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Segunda geração: “Pacote Multimédia” (a partir 1970...)  <ul><li>A segunda geração </li></ul><ul><li>- Manual impresso  </...
Terceira geração (a partir 1985...) -  Multimédia Interactivo: <ul><ul><li>Nesta terceira geração a tecnologia de suporte ...
Quarta geração (a partir 199?...) - E-learning :   <ul><ul><li>A quarta geração é marcada pelas varias tecnologia de supor...
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Teorias da Educação a Distância <ul><li>Aprendizagem Independente - Delling  </li></ul><ul><li>Aprendizagem Independente –...
Aprendizagem Independente   Delling (1966) <ul><li>- O Ensino a Distância constitui um sistema de aprendizagem e comunicaç...
Aprendizagem Independente  Wedemeyer (1971)  <ul><li>Em contraponto ao ensino por correspondência dominado por preocupaçõe...
Conversação Didáctica Guiada - Holmberg <ul><li>Os materiais de ensino deveriam ser de natureza auto-instrucional, simulan...
Modelo Industrial de Ensino -  Otto Peters  <ul><li>O EaD adopta técnicas de produção industrial, divisão do trabalho, pro...
Distância Transaccional M. Moore <ul><li>-O que importa não é a Distância Geográfica mas a Distância Pedagógica e Psicológ...
Barcelona, 2006
Modelo da Comunidade de  Inquirição  Garrison & Anderson Da intersecção dos três elementos da comunidade de inquirição sur...
Elementos da Comunidade de Inquirição <ul><li>Estabelecer o Currículo e os métodos. </li></ul><ul><li>Partilhar significad...
Indicadores de Presença Social <ul><li>INDICADORES AFECTIVOS-   são expressões pessoais de emoções, sentimentos,crenças e ...
PRESENÇA SOCIAL ONLINE <ul><li>Até que ponto os participantes de um processo de comunicação mediada por computador se sent...
Presença Social
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Pobreza Emocional da CMC (Década de 90) <ul><li>A CMC é pobre devido à ausência da comunicação não verbal. </li></ul><ul><...
Aprendizagem Colaborativa sempre? <ul><li>Robin Mason (2002): </li></ul><ul><li>  “ Apesar dos benefícios do trabalho cola...
Ou algumas vezes Trabalho Independente e Auto-Aprendizagem? <ul><li>T. Anderson (2002): </li></ul><ul><li>“ Muitos estudan...
Três Tipos de Interacção -T. Anderson
“ Encontrando a Mistura Certa”... (T. Anderson)
Hipótese da Equivalência (T. Anderson, 2002) <ul><li>Níveis importantes de aprendizagem significativa e profunda podem ser...
Universidade Aberta: Entre dois modelos de EaD <ul><li>- “Pacote Multimedia” e Auto-Aprendizagem com alguns momentos de tu...
O processo pedagógico <ul><li>Comunicação Assíncrona e NÃO comunicação Síncrona. </li></ul><ul><li>porque: </li></ul><ul><...
O Processo Pedagógico <ul><li>Procura de Equilibrio entre: </li></ul><ul><li>Actividades de Auto-Aprendizagem  </li></ul><...
Estudante-Estudante Constante. Estudante-Estudante Constante. Estudante-Estudante Inexistente. Estudante-Professor Constan...
O processo pedagógico <ul><li>Dois documentos base regulam os objectivos, conteúdos, actividades, projectos, metodologias,...
Conclusões  <ul><li>Como compatibilizar a ideia de turma virtual, níveis altos de colaboração, ensino de qualidade, com a ...
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O passado e o presente das férias de um professor online…
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Universidades Abertas e Educação Online

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Apresentação ao Colóquio "Gestão do Conhecimento: Produção e Difusão em Universidades Abertas". Salvador, Bahia, 22 de Novembro 2008.

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  • Key Concept: If your students are struggling with developing a writing process, they can find help at the Purdue University Writing Lab. By making a half-hour appointment with a tutor, students can receive help with any area of the writing process, from invention to proofreading. Click mouse after the title question.
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  • Universidades Abertas e Educação Online

    1. 1. <ul><li>António Quintas-Mendes </li></ul><ul><li>Laboratório de Educação a Distância, </li></ul><ul><li>Universidade Aberta - www.univ-ab.pt </li></ul><ul><li>Gestão do Conhecimento: Produção e Difusão em Universidades Abertas </li></ul><ul><li>Salvador, 22 de Novembro de 2008 </li></ul>.
    2. 2. Educação a Distância, Educação Aberta Aberta vs Distância Educação Aberta Educação a Distância Educação Aberta e a Distância (EaD – ODL)
    3. 3. Características da Educação Aberta <ul><li>- Quem? (requisitos de entrada flexíveis?), </li></ul><ul><li>- Porquê? (em resposta a necessidades dos aprendentes?), </li></ul><ul><li>- O quê? Com que resultados? (o estudante pode negociar o conteúdo e participar na avaliação?), </li></ul><ul><li>- Como? (baseada em recursos disponíveis, estratégias alternativas, modalidades redundantes?), </li></ul><ul><li>- Onde? (casa, local de trabalho, centro de apoio?), </li></ul><ul><li>- Quando? (flexibilidade de início,ritmo, terminus?) </li></ul>
    4. 4. Educação Aberta = Educação a Distância? a)       separação física entre professor e estudantes; b)        utilização de tecnologia para mediatizar processos de ensino e de aprendizagem que se ajustem a essa separação; c)       existência de comunicação unilateral, bilateral e multilateral (um para um, um para muitos e muitos para muitos); d)       existência de uma organização própria, dotada de estruturas, meios tecnológicos e recursos humanos especialmente vocacionados para responder às condições anteriores. 
    5. 5. Educação Aberta = Educação a Distância? <ul><li>Educação Aberta refere-se a uma filosofia da Educação centrada no aprendente que remove todas as barreiras de acesso e promove a autonomia do sujeito; </li></ul><ul><li>O aprendente tem controle sobre os objectivos, os conteúdos, as estratégias, as metodologias, o espaço , o tempo e o ritmo das aprendizagens. </li></ul>
    6. 6. Educação Aberta = Educação a Distância? <ul><li>Uma Universidade de Educação a Distância poder ser aberta ou fechada. Ou ser Aberta apenas em algumas das dimensões (ex: acesso; espaço; tempo) </li></ul><ul><li>- Um curso aberto pode ocorrer numa Universidade a Distância ou numa Universidade Presencial </li></ul>
    7. 7. Imagens da EaD: Espaço-Tempo “Em toda a parte em qualquer lugar“ .
    8. 8. Imagens da EaD: Em toda a parte, em qualquer momento, em qualquer lugar. .
    9. 9. “ À distância de um clique !!” , “You’re just a click away, anytime, anywhere!!!”…. <ul><li>Versão sexy da expressão “em qualquer tempo em qualquer lugar” </li></ul>
    10. 10. Versão “lazy”do controle sobre os conteúdos... Basta clicar…
    11. 11. Clicar?
    12. 12. .
    13. 13. Gerações de Educação a Distância (Garrison 1985; 2001; Lina Morgado, 2003; Maria João Gomes, 2003) . <ul><li>Não existe uma progessão linear de gerações de EaD. </li></ul><ul><li>Existem novelos de tecnologias </li></ul>
    14. 14. Primeira geração (a partir 183?...) -  Ensino por correspondência: <ul><li>Utilizam-se os serviços de correio postal para a distribuição dos conteúdos. </li></ul><ul><li>A mediatização de conteúdos é mono-média apresentando-se em documentos impressos; a comunicação professor-aluno é ocasional ou inexistente e a comunicação aluno-aluno encontra-se ausente. </li></ul>.
    15. 15. Segunda geração: “Pacote Multimédia” (a partir 1970...) <ul><li>A segunda geração </li></ul><ul><li>- Manual impresso </li></ul><ul><li>- Emissões de Televisão e Rádio </li></ul><ul><li>- Audio-Cassetes e Video-Cassetes </li></ul><ul><li>Tutoria Telefónica. </li></ul><ul><li>- A Interacção Aluno-Aluno é inexistente </li></ul>
    16. 16. Terceira geração (a partir 1985...) -  Multimédia Interactivo: <ul><ul><li>Nesta terceira geração a tecnologia de suporte predominante é o correio electrónico, sendo o CD-ROM e os DVD pelo correio postal que é realizada a distribuição dos conteúdos. A mediatização de conteúdos  torna-se multimédia hipermédia interactivo. A comunicação professor-aluno passa a ser frequente enquanto entre  aluno-aluno ainda é insignificante, desta forma a modalidade de comunicação é assíncrona com pequeno desfasamento temporal. </li></ul></ul>.
    17. 17. Quarta geração (a partir 199?...) - E-learning : <ul><ul><li>A quarta geração é marcada pelas varias tecnologia de suporte como: correio electrónico, fóruns electrónicos, blog, chat , videoconferência , wikis entre outros. A distribuição de conteúdos assenta na evolução comparada com as anteriores gerações, é realizada através de páginas Web distribuídas em redes telemáticas, ficheiros em rede para &quot; download &quot;, Learning Managment Systems e Content Managment Sytems.  A mediatização de conteúdos é continuação da multimédia hipermédia ), mas não apenas interactivo sendo colaborativo em páginas Web . A comunicação professor-aluno é muito frequente enquanto e entre  aluno-aluno passa a ser existente e significativa , desta forma a modalidade de comunicação mais comum é assíncrona e síncrona com registo electrónico. </li></ul></ul>.
    18. 18. Quinta geração (a partir 2004...) -  M-learning: <ul><li>A quinta geração tem como tecnologia de suporte: correio electrónico, fóruns electrónicos, chat , videoconferência, Small Mensage Systems (SMS), Instant Messangers  (IM), podcasts, entre outros. A distribuição de conteúdos é realizada por sistemas  wireless  , com tecnologia de banda larga e funcionalidade de RSS. A mediatização desses conteúdos  faz-se atraves da multimédia (hipermédia) móvel e conectivo com base em aplicações/conteudos para dispositivos móveis(telemóveis, PDAs, leitores de Mp3, etc). </li></ul><ul><li>     A comunicação professor-aluno é muito frequente, entre  aluno-aluno essa comunicação é existente e significativa. A modalidade de comunicação mais comum é assíncrona e síncrona com registo electrónico. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
    19. 19.   Geração n? (a partir 2003) -  Second Life <ul><li>A sexta geração está, a par da quinta, a ser formada.  </li></ul><ul><li>A apresentação de conteúdos é hipermédia -imersiva, a comunicação professor-aluno e aluno-aluno não está ainda definida, assim como modalidade de comunicação onde se apresenta a interrogação se será o ambiente Second Life. </li></ul>
    20. 20. Geração n?... Web 2.0 <ul><li>Redes Sociais, Redes Cognitivas. </li></ul><ul><li>Colaboração e partilha. </li></ul><ul><li>Os aprendentes são também autores e produtores... </li></ul>
    21. 21. Teorias da Educação a Distância <ul><li>Aprendizagem Independente - Delling </li></ul><ul><li>Aprendizagem Independente – Wedemeyer </li></ul><ul><li>Conversação Didáctica Guiada – Holmberg </li></ul><ul><li>Distância Transaccional – M. Moore </li></ul><ul><li>Comunidade de Inquirição – Garrison & Anderson </li></ul>
    22. 22. Aprendizagem Independente Delling (1966) <ul><li>- O Ensino a Distância constitui um sistema de aprendizagem e comunicação multidimensional facilitado por um dispositivo tecnológico e não um processo de ensino. </li></ul><ul><li>Uma Universidade EaD é vista como uma instituição de suporte e apoio aos estudantes dando resposta a necessidades que eles não poderiam resolver sózinhos: provê informação,documentação, recursos,dá enquadramento administrativo. </li></ul>
    23. 23. Aprendizagem Independente Wedemeyer (1971) <ul><li>Em contraponto ao ensino por correspondência dominado por preocupações organizacionais e administrativas lança as bases de uma teoria do estudo independente. </li></ul><ul><li>Comunicação, ritmo de aprendizagem, auto-determinação de tarefas e actividades, liberdade de escolha do estudante. Defende a equidade e o direito ao acesso à Educação. </li></ul>
    24. 24. Conversação Didáctica Guiada - Holmberg <ul><li>Os materiais de ensino deveriam ser de natureza auto-instrucional, simulando uma conversação com o professor...estimulando sentimentos de relação pessoal, prazer intelectual e motivação para o estudo... </li></ul>
    25. 25. Modelo Industrial de Ensino - Otto Peters <ul><li>O EaD adopta técnicas de produção industrial, divisão do trabalho, produção em massa e organização do trabalho pedagógico tendo em vista realizar economias de escala e reduzir custos por unidade. </li></ul>
    26. 26. Distância Transaccional M. Moore <ul><li>-O que importa não é a Distância Geográfica mas a Distância Pedagógica e Psicológica. </li></ul><ul><li>-Existe uma relação inversamente proporcional entre Estrutura e Diálogo. </li></ul><ul><li>Um Curso com muita estrutura tem pouco diálogo. </li></ul><ul><li>- Um curso com muito diálogo tem pouca estrutura. </li></ul>
    27. 27. Barcelona, 2006
    28. 28. Modelo da Comunidade de Inquirição Garrison & Anderson Da intersecção dos três elementos da comunidade de inquirição surge a experiência educacional A presença social é a capacidade de os participantes se projectarem como reais num ambiente virtual.
    29. 29. Elementos da Comunidade de Inquirição <ul><li>Estabelecer o Currículo e os métodos. </li></ul><ul><li>Partilhar significados pessoais. </li></ul><ul><li>- Focalizar a discussão. </li></ul><ul><li>Desenho & Organização do Curso </li></ul><ul><li>Facilitação do Discurso. </li></ul><ul><li>- Instrução Directa. </li></ul>Presença de Ensino <ul><li>Despertar curiosidade </li></ul><ul><li>Troca de Informação </li></ul><ul><li>Relacionar ideias </li></ul><ul><li>- Aplicar ideias novas </li></ul><ul><li>Despoletar um evento </li></ul><ul><li>Exploração </li></ul><ul><li>Integração </li></ul><ul><li>- Resolução </li></ul>Presença Cognitiva <ul><li>Responder, citar </li></ul><ul><li>- Apelar ao “nós” </li></ul><ul><li>- Emoticons </li></ul><ul><li>Interactividade </li></ul><ul><li>Coesão do grupo </li></ul><ul><li>- Expressão Afectiva </li></ul>Presença Social Indicadores (exemplos) Categorias Elementos
    30. 30. Indicadores de Presença Social <ul><li>INDICADORES AFECTIVOS- são expressões pessoais de emoções, sentimentos,crenças e valores. Podem ser pensados como modos de projectar proximidade / presença social no discurso online, como modo de compensar a ausência de gestos, expressões faciais e/ou entoação da comunicação face-a-face. Express ões de emo ção , emoticons, humor e auto-revelação . </li></ul><ul><li>I NDICADORES INTERACTIVOS- evidencia que os outros estão atentos, respondem e integram as mensagens. São o suporte das interacções, fazem a ligação entre as mensagens. Acordo, aprovação crítica, feedback, citação da mensagem do outro , clarificações, perguntas. </li></ul><ul><li>INDICA DORES COESIVOS - são comportamentos de proximidade verbal que constroem e sustentam o sentido de grupo, o envolvimento com o grupo e o desenvolvimento do sentido de comunidade. Sa udações , u so de vocativ o s, expressões fáticas, referência ao grupo, pronomes inclusivos (“nós”); tratamento dos outros pelo nome próprio; </li></ul>
    31. 31. PRESENÇA SOCIAL ONLINE <ul><li>Até que ponto os participantes de um processo de comunicação mediada por computador se sentem ligados socialmente e emocionalmente. </li></ul><ul><li>Capacidade que os aprendentes têm de se projectarem afectivamente e socialmente num ambiente online. </li></ul>
    32. 32. Presença Social
    33. 33. Crato,Morgado, Quintas-Mendes (2007) <ul><li>Os indicadores Afectivos predominam no contexto informal (Cibercafé) mas estão também presentes no contexto formal </li></ul><ul><li>Os indicadores Interactividade são ligeiramente mais frequentes no contexto formal e os indicadores de Coesão são idênticos em ambos os contextos. </li></ul>
    34. 34. Crato,Morgado, Quintas-Mendes (2007) <ul><li>As expressões de conteúdo Sócio-Emocional na comunicação online são constantes em todos os contextos da situação de aprendizagem e não apenas nos contextos informais. </li></ul><ul><li>a presença social pode ser fortemente sentida pelos participantes de uma comunicação mediada por computador e projectada em discussões em ambientes textuais assíncronos com base em indicadores verbais de proximidade e… na ausência de comunicação não verbal. </li></ul>
    35. 35. Pobreza Emocional da CMC (Década de 90) <ul><li>A CMC é pobre devido à ausência da comunicação não verbal. </li></ul><ul><li>A CMC devido à ausência de pistas sociais leva ao efeito de desinibição , à comunicação hostil, intensa e agressiva (“Flaming”). </li></ul><ul><li>Teoria Hiperpessoal de J. Walther </li></ul>
    36. 36. Aprendizagem Colaborativa sempre? <ul><li>Robin Mason (2002): </li></ul><ul><li>  “ Apesar dos benefícios do trabalho colaborativo chegamos à conclusão de que se algum é bom, mais não é necessariamente melhor. O trabalho colaborativo pode por vezes chegar a ser demasiado intenso,demasiado inflexível, demasiado exigente, atingindo níveis de sobrecarga de trabalho pouco sustentáveis.” </li></ul>
    37. 37. Ou algumas vezes Trabalho Independente e Auto-Aprendizagem? <ul><li>T. Anderson (2002): </li></ul><ul><li>“ Muitos estudantes desejariam poder escolher programas de aprendizagem que lhes permitisse minimizar a quantidade de interacção professor-estudante e estudante-estudante. </li></ul>
    38. 38. Três Tipos de Interacção -T. Anderson
    39. 39. “ Encontrando a Mistura Certa”... (T. Anderson)
    40. 40. Hipótese da Equivalência (T. Anderson, 2002) <ul><li>Níveis importantes de aprendizagem significativa e profunda podem ser atingidos desde que uma das três formas de interacção (estudante-professor, estudante-estudante e estudante-conteúdo) se situem em níveis muito elevados. Os outros dois tipos de interacção podem ser oferecidos em níveis mais baixos sem que a experiência educacional se degrade. Ou seja, por vezes é possível substituir um tipo de interacção por um dos outros... </li></ul>
    41. 41. Universidade Aberta: Entre dois modelos de EaD <ul><li>- “Pacote Multimedia” e Auto-Aprendizagem com alguns momentos de tutoria. </li></ul><ul><li>Internet e Turma Virtual </li></ul>
    42. 42. O processo pedagógico <ul><li>Comunicação Assíncrona e NÃO comunicação Síncrona. </li></ul><ul><li>porque: </li></ul><ul><li>Maior Flexibilidade Temporal </li></ul><ul><li>Maior reflexividade no trabalho </li></ul><ul><li>Menor exigênc ia de banda </li></ul>
    43. 43. O Processo Pedagógico <ul><li>Procura de Equilibrio entre: </li></ul><ul><li>Actividades de Auto-Aprendizagem </li></ul><ul><li>e </li></ul><ul><li>Trabalho Colaborativo </li></ul>
    44. 44. Estudante-Estudante Constante. Estudante-Estudante Constante. Estudante-Estudante Inexistente. Estudante-Professor Constante. Estudante-Professor Em momentos previamente definidos do Curso. Estudante-Professor Ocasional Estudante-Conteúdo Diálogo sobre os Conteúdos. Actividades de Aprendizagem. Projectos Estudante-Conteúdo Actividades Formativas com feedback previamente organizado; Actividades de Aprendizagem; E-Fólios. Estudante-Conteúdo Alguma Interactividade está incorporada nos conteúdos: Actividades de Auto-Aprendizagem. Online 2º Ciclo [Turma Virtual – 25 estudantes] [Professor-Turma] Online 1º Ciclo [Turmas Virtuais – 60 estudantes] [Tutores-Turmas] Modelo Tradicional [ Nº indefinido de estudantes] [Materiais Auto-Aprendizagem]
    45. 45. O processo pedagógico <ul><li>Dois documentos base regulam os objectivos, conteúdos, actividades, projectos, metodologias, procedimentos,avaliação, timings, etc. </li></ul><ul><li>PUC – Plano de Unidade Curricular (Graduação) </li></ul><ul><li>CP - Contrato Pedagógico (Pós-Graduação) </li></ul>
    46. 46. Conclusões <ul><li>Como compatibilizar a ideia de turma virtual, níveis altos de colaboração, ensino de qualidade, com a ideia de Direito à Educação e acesso de grandes massas da população ao EaD? </li></ul>
    47. 47. Porque é que a Educação a Distância é melhor do que o Sexo? <ul><ul><li>.Podes sempre terminar mais cedo sem te sentires culpado. </li></ul></ul><ul><ul><li>. Podes libertar-te de qualquer virus por 50 Euros com um programa como o McAfee ou o Norton. </li></ul></ul><ul><ul><li>. Com um bocadinho de café podes trabalhar e praticar durante toda a noite. </li></ul></ul><ul><ul><li>.Se te sentires cansado podes parar, salvar o teu trabalho e recomeçares a coisa no ponto onde a deixaste. </li></ul></ul><ul><ul><li>. E se não souberes bem o que estás a fazer podes sempre contactar com a tua tutora ! </li></ul></ul>
    48. 48. O passado e o presente das férias de um professor online…

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