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Marfrig - Divulgação dos resultados 1º trimestre de 2009

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Marfrig - Divulgação dos resultados 1º trimestre de 2009

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Marfrig - Divulgação dos resultados 1º trimestre de 2009

  1. 1. Marfrig Resultados 1T09 14 de maio de 2009
  2. 2. CENÁRIO 1T09 DETERMINAÇÃO, SINERGIA E FOCO: pontos-chave para obter bons resultados Estratégia de diversificação geográfica, de proteínas e do aumento da participação dos produtos industrializados permitiu bom desempenho global Ambiente global no primeiro trimestre de 2009 impactado pela crise econômica: melhoria nas exportações do último mês do 1T09, mas com alta volatilidade das taxas de câmbio dentro do período Melhoria na gestão do capital de giro: redução de 13 dias de financiamento no 1T09 em comparação com o 4T08 Estratégia de redução de custos e despesas: preparação para ganhos com sinergias em custos de matéria-prima, intercâmbio de melhores práticas e diluição de custos fixos Sólida política financeira, com manutenção de elevado saldo de caixa e operações de captação para alongamento da dívida a baixo custo 2
  3. 3. DESTAQUES FINANCEIROS – 1T09 1T09x 1T09x Destaques (R$ Milhões) 1T08 4T08 1T09 1T08 4T08 Receita Líquida 1.067,0 2.396,0 2.250,8 110,9% (6,1%) 523,7 1.427,1 1.302,6 148,7% (8,7%) - Mercado Interno 543,3 968,8 948,2 74,5% (2,1%) - Mercado Externo EBITDA 127,3 446,6 163,5 28,5% (63,4%) 11,9% 18,6% 7,3% (470 p.b.) (1.140 p.b.) Margem EBITDA Resultado Líquido 29,0 (74,2) (38,2) (231,4%) (48,6%) 2,3% (3,1%) (1,7%) (400 p.b.) 140 p.b. Margem Líquida 3
  4. 4. GUIDANCE vs. RESULTADO ACUMULADO 2009 (1T09) Demonstramos abaixo o resultado acumulado de 2009 comparado com o patamar inferior do Guidance fornecido ao mercado em 19/03/09: Atingimento Resultados Guidance 2009 sobre patamar Atingidos inferior R$ 10,5 bilhões Receita Líquida R$ 2,2 bilhões 21,4% R$ 12,0 bilhões R$ 840 milhões EBITDA¹ R$ 163,5 milhões 19,5% R$ 1.200 milhões 8% Margem EBITDA 7,3% 91,3% 10% CAPEX² R$ 220 milhões R$ 74,7 milhões 33,9% 1 Lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações 2 Não inclui aquisições 4
  5. 5. RECEITA LÍQUIDA (R$ milhões) Por Produto 1T08 4T08 1T09 10.9% 8.9% 8.8% 17.2% 30.1% 30.7% 61.1% 60.4% 71.9% Carne Fresca Industrializados Outros Por Mercado 2.396,0 2.250,8 40,4% 42,1% 1.067,0 50,9% 59,6% 57,9% 49,1% 1T08 4T08 1T09 Mercado Interno Exportação 5
  6. 6. COMPOSIÇÃO DA RECEITA LÍQUIDA Composição da Receita Líquida (R$ milhões) 1T08 - R$ 1.067 MM 1T09 - R$ 2.250 MM 4T08 - R$ 2.396 MM 4.9% 25.4% 27.0% 28.1% 32.3% 24.4% 44.7% 17.6% 12.1% 10.7% 19.0% 20.4% 13.9% 5.7% 13.8% Bovinos Brasil & Food Service Aves, Suinos & Industrializados Argentina Uruguai Europa 6
  7. 7. VENDAS E VOLUME – Por Divisão Vendas Venda Líquida (R$ MIL) - Var. % Var. % 1T08 4T08 1T09 Por Divisão 1T09 x 1T08 1T09 x 4T08 Bovinos Brasil & Food Service 476.466 646.967 572.164 20,1% -11,6% Aves, Suinos & Industrializados 60.801 456.281 396.512 552,1% -13,1% Argentina 217.211 329.821 313.863 44,5% -4,8% Uruguai 260.296 290.002 241.314 -7,3% -16,8% Europa 52.298 672.931 727.022 1290,2% 8,0% Total 1.067.072 2.396.002 2.250.875 110,9% -6,1% Volume Var. % Var. % Volume (Ton) - Por Divisão 1T08 4T08 1T09 1T09 x 1T08 1T09 x 4T08 Bovinos Brasil & Food Service 133.492 140.639 128.289 -3,9% -8,8% Aves, Suinos & Industrializados 16.799 133.497 150.996 798,8% 13,1% Argentina 54.699 72.269 82.636 51,1% 14,3% Uruguai 61.831 52.567 50.572 -18,2% -3,8% Europa 2.315 88.347 91.063 3833,6% 3,1% Total 269.136 487.319 503.556 87,1% 3,3% 7
  8. 8. EXPORTAÇÕES: RECEITA – Mais de 100 países Destaques: -> Europa continuo sendo o principal destino de exportação do Grupo -> Aumento do volume exportado para a Rússia -> Aumento do volume exportado para o Oriente Médio % Na Receita Líquida Europa 2.0% 1.1%0.7% 7.7% Oriente Médio 5.8% 11.5% Rússia 6.6% 39.5% 8.6% Ásia 4T08 47.5% 1T09 9.9% NAFTA 8.8% América Central / 8.8% América do Sul 20.8% África 20.6% Outros 8
  9. 9. EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS Custo dos Produtos Vendidos (CPV – R$ milhões) 86.1% 79.8% 75.8% • CPV aumentou 6,8% e 127,7% em relação ao 4T08 e 1T08; • Redução nos custos de grãos e de 1,937.5 gado não foi suficiente para compensar 1,815.7 a queda de preço médio em R$ de 9,1% 851.9 em relação ao 4T08. 1T08 4T08 1T09 Custos dos Produtos Vendidos - CPV % do CPV na Receita Líquida Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas (SG&A – R$ milhões) 9.9% 8.9% 9.7% • As despesas com vendas, gerais e administrativas apresentaram uma elevação de 4,1% no trimestre. • A empresa continua focada em sua 222,7 213,8 estratégia de redução de custos e despesas através da integração das estruturas das unidades adquiridas 103,4 obtendo ganhos com as sinergias. 1T08 4T08 1T09 SG&A % do SG&A na Receita Líquida 9
  10. 10. EBITDA e RESULTADO LÍQUIDO 2.3% • O Resultado Líquido foi impactado por: • Volatilidade do câmbio no período 29,0 gerando um efeito negativo no resultado financeiro; 1T08 4T08 1T09 • Queda na rentabilidade (38,2) • Reajuste de preços (74,2) • Apesar de negativo, o Resultado Líquido -1.7% aumentou 48,6% em relação ao 4T08. -3.1% • A queda da Margem EBITDA deve-se Resultado Líquido Margem Líquida principalmente à: 18.6% • Reajuste de preços • Diminuição de exportações e queda na rentabilidade devido a grande 11.9% volatilidade do cambio no período. 7.3% 446,6 • Em março encerra-se o movimento baixista e nota-se uma mudança de tendência, onde gradativamente preços e 163,5 volumes de exportações começam a subir 127,3 com rentabilidades retornando aos níveis de 2008. 1T08 4T08 1T09 EBITDA Margem EBITDA 10
  11. 11. ENDIVIDAMENTO CONSOLIDADO Var.1T09x Curto Prazo 4T08 Partic.% 1T09 Partic.% 4T08 - Moeda nacional 262.610 6,1% 218.636 4,8% -16,7% - Moeda estrangeira 969.487 22,5% 1.075.984 23,4% 11,0% Total Curto Prazo 1.232.097 28,6% 1.294.620 28,2% 5,1% Longo Prazo - Moeda nacional 531.715 12,3% 530.004 11,5% -0,3% - Moeda estrangeira 2.549.662 59,1% 2.766.624 60,3% 8,5% Total Longo Prazo 3.081.377 71,4% 3.296.628 71,8% 7,0% Endividamento Total 4.313.474 100,0% 4.591.248 100,0% 6,4% 5,0% Caixa 1.071.664 1.125.082 6,9% Dívida Líquida 3.241.810 3.466.166 Taxa Média do Endividamento 4T08 1T09 Moeda Nacional 13,94% 13,36% Moeda Estrangeira 8,60% 7,81% Geral 9,53% 8,71% A taxa média geral das operações de financiamento da Marfrig foi reduzida para 8,71% a.a. (82 pontos-base) entre o 4T08 e o 1T09 11
  12. 12. GESTÃO DA ESTRUTURA DE CAPITAL - FINANCIAMENTO  Crescimento do EBITDA em linha com a evolução do endividamento  Redução no Custo Médio de Captação em Dólar e em Real.  Melhor distribuição da amortização da Dívida de Curto Prazo.  Companhia continua focada em reduzir sua alavancagem e sua dívida de Curto Prazo. Dívida Líquida / EBITDA 3.79 3.77 3.71 3.67 Amortização de Curto Prazo (Moeda Nacional + Moeda 3,466.2 3.11 3,241.8 Estrangeira) 1T09 2,125.8 4T08 %% 1,779.5 1,346.1 1T09 387.039 31,4% - 2T09 394.060 32,0% 448.013 34,6% 3T09 255.988 20,8% 308.816 23,9% 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 4T09 195.010 15,8% 170.047 13,1% Dívida Líquida Dívida Líquida/EBITDA (12M) 1T10 - 367.744 28,4% EBITDA últimos 12 meses Dívida Total CP 1.232.097 28,6% 1.294.620 28,2% 1.200,0 920.6 Não havia vencimentos para 884.4 840.0 o 1T10 no trimestre anterior. 561.0 479.2 433.4 1T08 2T08 3T08 2008 1T09 2T09 3T09 2009* * Guidance mínimo e máximo 12
  13. 13. INVESTIMENTOS Investimentos Consolidados Investimentos Consolidados 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 Atividades de investimentos Investimentos (7.378) (15.484) (113.144) (413.430) Aplicações no ativo imobilizado (97.871) (35.135) (66.178) (85.623) (74.297) Ativo Intangível / Ágio (8.344) (909.209) (389) CAPEX (105.249) (58.963) (179.322) (1.408.262) (74.686) Evolução dos Investimentos • No trimestre foram investidos R$ 72,2 milhões, em manutenção de ativos e/ou expansão de capacidade. • A Marfrig Alimentos S.A. desembolsou no 1T09 R$ 160,8 milhões em pagamentos referentes a aquisições de • Em três anos investimos USD 1,1 bilhão (R$ 2 empresas no Brasil e no exterior bilhões) no exterior e R$ 1,2 bilhão no Brasil, com um acumulado de R$ 3,2 bilhões no realizadas nos anos de 2007 e 2008. período captados primordialmente através de R$ 2,5 bilhões no IPO e o restante através do aumento de capital privado. 13
  14. 14. EVENTOS SUBSEQUENTES Abril/09 => início de abate de cordeiros na planta de Promissão II (SP), dando início das atividades de produção de carne ovina do Grupo Marfrig no Brasil. Certificação ISO 22000 (Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos) concedida às plantas de Promissão (SP): escopo completo de produção de carne bovina dentro da indústria, estabelecendo a Marfrig Alimentos como um dos poucos no mundo com essa certificação. Gestão Financeira: swap da taxa Libor em operações – principal de USD 221.800.000 no decorrer de 6 anos => valor fixo dos juros nestas operações AGE Quickfood S.A. (ARG) aprova em 07/05 a criação de para emitir até US$ 50 milhões de Obrigações Negociáveis Simples, com prazo máximo de 5 anos. AGO de 28/04/09: nova razão social é MARFRIG ALIMENTOS S.A. Fitch Ratings confirma ratings da Marfrig em B+ (INTL) e BBB+, (NAC), ambos com outlook ESTÁVEL. 14
  15. 15. PERGUNTAS E RESPOSTAS 15
  16. 16. CONTATO DE RI Ricardo Florence Diretor de Planejamento e de Relações com Investidores Remi Kaiber Junior Gerente de Relações com Investidores Marfrig Frigoríficos e Comércio de Alimentos S/A Fone: +55 11 3093-4700 Av. Brig. Faria Lima, 1912 – conj. 7B – Jd. Paulistano ri@marfrig.com.br CEP 01451-000 - São Paulo – SP - Brazil www.marfrig.com.br/ri 16
  17. 17. AVISO Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadas em certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambiente econômico e nas condições de mercado e nos eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira e internacional, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suas operações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções e outros fatores assim descritos no Prospecto Preliminar arquivado na Comissão de Valores Mobiliários. Em razão desses fatores, os resultados reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros. Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuais expectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia. Essas declarações incluem projeções de crescimento econômico, além de informações sobre posição competitiva, potenciais oportunidades de crescimento e outros assuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações se baseiam. 17

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