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A ATUAÇÃO DA ENFERMEIRA DE LIGAÇAO NO MODELO CHC/UFPR DE GESTÃO DE ALTAS

A ATUAÇÃO DA ENFERMEIRA DE LIGAÇAO NO MODELO CHC/UFPR DE GESTÃO DE ALTAS

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A ATUAÇÃO DA ENFERMEIRA DE LIGAÇAO NO MODELO CHC/UFPR DE GESTÃO DE ALTAS

  1. 1. A ATUAÇÃO DA ENFERMEIRA DE LIGAÇAO NO MODELO CHC/UFPR DE GESTÃO DE ALTAS Dra Elizabeth Bernardino Professora Associada do Departamento de Enfermagem da UFPR Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPQ Chefe da Divisão de Gestão de Cuidado do Hospital de Clínicas da UFPR Dra. Jaqueline D. N. Selleti Dr. Marcelo Stegani Esp. Jane Terezinha Stival
  2. 2. TEMA Ampliação do escopo de práticas SUBTEMA (Ampliaçãodo escopo de práticas de enfermagem): Melhoria do acesso aos serviços de saúde Maior adesão ao tratamento, gestãode sintomas e utilização dos serviços Efetividade clínicana atenção aos usuários/pacientes Maiores níveis de satisfação dousuário, unidos a umaatenção mais personalizada,a provisão de informação e uma Maior dedicaçãono tempoconsulta IDENTIFICAÇÃO PERÍODO DA EXPERIÊNCIA 01/07/2017 – ATUAL
  3. 3. Gestão de altas : Estudo multicêntrico  Hospital terciário Universitário - 600 leitos – compromisso social  40 mil consultas/mes  2 milhões de pacientes cadastrados  3, 200 empregados Envelhecimento Aumento das condições crônicas Complexidade dos cuidados X orçamentos restritos Desarticulação da rede Enfermeiras de ligação como uma das estratégias que contribuem para a integralidade do cuidado e integração da rede Operacionalização
  4. 4. PRODUÇÃO CIENTÍFICA RELACIONADA
  5. 5. LINHA DO TEMPO: fase pré-implantação/perspectivas 2006-2010 Pesquisa de intervençãono HCUFPR Elizabeth Bernardino Maria Luiza Segui Publicada em 2010 2015 Pesquisa multicêntrica sobre enfermeiros de ligação no Canada, Portugal e Espanha 2 teses 1 dissertação 2016 Nova Pesquisa de intervenção no HC/UFPR Dissertação Mestrado Ester Ribas Edital UNIVERSAL 2017 Apresentação do projeto à Superintendên cia do CHC Visita a serviços de gestão de alta em Portugal Discussão do projeto coma SMS Planejamento interno para a implantação Financiamento Governo do Canadá e Agencia Universitária de Francófona 2018 Integração com a SMS Estabeleciment o de linhas de cuidado – protocolos conjuntos Consolidação do serviço Ampliação do serviço: enfermeiras de ligação ambulatorial Ambulatórios de transição Suporte para transferência de conhecimento Construção de indicadores de performance
  6. 6. Diretriz de cuidados: Cuidados de transição são ações destinadas a garantir a segurança e a eficiência da coordenação de cuidados quando há uma alteração na condição do paciente, na prestação de cuidados ou no local na mesma instituição ou entre instituições (ONA, 2014) TRANSIÇÃO DO PACIENTE Informaçõesdos sistemas institucionais Resumo da altapara a continuidade de cuidados interdisciplinar Plano de cuidados Plano de cuidados Equipe multidisciplinar Equipe multidisciplinar Objetivos e preocupações dos envolvidos Diagnóstico, investigações e resultados Medicação e alergias Informação de segurança Necessidades de cuidados Diretivas antecipadas Modelo de Gestão de altas CHC/UFPR : cuidados de transição como Boas Práticas em Gestão de Alta
  7. 7. 7 Transição do paciente Continuidade dos cuidados Mecanismos de integração e ligação Mecanismos de integração e ligação Hospital 1 2 34 5 n Regulação Regulação Vigilância em saúde Comissões Programas Sistemas logísticos Atividades meios Gestãode risco Ensino Modelo de Gestão de altas CHC/UFPR
  8. 8. GESTÃO DE ALTAS: Modelo CHC Recursos Humanos: 05 enfermeiras, 01 médico  Gerenciamento de casos – Equipe exclusiva - ênfase na enfermeira de ligação  Centralizado na Unidade de Regulação que atendam critérios de inclusão – a alta responsável deve ser uma prática multidisciplinar  Identificação dos pacientes o mais precoce possível: trabalhar a alta na internação  Institucionalização da contrarreferência  Integração com o DAS (SMS Curitiba) e Regionais de Saúde (SESA) SMS: E-Saúde, correio eletrônico e telefone SESA: telefone e correio eletrônico
  9. 9. Equipe ASSISTENCIAL Equipe GESTÃO DE ALTA Equipe GESTÃO DE LEITOS IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE COM CRITÉRIOS DE INCLUSÃO NO SERVIÇO (doença crônica de difícil manejo, cuidados paliativos, continuidade de tratamento no domicílio; uso de dispositivos; portadores de lesões de pele; desospitalização) Identifica o paciente, comunica a Equipe de Gestão de Altas pelo ramal 6850 ou pelo e-mail gestaodealtas@hc.ufpr.pr Equipe da Gestão de Alta inicia o contato com Equipe da Atenção Primária de Curitiba ou outras cidades do estado Equipe Assistencial Multiprofissional realiza o plano de cuidados e identifica as necessidades do paciente para a alta hospitalar No dia da alta hospitalar, a Equipe da Gestão de Alta envia à atenção primária: FORMULÁRIO DE CONTRARREFERÊNCIA, a cópia do RESUMO DE ALTA MÉDICA, as orientações da Equipe Assistencial Multiprofissional para a continuidade do cuidado. 1 2 3 4 P A S S O S Fluxo - Gestão de Altas e Contrarreferência
  10. 10. Equipe Multiprofissional Comissões (CCP, COMISAE, entre outras) Serviços (SCIH, SEVISP e outros) SEGINF Colaborações Internas
  11. 11. SMS Curitiba Suporte Ventilatório UMS, NASF, DS, Consultório na rua Estomas e curativos E-saúde: módulo internação e observação SAD Unidades de longa permanência SESA: CHR, Farmácia Especial SMS de outros municípios Casas de apoio COLABORAÇÕES EXTERNAS
  12. 12. COLABORAÇÕES EXTERNAS
  13. 13. ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS Suporte ventilatório Má adesão ao tratamento Multimorbi dades Polifarmácia Lesões de pele e curativos Reabilitação Cuidados paliativos Uso de dispositivos Clínica Médica Leitos de Retaguarda Infectologia CTSI Enf Valéria Gallo 83 leitos Controle de DANTs
  14. 14. Suporte ventilatório Má adesão ao tratamento Controle de DANTs Lesões de pele e curativos Reabilitação Uso de dispositivos Neurologia Urologia Cardiologia / UCO TMO Nefrologia Qt de Alto Risco Enf Silvana Erthal 86 leitos ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS
  15. 15. Suporte ventilatório Antibiotico terapia injetável domiciliar Controle de DANTs Lesões por pressão e curativos Reabilitação Má adesão ao tratamento Uso de dispositivos Ortopedia Transplante Hepático Cirurgia Geral Cirurgia Plástica Ginecologia Otorrino Neurocirurgia Oftalmo Enf Jessica Bressan 80 leitos Estomas ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS
  16. 16. Suporte ventilatório Antibiótico terapia injetável domiciliar Multiparida de e Anticon cepção Lesões de pele e curativos Má adesão ao tratamento Uso de dispositivos Enf Sirleide Alvim 149 leitos Maternidade Alojamento Conjunto Emergência Obst. UTI Neonatal Risco Intermediário Canguru UTI Pediátrica SEC Pediatria Cirurgia Pediátrica Hematopediatria Pediatria Gestação de alto risco Prematuri dade e baixo peso Má formação e acompanha mentos TORCH e DANTs Adolescen tes ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS
  17. 17. Antibiotico terapia injetável domiciliar Multiparida de e Anticon cepção Má adesão ao tratamento Uso de dispositivos Maternidade Victor Ferreira do Amaral UTI Neonatal Alojamento Conjunto Emergência Obstétrica Gestação de alto risco Prematuri dade e baixo peso Má formação e acompanha mentos TORCH e DANTs Adolescen tes Enf Otília Maciel 50 leitos ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS
  18. 18. LP e Risco de LP Enf Jordânia Dantas Alta Ambulatorial Programa 80+ Ambulatório de Curativos Avaliação global Avaliação idoso frágil Desenvolvi mento de Protocolos ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO DE GESTÃO DE ALTAS
  19. 19. Gestão de altas CHC: estratégias para consolidar o serviço Internamente • Equipe exclusiva • Regulação assistencial • Apresentação do serviço • Validação de protocolos • Cargo de gestão ocupado professor por um Externamente • Prêmios • Congressos • Cursos • Visitas em serviços internacionais • Consolidação do modelo • Formalização com os gestores locais
  20. 20. GESTÃO DE ALTAS EM NÚMEROS: IMPACTOS DA AÇÃO 4. 077 (23%) altas gerenciadas 4,4 % de reinternações 2018 2019 17.291 altas 17.728 altas 5.461 (31%) altas gerenciadas 2,6% de reinternações +10 pacientes em VentilaçãoMecânica Adultos e Crianças 4 Pacientes moradores + de 1ano Início em 2017 com a confecção de protocolos e pilotos Diminuição dias de internamento
  21. 21. Monitoramento de altas complexas Algumas Linhas de cuidado, procedimentos, medicamentos Maternidade Reabilitação Programa melhor em casa GESTÃO DE ALTAS: IMPACTO DA AÇÃO DAS ENFERMEIRAS DE LIGAÇÃO
  22. 22. Hospital DESAFIOS DA GESTÃO LOCAL Gestão local  Falta de suporte da equipe multiprofissional em atenção primária  Diferença de organização das redes das cidades  Expertise para tratar de problemas complexas e continuados  Falta de confiança na rede primária  Falta de feedback da  Diferenças de conduta clínica  Fragilidade no planejamento  Os cuidados de transição não estão na agenda das equipes  Modelo mental ainda focado na produção e não no desfecho
  23. 23. Hospital Centro de Cuidados e Gestão de alta ambulatorial: nova proposta  Pacientes que podem dar continuidade dos cuidados na rede  Pacientes vinculados ao hospital por demandas específicas  Ambulatórios de transição principais especialidades  Procedimentos médicos e de enfermagem Equipe de promoção em saúde  Telesaúde  Enfermeiras de ligação  Altas ambulatoriais – Plano de cuidado multiprofissional Estratégias de médio e longo prazo desvincular do hospital – atenção primária e secundária Sensibilização profissionais Sustentabilidade e acesso ao sistema Suporte clínico para a atenção primária
  24. 24. elizaber@ufpr.br digec@hc.ufpr.br gestaodealtas@hc.ufpr.br (41) 3525-6850 ou (41) 3360-1800 Ramal 6783 Maternidade Vitor Ferreira do Amaral gestaodealtasmvfa@hc.ufpr.br (41) 3312-5010 OBRIGADA !!!!!
  25. 25. REFERÊNCIAS BERNARDINO, E.; SEGUI, M. L. ; LEMOS, M. B. ; PERES, A. M. . Enfermeira de Ligação: uma estratégia de integração em rede. Revista Brasileira de Enfermagem (Impresso), v.63, p. 459-463, 2010. AUED G. K, BERNARDINO E, PERES A. M, LACERDA M. R, DELLAIRE C, RIBAS EN. Clinical competences of nursing assistants: a strategy for people management. Rev Bras Enferm[Internet]. 2016[cited 2017 Apr 18];69(1):142-9. RIBAS, E. N. Enfermeira de ligação: estratégia de integração entre hospital e unidades de atenção primária. 102p. Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2016. Disponível em: <http://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/42929>. RIBAS, E. N. ; BERNARDINO, ELIZABETH ; LAROCCA, LILIANA MULLER ; POLI NETO, P.; AUED, G.K. ; SILVA, C. P.C. . Enfermeira de ligação: uma estratégia para a contra referência. REBEN - REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM, v. 71, p. 546-553, 2018 MARTINS, M. M. ; AUED, G.K. ; RIBEIRO, O. M. P.L. ; SANTOS, M. J. ; LACERDA, M. R. ; BERNARDINO, E. GESTÃO DE ALTA PARA A CONTINUIDADE DO CUIDADO: EXPERIÊNCIA DAS ENFERMEIRAS DE LIGAÇÃO DE PORTUGAL. Cogitare Enfermagem (UFPR), v.23, p. 1-9, 2018 UTZUMI, F.C ; LACERDA, MARIA RIBEIRO ; BERNARDINO, E. ; AUED, G.K. ; MEIRA, S. . Continuidade do cuidado e o Interacionismo simbólico: um entendimento possível. TEXTO & CONTEXTO ENFERMAGEM, v.27, p. 2, 2018 AUED, GISELE KNOP ; BERNARDINO, ELIZABETH ; LAPIERRE, JUDITH ; DALLAIRE, CLÉMENCE . Atividades das enfermeiras de ligação na alta hospitalar: uma estratégia para a continuidade do cuidado. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v.27, p. 1-9, 2019 NEVES, M. F.B. ; ANDRADE, S. R. ; SOARES, C. F.; PERS, E. B. ; TOMAZ, S. C. ; BERNARDINO, E. A continuidade do cuidado da enfermeira hospitalar para a atenção primaria a saúde na Espanha. REVISTA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA USP,v.23, p. 1-9, 2019

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