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Violência Escolar

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Violência Escolar

  1. 1. <ul><li>Trabalho </li></ul><ul><li>Realizado </li></ul><ul><li>Por: </li></ul><ul><li>Ana Silva </li></ul><ul><li>Denise </li></ul><ul><li>Cláudia </li></ul><ul><li>Liliana </li></ul>
  2. 2. Índice <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>O que é a violência escolar? </li></ul><ul><li>Quais as principais causas e vítimas? </li></ul><ul><li>Estudo </li></ul><ul><li>Quais os modos de prevenção? </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul><ul><li>Bibliografia </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Com este trabalho esperamos explicar melhor aos outros como a violência escolar se desenvolve, como se deve proceder e quais os principais motivos e vítimas. </li></ul><ul><li>Após a leitura deste trabalho nós temos esperança de que se algum de vocês se encontrarem numa situação idêntica saibam agir correctamente. </li></ul><ul><li>Agora leiam e aprendam algo que vos possa ser útil no futuro. </li></ul>
  4. 4. O Que é a Violência Escolar? <ul><li>A violência escolar ou Bullying, é um conjunto de actos violentos que ocorrem entre jovens no interior do recinto escolar. </li></ul><ul><li>M uitas vezes estes actos são provocados, mas já está comprovado que são maioritariamente nos casos de traumas, abusos por parte de familiares, violência no seio familiar, abandono, e outros . </li></ul><ul><li>O s jovens tornam-se mais agressivos com colegas ou apenas com outros jovens para “descarregar” os seus problemas, tentando manter uma imagem forte e autoritária perante os outros jovens. </li></ul>
  5. 5. Quais são as Principais Causas e Vítimas? <ul><li>A violência escolar pode ser causada por variados motivos, sendo estes os principais e mais comuns: </li></ul><ul><li>Abandono Negligência Uso de Estupefacientes * </li></ul><ul><li>Maus-tratos Abuso Sexual Trabalho Infantil </li></ul><ul><li>Exercício abusivo da autoridade paternal ou maternal (ou ambas). </li></ul><ul><li>Q uando são denunciados, estes casos são presentes a tribunal, onde são aplicadas várias medidas tutelares, sendo estas as mais aplicadas: </li></ul><ul><li>Acompanhamento Educacional, Social, Médico e Psicológico. </li></ul><ul><li>* Estupefacientes – narcóticos, drogas. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Então as causas da violência são: </li></ul><ul><li>A Família: é neste núcleo que as crianças e jovens adquirem a conduta que irão exteriorizar mais tarde para as outras pessoas. </li></ul><ul><li>O s jovens que vivem num ambiente familiar deteriorado são sujeitos e alvos de violência, havendo mesmo famílias em que os familiares dos jovens participam na violência escolar acusando os professores e os auxiliares de educação de não “domarem” os seus filhos, chegando mesmo à agressão física e verbal. </li></ul><ul><li>Os Alunos: a raiz do problema não se centra só na educação. </li></ul><ul><li>M uitos jovens vêem a escola como uma obrigação, como um local de repressão, sendo a maioria obrigada a frequentá-la, havendo jovens que não criam distúrbios, enquanto outros se revoltam contra professores e colegas pondo à prova regulamentos da escola como um acto de afirmação. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Os Grupos e Turmas: S endo eles um conjunto estruturado de indivíduos, têm fulcral importância nos processos de aprendizagem e de socialização dos jovens. </li></ul><ul><li>I nfluenciam certos comportamentos que os adolescentes demonstram, podendo ser processos de imitação de colegas. </li></ul><ul><li>E m manifestações públicas de violência, os jovens procuram obter segurança, respeito e prestígio da restante comunidade escolar. </li></ul><ul><li>N uma sociedade em que os agregados familiares estão cada vez mais desfeitos, estes vazios são preenchidos por grupos formados a partir de interesses e motivações diversas. </li></ul><ul><li>A Escola: N o passado, e actualmente, os alunos menos capacitados intelectualmente são estigmatizados/censurados, são postos à parte. </li></ul><ul><li>A o fazê-lo, vão criando focos de revolta por parte dos jovens que se sentem marginalizados. </li></ul><ul><li>A escola de hoje, que se auto-intitula de inclusiva, não o é de facto. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>As Principais Vítimas: C omo já referimos, as vítimas são maioritariamente do sexo masculino. A s vítimas podem ser inúmeras. N ão existe um padrão que os provocadores sigam. </li></ul><ul><li>A s vítimas e os agentes de violência não gostam de frequentar a escola, acham maçador frequentá-la e não se sentem seguros no recinto escolar. </li></ul><ul><li>O s vitimados pela violência andam, muitas vezes, armados, com navalhas ou armas de fogo (pistola, revólver), com o intuito da sua própria segurança. </li></ul><ul><li>A pós já terem sido agredidas (verbal ou fisicamente), roubadas ou ameaçadas, as vítimas ficam intimidadas e evitam contar aos pais ou a alguém que os possa ajudar com receio de que aquele incidente se volte a repetir e que seja pior. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Margarida Matos , docente da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, e Susana Carvalhosa , uma professora e investigadora do Instituto de Superior de Psicologia Aplicada e da Universidade de Bergen (Noruega), realizaram um estudo baseado em inquéritos feitos a 6903 alunos de escolas escolhidas aleatoriamente, com as idades médias de 11,13 e 16 anos. </li></ul><ul><li>C om este estudo analisaram a violência na escola entre vítimas, provocadores (incitação na forma de insulto ou gozo de um aluno mais velho e mais forte do que outro) e outros (similarmente vítimas e provocadores). </li></ul><ul><li>Este estudo demonstrou os seguintes dados: </li></ul><ul><li>M ais de metade dos jovens inquiridos são do sexo feminino:53%; </li></ul><ul><li>25.7% dos jovens afirmaram terem estado envolvidos em casos de violência, tanto como as vítimas, terem sido provocadores ou duplamente envolvidos; </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A s vítimas de violência são maioritariamente do sexo masculino:58%; </li></ul><ul><li>N os últimos meses antes do inquérito, 19.08% dos jovens viram-se envolvidos em actos violentos (lutas); </li></ul><ul><li>16.05% das vítimas provém de famílias mono parentais e 10.09% dos provocadores têm as suas famílias reconstituídas; </li></ul><ul><li>O s inquiridos que se envolveram em actos violentos de vários tipos encontravam-se principalmente na casa dos 13 anos de idade; </li></ul><ul><li>O s jovens provocadores de violência são principalmente aqueles que têm hábitos de consumo de tabaco, drogas, álcool e embriaguez, estando também incluídos os que experimentaram consumir drogas meses antes do inquérito; </li></ul><ul><li>O s adolescentes que passam 4 ou mais horas por dia a ver televisão, são os que estão mais frequentemente envolvidos em actos violentos; </li></ul><ul><li>P ara os autores de violência a comunicação com as figuras parentais é difícil; </li></ul>
  11. 11. Quais os Modos de Prevenção? <ul><li>Por muitas maneiras ou planos para “tentar” evitar que a violência aconteça, a violência há-de sempre existir. </li></ul><ul><li>Vai existir sempre uma pessoa que vai “reacender” o instinto agressivo de outra pessoa provocando actos violentos. </li></ul><ul><li>Mas cada um pode prevenir. Tentem não se envolver em problemas ou em brigas que possam ter represálias graves. </li></ul>
  12. 12. Conclusão <ul><li>Com este trabalho queremos tentar incumbir-vos o espírito pacífico com que devem encarar certas situações. </li></ul><ul><li>E...mais uma vez...tentem evitar a violência. Existem caminhos melhores com que podem resolver os vossos problemas. A violência para além de só piorar os problemas também é crime. </li></ul>
  13. 13. Bibliografia <ul><li>As fontes de informação que serviram como base para a realização deste trabalho e, nas quais, nos baseámos principalmente foram: </li></ul><ul><li>Internet (google, onde encontramos fontes relacionadas com o mesmo tema); </li></ul><ul><li>Alguns livros (fonte: Biblioteca) </li></ul>

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