Reunião do Grupo de Trabalho CBAN 09

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Reunião de discussão da minuta

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Reunião do Grupo de Trabalho CBAN 09

  1. 1. REUNIÃO GRUPO DE TRABALHO CBAN GT 0922 de maio de 2013PRESENTES: Ana Cristina França (APSIS ANEFAC) Giana Araújo (APSIS ANEFAC) Tarciano Cardoso (Ferrari Avaliações) Tiago Vial (Ferrari Avaliações) Celsoir Benetti (Ferrari Avaliações)1. DISCUSSÃO MINUTA OCBAN 03 – MENSURAÇÃODO VALOR JUSTO A minuta foi discutida passo a passo e os comentários são resumidos abaixo:2. INTRODUÇÃO O objetivo não é apenas falar do CPC 46, mas fazer uma síntese dos conceitos e marcosrelativos à apuração de valor, bem como traçar diretrizes básicas para esta apuração. Posteriormente foi sugerida a inserção de um roteiro de itens mínimos para constar numlaudo de avaliação que aborde o CPC 46. Ficou ao encargo da equipe da Ferrari Avaliações umaminuta deste roteiro para ser discutida na próxima reunião do CBAN. Apresenta as diretrizes específicas como complementares ao trabalho. Dentre asdiretrizes técnicas específicas a Ferrari Avaliações ofereceu ajuda técnica na comissão de ativosintangíveis e vai dar o ponto de partida e coordenar a diretriz de ativo imobilizado.3. COMPONENTES DE VALOR Para os componentes de valor seguimos o roteiro do IACVA, especificando o que éconsiderado um a premissa de valor e o padrão de valor a serem considerados.4. PREMISSA DE VALOR O CPC 46 não considera o Valor em Funcionamento (Going Concern Value), que deveentrar na Orientação.
  2. 2. 25. PADRÕES DE VALOR O CPC não aborda as discussões específicas em torno das definições de valor, mas por serum conceito chave em avaliação consideramos que deve constar na Orientação. Além, dos valores relacionados, sugeriu-se a entrada do valor histórico e do valorespecial, definido nas IVS (International Valuation Standards, traduzido recentemente para oportuguês pelo IBAPE). As definições de valor não são uniformizadas internacionalmente, salvo a vigente devalor justo. Foi sugerido incluir um anexo à Orientação com uma tabela comparativa que traga asprincipais definições de valor das diferentes fontes.6. HISTORICO DO VALOR JUSTO Deve ser sintético, para não perder o foco do objetivo da Orientação. Parte sobre valor justo na Lei das S.A. – consultar advogados sobre a vigência do novoconceito CPC 46 na legislação para avaliar o seu peso legal.7. OBJETIVOS DO CPC 46 A Orientação traz de modo esquemático e resumido voltado para avaliação, uma vez quejá consta no documento de referência.8. ALCANCE Foi sugerido um maior detalhamento na descrição do escopo desta Orientação, uma vezque traz um resumo de onde entra o valor justo em todos os CPC listados. Comentáriosespecíficos serão desenvolvidos em diretrizes técnicas específicas. Quanto a este tópico, sugeriu-se montar uma enquete ou debate no Linkedin e/ouFacebook para consultar os especialistas acerca dos pontos de atenção referentes à aplicação doCPC 46 em cada situação.9. MENSURAÇÃO Neste item, no parágrafo referente à definição dos participantes de mercado, sugeriu-searrolar as diferenças de aplicação em relação à mensuração anterior.
  3. 3. 3 No parágrafo referente às Técnicas de Avaliação, sugeriu-se elaborar uma introduçãogeral contextualizando o Brasil nas dificuldades do emprego de algumas técnicas de avaliação –falta de dados no mercado etc. As principais metodologias devem ser aprofundadas nas diretrizes, devem ser apenascitadas. Sugeriu-se inserir o item sobre unidade contábil (unit of account) neste item. Sobre as hierarquias, explicitar os pontos de atenção – definição baseada nos dados e nãona metodologia etc.10. APLICAÇÃO PRÁTICA DO CPC 46 Neste item pretende-se fazer um diagnóstico da situação de quando aplicar o valor justoem forma de fluxograma levantando os pontos de atenção. A ideia é formar um guia que possa auxiliar na saída do campo teórico para o prático.11. APENDICES Sugeriu-se inserir um quadro comparativo das diferentes definições de valor dosdiferentes órgãos nacionais e internacionais em vigor para confronto.

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