Green Building Concil Brasil: Construindo um Futuro Sustentável

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Palestra de Felipe Augusto Faria, Diretor Gerente do GBC Brasil, realizada no Policom Solution Center no dia 21/03/2013, em parceria com o Grupo Policom, ABRAT (Associação Brasileira das Empresas de TI) e DMI. http://www.dmi.com.br, http://www.abrat.com.br; http://www.gbcbrasil.org

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Green Building Concil Brasil: Construindo um Futuro Sustentável

  1. 1. GREEN BUILDING COUNCIL BRASILConstruindo um Futuro Sustentável
  2. 2. "Desenvolver a indústria da construção sustentável no país, utilizando as Visão do GBC Brasil forças de mercado para conduzir a adoção que queremos realizar até 2.010). building (Sonho de práticas de green em um processo integrado de concepção, implantação, construção e operação de edificações e espaços construídos”. Foco principal da nossa VISÃO: Mudança da EDUCAÇÃO cultura da Industria da Construção atravésDisseminação da certificação da Educação e Capacitação dos profissionais LEED, adaptada à nossa realidade. (Ferramenta CAPACITAÇÃO dos vários elos do setor.educacional extremamente pragmática e eficiente) Compilação e divulgação das melhores práticas incluindo CERTIFICAÇÃO INFORMAÇÃO tecnologias, materiais, processos e procedimentos operacionais RELACIONAMENTO Atuação pró-ativa junto a organizações, governamentais ou & privadas, que possam nos apoiar na FOMENTO nossa Missão." 2 2
  3. 3. Brasil e Mundo Setor da Construção• Representa US$7,2 trilhões da economia mundial /Expectativa de crescimento para US$12 trilhões em 2020;• Países emergentes representarão 55% deste setor em2020;• Segundo a FIESP e CBIC o setor representa 12,2% do PIBnacional e a previsão de crescimento para 2012 é de 5,2%;• Responsável por 43% dos investimentos nacionais• 6.9 milhões de trabalhadores diretos; 10 milhões detrabalhadores indiretos• A indústria está operando com 87% de sua capacidade• Investimentos Governamentais: construção dehidrelétricas, casas populares (Programa Minha Casa MinhaVida:1 MM de casas na primeira fase; 2 MM de casas na segundafase para famílias que ganham o máxima de 6 salários mínimos -os dados atuais mencionam cerca de R$125 Bi), etc
  4. 4. Brasil e MundoSetor da Construção• Aceleração da expectativa de crescimento frente oseventos esportivos, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, alémde obras de infraestruturas gerais (Estádios US$4Bilhões /Mobilidade Urbana US$7.8Bilhões / Aeroportos US$3.7Bilhões);• Falta ou deficiência em termos de mão de obra qualificadafrente duas décadas de certa estagnização do setor;• Modernização do setor (novos processos, industrialização dosetor);• Desafio: como tornar o setor mais sustentável;Fontes: Institute for building Efficiency:http://www.buildup.eu/publications/21878;http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2011/03/14/apresenta_feicon_2011_deconcic_fiesp.pdf;http://www.piniweb.com.br/construcao/gestao/cbic-243083-1.asp
  5. 5. Brasil e MundoSetor da Construção Este impacto negativo é extremamente significativo Impacto atual das construções no BRASIL21% 25- 44% 65%Uso deÁgua 30% Eletricidade Resíduos Emissões
  6. 6. Brasil e MundoSetor da Construção Reduções decorrentes de práticas sustentáveis Uso de Resíduos Emissões ÁGUA 50-60% CO2 30-50% 35% ENERGIA 30% Fonte: Capital E
  7. 7. A NOVA VISÃO DA PRÓXIMA GERAÇÃO irá aumentar a demanda por itens ligados a SUSTENTABILIDADE 89 % Escolhem MARCAS associadas a sustentabilidade 74% Prestam mais atenção a propagandas de MARCAS associadas a sustentabilidade 69% Compram de Estabelecimentos com MARCAS associadas a sustentabilidade Recomendam MARCAS associadas a 66% sustentabilidade 7 FONTE :Business Week, nov 6 2006
  8. 8. Tendência Mundial daConstrução SustentávelPesquisa WGBC e McGraw Hill...mais de 1.500 profissionais e empresários do setor imobiliário e de construção... 45países ...7 regiões globais
  9. 9. 34 % 6% 76 % 41 %Grau deEnvolvimento 37 %do Setor 53 % observando Menos de 15 % dos projetos 30 % envolvido 11 % Mais de 15 % dos projetos engajado 13 % Mais de 60 % dos projetos 2003 2008 2013
  10. 10. Publicam Grau de Relatório 16% Envolvimento do Setor no Destinam 14% Recursos Brasil Incorpora em • 104 Empresas suas Metas e 32% Políticas • 41% do Volume das Obras no Considera como 84% Valor Estratégico BrasilFonte CTE e Criactive 0% 20% 40% 60% 80% 100%
  11. 11. Práticas Verdes Adotadas nos Empreendimentos QUALIDADE DO AMBIENTE• Conforto ambiental • Aproveitamento de iluminação natural SELEÇÃO DE MATERIAIS E RESÍDUOS• Redução do desperdício de materiais • Previsão de áreas para depósito de recicláveis • Seleção de materiais com conteúdo reciclado • Uso de madeira com manejo sustentável PRÁTICAS AMBIENTAIS E SOCIAIS NOS CANTEIROS DE OBRA• Gestão da geração de resíduos e coleta seletiva • Desmobilização do canteiro com reaproveitamento • Minimização das interferências no entorno (manutenção e limpeza das ruas, arranjo físico do canteiro, proteção das BL, lava rodas) • Proteção de taludes e do solo contra erosão • Foco na formalidade de seus trabalhadores e subempreiteiros • Saúde, segurança e condições de trabalho • Educação e desenvolvimento profissional Fonte CTE e Criactive
  12. 12. Práticas Verdes Adotadas nos Empreendimentos SITE• Localização próxima aos transportes público • Densidade e conectividade urbana • Proteção e maximização de áreas verdes • Acessibilidade • Gestão de permeabilidadeUSO E CONSERVAÇÃO DE ÁGUA• Aproveitamento de águas pluviais • Redução do uso de água potável para irrigação • Medição individualizada de consumo GESTÃO DO USO DE ENERGIA• Luminárias de alto rendimento e lâmpadas eficientes • Sistemas de automação • Elevadores inteligentes • Estudos dos sistemas prediais para melhor desempenho • Equipamentos e motores de alto rendimento Fonte CTE e Criactive
  13. 13. Sustentabilidade e Fornecedores ASPECTOS MAIS RELEVANTES NO RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES• Qualidade, durabilidade e facilidade de manutenção• Pontualidade• Preço• Logística reversa• Portifólio de produtos que contribuem para asustentabilidade• Práticas de sustentabilidade corporativa dosfornecedores• Redução de matéria prima e recursos naturais• Incorporação de conteúdo reciclado nos produtos Fonte CTE e Criactive
  14. 14. Entendendo as barreiras enfrentadas para a promoção da construção sustentável• Falta de informação: o setor não conhece seus dados concretos de impacto social e ambiental, e possuem perspectivas erradas sobre custos;• Visão de Curto Prazo – custos mínimos;• Falta de comunicação entre os profissionais;• Falta de incentivos do Governo.
  15. 15. Certificação(Exige que se desenvolva a concepção integrada deprojeto e que se tenha constante comunicação entre os diversos “players”)
  16. 16. 2011 2010 434 un 2009 237 un 163 un Evolução dos Processos 2008 Registrados - Sistema 102 un Previsão LEED no Brasil 2012 650 un (unid. acumuladas) 70 2007 Certificados 48 un Registrados 620 Mais de 24 milhões de m22004 2005 2006 1 un 4 un 8 un
  17. 17. Prédios verdes são mais da metade dos lançamentos comerciais em Rio, Curitiba e São Paulo• Quase metade dos lançamentos de imóveis comerciais noRio de Janeiro nos próximos dois anos será de edifíciosverdes. Devem responder a 40,8% das novas salas comerciaisno Rio, 47,2% em São Paulo e 48,3% em Curitiba até 2013.• Rio de Janeiro possui 144,2 mil m² certificados e estima-semais 379, 6 mil m² para o final de 2013.• São Paulo possui 446,3 mil m² certificados e estima-se mais773,5 mil m² para o final de 2013.• Curitiba possui 7,8 mil m² certificados e estima-se mais 78,8mil m² para o final de 2013. Fonte: Cushman & Wakefield
  18. 18. LEED-NC v.3 - 2009CATEGORIA PRÉ REQUISITOS PONTOS POSSÍVEISSUSTENTABILIDADE DO ESPAÇO 1 26RACIONALIZAÇÃO DO USO DA ÁGUA 1 10EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 3 35QUALIDADE AMBIENTAL INTERNA 2 15MATERIAIS E RECURSOS 1 14INOVAÇÃO E PROCESSOS DE PROJETO 0 6CREDITOS REGIONAIS 0 4TOTAL 8 110 40 49 50 5960 7980 110PONTOS CERTIFICADO PRATA OURO PLATINAFonte: USGBC - United Estates Green Building Council
  19. 19. Pontos por critérios LEED-NC v.3-2009 Sustentabilidade do Espaço 26 Pontos Pré-requisito 1 Prevenção da poluição na atividade da Construção Requisito Crédito 1 Seleção do Terreno 1 Crédito 2 Densidade Urbana e Conexão com a Comunidade 5 Crédito 3 Remediação de áreas contaminadas 1 Crédito 4.1 Alternativa de Transporte, Acesso ao Transporte público 6 Crédito 4.2 Alternativa de Transporte, Bicicletário e Vestiário 1 Crédito 4.3 Alternativa de Transporte, Uso de Veículos de Baixa emissão 3 Crédito 4.4 Alternativa de Transporte, Redução área de estacionamento 1 Crédito 5.1 Desenvolvimento do espaço, Proteção e restauração do Habitat 2 Crédito 5.2 Desenvolvimento do espaço, Maximinizar espaços abertos 1 Crédito 6.1 Controle da Enxurrada, Controle da quantidade 1 Crédito 6.2 Controle da Enxurrada, Controle da qualidade 1 Crédito 7.1 Redução da ilha de calor, Áreas cobertas 1 Crédito 7.2 Redução da ilha de calor, Áreas descobertas 1 Crédito 8 Redução da Poluição Luminosa 1
  20. 20. Pontos por critérios LEED-NC v.3-2009 Uso Racional da Água ( WE ) 10 PontosPré-requisito 1 Redução do Uso da Água em 20% RequisitoCrédito 1 Uso eficiente de água no paisagismo 2a4 Redução de 50% 2 Uso de água não potável ou sem irrigação 4Crédito 2 Tecnologias Inovadoras para águas servidas 2Crédito 3 Redução do consumo de água 2a4 30% Redução 2 35% Redução 3 40% Redução 4
  21. 21. Pontos por critérios LEED-NC v.3-2009Energia e Atmosfera (EA) 35 pontosPré-requisito 1 Comissionamento dos sistemas de energia RequisitoPré-requesito 2 Performance Mínima de Energia RequisitoPré-requesito 3 Gestão dos Gases Refrigerantes, Não uso de CFC s RequisitoCrédito 1 Otimização do desempenho no uso de energia 1 a 19 12% Prédios novos ou 8% Prédios reformados 1 14% Prédios novos ou 10% Prédios reformados 2 16% Prédios novos ou 12% Prédios reformados 3 18% Prédios novos ou 14% Prédios reformados 4 20% Prédios novos ou 16% Prédios reformados 5 22% Prédios novos ou 18% Prédios reformados 6 24% Prédios novos ou 20% Prédios reformados 7 26% Prédios novos ou 22% Prédios reformados 8 28% Prédios novos ou 24% Prédios reformados 9 30% Prédios novos ou 26% Prédios reformados 10 32% Prédios novos ou 28% Prédios reformados 11 34% Prédios novos ou 30% Prédios reformados 12 36% Prédios novos ou 32% Prédios reformados 13 38% Prédios novos ou 34% Prédios reformados 14 40% Prédios novos ou 36% Prédios reformados 15 42% Prédios novos ou 38% Prédios reformados 16 44% Prédios novos ou 40% Prédios reformados 17 46% Prédios novos ou 42% Prédios reformados 18 48% Prédios novos ou 44% Prédios reformados 19
  22. 22. Energia e Atmosfera ( EA ) 35 PontosCrédito 2 Geração local de energia renovável 1a7 1% Energia Renovável 1 3% Energia Renovável 2 5% Energia Renovável 3 7% Energia Renovável 4 9% Energia Renovável 5 11% Energia Renovável 6 13% Energia Renovável 7Crédito 3 Melhoria no comissionamento 2Crédito 4 Melhoria no uso de gases refrigerantes 2Crédito 5 Medições e Verificações 3Crédito 6 Energia Verde, no mínimo 35% do consumo 2
  23. 23. Materiais e Recursos ( MR ) 14 PontosPré-requisito 1 Depósito e Coleta de materiais recicláveis RequisitoCrédito 1.1 Reuso do Edifício, Manter Paredes, Forros e Coberturas 1a3 Reuso de 55% 1 Reuso de 75% 2 Reuso de 95% 3Crédito 1.2 Reuso do Edifício, manter 50% elementos interiores não estruturais 1Crédito 2 Gestão de Resíduos da Construção 1a2 Destinar 50% para reuso 1 Destinar 75% para reuso 2Crédito 3 Reuso de Materiais 1a2 No mínimo 5% do custo dos materiais 1 No mínimo 10% do custo dos materiais 2Crédito 4 Conteúdo Reciclado 1a2 No mínimo 10% (pos-consumo + ½ pre-consumo) 1 No mínimo 20% (pos-consumo + ½ pre-consumo) 2Crédito 5 Materiais Regionais, Extraido, Processado e Fabricado Regionalmente 1a2 No mínimo 10% Extraido, Processado e Fabricado Regionalmente 1 No mínimo 20% Extraido, Processado e Fabricado Regionalmente 2Crédito 6 Materiais de Rápida renovação, no mínimo 2,5% do total utilizado 1Crédito 7 Madeira Certificada, no mínimo 50% do custo total madeira utilizado 1
  24. 24. Qualidade Ambiental Interna ( EQ ) 15 PontosPré-requisito 1 Desempenho Mínimo da Qualidade do Ar Interno RequisitoPré-requisito 2 Controle do fumo RequisitoCrédito 1 Monitoração do Ar Exteno 1Crédito 2 Aumento da Ventilação 1Crédito 3.1 Plano de Qualidade do Ar, Durante a Construção 1Crédito 3.2 Plano de Qualidade do Ar, Antes da ocupação 1Crédito 4.1 Materiais de Baixa Emissão, Adesivos e Selantes 1Crédito 4.2 Materiais de Baixa Emissão, Tintas e Vernizes 1Crédito 4.3 Materiais de Baixa Emissão, Carpetes 1Crédito 4.4 Materiais de Baixa Emissão, Madeiras Compostas e Agrofibras 1Crédito 5 Controle interno de poluentes e produtos químicos 1Crédito 6.1 Controle de Sistemas, Iluminação 1Crédito 6.2 Controle de Sistemas, Conforto Térmico 1Crédito 7.1 Conforto Térmico, Projeto 1Crédito 7.2 Conforto Térmico, Verificação 1Crédito 8.1 Iluminação Natural e Paisagem, Para 75% dos espaços 1Crédito 8.2 Iluminação Nateural e Paisagem, Para 90% dos espaços 1
  25. 25. CRÉDITOS REGIONAISSS 6.1 – Stormwater Design – Quantity ControlMuitas cidades brasileiras possuem altos índices de chuva em determinadas épocasdo ano. Devido a impermeabilidade do solo frente a atividade construtiva e deinfraestrutura urbana frequentemente temos inundações. Importante se faz os projetosauxiliarem com a redução da quantidade e controle de água a ser escoada.WE 2 – Innovative Wastewater TechnologiesNo Brasil o sistema de tratamento de esgoto é precário, inclusive em grandes cidadescomo São Paulo. A crescente urbanização sobrecarrega ainda mais o saneamentobásico dos municípios que já são deficitário.Além de evitar a sobrecarga dos serviços públicos de saneamento, o potencial usodesta água tratada em substituição da água potável também é um grande ganhoambiental.
  26. 26. CRÉDITOS REGIONAISWE 3 – Water Use ReductionApenas 0,5%da água no Planeta é potável. O Brasil acolhe grande parte desta água,mas deve usá-la de forma eficiente despontando como um exemplo as demais nações.Este crédito também estimulará o setor privado em investir em novos materiais eprojetos em prol da eficiência e reuso.EA 2 – On-site Renewable EnergyA matrix energética brasileira é limpa mas ainda há falta de demanda e distribuição.É extremamente importante estimular inovações tecnológicas em um dos ramos demercado que mais cresce no mundo. Dentro do modelo energético brasileiro grandeshidrelétricas também assustam frente os potenciais danos ambientais e sociaiscausados.A própria ANEEL vem trabalhando no desenvolvimento de medidas e regulamentaçõespara estimular o setor de produção de energia renovável in locco.
  27. 27. CRÉDITOS REGIONAISMR 2 – Construction Waste ManagementA geração, transporte e descarte de resíduos é um dos maiores problemas dascidades. Gostaríamos de estimular a redução da produção de resíduos e suadestinação a aterros sanitários, minimizando os impactos e estimulando a reciclagem.MR 7 – Certified WoodO maior foco de emissões de CO2 no Brasil é a alteração do uso do solo com foco emdesmatamento, motivado pelo avanço do agronegócio e comércio ilegal de madeira. Amelhor forma de combater o desmatamento é encorajando a exploração sustentáveldos produtos oferecidos pelas florestas.
  28. 28. CRÉDITOS REGIONAIS LEED INTERPRETATION TRADUÇÃO PROVA LEED GA
  29. 29. Papel do Governo para aaceleração da transformação do mercado
  30. 30. Exemplo de edificaçõespúblicas registradas na certificação LEED
  31. 31. Comitê Olímpico Brasileiro - COB
  32. 32. Estádios da Copa do Mundo 2014Estádio Castelão – Fortaleza/CE Estádio Maracanã – Rio/RJLEED NC v.3 – Maio/11 LEED NC v.3 – Fev/11 Estádio Nacional de Brasília - DF LEED NC v.3 - Out/09 Estádio Arena Multiuso Cuiabá-MT Estádio Palmeiras – SPEstádio Mineirão BH - MG LEED NC v.3 - Maio/10 LEED NC v.3 - Out/10LEED NC v.3 - Dez/09
  33. 33.  IPTU Verde QUALIVERDE (decreto 33.745 / 2012) IN 001/2010 (Min. Planejameto) Decreto 7.746 / 2012 (Regulamenta a lei de licitação pública)
  34. 34. Decreto 7.746/2012 Estabelece critérios, práticas e diretrizes para a promoção dodesenvolvimento nacional sustentável nas contrataçõesrealizadas pela administração pública federal (Regulamenta a Lei8666/93.• Adquirir bens contratar serviços e obras considerando critériosde sustentabilidade – via especificação técnica no instrumentoconvocatório ou obrigação da contratada;Art. 4o São diretrizes de sustentabilidade, entre outras:I – menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água;II – preferência para materiais, tecnologias e matérias-primas de origem local;III – maior eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia;IV – maior geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local;V – maior vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra;VI – uso de inovações que reduzam a pressão sobre recursos naturais; eVII – origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens,serviços e obras.
  35. 35. Decreto 7.746/2012• Exigir via instrumento convocatório bens de conteúdo reciclado,atóxico ou biodegradável, entre outros critérios desustentabilidade;• Projeto básico ou executivo para contratação de obras deverespeitar art.12, 8666/93, de modo a proporcionar economia namanutenção e operação da edificação, eficiência energética e usoracional de água, por meio de tecnologias e práticas que reduzemo impacto ambiental; MANDATÓRIO• As comprovações poderão se dar via certificação emitida porinstituição pública oficial ou instituição credenciada, ou porqualquer outro meio instruído no instrumento convocatório.
  36. 36. Fatores Econômicos
  37. 37. E O CARO econômico...BARATO... faz sentido QUE SAIFONTES: USGBC , WBCSD , SNCC 03/08 & Tishman Speyer BRASIL 8% Prédios Comerciais a 1% a 7% Residênciais 9% 3% a 7% IT, Conforme Segurança, Estudo da Limpeza, UFF, temos Expedição, uma perda Manutenção, financeira de Energia, 11% a 15% Água, etc... nas nossas construções Prédios comerciais obtêm em média prêmio de 10 a 20% por M2 no aluguel e 3,5% na ocupação. Ciclo de Apresentam maior velocidade na venda e 14% de Vida 40 38 sobrevalorização em prédios residenciais. anos
  38. 38. Na Construção Verde, dinheiro pode dar em árvores ... …Foram os sócios que decidiram construir um prédio de escritório apto a receber certificação – o que encarece a obra em 6%, mas valoriza na venda… ECO BERRINI - PROSPERITAS
  39. 39. Estatísticas (benefícios de custos visíveis deacordo com os proprietários)Os custos operacionais diminuem 13,6% para novas construções e 8,5%para projetos de edifícios existentes;O valor do edifício aumenta 10,9% para novas construções e 6,8% paraprojetos de edifícios existentes;O retorno do investimento aumenta 9,9% para novas construções e 19,2%para projetos de edifícios existentes;A ocupação aumenta 6,4% para novas construções e 2,5% para projetos deedifícios existentes;O aluguel aumenta 6,1% para novas construções e 1% para projetos deedifícios existentes;Melhoras no retorno do investimento: 19,2% em média para projetossustentáveis de renovação em comparação com uma média de 9,9% de novosprojetos.
  40. 40. PROF. NILS KOK (UC Berkeley e Maastricht Univ) Direto: energia, água, resíduos e (EUA, Europa,emissões CO2, mas também Austrália – 07 apremio de seguro 2010) Pesquisa de Satisfação Aumento de produtividade refletindo (QAI) no custo da empresa INVESTIDOR  Valor do Aluguel: diminuição custo operacional; melhora na reputação e preferência; velocidade de ocupação e melhora na retenção Valor da Propriedade: valorização; aumento da vida econômica; diminuição do risco da obsolescência e melhora no custo de capital
  41. 41. PROF. NILS KOK (UC Berkeley e Maastricht Univ) ALUGUEL +3% MELHORA NO FLUXO DE CAIXA +7% TRANSAÇÃO IMOBILIÁRIA +13% $1 – Eficiência Energética = +$0,95 Aluguel e +$13 TransaçãoOBS.: Europa – a cada 1 km de distância a transporte público = -13% valor doaluguel
  42. 42. PROF. NILS KOK (UC Berkeley e Maastricht Univ) AYA REAL ESTATE PRESIMA USS HERMES REAL ESTATE SYNTRUS RREEF GROSVENOR AVIVA INVESTORS MN SERVICES PGGM 30 AAA no Brasil
  43. 43. Demais Ações
  44. 44. 2012 Figures:• More than 7200 visitors• More than 100 speakers• 98 sponsors and exhibitors 27 to 29 / August 2013

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