses pretensos “”direitos do povo” atinge a sua honra. A verdadeira ciência da ordem social,somente podem existir no espírito e são para sempre ir- em cujo segredo não admitimos os cristãos, mostraria arealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre seu todos que o lugar e o trabalho de cada um devem sertrabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado diferentes, para que não haja uma fonte de tormentosaos falastrões de falar, ou o direito concedido aos jornalis- em conseqüência da falta de correspondência entre atas de escrever toda espécie de absurdos misturados com educação e o trabalho. Estudando essa ciência, os povoscousas sérias, desde que o proletariado não tira das cons- obedecerão de boa vontade aos poderes e à ordem socialtituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas estabelecida por eles no Estado. Ao contrário, no estado 8
  9. 9. atual da ciência, tal qual a fizemos, o povo, acreditando fito de realizar a felicidade dos povos, sua fraternidade in-cegamente na palavra impressa, em conseqüência dos ternacional, a solidariedade, os direitos iguais para todos.erros insinuados à sua ignorância, é inimigo de todas as Naturalmente, não se lhe diz que essa unidade será feitacondições que julga acima dele, porque não compreende sob nossa autoridade.a importância de cada condição. E eis como o povo condena os justos e absolve os Essa inimizade aumentará ainda em virtude da culpados, persuadindo-se cada vez mais que pode fazercrise econômica que acabará por parar as operações da o que lhe der na veneta. Nessas condições, o povo destróiBolsa e a marcha da indústria. toda estabilidade e cria desordens a cada passo. Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que A palavra “liberdade” põe as sociedades humanasdispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em em luta contra toda força, contra todo poder, mesmo onossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso domínio,rua multidões de operários, simultaneamente, em todos excluiremos essa palavra do vocabulário humano por seros países da Europa. (6) o princípio da brutalidade que transmuda as multidões em Essas multidões por-se-ão com voluptuosidade a animais ferozes. É verdade que essas feras adormecemderramar o sangue daqueles que invejam desde a infância logo que se embriagam com sangue, sendo, então, fácilna simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão encadeá-las. Mas se não lhes der sangue, não adorme-então saquear (7) cem e lutam (11). Elas não tocarão nos nossos, porque conhecere-mos de antemão o momento do ataque e tomaremos me- Notas e comentáriosdidas acauteladoras. (8) (1) Esse equilíbrio é a famosa Harmonia dos po- Afirmamos que o progresso submeteria todos os deres, tão ao agrado dos constitucionalistas modernos.cristãos ao reinado da razão. Será esse o nosso despo- O poder, que é um só, foi dividido em três, e às vezes, emtismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas quatro: judiciário,legislativo, executivo e moderador. Naseveridades, extirpando o liberalismo de todas as insti- luta pela imposição da ordem, ou dos interesses, fataltuições. e naturalmente um deles se hipertrofia e se sobreleva Quando o povo viu que lhe faziam tantas conces- os outros. Daí a situação falsa que se cria nos Estados,sões e complacências em nome da liberdade, julgou que não correspondendo a realidade governamental nuncaera amo e senhor, e se lançou sobre o poder ; porém, ao que teoricamente a constituição preceitua.naturalmente, foi de encontro, como um cego, a muitos (2) Eberlin, escritor judeu, “Les Juifs”, pág.191 :obstáculos ; pôs-se a procurar um guia, não teve a idéia “Os judeus estão em toda a parte. Não passam de 1%de voltar ao antigo e depôs todos os poderes aos nossos da população terrestre, e todavia, são os iniciados e ospés. Lembrai-vos da revolução francesa, a que demos o primeiros adeptos de qualquer obra política, econômicanome de “grande” ; os segredos de sua preparação nos e social”.são bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de (3) É preciso não esquecer - declara o imparcia-nossas mãos (9). líssimo G. Batault em “Le problème Juif”, págs. 55-56, Desde então, levamos o povo de decepção em de- “que a história da civilização há dois mil anos é do-cepção, a fim de que renuncie mesmo a nós, em proveito minada por uma luta sem tréguas, com diversas alter-do rei-déspota do sangue de Sião, que preparamos para nativas e reveses, entre o espírito judaico e o espíritoo mundo (10). greco-romano”. Atualmente somos invulneráveis como força inter- (4) E. de Leveleye, “Le socialisme contemporain”,nacional, porque quando nos atacam em um Estado , so- Paris, 1902, pág. 49, nota: “Os israelitas foram quasemos defendidos nos outros. A infinita covardia dos povos por toda a parte os iniciadores ou os propagadores docristãos, que rastejam diante da força, que são impiedo- socialismo”. A mesma opinião se encontra em Michels,sos para a fraqueza e para os erros, porém indulgentes “Les partis politiques”, Paris, 1914, pág. 180: “O movi-para os crimes, que não querem suportar as contradições mento socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo,da liberdade, que são pacientes até o martírio diante da de suas pretensões científicas e de sua fraseologia to-violência dum despotismo ousado, tudo isso favorece mada de empréstimo aos costumes e ao gosto do tem-nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros po, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico,ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam como uma espécie de movimento messiânico, porquedecapitado vinte reis. está todo imbuído de concepções judaicas, todo pene- Como explicar tal fenômeno e tal incoerência das trado de espírito israelita e nele os judeus exercem tãomassas populares em face dos acontecimentos que pare- grande papel que se pode dizer preponderante.”cem da mesma natureza ? (5) Porque os movimentos nacionalistas e cor- Esse fenômeno se explica pelo fato de fazerem porativistas ensinam isso, os judeus e seus sócios deesses ditadores - primeiros ministros - dizerem baixinho empreitada, judaizantes, judaizados e altos maçons osao povo que, se causam mal aos Estados, isto é com o odeiam de morte 9
  10. 10. (6) A realização dessa profecia documenta a de origem portuguesa), que Mirabeau se inspirou noveracidade dos “Protocolos”. Com efeito, segundo os convívio de Dohm”.cálculos fidedignos de F. Fried em “La fin du capitalis- No mesmo volume, pág. 9: “A judiaria se reuniame”, havia, no mundo em 1931, vinte e dois milhões de em Berlim com a mocidade revolucionária alemã nosdesempregados!!!(**lembrando a população mundial da salões de H. de Lemos e de Raquel de Varnhagen (outraépoca, nos países industrializados**) O resultado foram judia)”as chamadas “marchas da fome” por toda a parte... À pág. 48, Bernard Lazare completa suas magní- (7) Confira-se o que se passou na Itália, antes de ficas revelações: “Antes de tudo, a Revolução FrancesaMussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, foi uma revolução econômica. Se pode ser conside-na França, na Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. rada o termo duma luta de classes, deve-se tambémCompare-se com as várias marchas da fome em diver- ver nela o resultado duma luta entre duas formas desos países. Será possível negar a evidência do plano capital, o capital imobiliário e o capítal-móvel, o capitalrevelado dezenas de anos antes? real e o capital industrial e agiota. Com a supremacia (** o mesmo vale para os dias atuais. Confira a da nobreza desapareceu a supremacia do capital rural,realização exata do plano nos dias atuais, um século e a supremacia da burguesia permitiu a supremaciadepois.Como poderiam 2 obsuros agentes da polícia se- do capital industrial e agiota. A emancipação do judeucreta Czarista prever com precisão absoluta um século? está ligada à história da preponderância desse capitalComo os judeus podem negar o livro se eles cumprem industrial.exatamente todas as ações descritas nele???E sempre O caráter internacional e judaico da Revoluçãomantendo a mesma direção??Como negar um FLA- Francesa não escapou, há mais de um século, à obser-GRANTE?**) vação do cavalheiro de Malet, na sua obra “Recherches (8) Confira-se com as medidas acauteladoras dos historiques et politiques qui prouvent l’existence d’unebens dos Rothschild durante os incêndios e saques da secte révolutionnaire, son antique origine, son organi-Comuna de Paris, em 1871, segundo Salluste, “Les Ori- sation, ses moyens, ainsi que son but; et devoilent en-gines Secrètes du Bolchevisme”. tierèment l’unique cause de la Révolution Française “, (9) A pág. 102 da notável obra “Les temps de la Paris, edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele diz: “Existecolère”, Valéry-Radot chama as revoluções liberais da uma nação especial que nasceu e cresceu nas trevas,Europa, sem exceção, “revoluções judaicas”. Tem toda no meio de todas as nações civilizadas, com o fim dea razão. Senão vejamos: Na “Iudische Rundschau”, re- submetê-las todas ao seu domínio”. (escrito em 1817!)vista judaica, nº4, de 1920, o líder judeu Dr. Caim Weiss- O imparcialíssimo Batault escreve à página 148mann afirma categoricamente: “Nossa força construtiva de seu livro já citado: “Depois, veio a Revolução France-se transformará em força destrutiva e poremos o mun- sa, que trouxe aos judeus sua emancipação na França edo inteiro em estado de fermentação” a preparou ao estrangeiro.” Daí as revoluções judaicas É preciso dizer mais alguma coisa? de Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em “Histoire Não há mais clara confirmação dos “Protocolos” des Juifs”, vide págs. 418-421: “A revolução de 1848pela pena de um próprio judeu!O judeu Marcus Elias trouxe novas melhoras à situacão dos judeus, tendoRavage, num artigo do nº de janeiro de 1928 do “Cen- seu reflexo em Viena e Berlim, provocando a completatury Magazine” assegura: “Tomai as três principais re- emancipação dos judeus da Áustria e Alemanha; algunsvoluções dos tempos modernos, a revolução francesa, mesmo foram eleitos deputados. Essa revolução tevea norte-americana e a russa. Serão outra coisa senão consequências favoráveis para eles até na Rússia e noso triunfo da idéia judaica de justiça social, política e Estados do Papa.”econômica?” (10) “La litterature des pauvres dans la Bible “, Outra vez uma declaração sem comentários. do escritor judeu Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág. 218: Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu “Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como olivro “L’Antisémitisme”, vol. I, pág. 247: “A Assembléia centro da humanidade, em torno do qual se reunirão osconstituinte obedeceu ao espírito que a guiava desde gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade dasuas origens, quando a 27 de setembro de 1791, de- humanidade se fará pela unidade religiosa”clarou que os judeus gozariam em França dos direitos (100% de acordo com os protocolos.)de cidadãos...” No vol. II, pág.7-8, “Esse decreto estava (11) Para isso, os judeus atiçadores de revolu-preparado de longa data, preparado pelo trabalho da ções não tem poupado o sangue dos cristãos. Vide ascomissão nomeada, pelos escritos de Lessing e Dohm, estatísticas das vítimas do terror na França, da Tchekapelos de Mirabeau e Gregoire. Era o resultado lógico dos (**futura KGB**) na Rússia, de Bela-Kun na Hungria, dasesboços tentados desde alguns anos pelos judeus e os Astúrias, etc... Lede esta declaração do judeu bolchevis-filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés), na Alema- ta Lunatcharsky: “Nós amamos o ódio! devemos pregarnha, fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi o ódio. Só por ele poderemos conquistar o mundo.”em Berlim, nos salões de Henriqueta de Lemos (judia 10
  11. 11. CAPÍTULO IV cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simples- mente por ódio dos privilegiados. Resumo: As diversas fases duma república. A franco-maço- Notas e comentáriosnaria externa. A liberdade e a fé. A concorrência interna- (1) Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs. 152,153: “Decional do comércio e da indústria. O papel da especula- modo geral, por toda a parte, os judeus são republica-ção. O culto do ouro. nos. A república, que tende ao nivelamento, foi sempre uma de suas mais caras aspirações.” - “Seu ódio de TODA república passa por diversas fases.(1) A pri- toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amormeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego das instituições republicanas, sua repulsa por toda in-que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda justiça acham sua explicação no unitarismo, ideal deé a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem sua raça.” Ótimo! República para os outros se esfacela-inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal rem; autocracia para o seu domínio...e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, toda- (2)Por isso, declara E. Fleg. na “Antologie Juive”,via sensível ; despotismo exercido por uma organização pág. 261: “O judaísmo orienta-se unicamente para osecreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se futuro terrestre.” Por isso, numa conferência sob o pa-acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição trocínio da loja La Parfaite Union , de Mulhouse (França)não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier:recursos, recompensando longos serviços. “Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa a Igreja”. Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kad-força é assim. A franco-maçonaria externa serve unica- mi-Cohen, em “Nômades”, pág. 181: “São dois contrá-mente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação des- rios, duas antinomias, dois blocos que se defrontam”.sa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados Por isso o “Rituel du 33ème. degré du Grand Orient dedo público. France” declara: “Aniquilar o catolicismo contra o qual A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir todos os meios são bons”.no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repou- (3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs.sasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade 88-89 “Tudo no semita é especulação, de idéias ou dehumana, fora da idéia de igualdade contrariada pelas pró- negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigorosoprias leis da criação , que estabelecem a subordinação. não canta ele à glorificação do interesse terrestre!”Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das pa- Batault diz em “Le problème juif”, pág.39: “Naróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direção de finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisí-seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos veis, tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices ebens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos solidários, os autores são secretos e discretos. O instru-a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio mento são as operações anônimas da bolsa; compra eprincípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo venda, venda e compra. Sob ações invisíveis, os pratospelos cálculos e pelas necessidades materiais (2). da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tirâ- Para que os espíritos dos cristãos não tenham nica, contra o domínio do Econômico, é possível achartempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los armas - o coração dos homens e a alma dos povos, maspela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as deixam-nas enferrujar na bainha...”nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma (4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia,pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desdepara que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir a mais alta antiguidade, o judeu cultiva e manobra ocompletamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer ouro. Por que razão os judeus intentaram um processoda especulação(3) a base da indústria. Desta forma, ne- ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Res-nhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará pondia Cícero, seu advogado, no “Pro Flacco”: “Vendonas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela espe- que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todosculação, isto é, cairão nas nossas burras. os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusa- A luta ardente pela supremacia, os choques da vida lém, Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro daeconômica criarão e já criaram sociedades desencanta- Ásia”.das, frias e sem coração.Essas sociedades terão uma pro- Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 174:funda repugnância pela política superior e pela religião. “A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nosSeu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual te- judeus a preocupação da riqueza e toda sua atividaderão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que prática se concentrar em um comércio especial, refiro-pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos me ao comércio do ouro.”. Pág,.187 : “O ouro deu aosnos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas 11
  12. 12. lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Se- nós para conceber planos de ação política e de solidarie-nhores de seus Senhores...” dade. Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse Jack London, em “Le peuple de l’Abime”: “O ouro ponto, porém nós conseguimos desacreditá-los aos olhosé o passaporte do judeu”. da plebe ignorante, porque eles constituíam uma organi- zação visível, enquanto que nós operávamos ocultamente por meio de nossa organização secreta. Aliás, que importa ao mundo o amo que vai ter? seja o chefe do catolicismo CAPÍTULO V ou nosso déspota do sangue de Sião? Mas para nós, que somos o povo eleito, a questão já não é indiferente. Uma coligação universal dos (povos europeus) cris- Resumo: tãos poderia dominar-nos por algum tempo, porém esta- Criação de forte concentração do governo. Os mo- mos garantidos contra contra esse perigo pelas profundasdos da franco-maçonaria se apoderar do poder. Por quê sementes de discórdia que já se não podem mais arrancaros Estados não conseguem entender-se. “Pre-eleição” de seu coração. Opusemos uns aos outros os cálculos in-dos judeus. O ouro é o motor de todos os mecanismos dividuais e nacionais dos cristãos, seus ódios religiosos edos Estados. Os monopólios no comércio e na indústria. A étnicos, que há vinte séculos cultivamos. É por isso queimportância da crítica. As instituições “como são vistas”. nenhum governo encontrará auxílio em parte alguma ;Cansaço causado pelos discursos. Como tomar conta da cada qual acreditará um acordo contra nós desfavorável aopinião pública? A importância da iniciativa privada. O go- seus próprios interesses. Somos muito fortes e é precisoverno supremo. contar conosco. As potências não podem concluir o mais insignificante acordo sem que nele tomemos parte. QUE FORMA de administração se pode dar a socie- Per me reges regnant - “por mim reinam os reis”.dades em que se por toda parte penetrou a corrupção , em Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por Deusque somente se atinge a riqueza por meio de surpresas mesmo para governar a terra. Deus nos deu o gênio, a fimhábeis que são meias-velhacadas ; sociedades em que de podermos levar a cabo esse problema. Embora surjareina a licença de costumes, em que a moralidade so- um gênio no campo oposto, poderá lutar contra nós, masmente se agüenta por causa dos castigos e leis austeras, o recém-vindo não valerá o velho habitante ; a luta entrenão por princípios voluntariamente aceitos ; em que os nós será sem piedade e tal como nunca o mundo presen-sentimentos de Pátria e Religião, são abafados por cren- ciou. Além disso, os homens de gênio chegariam tarde.ças cosmopolitas? Que forma de governo dar a essas so- Todas as engrenagens do mecanismo governamen-ciedades se não a despótica, que descreverei mais adian- tal dependem dum motor que está em nossas mãos: essete? Regularemos mecanicamente todos os atos da vida motor é o ouro. A ciência da economia política, inventadapública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o pres-retomando uma a uma todas as complacências e todas as tígio real do ouro.liberdades demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso O capital, para ter liberdade de ação, deve obter oreinado se assinalará por um despotismo tão majestoso monopólio da indústria e do comércio; é o que já vai reali-que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de zando a nossa mão invisível em todas as partes do mundofazer calar os cristãos que nos queiram fazer oposição e (1). Essa liberdade dará força política aos industriais e oque estejam descontentes. povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro não desarmar os povos do que levá-los à guerra ; importaestá de acordo com os progressos modernos. Provarei o mais servir as paixões incandescidas para nosso proveitocontrário. do que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das idéias Quando o povo considerava as pessoas reinantes de outrem e comentá-las do que baní-las.como pura emanação da Vontade Divina, se submetia sem O problema capital do nosso governo é enfraquecermurmurar ao absolutismo dos reis, porém desde o dia em o espírito público pela crítica ; fazer-lhe perder o hábitoque lhe sugerimos a idéia de seus próprios direitos, con- de pensar, porque a reflexão cria a oposição ; distrair assiderou essas pessoas como simples mortais. A Unção forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência.Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe arrancamos Em todos os tempos, os povos, mesmo os maisa crença em Deus; a autoridade passou para a rua, isto é, simples indivíduos, tomaram as palavras como realida-para um logradouro público, e nós nos apoderamos dela. des, porque se satisfazem com a aparência das coisas Demais, a arte de governar as massas e os indi- e raramente se dão ao trabalho de observar se as pro-víduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habil- messas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso,mente combinadas pelas regras da vida social e por outros nossas instituições terão uma bela fachada, que demons-meios engenhosos, dos quais os cristãos nada percebem, trará eloqüentemente seus benefícios no que concerne aofaz também parte de nosso gênio administrativo, educado progresso.na análise, na observação, em tais sutilezas de concepção Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos osque não encontram rivais, pois que não há ninguém como 12
  13. 13. partidos, de todas as tendências e ensinaremos nossos mundo, as quais são produtos essencialmente semi-oradores a falarem tanto que toda a gente se cansará de tas, saídos dos cérebros dos judeus Ricardo e Marx. Aouví-los. concepção místico-judaica da humanidade é comum ao Para tomar conta da opinião pública, é preciso liberalismo puritano e ao socialismo dito científico, dotorná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto qual brotou o bolchevismo.”tempo tantas opiniões contraditórias que os cristãos aca- Por isso os judeus agem no mundo em dois pólosbarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em opostos, que completam, porém, sua obra de desagre-política, o melhor é não ter opinião. São questões que a gação da sociedades cristãs. O judeu Eberlin o reco-sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem nhece na pág. 51 de seu livro já citado: “O cosmopoli-a dirige. Eis o primeiro segredo. (2) tismo do agiota torna-se o internacionalismo proletário O segundo, necessário para governar com êxito, e revolucionário”. Diz Bernard Lazare que a “alma doconsiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismoos hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que industrial, financeiro, agiota e especulador, colaborandoninguém possa deslindar esse caos e que os homens para a centralização dos capitais destinada a destruiracabem por não se entenderem mais aos outros. Essa a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a so-tática terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos cialização; do outro, combate o capitalismo em nomeos partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda do socialismo, isto é, da socialização total.” Pelos doisnão queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer lados, os judeus atingem o mesmo fim. Assim, segun-iniciativa, mesmo genial, e será mais poderosa do que os do a opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschildmilhões de homens nos quais semeamos divergências. correspondem Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-CohenPrecisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de é explícito quanto ao mesmo assunto, escrevendo quemodo tal que suas mãos se abatam numa impotência de- Trotski e Rothschild “marcam as oscilações do pêndulosesperada diante de cada questão que exija iniciativa. judaico”. (**Veja porque os comunistas tiveram a revo- O esforço que se exerce sob o regime da liberdade lução de 1917 financiada por banqueiros ocidentais...**)ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos esforços O plano está claramente delineado nos “Protocolos”. Sólivres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, os cegos e os ignorantes ainda não o perceberam... Hádecepções e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos também quem não o queira perceber...com essa liberdade que os obrigaremos a nos oferece- (2) Essa obra de despistamento é realizada so-rem um poder internacional, cuja disposição será tal que bretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jor-poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os nais em consórcio ou associados manobram ou mani-Estados do mundo e formar o Governo Supremo. pulam a opinião pública em sentidos diversos, quando Em lugar dos governos atuais, poremos um es- sua direção geral é única.pantalho que se denominará Administração do Governo (3) Segundo o “Jewish Guardian” (“SentinelaSupremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados Judaica”) de 8 de outubro de 1920, o chefe sionistacomo pinças e sua organização será tão colossal que to- Dr. Caim Weissmann, declarou no discurso com quedos os povos terão de se lhe submeterem (3). saudou num banquete o rabino Herz: “A nós, seu Povo Eleito, Deus deu o poder de nos espalharmos sem dano; Notas e comentários o que para outros parece ser a nossa fraqueza é, em (1) G. Batault “Le probleme juif”, págs. 40-41: “É verdade, nossa força, e, assim, atingimos ao Domínioconveniente notar que foi um banqueiro judeu-inglês, Universal. Só nos resta edificar sobre essa base.” Não éo célebre economista David Ricardo, filho de um judeu possível ser mais claro!holandês, emigrado em Londres, em fins do século XVIII, Em sua obra, na pág. 99, Isidoro Loeb diz:”Os ju-o inventor e o teorista duma concepção puramente eco- deus tem tido esta alta ambição de ver os gentios senômica do mundo, que, hoje, o domina quase todo. O agruparem em torno deles, e se unirem sob o nome domercantilismo político contemporâneo, os negócios verdadeiro Deus”. A idéia vem do fundo dos séculos,acima de tudo, os negócios considerados fim supremo acompanhando a trajetória da raça. O filósofo judeu-dos esforços humanos, provém diretamente de Ricardo. alexandrino Philon escreveu no “In Flaccum”: “O castigoDemais, o fundador do socialismo científico, o judeu- dos sofistas virá no dia em que o Império Judeu, impérioalemão Karl Marx, se colocou no próprio terreno de da salvação, for estabelecido no mundo.” RecorramosRicardo, para combatê-lo, aproveitando grande número ainda ao erudito israelita do “L’Antisémitisme”, Bernardde suas concepções, de seus argumentos, de suas teo- Lazare, no tomo I, págs. 50-51: “Sem a lei, sem Israel,rias e conclusões. O laço misterioso, a afinidade secreta o mundo não existiria, Deus o faria voltar ao nada; e oque unem, apesar de tudo, os mercantilistas e os nego- mundo somente conhecerá a felicidade quando subme-cistas puritanos aos bolchevistas provém, em grande tido ao império universal dessa lei, isto é, ao impérioparte, de terem em comum, embora tirando conclusões dos judeus”. Como consequência disso, assegura B.diferentes, a mesma concepção e a mesma visão do Lazare: “Essa fé em sua predestinação, em sua eleição, 13

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