Fonética e fonologia

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Fonética e fonologia

  1. 1. Fonética e Fonologia [email_address]
  2. 4. Por que estudar fonética e fonologia? <ul><li>Ensino de L2 </li></ul><ul><li>Ensino de L1 – AL (aquisição fonológica) </li></ul><ul><li>Atividades clínicas – fonoaudiologia (sem esses conhecimentos, as terapias seriam muito longas e sem grandes resultados) </li></ul><ul><li>Conhecimentos sobre o desenvolvimento da escrita e concepções de ‘erro’ </li></ul><ul><li>Conhecimentos dialetais – amenizar o preconceito lingüístico. </li></ul><ul><li>Análises históricas  mudança sonora </li></ul><ul><li>Tecnologias de reconhecimento de fala (ASR) </li></ul><ul><li>Perícia </li></ul><ul><li>... </li></ul>
  3. 6. <ul><li>Fonética e Fonologia </li></ul><ul><li>SONS </li></ul>
  4. 7. Estudo dos sons <ul><li>PRODUÇÃO  articulação </li></ul><ul><li>COMPOSIÇÃO  formação </li></ul><ul><li>DISTRIBUIÇÃO  lugar na palavra </li></ul><ul><li>FUNÇÃO  vogal ou consoante </li></ul>
  5. 8. Fon ética <ul><li>Propriedades (físicas) dos sons da fala  percepção e produção. </li></ul><ul><li>Plano concreto/físico/tangível/motor da fala – performance. </li></ul><ul><li>Identifica, descreve e classifica os sons articulados. </li></ul><ul><li>Unidade mínima = [fone] </li></ul>
  6. 9. Fonologia <ul><li>Plano abstrato, subjacência (inconscientes, mentais) – competência . </li></ul><ul><li>Organização dos sistemas de sons das línguas através da representação e formalização de modelos/processos sonoros. </li></ul><ul><li>Dá conta do conhecimento (implícito) que os falantes têm das unidades mínimas sonoras da sua própria língua. </li></ul><ul><li>Explica o funcionamento dos sistemas de sons das línguas </li></ul><ul><li>Unidade mínima  /fonema/ </li></ul>
  7. 10. Fonética vs. Fonologia <ul><li>Fala </li></ul><ul><li>Descritiva </li></ul><ul><li>Fisiológico </li></ul><ul><li>FONES </li></ul><ul><li>Performance ou desempenho </li></ul><ul><li>Geral </li></ul><ul><li>Língua </li></ul><ul><li>Explicativa </li></ul><ul><li>Valor distintivo </li></ul><ul><li>FONEMAS </li></ul><ul><li>Competência </li></ul><ul><li>Particular </li></ul>
  8. 11. Fonologia Fon ética
  9. 12. FONÉTICA
  10. 13. <ul><li>Fonética articulatória  descreve e classifica os sons da fala a partir de como são produzidos; </li></ul><ul><li>Fonética acústica  o estudo das propriedades físicas dos sons e do percurso que as ondas trilham; </li></ul><ul><li>Fonética auditiva  como os sons são captados pelo aparelho auditivo e interpretados pelo cérebro humano. </li></ul>
  11. 14. SISTEMA FONATÓRIO SISTEMA ARTICULATÓRIO SISTEMA RESPIRATÓRIO
  12. 15. <ul><li>Alfabeto Fonético Internacional (IPA)  Associação internacional de Fonética, em Paris-1886. </li></ul><ul><li>Notação padrão - representação fonética. </li></ul>
  13. 18. <ul><li>Após completa oclusão –sons oclusivos que saem como uma explosão, de uma só vez: [p, b]; [t, d]; [k, g] </li></ul><ul><li>Com oclusão parcial –sons fricativos, emitidos enquanto há ar nos pulmões [ θ , ð]; [f, v]; [s,z]; [  ,  ]; [X,  ]; [h,  ], [  ,  ] </li></ul><ul><li>Com passagem até pelo nariz: provoca sons nasais: [m, n,  ] </li></ul><ul><li>Com oclusão evoluindo para soltura do ar: provoca sons africados [  ] </li></ul><ul><li>Após a batida da língua no palato: tepe alveolar [  ], retroflexo [  ] </li></ul><ul><li>Com passagem de ar pelas laterais da língua: [l,  ,  ] </li></ul>Articulação da fala. Qual é o modo de saída do ar?
  14. 19. Vogais e consoantes <ul><li>Consoante - movimento de cerramento- abrimento, com um máximo articulatório, enquanto </li></ul><ul><li>Vogal - movimento de abrimento-cerramento, com um mínimo articulatório, sem esforços. </li></ul>
  15. 20. Escala de estreitamento <ul><li>Oclusiva Nasal Vibrante Fricativa Lateral Aproximante Vogal </li></ul><ul><li>+ - </li></ul>
  16. 21. SISTEMA CONSONANTAL <ul><li>Modo de articulação </li></ul><ul><li>Oclusivas –  </li></ul><ul><li>Fricativas –  ,  </li></ul><ul><li> Africadas -  </li></ul><ul><li>Líquidas –  </li></ul><ul><li>Nasais –  </li></ul><ul><li>Ponto de articulação </li></ul><ul><li>Bilabiais – p, b, m,  ,  </li></ul><ul><li>Labiodentais – f, v </li></ul><ul><li>Alveolares – t, d, n, s, z, l,  </li></ul><ul><li>Alveolopalatais -  </li></ul><ul><li>Palatais -  </li></ul><ul><li>Velares – k, g  </li></ul><ul><li>Glotal -  </li></ul>
  17. 22. Pontos ou zonas de articulação <ul><li>Pontos móveis + estacionários </li></ul><ul><li>Determinados a partir dos movimentos dos órgãos móveis em relação aos estacionários </li></ul>
  18. 23. Articuladores ativos e passivos <ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: lábio inferior </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: lábio superior </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: lábio inferior </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: dentes incisivos superiores </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: lâmina da língua </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: alvéolos </li></ul></ul></ul></ul></ul>Bilabiais Labiodentais Alveolares
  19. 24. Articuladores ativos e passivos <ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: língua </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: palato duro </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: parte posterior da língua </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: véu palatino </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Ativo: músculos ligamentais da glote </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Passivo: músculos ligamentais da glote </li></ul></ul></ul></ul></ul>Palatais e Alveolopalatais Velares Glotal
  20. 25. Fases das plosivas (oclusivas) <ul><li>Oclusão </li></ul><ul><li>Manutenção ou hold </li></ul><ul><li>Soltura ou release </li></ul><ul><li>Ex.: [b], [p  ] ~ [  t  ] </li></ul><ul><li>* Não temos consoantes nasais finais, como em ‘ spin’. Essas nasalizam as vogais, mas não são articuladas com manutenção, como em “canto”. </li></ul>
  21. 26. Exemplos de diferentes articulações <ul><li>Fricativas bilabiais </li></ul><ul><li> -  </li></ul><ul><li>b -  </li></ul><ul><li>Como ocorrem no PE e no espanhol. </li></ul>
  22. 27. <ul><li>/t/ e /d/ = alveolares (PB). </li></ul><ul><li>Inglês  /t/ e /d/ = retroflexos ( d ark) </li></ul><ul><li>Assim como o /p/ pode ser aspirado ( p  )  p ot </li></ul><ul><li>Possibilidade de  alveolar em línguas germânicas, como esquilo em alemão. </li></ul><ul><li>Eichhörnchen </li></ul>
  23. 28. <ul><li>Fonética  possibilidades articulatórias  FALA </li></ul><ul><li>Fonologia  sistema contrastivo  </li></ul><ul><li>LÍNGUA </li></ul>
  24. 29. <ul><li>Representação subjacente </li></ul><ul><li>x </li></ul><ul><li>forma fonética </li></ul><ul><li>/bolo/ </li></ul><ul><li>‘ bolo </li></ul><ul><li>‘ bolu </li></ul><ul><li>[‘bolu] </li></ul>
  25. 30. FONOLOGIA
  26. 31. Evid ências para a existência do nível subjacente (fonológico) <ul><li>Diferentes produç ões para /s/ em diferentes contextos: asas pretas, asas brancas, asas amarelas. </li></ul><ul><li>Implica que se considere a existência de um nível que reconhece semelhanças entre os vários ‘s’ e que modifica a sua produção, conforme o contexto. </li></ul><ul><li>Fonologia: processo de abstracção das regularidades comuns a determinados sons co-ocorrentes e mas em variação </li></ul>
  27. 32. <ul><li>Noção de fonema como unidade contrastiva </li></ul><ul><li>zelo / selo </li></ul><ul><li>pato / gato </li></ul>
  28. 33. <ul><li>Arquifonema e Alofonia </li></ul><ul><li>/ga R fo/ - [‘ga r fu] </li></ul><ul><li>Arquifonemas do PB </li></ul><ul><li>/S/ </li></ul><ul><li>/R/ </li></ul><ul><li>/L/ </li></ul><ul><li>/N/ </li></ul>
  29. 34. <ul><li>Arquifonema /R/ - sofre alofonia, manifestando-se, foneticamente, como: </li></ul><ul><li>   </li></ul><ul><li>   </li></ul><ul><li>   </li></ul><ul><li>   </li></ul><ul><li>   </li></ul>
  30. 35. <ul><ul><li>Alofones: diferentes realizações do mesmo fonema – como é que se sabe que é o mesmo fonema? -> sempre que for possível extrair uma regra que dê conta dos vários contextos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Arquifonema: neutralização de fonemas. </li></ul></ul>
  31. 36. <ul><ul><li>Distribuição complementar (ou variantes contextuais) – os alofones dependem da posição do fonema na palavra – é necessário determinar uma regra que descreva o contexto de um fone ou de outro. </li></ul></ul><ul><li>Ex.: tia – ‘t  ia (depende de contexto interno) </li></ul><ul><li>pa  ta ~ de  di </li></ul><ul><ul><li>Variantes livres – variantes dialetais – não há qualquer regra que determine o seu uso (o seu uso é generalizado). </li></ul></ul><ul><ul><li> Ex.: ‘vezgu x ‘ve  gu ~ /veSgo/ </li></ul></ul>
  32. 37. <ul><li> /S/ Arquifonema </li></ul><ul><li>Alofones [  ] [  ] [z] </li></ul><ul><li> asa s p retas asa s b rancas asa s a marelas </li></ul><ul><li> Variaç ão </li></ul>
  33. 38. O sistema vocálico <ul><li>As vogais do PB caracterizam-se, fonologicamente, por ocuparem a posição de núcleo silábico, necessariamente. </li></ul><ul><li>Não é permitido, na LP, haver uma consoante ocupando o núcleo, como ocorre no inglês, como no caso da palavra /botl/ ( bottle ). </li></ul><ul><li>Só essa restrição de natureza fonológica já estabelece uma diferenciação, em termos de sistema, entre vogais e consoantes. </li></ul><ul><li>A LP constitui um sistema que reputa ideal para a aplicação do critério distribucional, uma vez que suas consoantes não exercem função silábica, pois o núcleo da sílaba sempre é uma vogal. </li></ul><ul><li>Isso quer dizer que, na língua portuguesa, o conceito de vogal, fonologicamente, coincide com o de “silábico”. </li></ul>
  34. 39. O sistema vocálico <ul><li>Câmara Jr. (1970) </li></ul><ul><li>Classificou quanto à articulação (altura da língua): </li></ul><ul><ul><li>vogal baixa (a) </li></ul></ul><ul><ul><li>vogais médias de primeiro grau (  ,  ) </li></ul></ul><ul><ul><li>vogais médias de segundo grau (e, o) </li></ul></ul><ul><ul><li>vogais altas (i, u) </li></ul></ul>
  35. 41. <ul><li>Leva-se também em consideração o movimento da língua em relação às porções da cavidade bucal. A vogal mais posterior e mais arredondada é a /u/ e a mais anterior e menos arredondada é a vogal /i/. </li></ul><ul><li>A vogal /a/ fica em uma posição central, e as médias ficam em uma posição intermediária, tanto em termos de altura, quanto em relação à anterioridade  alvos comuns de processos e regras fonológicas. </li></ul>
  36. 42. <ul><li>Em sílaba tônica, encontram-se oposições entre os sons vocálicos /a/, /  /, /i/, /  / e /u/: </li></ul><ul><li> s[a]co, s[e]co, s[  ]co, s[o]co, s[  ]co, s[u]co </li></ul><ul><li>Quando a sílaba tônica é seguida de consoante nasal, ocorrem as médias de segundo grau e as de primeiro grau não se aplicam . </li></ul>
  37. 43. <ul><li>O quadro de vogais na posição pretônica se reduz a cinco fonemas. ??? </li></ul>
  38. 44. <ul><li>Em sílaba tônica, encontram-se oposições: </li></ul><ul><li> s[a]co, s[e]co, s[  ]co, s[o]co, s[  ]co, s[u]co </li></ul><ul><li>Em posição pretônica  neutralização </li></ul>
  39. 45. <ul><li>Neutralização vocálica  o traço distintivo é perdido na posição pretônica. </li></ul><ul><li>Não há mais divisão entre /e/ e /  / e entre /e/ e /  / enquanto unidades fonológicas distintas, visto que, em posição pretônica, não há oposições entre esses fonemas. </li></ul>
  40. 46. <ul><li>Além da neutralização, são alvo de harmonia vocálica </li></ul><ul><li>pepino > pipinu, coruja > curuja </li></ul><ul><li>“ Mas esse fenômeno não possui o caráter fonológico da neutralização. Trata-se de variação, que não provoca alteração no sistema ” (BATTISTI E VIEIRA, 2005, p. 173). </li></ul><ul><li>Regra de elevação ou alçamento: </li></ul>
  41. 47. Leis fonéticas <ul><li>Força mecânica que rege a produção de sons  leis que não admitem exceção. </li></ul><ul><li>Lei do menor esforço  assimilação, facilitação articulatória, saliência fônica. </li></ul><ul><li>Ex.: tia ~ t  </li></ul><ul><li> tambor ~ dente </li></ul><ul><li> [ ‘  ] ~ [ ‘  ] </li></ul><ul><li> [‘  ] ~ [‘ahdo] / [‘  ] </li></ul>
  42. 48. Saliência fônica <ul><li>Lemle & Naro (1977): quanto menor a distinção, maior a tendência em neutralizar a oposição e prevalecer o uso de apenas uma das formas. </li></ul><ul><li> ]     ,  </li></ul><ul><li>   ]   </li></ul><ul><li>acabou x acabei ~ meio x meia </li></ul>
  43. 49. <ul><li>Em sílabas átonas finais - neutralização entre médias e altas, restando apenas 3 vogais, como em tir[u], tir[i], tir[a]. </li></ul>
  44. 50. <ul><li>Vogais em posição postônica não-final  neutralização entre as posteriores. </li></ul><ul><li>Câmara Jr. (1970): a oposição entre /o/ e /u/ é uma convenção da escrita, pois, na oralidade, em posição postônica, a média /o/ ocorre como /u/, sistematicamente. </li></ul>
  45. 51. <ul><li>Em posição de sílabas átonas finais, ocorre neutralização entre as médias e as altas, restando apenas 3 vogais, como em tir[u], tir[i], tir[a]. </li></ul>
  46. 52. <ul><li>Em português, o arredondamento não é distintivo, é redundante. </li></ul><ul><li>Toda vogal posterior é arredondada, ao contrário do francês. </li></ul>
  47. 53. Sistema vocálico da língua francesa
  48. 54. VOGAIS SECUNDÁRIAS: MESMO PONTO COM INVERSÃO DO TRAÇO DE ARREDONDAMENTO
  49. 57. <ul><li>Parte do nível fonológico para o fonético </li></ul><ul><li>  /  [‘  ]  [‘  ] </li></ul><ul><li>Regras fonológicas – ambiente, contexto </li></ul><ul><li>Classes naturais </li></ul>
  50. 58. Premissas da fonêmica <ul><ul><li>Os sons tendem a ser modificados pelo ambiente em que se encontram (sons vizinhos ou precedentes, fronteiras de sílabas, morfemas, palavras e frases, posição do som em relação ao acento). </li></ul></ul><ul><ul><li>V___V - ba r ata </li></ul></ul><ul><ul><li>#____ - s uco </li></ul></ul><ul><ul><li>____# - bol u </li></ul></ul><ul><ul><li>____+__ - mes m u </li></ul></ul><ul><ul><li>____$__ - tran s porte </li></ul></ul>
  51. 59. A SÍLABA ONSET (Ataque, cabeça ou margem inicial) NÚCLEO CODA (margem final) (N) (C) (G) V (G) (C) (C)
  52. 60. A sílaba
  53. 61. Exercício <ul><li>Imagine que você sorteou as seguintes letras: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>R, B, A, F, O, L , C, I, D </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Quantas palavras podem ser formadas? </li></ul>
  54. 62. Restrições combinatórias <ul><li>Intervocálica  19 segmentos </li></ul><ul><li>Absoluta  16 segmentos </li></ul><ul><li>(  ,  e  não se aplicam, com exceção de lhama, por exemplo) </li></ul>
  55. 63. Onset complexo <ul><li>C1 – plosiva ou fricativa </li></ul><ul><li>C2 – [l] ou [r] </li></ul><ul><li>fr uta, pr ato, pl anta, ... </li></ul><ul><li>Exceção: </li></ul><ul><li>Vl – Vladimir (empréstimos) </li></ul><ul><li>Tl – atlas (derivados do latim) </li></ul><ul><li>Vr – vridu (interna à palavra é possível  livro) </li></ul>
  56. 64. Coda <ul><li>/S/ - /pa S ta/ </li></ul><ul><li>/R/- /to R to/ </li></ul><ul><li>/L/ - /bo L sa/ </li></ul><ul><li>/N/- /ka N to/ </li></ul>
  57. 65. <ul><li>‘ sali’ </li></ul><ul><li>‘ spali’ </li></ul><ul><li>As línguas variam quanto aos seus inventários fonéticos e quanto à organização da estrutura silábica. </li></ul>
  58. 66. <ul><li>Só mais tarde a criança alcança a coda que trava a sílaba </li></ul><ul><li>Carne, marmelada, porta </li></ul>

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