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Apresentação de Daniel Infante J. de Carvalho - Unimed do Brasil

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Apresentação de Daniel Infante J. de Carvalho, da Unimed do Brasil, 30/06/2017, tarde.

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Apresentação de Daniel Infante J. de Carvalho - Unimed do Brasil

  1. 1. PLANOS ACESSÍVEIS 30/06/2017 Daniel Infante Januzzi de Carvalho
  2. 2. SISTEMA UNIMED
  3. 3. Fonte: CADU – Unimed do Brasil – junho/2017_competência 5/2017 (*) Incluindo Federações e Singulares SISTEMA UNIMED EM NÚMEROS Representa 29% das operadoras do setor ATUAÇÃO NO MERCADO
  4. 4. REDE ASSISTENCIAL DO SISTEMA UNIMED Fonte: Área de Recursos Próprios da Unimed do Brasil Obras iniciadas A rede de Hospitais Unimed é a segunda maior rede hospitalar no país, com a mesma marca, pois a primeira é a rede das Santas Casas.
  5. 5. Quantidade de Eventos Assistenciais do Sistema Unimed em 2016 (Em milhões) Fonte: Arquivos SIP – Sistema Unimed EVENTOS ASSISTENCIAIS Consultas médicas (ambulatorial + P.S.) Exames Outros Atendimentos Ambulatoriais Internação Terapias 101,5 274,9 21,9 40,7 3,3
  6. 6. Fonte: ANS – ano base 2015 AVALIAÇÃO DAS UNIMEDS Beneficiários (Em milhões)
  7. 7. ECONOMIA Impactos Econômicos na Saúde Suplementar
  8. 8. CENÁRIO ECONÔMICO ADVERSO Crise econômica e desemprego impacto direto na redução de beneficiários do setor Redução da massa segurada eleva as despesas per capita impacto na precificação do produto, excluindo ainda mais beneficiários Beneficiários que saem da saúde suplementar vão para o SUS maior pressão sobre o sistema público
  9. 9. Variação anual da despesa assistencial per capita na saúde suplementar, reajuste ANS, IPCA e VCMH (IESS) Ano Reajuste ANS IPCA Despesa assistencial per capita VCMH* 2007 5,76 3,00 17,01 8,30 2008 5,48 5,04 9,60 10,25 2009 6,76 5,53 8,89 12,50 2010 6,73 5,26 4,95 8,05 2011 7,69 6,51 10,89 12,35 2012 7,93 5,10 13,03 15,75 2013 9,04 6,49 10,16 15,35 2014 9,65 6,28 13,94 16,00 2015 13,55 8,17 12,30 18,80 2016 13,57 9,28 16,92 18,56 Fontes: Sistema de Informações de Beneficiários – SIB/ANS/MS – Tabnet IBGE – Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor - IPCA AUMENTO DOS CUSTOS 115,39 74,74 158,74 228,46 Variação (%) Acumulado (*) VCMH = Variação de Custos Médicos Hospitalares
  10. 10. Evolução da taxa de crescimento dos beneficiários Unimed e das operadoras médico–hospitalares dez/2012 a mai/2017 Fontes: ANS – TABNET – março/2017 e CADU - Unimed do Brasil - junho/2017_competência 5/2017 Observação: A quantidade de beneficiários da Sociedade Auxiliar Seguros Unimed, informada no aplicativo CADU, não é contabilizada no total de beneficiários, pois ela não é uma cooperativa médica 3.9% 3.4% 2.0% -2.3% -3.4% 0.0%3.1% 3.8% 2.0% -3.7% -5.3% -3.4% Dec-12 Dec-13 Dec-14 Dec-15 Dec-16 Beneficiários das operadoras médico- hospitalares Beneficiários Unimed mai/17 EVOLUÇÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DOS BENEFICIÁRIOS - 3 milhões
  11. 11. 54 21 13 4 2 2 1 2 1 1 1 1 45 26 19 6 2 4 3 1 2 2 2 2 Saiu da empresa em que trabalhava/ perdeu o direito de usar o plano da empresa Não tem condições financeiras O preço é muito alto, caro Era dependente e perdeu o direito do plano/seguro saúde Não necessita pois tem boa saúde, não costuma adoecer Os planos não cobrem alguns procedimentos, não dão cobertura total Tem outros gastos prioritários Tem tratamento de saúde gratuito pelo SUS Pagava e não usava Falta de interesse, nunca pensou no assunto Parente que ajudava a pagar cancelou o plano/ faleceu/ deixou de pagar Empresa que trabalha não oferece plano 2015 2017 Saiu da empresa em que trabalhava/ perdeu o direito de usar o plano da empresa Não tem condições financeiras O preço é muito alto, caro Era dependente e perdeu o direito do plano/seguro saúde Não necessita pois tem boa saúde, não costuma adoecer Os planos não cobrem alguns procedimentos, não dão cobertura total Tem outros gastos prioritários Tem tratamento de saúde gratuito pelo SUS Pagava e não usava Falta de interesse, nunca pensou no assunto Parente que ajudava a pagar cancelou o plano/ faleceu/ deixou de pagar Empresa que trabalha não oferece plano Fontes: Pesq. IBOPE – Aval. de Planos de Saúde – Onda IV – 2017 IESS / IBOPE Inteligência Base: Já teve Plano ou Seguro Saúde 2015 (662) / 2017 (727) Por qual motivo DEIXOU de ter um Plano ou Seguro Saúde? OPINIÃO DE NÃO BENEFICIÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE
  12. 12. Fontes: Pesquisa IBOPE – Avaliação de Planos de Saúde – Onda IV – 2017 IESS / IBOPE Inteligência Qualidade do atendimento dos planos de saúde Comodidade e Conforto A saúde pública é precária, não quer depender do SUS Por segurança, para sentir-se tranquilo em caso de doença Cobertura do Plano de Saúde Segurança, para ter respaldo em caso de emergência Para prevenir-se de doenças Necessidade de acompanhamento médico constante (atendimento rápido, qualidade do atendimento, qualidade dos médicos, bons hospitais) 86%84% 49%42% 32%30% 30%23% 23%15% 17%12% 12%10% 30%22% OPINIÃO DE NÃO BENEFICIÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDE Motivos pelos quais GOSTARIA de ter um Plano de Saúde 2015 2017
  13. 13. SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE: Problemas enfrentados pelos brasileiros
  14. 14. SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE: Problemas enfrentados pelos brasileiros Câncer tem tratamentos desiguais no SUS Pacientes dormem em fila para marcar consulta no Maranhão
  15. 15. Proposta Unimed do Brasil ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
  16. 16. CANADÁ Exemplos de outros países: África do Sul Austrália Finlândia Israel INGLATERRA Atenção primária disponibilizada gratuitamente a toda a população como um dos serviços do Sistema Nacional de Saúde. Normas básicas de funcionamento: os pacientes tem direito ao acesso a um profissional de APS em até vinte e quatro horas e a um clínico geral, em até quarenta e oito horas. ATENÇÃO PRIMÁRIA NO MUNDO PORTUGAL Processo bem sucedido, a atenção primária teve como principal objetivo melhorar a acessibilidade, a satisfação de profissionais e usuários, a qualidade, continuidade e eficiência. Principais características: a adesão voluntária de profissionais e usuários; a padronização e utilização compulsórias de sistemas de informação, de forma a subsidiar o regime remuneratório sensível ao desempenho; os processos de contratualização e avaliação. Na província de Ontário, constituiu-se equipe de saúde da família (Family Health Teams – FHT) de forma a atender toda a população. Princípios para o processo de trabalho das FHT: flexibilidade, escolha livre, formação de parcerias, construção solidária de modelo de atenção, foco no trabalho de equipe (e não individual), integração com a comunidade local, foco no paciente, práticas de saúde baseadas em evidências e transparência.
  17. 17. NECESSIDADES DE CUIDADO Atenção Primária Atenção Secundária Atenção Terciária Estamos aqui! Fonte: Adaptado de Rubistein e Terrasa; Tratado de Medicina e Família e Comunidade, Artmed, 2012
  18. 18. 70A 80% DAS PESSOAS POSSUEM DOENÇAS SIMPLES QUE O ATUAL MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE “NÃO VÊ E NÃO CUIDA” NECESSIDADES DE CUIDADO Atenção Primária Atenção Primária Atenção Secundária Atenção Terciária Estamos aqui! Fonte: Adaptado de Rubistein e Terrasa; Tratado de Medicina e Família e Comunidade, Artmed, 2012
  19. 19. A Atenção Básica possibilita resolver grande parte dos problemas de saúde, evitando a busca pelo atendimento nas emergências dos hospitais
  20. 20. MUDANÇA DO MODELO  CONTINUIDADE E PERSONALIZAÇÃO DOS CUIDADOS  RACIONALIZAÇÃO DOS RECURSOS  MAIS TEMPO E DISPONIBILIDADE PARA ACOMPANHAR OS BENEFICIÁRIOS DE FORMA EFETIVA  REDUÇÃO DE PROCEDIMENTOS DESNECESSÁRIOS  EFICÁCIA NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS GANHOS DO NOVO MODELO
  21. 21. Projetos de Atenção Integral à Saúde 46 projetos REGIÃO SUDESTE Amparo (SP) Araraquara (SP) Bauru (SP) Bebedouro (SP) Caçapava (SP) Campinas (SP) Guarulhos (SP) Jaboticabal (SP) Jundiaí (SP) Itapetininga (SP) Ourinhos (SP) Penápolis (SP) Presidente Prudente (SP) Piracicaba (SP) Regional da Baixa Mogiana (SP) Rio Claro (SP) Salto/ Itu (SP) Santa Bárbara D’Oeste e Americana (SP) São José dos Campos (SP) São José do Rio Preto (SP) Santos (SP) Sorocaba (SP) Belo Horizonte (MG) Juiz de Fora (MG) Uberlândia (MG) Sul Capixaba (ES) Vitória (ES) Volta Redonda (RJ) REGIÃO SUL Federação PR Cascavel (PR) Londrina (PR) Noroeste do Paraná (PR) Oeste do Paraná (PR) Regional Maringá (PR) Blumenau (SC) Chapecó (SC) Grande Florianópolis (SC) Jaraguá do Sul (SC) Joinville (SC) Litoral (SC) Noroeste/RS (RS) Porto Alegre (RS) Vale do Sinos (RS) VTRP (RS) REGIÃO NORTE Belém (PA) REGIÃO NORDESTE Ceará (CE) ATENÇÃO PRIMÁRIA NO SISTEMA UNIMED
  22. 22. PLANOS ACESSÍVEIS
  23. 23. A comercialização e aquisição de planos acessíveis devem ser opcionais, ou seja, a operadora poderá ou não oferecer ao mercado
  24. 24. O critério da hierarquia é aquele em que a norma superior será usada em detrimento da inferior Havendo mais de uma norma sobre o mesmo assunto a ser solucionado, pelo critério da hierarquia das normas, devemos usar aquela norma que se encontre no mais alto grau, dentre elas. SEGURANÇA JURÍDICA RESPEITO AOS CONTRATOS
  25. 25. COM SEGURANÇA JURÍDICA, RESPEITO AOS CONTRATOS, FOCO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA E O CARÁTER OPCIONAL DE OFERECIMENTO A DISCUSSÃO DE PLANOS DE PLANOS ACESSÍVEIS PODERÁ PROSPERAR  Plano Simplificado: cobertura para atenção primária, conforme Rol da ANS, incluindo consultas nas especialidades previstas no Conselho Federal de Medicina – CFM e serviços auxiliares de diagnóstico e terapias de baixa e média complexidade, resolvendo mais de 85% das necessidades de saúde. Nessa proposta, não há previsão para internação, terapias e exames de alta complexidade, atendimento de urgência e emergência e hospital dia -  Plano Ambulatorial + Hospitalar: cobertura de toda atenção primária, atenção especializada, de média e alta complexidade. O paciente passaria, obrigatoriamente, por uma prévia avaliação realizada por médico da família ou da atenção primária, escolhido pelo beneficiário
  26. 26. OBRIGADO “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o último instante o teu direito de dizê-la.” (Voltaire)

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