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Apresentação Emilio C. Zilli (AMB) - Planos Acessíveis

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Apresentação realizada em evento "Proposta de Criação de Plano de Saúde Acessível.

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Apresentação Emilio C. Zilli (AMB) - Planos Acessíveis

  1. 1. Plano de Saúde Acessível Dr. Emilio Cesar Zilli Diretor de Defesa Profissional AMB
  2. 2. SOBRE OS “NORTEADORES” APRESENTADOS
  3. 3. Rede hierarquizada (com direcionamento): incentivo ao cuidado primário, com acesso inicial obrigatório via médico da família ou de atenção primária, escolhido pelo beneficiário entre os designados pela operadora. Caberá a este profissional (clinico geral, ginecologista e pediatra) fazer o acompanhamento e todos os encaminhamentos do beneficiário na rede; Isto hoje já é possível !! O modelo está implantado em muitas Operadoras Medicinas de Grupo, com rede própria. Para quem tem serviços credenciados/referenciados existe a dificuldade de rede/profissionais qualificados: Qual o motivo de termos tão poucos Pediatras dispostos a atender convênios em seu consultório? O mesmo acontece com Clínicos e Ginecologistas.
  4. 4. Fator moderador (coparticipação): aumento da coparticipação, fazendo com que o beneficiário participe mais ativamente das decisões que envolvem a sua saúde. Para tanto, é preciso simplificar as regras atuais e rever normativos desta Agência Reguladora, no intuito de que a coparticipação possa atingir ao menos 50% do valor do procedimento; O fator moderador, é aplicado para moderar a utilização. No chamado “plano acessível” será pouco aplicável, visto não contemplar as premissas básicas: • Capacidade de pagamento pelo usuário do adicional (R$) variável; • Ter o usuário ampla opção de escolha de serviços • Capacidade de entendimento e discernimento pelo usuário . • Transparência sobre valores praticados pela Operadora nos quais terá coparticipação; • Obrigatoriedade do demonstrativo dos valores cobrados; • Atuação do usuário como "auditor" do sistema, devendo-se oferecer canais para contestação e questionamentos ..
  5. 5. Protocolos Clínicos Definidos: adoção de protocolos clínicos objetivos, de uso obrigatório e que não devem ser diferentes daqueles adotados pelo Sistema Único de Saúde – SUS. O dispositivo garante a segurança do paciente, orientando e uniformizando as condutas durante o atendimento; Isto já é totalmente possível !! Existem mais de 100 diretrizes da AMB/CFM. E por qual motivo não foi ainda colocado em prática pelas operadoras???? O modelo está “implantado” em algumas Operadoras Medicinas de Grupo, com rede própria. Qual a dificuldade de se implantar na rede credenciada, de adesão dos médicos aos protocolos? Os que já têm as melhores práticas são ou serão incentivados? Recomposição de preços com base em planilhas de custo: o plano acessível de contratação individual deve ter regra de reajuste diferente da adotada atualmente pela ANS, permitindo à operadora recompor o aumento do custo; O reajuste da operadora está sendo discutido antes mesmo de se falar em remuneração justa e correta aos prestadores de serviços e aos médicos (estes serão protagonistas, como sempre).
  6. 6. Obrigatoriedade da segunda opinião médica (alta complexidade): A obrigatoriedade de segunda opinião médica, nos casos de maior complexidade, garantirá que as indicações médicas observem as melhores práticas assistenciais e evitará o uso desnecessário de recursos, evitando desperdícios; A segunda opinião médica é valiosa como recurso clínico-assistencial e menos como instrumento de regulação. Pratique-se melhor remuneração inicialmente à primeira opinião. Fazer bem feito desde a primeira vez é uma ótima premissa para se economizar, para todos. Revisão dos prazos de atendimento: prazo de 7 (sete) dias para consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia). Para as demais especialidades, sugere-se alongar de 14 (quatorze) para 30 (trinta) dias. Para cirurgias eletivas e programadas, sugere-se a alteração de 21 (vinte e um) para 45 (quarenta e cinco) dias; Protelar a autorização não garante melhor negociação e nem resulta em economia. A Fenasaúde deveria demonstrar que o prazo de 45 dias (úteis?), ao invés de 21 dias úteis atuais, trará menos conflito como existe hoje, seja para autorizar internação como para o uso de OPME's. Adianta retardar?
  7. 7. Canal digital de comunicação: implementação de canais digitais de comunicação com o intuito de reduzir desperdícios em processos administrativos e operacionais. Assim, tanto a venda, quanto o pagamento, os extratos e os orientadores de rede assistencial estariam disponíveis para todos, preferencialmente via internet; Isto também já é postulado .!!!!!! Se hoje o prestador não está adotando a última versão do Padrão TISS, obrigatório às Operadoras, qual o motivo? Com a implantação do padrão TISS e principalmente da unificação das guias, muitas operadoras deixaram de enviar as guias físicas e obrigaram os consultórios a imprimirem as guias TISS, sem contrapartida para o aumento de custo que foi gerado para o prestador. Muitos são os casos de exigências de faturamento eletrônico, solicitação de transações via web, sem haver, no entanto, reajuste de honorários há anos.
  8. 8. Plano Regionalizado: cobertura adaptada à disponibilidade de infraestrutura no município. Consiste, então, no credenciamento dos serviços existentes na região que serão disponibilizados aos beneficiários de acordo com capacidade operacional do município. Para este produto é necessária à flexibilização do Rol de procedimentos da ANS. Colocado desta forma , este plano de saúde se tornará um desserviço à população brasileira! - Quem tem a disponibilidade de serviços regionais? Quais serão os critérios para a “venda”destes serviços ? A lógica ‘e que será sempre ofertado o mínimo serviço pela maximização dos precos.“ O SUS com toda dificuldade e sucateamento , garante acesso e equidade ao cidadão. Contempla, por exemplo. o Tratamento Fora de Domicílio – TFD, sequer previsto na saúde suplementar e que, na tentativa de se aproximar, publicou a Resolução Normativa 259 que trata da garantia de acesso, prazos e abrangência/regionalização entre outros.
  9. 9. Plano Simplificado: cobertura para atenção primária, conforme Rol da ANS, incluindo consultas nas especialidades previstas no Conselho Federal de Medicina – CFM e serviços auxiliares de diagnóstico e terapias de baixa e média complexidade, resolvendo mais de 85% das necessidades de saúde. Nessa proposta não há previsão para internação, terapias e exames de alta complexidade, atendimento de urgência e emergência e hospital dia. Por meio do Plano Simplificado o beneficiário teria mais de 85% das necessidades de saúde atendidas. É praticamente o plano de segmentação ambulatorial (RN 387) existente atualmente, sem o PRONTO SOCORRO e os tratamentos ambulatoriais mais complexos, E IMPORTANTES, como diálise, hemodiálise, radio/ quimioterapia e cirurgias oftalmológicas. Para uma resolutividade de mais e 85% nos serviços de baixa e média complexidade, deve haver profissionais capacitados/qualificados, comprometidos e valorizados. O que vemos hoje??? Não garantir cobertura ao maior risco (internação e tratamentos mais complexos) vai na contramão do princípio da seguridade e do mutualismo, lato sensu. A sociedade humana evoluída, sustenta-se sobre eles. QUANTO ÀS PROPOSTAS
  10. 10. Plano Ambulatorial + hospitalar: cobertura de toda atenção primária, atenção especializada, de média e alta complexidade. O paciente passaria obrigatoriamente por uma prévia avaliação realizada por médico da família ou da atenção primária, escolhido pelo beneficiário. Caberá a esse médico encaminhar o paciente para a rede especializada, caso julgue necessário. Havendo indicação para atendimento hospitalar, o beneficiário poderá ser encaminhado para uma segunda avaliação médica que reafirme a necessidade para o encaminhamento do procedimento. Vale ressaltar que a cobertura do plano está adaptada à disponibilidade de infraestrutura no município e à capacidade operacional da rede particular. Isto já é possível com as coberturas vigentes. O modelo está implantado em muitas Operadoras Medicinas de Grupo, com rede própria. Esta proposta reduz coberturas, com risco de comprometer a qualidade e não atender às necessidades do paciente, alegando a falta de infraestrutura no município ou capacidade operacional (o que é isto?). QUANTO ÀS PROPOSTAS
  11. 11. QUANTO ÀS PROPOSTAS Plano em Regime Misto de Pagamento: oferece serviço por intermédio de contraprestação mensal para cobertura de serviços hospitalares, terapias de alta complexidade e medicina preventiva, bem como, quando necessário, atendimento ambulatorial. Fica sob a responsabilidade do beneficiário o pagamento do procedimento, de acordo com valores previstos em contrato. Os modelos de pré e pós-pagamento serão acordados, assegurando o Rol de Procedimentos da ANS. É praticamente o plano segmentação hospitalar existente atualmente, com ou sem obstetrícia (RN 387), acrescido a um “cartão de descontos”. Estranhamos não haver dados divulgados pela ANS sobre esses planos exclusivamente ambulatoriais ou exclusivamente hospitalares.
  12. 12. Fonte: https://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26328:2016-08-05-19-59-27&catid=3
  13. 13. No Conselho Federal de Medicina (CFM), no dia 09/05/2017, a Comissão de Cooperativismo Médico debateu, a proposta de plano de saúde popular defendida pelo Ministério da Saúde. Os participantes se mostraram preocupados com o formato da proposta e ficou decidido que na próxima reunião da Comissão, marcada para o dia 12 de julho, serão convidados representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Saúde Suplementar, da Procuradoria Federal dos Direitos dos Cidadãos e do Conselho Nacional de Justiça, que explanarão suas posições sobre os planos de saúde acessíveis. Discussões no CFM Fonte: https://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26902:2017-05-10-13-02-23&catid=3:portal
  14. 14. Em sintonia com o posicionamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) se manifestou contrário à proposta do Ministério da Saúde de criar “planos de saúde acessíveis”. Para o órgão, apesar da pretensa desoneração do sistema público, a proposta “não oferece vantagens ao setor público e, ao contrário, desorganiza o Sistema Único de Saúde (SUS), em clara ofensa à sua disciplina constitucional”. Fonte: https://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=26934:2017-05-18-20-46-46&catid=3 Discussões no CFM
  15. 15. Fonte: http://www.mpf.mp.br/pgr/noticias-pgr/em-nota-tecnica-pfdc-critica-proposta-de-201cplano-de-saude-acessivel201d Para o órgão do Ministério Público Federal, medida representará aumento dos gastos das famílias no acesso à saúde, além de violar princípios constitucionais do SUS A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, lançou nota técnica na qual se manifesta contrariamente à proposta de “Plano de Saúde Acessível”, elaborada pelo Ministério da Saúde. A proposta do Ministério, encaminhada no dia 7 de março à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), busca oferecer planos de saúde com preços mais baixos e com menor cobertura. A ideia é desonerar o sistema público de saúde de uma parcela dos serviços que atualmente presta, que passariam a ser ofertados pelo setor privado. Para a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, a sugestão de "Plano de Saúde Acessível" representará um aumento dos gastos em saúde das famílias, sem a garantia da contrapartida de uma ampliação efetiva da cobertura recebida. “A proposta não oferece vantagens ou melhorias para a prestação da atenção à saúde pelo serviço público. Ao contrário: desorganiza o Sistema Único de Saúde (SUS), em clara ofensa à sua disciplina constitucional, e não é sequer garantia de benefício aos seus eventuais consumidores”, destaca o documento, assinado pelo Grupo de Trabalho Saúde, da PFDC, e encaminhado ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, e a um conjunto de órgãos e colegiados ligados ao tema.
  16. 16. Para a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, sob o pretexto de desonerar o sistema público de parte da assistência básica, os chamados “planos de saúde acessíveis” acabam por induzir a uma segmentação do serviço. “O SUS pressupõe uma lógica sistêmica e integral, enquanto a exploração privada de planos e seguros de saúde possui a lógica da segmentação da assistência e do risco a ser coberto. São, portanto, lógicas distintas e imiscíveis”, reforça a nota técnica. Para o órgão do Ministério Público Federal, a proposta de “planos de saúde acessíveis” compromete os princípios da universalidade e equidade no acesso, assim como a integralidade da atenção à saúde – eixos fundamentais do Sistema Único de Saúde. “Ao determinar que todos terão acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde, a Constituição de 1988 viabilizou a inclusão, na atenção sanitária, de um terço da população rural e urbana brasileira não vinculada ao mercado formal de trabalho. O 'Plano de Saúde Acessível' promove uma substituição do conceito de saúde como direito, pelo conceito de saúde como bem – sujeito, portanto, ao regime da exploração econômica pelos agentes de mercado”, destaca a nota técnica. Fonte: http://www.mpf.mp.br/pgr/noticias-pgr/em-nota-tecnica-pfdc-critica-proposta-de-201cplano-de-saude-acessivel201d
  17. 17. Outros países – No documento, a PFDC alerta ainda que países que optaram por modelos majoritariamente privados de assistência à saúde não reduziram os custos de tal assistência. “O exemplo paradigmático é o dos Estados Unidos, cujo sistema de saúde, predominantemente privado e altamente segmentado, representa um gasto global da ordem de 20% do PIB – enquanto países com o mesmo nível de renda e sistemas predominantes públicos, com coberturas reconhecidamente mais amplas e eficientes, a exemplo da Inglaterra, apresentam gasto médio, com os sistemas público e privado de saúde somados, em tomo de 8 a 10% do PIB”, esclarece o texto. Falta de participação – A nota técnica da PFDC também destaca a falta de participação popular na elaboração da proposta de planos acessíveis. O grupo de trabalho criado pelo Ministério para discutir o projeto não contou com a participação de órgãos e colegiados da área de saúde existentes no próprio âmbito do SUS. Fonte: http://www.mpf.mp.br/pgr/noticias-pgr/em-nota-tecnica-pfdc-critica-proposta-de-201cplano-de-saude-acessivel201d Além da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, também já se manifestaram publicamente contra a proposta do “Plano de Saúde Acessível” o Conselho Nacional de Saúde (CNS), o Conselho Federal de Medicina, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Frente Parlamentar Mista em Defesa do SUS, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e a Associação dos Servidores e demais trabalhadores da Agência Nacional de Saúde Suplementar.
  18. 18. Fonte: http://www.idec.org.br/em-acao/em-foco/idec-critica-falta-de-estudos-sobre-planos-acessiveis Idec critica falta de estudos sobre planos acessíveis Em reunião da Câmara de Saúde Suplementar, Instituto afirma que proposta coloca em risco a regulamentação do mercado e a proteção do consumidor Na última quinta-feira (08), o Idec participou da 90ª Reunião da Câmara de Saúde Suplementar (Camss). O evento teve como objetivo discutir as novas regras e propostas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Um dos temas que gerou debate acalorado durante a reunião foi o de planos de saúde acessíveis (também chamados de populares). Segundo a ANS, a proposta, que está em análise desde março pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pela agência, passará para a fase de discussão pública, o que gerou uma série de críticas das entidades.
  19. 19. NOSSA OPINIÃO
  20. 20. Sinistralidade* • É uma “caixa preta” na qual são colocados apenas os rótulos e registros que interessam. * segundo a ANS é o índice de despesas assistenciais, ou despesas médicas. Mostra a relação entre despesas assistenciais e o total das receitas com operação de planos de saúde (contraprestações efetivas). Fonte: Fichas Técnicas dos Indicadores ANS
  21. 21. VCMH Variação de Custos Médico-Hospitalares
  22. 22. VCMH/IESS - Maio de 2017 - A variação de custos médico-hospitalares é composta principalmente por internações, que possui o maior peso no índice (60% dos custos). A VCMH/IESS é composta ainda de: Exames Complementares (14%), Consultas (10%), Terapias (10%) e Outros Serviços Ambulatoriais (OSA) (5%). ” A metodologia utilizada para o cálculo do VCMH representa aproximadamente 10% do total de beneficiários dos planos INDIVIDUAIS ( antigos e novos ) distribuídos em todas as regiões do pais” ( Indice de Variação do Custo Médico Hospitalar VCMH/IESS ) Índices 12 meses até abril 2017 IPCA Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo 4,08% ANS - reajuste aos planos de saúde médico-hospitalares individuais e familiares (maio de 2017 e abril de 2018). – 13.55% Reajuste proposto aos serviços médicos: 40 a 70% do IPCA máximo 2,85%
  23. 23. Paradigmas do envelhecimento da população • Não há mais pessoa tipicamente velha e a diversidade na população de adultos maiores não é aleatória. • A idade avançada não implica dependência. • O envelhecimento da população aumentará os custos com cuidados de saúde - porém não tanto quanto esperado. • O gasto com populações mais velhas é um investimento, não um custo. Fonte: OMS - Relatório Mundial sobre Envelhecimento e Saúde 2015
  24. 24. Tipo de contratação do plano e faixas etárias Total Novos Antigos Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Coletivo (1) 40.330.116 20.577.881 19.752.235 36.263.246 18.420.792 17.842.454 4.066.870 2.157.089 1.909.781 0 a 9 anos 5.107.364 2.509.882 2.597.482 4.730.545 2.324.932 2.405.613 376.819 184.950 191.869 10 a 19 anos 4.855.380 2.410.333 2.445.047 4.389.413 2.179.966 2.209.447 465.967 230.367 235.600 20 a 29 anos 7.727.802 3.929.966 3.797.836 7.157.746 3.635.007 3.522.739 570.056 294.959 275.097 30 a 39 anos 8.812.316 4.515.663 4.296.653 8.159.014 4.174.895 3.984.119 653.302 340.768 312.534 40 a 49 anos 5.946.960 3.017.303 2.929.657 5.401.603 2.722.789 2.678.814 545.357 294.514 250.843 50 a 59 anos 4.201.520 2.139.962 2.061.558 3.601.724 1.819.763 1.781.961 599.796 320.199 279.597 60 a 69 anos 2.110.277 1.117.519 992.758 1.676.974 881.173 795.801 433.303 236.346 196.957 70 a 79 anos 1.002.805 574.973 427.832 746.143 427.221 318.922 256.662 147.752 108.910 80 anos e mais 563.165 360.992 202.173 398.278 254.140 144.138 164.887 106.852 58.035 Fonte: SIB/ANS/MS - 09/2014 Caderno de Informação da Saúde Suplementar - dezembro/2014 Notas: O termo "beneficiário" refere-se a vínculos aos planos de saúde, podendo incluir vários vínculos para um mesmo indivíduo. (1) Inclui beneficiários com idades inconsistentes BENEFICIÁRIOS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, POR ÉPOCA DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E SEXO, SEGUNDO TIPO DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E FAIXAS ETÁRIAS (BRASIL - SETEMBRO/2014)
  25. 25. Tipo de contratação do plano e faixas etárias Total Novos Antigos Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Coletivo (1) 40.330.116 20.577.881 19.752.235 36.263.246 18.420.792 17.842.454 4.066.870 2.157.089 1.909.781 0 a 9 anos 5.107.364 2.509.882 2.597.482 4.730.545 2.324.932 2.405.613 376.819 184.950 191.869 10 a 19 anos 4.855.380 2.410.333 2.445.047 4.389.413 2.179.966 2.209.447 465.967 230.367 235.600 20 a 29 anos 7.727.802 3.929.966 3.797.836 7.157.746 3.635.007 3.522.739 570.056 294.959 275.097 30 a 39 anos 8.812.316 4.515.663 4.296.653 8.159.014 4.174.895 3.984.119 653.302 340.768 312.534 40 a 49 anos 5.946.960 3.017.303 2.929.657 5.401.603 2.722.789 2.678.814 545.357 294.514 250.843 50 a 59 anos 4.201.520 2.139.962 2.061.558 3.601.724 1.819.763 1.781.961 599.796 320.199 279.597 60 a 69 anos 2.110.277 1.117.519 992.758 1.676.974 881.173 795.801 433.303 236.346 196.957 70 a 79 anos 1.002.805 574.973 427.832 746.143 427.221 318.922 256.662 147.752 108.910 80 anos e mais 563.165 360.992 202.173 398.278 254.140 144.138 164.887 106.852 58.035 Fonte: SIB/ANS/MS - 09/2014 Caderno de Informação da Saúde Suplementar - dezembro/2014 Notas: O termo "beneficiário" refere-se a vínculos aos planos de saúde, podendo incluir vários vínculos para um mesmo indivíduo. (1) Inclui beneficiários com idades inconsistentes BENEFICIÁRIOS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, POR ÉPOCA DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E SEXO, SEGUNDO TIPO DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E FAIXAS ETÁRIAS (BRASIL - SETEMBRO/2014)
  26. 26. Tipo de contratação do plano e faixas etárias Total Novos Antigos Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Individual (1) 9.891.129 5.933.476 3.957.653 8.569.477 5.125.384 3.444.093 1.321.652 808.092 513.560 0 a 9 anos 1.785.981 866.665 919.316 1.763.703 855.508 908.195 22.278 11.157 11.121 10 a 19 anos 1.160.712 591.076 569.636 1.072.357 547.037 525.320 88.355 44.039 44.316 20 a 29 anos 1.269.671 795.941 473.730 1.156.844 739.303 417.541 112.827 56.638 56.189 30 a 39 anos 1.395.950 895.450 500.500 1.296.746 842.714 454.032 99.204 52.736 46.468 40 a 49 anos 1.113.654 707.111 406.543 971.007 615.215 355.792 142.647 91.896 50.751 50 a 59 anos 1.100.282 707.374 392.908 873.718 564.489 309.229 226.564 142.885 83.679 60 a 69 anos 962.002 620.246 341.756 680.825 439.486 241.339 281.177 180.760 100.417 70 a 79 anos 685.093 453.299 231.794 458.609 308.309 150.300 226.484 144.990 81.494 80 anos e mais 417.522 296.203 121.319 295.504 213.261 82.243 122.018 82.942 39.076 Idade inconsistente 262 111 151 164 62 102 98 49 49 Fonte: SIB/ANS/MS - 09/2014 Caderno de Informação da Saúde Suplementar - dezembro/2014 Notas: O termo "beneficiário" refere-se a vínculos aos planos de saúde, podendo incluir vários vínculos para um mesmo indivíduo. (1) Inclui beneficiários com idades inconsistentes BENEFICIÁRIOS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, POR ÉPOCA DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E SEXO, SEGUNDO TIPO DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E FAIXAS ETÁRIAS (BRASIL - SETEMBRO/2014)
  27. 27. Tipo de contratação do plano e faixas etárias Total Novos Antigos Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Individual (1) 9.891.129 5.933.476 3.957.653 8.569.477 5.125.384 3.444.093 1.321.652 808.092 513.560 0 a 9 anos 1.785.981 866.665 919.316 1.763.703 855.508 908.195 22.278 11.157 11.121 10 a 19 anos 1.160.712 591.076 569.636 1.072.357 547.037 525.320 88.355 44.039 44.316 20 a 29 anos 1.269.671 795.941 473.730 1.156.844 739.303 417.541 112.827 56.638 56.189 30 a 39 anos 1.395.950 895.450 500.500 1.296.746 842.714 454.032 99.204 52.736 46.468 40 a 49 anos 1.113.654 707.111 406.543 971.007 615.215 355.792 142.647 91.896 50.751 50 a 59 anos 1.100.282 707.374 392.908 873.718 564.489 309.229 226.564 142.885 83.679 60 a 69 anos 962.002 620.246 341.756 680.825 439.486 241.339 281.177 180.760 100.417 70 a 79 anos 685.093 453.299 231.794 458.609 308.309 150.300 226.484 144.990 81.494 80 anos e mais 417.522 296.203 121.319 295.504 213.261 82.243 122.018 82.942 39.076 Idade inconsistente 262 111 151 164 62 102 98 49 49 Fonte: SIB/ANS/MS - 09/2014 Caderno de Informação da Saúde Suplementar - dezembro/2014 Notas: O termo "beneficiário" refere-se a vínculos aos planos de saúde, podendo incluir vários vínculos para um mesmo indivíduo. (1) Inclui beneficiários com idades inconsistentes BENEFICIÁRIOS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, POR ÉPOCA DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E SEXO, SEGUNDO TIPO DE CONTRATAÇÃO DO PLANO E FAIXAS ETÁRIAS (BRASIL - SETEMBRO/2014)
  28. 28. RELAÇÃO DE DESPESAS/RECEITAS NA SAÚDE SUPLEMENTAR Fontes: DIOPS/ANS/MS - 28/11/2012 e FIP - 12/2006 via ANS TabNet
  29. 29. A AMB propõe: • Revisão do modelo assistencial ( preço x qualidade) • Implementação de boas práticas clínicas baseadas em evidências; ( acesso , protocolos, desfechos ) • Ampla discussão sobre os modelos de remuneração . • Valorização dos profissionais de saúde; • Reflexão sobre a lógica do “lucro” no setor saúde envolvendo todos participantes.
  30. 30. PROPOSIÇÄO ALTERNATIVA Um novo pacto de contratualização do Sistema de Saude Suplementar UM PACTO DE CONFIANÇA
  31. 31. VALORIZAÇÃO DO ATO MÉDICO . - EFICÁCIA (EFICAZ) é atingir o objetivo proposto, cumprir, executar, operar, tomar atitude; é o poder de causar determinado efeito. - EFICIÊNCIA (EFICIENTE) é a qualidade de fazer sem perdas ou desperdícios (de tempo, dinheiro ou energia), com excelência. É o que chega ao resultado, que produz o seu efeito específico, mas com qualidade, com competência, com nenhum ou com o mínimo de erros. - EFETIVIDADE (EFETIVO) é a capacidade de funcionar normalmente, satisfatoriamente, dentro de sua realidade buscando a qualidade no seu objetivo.
  32. 32. VALORIZAÇÃO DO ATO MÉDICO
  33. 33. Prof. Dr. Emilio Cesar Zilli Diretor de Defesa Profissional AMB MUITO OBRIGADO !

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