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Teoria das cores aplicada ao design

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Entendendo os conceitos por trás do uso de cores no design. Significado, formação, padrões de cor. Um resumo do conhecimento necessário para escolher as cores de uma ilustração ou composição.

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Teoria das cores aplicada ao design

  1. 1. Aula 02
  2. 2.  ATeoria das Cores afirma que a cor é um fenômeno físico relacionado a existência da luz, ou seja, se a luz não existisse, não existiriam cores. O preto é percebido quando algo absorve praticamente toda a luz que o atinge. Já o branco é percebido em algo que reflete praticamente todas as faixas de luz. Pode-se dizer que o branco e o preto não são cores propriamente, e sim a presença ou ausência da luz.
  3. 3.  Leonardo DaVinci, em suas pesquisas e formulações retratadas no livro "Tratado da Pintura e da Paisagem – Sombra e Luz", afirmava que a cor era uma propriedade da luz e não dos objetos.  Mais tarde, o físico inglês Isaac Newton, nos seus experimentos estudou a influência da luz do sol na formação das cores. Newton estudou o fenômeno da difração, que consistia na decomposição da luz solar em várias cores quando atravessava um prisma, e denominou o conjunto de cores como espectro.
  4. 4.  O espectro é formado pela união das cores vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.As sete cores que compõem a luz do sol e que formam o arco-íris. O círculo cromático contém 12 diferentes cores, que ajudam a visualizar as cores primárias, secundárias e terciárias que formam o espectro visível.
  5. 5.  Dimensão – Porque aparentemente, ela aumenta e diminui os ambientes  Peso – Ela torna os volumes mais leves ou pesados  Iluminação – Ela absorve uma parte da luz recebida e reflete outra  Temperatura – Passa a sensação de “quante ou frio”  Simbolismo – Ela se relaciona com as tradições  Emoção – Ela se associa diretamente aos sentimento e emoções
  6. 6.  o olho humano possui dois tipos de células responsáveis por nos fazerem enxergar: os cones e os bastonetes.  Os bastonetes são células que necessitam de pouca luz para serem sensibilizadas. Entretanto não conseguem formar imagens coloridas ou nítidas. É por isso que a noite ou em locais escuro é muito difícil se distingüir cor.
  7. 7.  Os cones são sensibilizadas com uma quantidade grande de luz e geram as imagens nítidas e coloridas. Existem 3 tipos de cones, os azuis, os vermelhos e os verdes. Eles são chamados assim, pois o cone azul é ativado por ondas de comprimento muito aproximado às que formam a cor azul, também chamadas de ondas curtas, enquanto os cones verdes se sensibilizam por ondas de comprimento próximo ao verde, também, chamadas de ondas médias e os cones vermelhos com ondas de comprimento próximo ao vermelho, também chamadas de longas.  Assim, as cores vermelho, azul e verde são as 3 cores que nossos olhos captam.Todas as outras cores que vemos são formadas a partir dessas 3 cores. Por isso essas 3 cores são consideradas as cores primárias da visão e também da síntese aditiva de cor.
  8. 8. Segundo este gráfico o olho humano é mais sensível ao verde e o amarelo. Isso explica o fato dos visores e câmeras possuem essa cor.
  9. 9.  Aqui, será exposto a maneira como as cores funcionam naqueles corpos que emitem luz. O monitor do PC que vc está lendo esse texto agora, é um bom exemplo desse tipo de corpo. Esse sistema é chamado de Síntese Aditiva de cor.
  10. 10.  Na síntese subtrativa, misturamos pigmentos coloridos transparentes que atuam como seletores ou filtros de luz. Esse o processo utilizado nas artes gráficas. É também chamado de sistema CMYK (ciano, magenta, yellow and black).  Cada tipo de pigmento tem seu próprio poder seletor, ou seja, absorve (subtrai) uma ou mais das radiações da luz branca. A cada sobreposição de um pigmento, diminui o número de radiações refletidas, até conseguir a ausência absoluta de toda radiação, isto é, a sensação de preto, fim da mistura subtrativa.
  11. 11. As cores básicas da mescla subtrativa são o amarelo, o ciano e o magenta. Essa escolha se deve ao fato de que o pigmento de cada uma das três cores não é o resultado da combinação de outros. Pelo contrário, da mistura desses pigmentos, de dois em dois ou de três em três, em porções oportunas, pode-se obter uma vastíssima gama de outras tonalidades.
  12. 12.  Tom:Trajetória da luz que vai da luz à escuridão.  Esta gradação na natureza é infinita, mas em artes gráficas temos cerca de 13 gradações
  13. 13.  Luz  Meio tom  Sombra  Reflexo  Sombra  Sombra projetada
  14. 14.  Cores Quentes  Possuem uma vibração muito forte  Compostas por vermelho, amarelo, laranja e suas variantes.  Cores Frias  Dão caráter emotivo a imagem  Tendem a retrair  Compostas por azul, verde, roxo e suas derivações.  Cores neutras  Não predominância de cores quentes ou frias  Compostas pelo branco, preto e cinza.
  15. 15.  A capacidade de utilizar as cores em um processo de comunicação visual garante, subliminarmente, a absorção de ideias referentes ao contexto no qual está inserida.
  16. 16.  O significado das cores depende do seu contexto. Se você for evangélico, talvez já saiba a relação entre o significado do vermelho da Coca-Cola com o significado do vermelho do Diabo. Se você não for, provavelmente isso não faz o menor sentido. Para cada pessoa, numa determinada ocasião, num determinado objeto, o significado das cores pode ser diferente, veja:
  17. 17.  Mas porquê será que a Coca-Cola e o Diabo foram pintados com a cor vermelha? Para responder a essa pergunta sobre o significado das cores, basta procurar o contexto em que esses símbolos estão inseridos. No Ocidente, a cor vermelha chama muito mais a atenção do que no Oriente porquê lá eles tinham fontes naturais para extrair pigmentos vermelhos há muito mais tempo. Lembre-se de que os portugueses deram o nome de Brasil para nosso país porque aqui crescia naturalmente árvores de Pau-Brasil, de onde se extraia um líquido vermelho para tingir tecidos.
  18. 18.  Branco:  Associação material: neve, casamento, cisne, batismo, areia clara.  Associação afetiva: inocência, limpeza, paz, pureza, divindade, infância.  Cinza:  Associação material: pó, chuva, neblina, máquinas.  Associação afetiva: tédio, tristeza, seriedade, sabedoria.  Preto:  Associação material: noite, sombra, carvão, enterro, sujeira.  Associação afetiva: tristeza, mal, dor, temor, melancolia.
  19. 19.  Azul:  Associação material: céu, frio, gelo, águas tranquilas, montanhas longínquas.  Associação afetiva: confiança, verdade, serenidade, intelectualidade, espaço.  Verde:  Associação material: umidade, frescor, primavera, bosque, mar, natureza.  Associação afetiva: bem-estar, saúde, tranquilidade, segurança, equilíbrio, crença.  Amarelo:  Associação material: palha, luz, verão, Chinês.  Associação afetiva: conforto, iluminação, alerta, esperança, adolescência, euforia.
  20. 20. Sabe-se que a combinação de cores é indispensável em um projeto de design e a partir de boas combinações podemos contrastá- las, harmonizá-las e iluminá-las de forma espetacular. Para simplificar esse processo, utilizamos o círculo cromático, ou seja, um instrumento facilitador para elaborar projetos, uma vez que, nele temos acesso a composição de cores, luminosidade, saturação e sombra que devem ser utilizados.
  21. 21. Monocromática Utiliza vários tons da mesma cor desde os mais claros e suaves até aos mais escuros e intensos. É a combinação mais indicada para quem não se sente confortável para arriscar e pretende uma combinação segura.
  22. 22. Análoga Usando tons vizinhos no círculo cromático, consegue uma combinação harmoniosa com ligeiras variações mas mantendo a unidade cromática do conjunto. Neste esquema evite combinar tons quentes com tons frios.
  23. 23. Complementar Combinando cores opostas no círculo cromático é possível obter ambientes dinâmicos e coerentes.
  24. 24. Triádica Uma combinação arrojada que inunda os espaços de cor. Resulta da utilização de tons de 3 cores ocupam o espaço definido por um triângulo. Muito dinâmica, com esta combinação a coerência nasce da variedade.

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