Literatura Juvenil

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Apresentação da profª Drª Diana Marchi na programação do Tessituras.

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Literatura Juvenil

  1. 1. www.gipeonline.com.br 1 A FORMAÇÃO DO LEITOR JOVEM TEMAS E GÊNEROS DA LITERATURA
  2. 2. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3334630454942&set=o.2 84792741541178&type=1&theater
  3. 3. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=181997865244554&set=o.28 4792741541178&type=1&theater
  4. 4. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1933447395376&set=o. 284792741541178&type=1&theater
  5. 5. O q vcs pensam sobre isso: os jovens reclamam que não leem, pq as escolas...? os obrigam a ler livros chatos e antigos. ''Praqueeu vouler EçadeQueirós??FazMIL anosqueele escreveu estelivro?'‘ ''Échato.'‘Eupessoalmente amoMachadodeAssiseEçadeQueirós,masvou confessareu somenteos li realmente qdosaidaescola e nãofuiobrigadaa terminá-losem 15diase fazerresumo. Aí os jovens dizem: ''Porque,seeles qrem qa gente leia, eles nãomandamler livroslegais, atuais,que a gente goste?TipoHarryPotter,Eragon,Crepúsculo...''' Evc achaoq disso?Queseria umaboaidéia? Ou aíeles sesentiriam obrigadosaler estes tbmenãoos leriam? Nãovou entrarnomérito aquisobreo ensino daliteratura.Porqueissoeu acreditoq poderiaser adaptado. Se estamosestudandoo romantismo,poderíamoscitarum livro românticoatual.O realismo tbm tem livros atuais. Tofalandosódeestimular aleitura. O qvcs acham?? beijos Doce_Menina
  6. 6. Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta euacho q na verdade não ehpreguiça, nempq os livros são chatos ehmais falta de interesse mesmo a escola ñ os motiva a ter curiosidade pelos livros clássicos molecada dessa idade só se motiva a fazerqualquer coisa porcuriosidade, e esses livros comerciais não fazem nada alem deinstigar a curiosidade deles! eehnesse ponto q as escolas falham, não instigam a curiosidade do aluno esses livros são complicados mesmodese entender, eu canso de ler as vzsMachado,e algumas passagens de suas obras ainda ñ estão claras... os clássicos são livros q cada vzq vcle podeinterpretar demodo diferente, porisso são clássicos, pqexigem um certoconhecimento da língua e interesse em entende-los, só obrigação ñajuda emnada porisso q esses livros são mto melhor degustados qdo estamos fora da escola, sem a pressão da porcaria do resumo! 4ur34
  7. 7. AVALIAÇÃO DO AUTOR DA PERGUNTA: o q eu acho eh q essas obras clássicas temisso mesmo delegal: cada vez q vc lê, interpreta algo diferentepq ñ eh umahistória boba e óbvia. mas eu acho q mesmo q obrigassem jovens a ler Twilight [Crepúsculo] em 15 dias e resumir...eles não leriam, leriam depois, por gosto. Obrigar eh q pega.
  8. 8. www.gipeonline.com.br 10 Grafite realizado pelo artista Alexandre Orion em túnel de São Paulo. Foto: Alexandre Orion
  9. 9. Uma aula viabilizará aprendizagens significativas apenas quando se articular às condições culturais e históricas que transformam a escola em uma oportunidade social concreta, que tem sentido para os que a frequentam, respondendo a demandas que lhes são reconhecíveis.
  10. 10. PONTO DE PARTIDA O que inquieta os jovens nessa etapa de sua socialização? Em que âmbitos os jovens já têm condições de refletir acerca de determinado tema?temas De que falam os jovens, do que podem falar? O que teria significado para eles em termos de debates, novos conhecimentos, reflexões sobre si mesmos?grupos de interesse Que temáticas são fundamentais para a vida social dos jovens? Que gêneros viabilizam o tratamento das temáticas importantes para sua formação? Em que situações de interação eles aparecem? Em que contextos? cidadania
  11. 11. Que competências estão envolvidas na leitura, escrita e resolução de problemas no âmbito desses textos, considerando as interações concretas que poderão suscitar em sala de aula?competências Que conteúdos estão envolvidos, ou seja, os textos viabilizam um trabalho significativo de que conteúdos disciplinares? Que conteúdos são importantes para a leitura e produção do gênero? Dentre os que são viabilizados pela leitura e escrita dos textos, quais serão focalizados na unidade?
  12. 12. www.gipeonline.com.br 14Clichetes, Philadelpho Menezes.
  13. 13. O LUGAR SOCIAL DA ARTE Objetivos – definidos no âmbito das competências de ler, escrever e resolver problemas objetivos.pptx Habilidades – estabelecidas na intersecção das competências e dos conteúdos habilidades.pptx Conteúdos – seleção e recorte de textos, gêneros e tópicos específicos da disciplina conteúdos.pptx Duração prevista – distribuir no tempo da sala de aula Materiais necessários – identificação dos recursos
  14. 14. ESTRUTURA O que é arte? Pra que serve a arte? 1.pptx Cabe no poema 2.pptx Arte na Onda Jovem 3.pptx Arte na rua 4.pptx O valor artístico e cultural do grafite 5.pptx
  15. 15. ESTRATÉGIA: TRABALHO EM GRUPO  Dividir a turma em pequenos grupos de professores/mediadores para elaboração dos Planos de Trabalho.  O Plano deverá corresponder a uma unidade de trabalho.  O grupo deverá identificar :  objetivos  competências e habilidades que propõem desenvolver,  situações apresentadas que identificam a contextualização do conteúdo   Material: Livro. Folhas de ofício para elaboração do Plano.   Apresentação e discussão das propostas dos Planos de Trabalho pelos grupos   Comentário
  16. 16. AVALIAÇÃO O sucesso do ensino e da aprendizagem está vinculado à coerência entre  a abordagem de ensino,  o planejamento das atividades,  a escolha e/ou elaboração de materiais didáticos e  a avaliação. O sistema de avaliação reflete a visão da escola/instituição e do professor/mediador em relação ao que seja “saber determinados conteúdos” e o que envolve “aprender e ensinar competências e habilidades que favoreçam a aprendizagem desses conteúdos”.
  17. 17. A avaliação sinaliza ao jovem, ao professor e à comunidade o que está sendo valorizado, o que está sendo alcançado e o que é preciso melhorar. A avaliação deve propor aos jovens tarefas que sirvam de índices das suas competências desenvolvidas ao longo do trabalho, pois a aprendizagem será avaliada em termos dessas competências, e não em termos de informações explícitas que ele tenha conseguido memorizar de forma mecânica.
  18. 18. Dominar o conhecimento a ser construído Formular hipóteses sobre o modo como se aprende e escolher alternativas adequadas para ensinar, partindo do que os jovens já sabem Fazer recortes numa área de conhecimento, conforme a relevância, a pertinência e o significado para o desenvolvimento das competências a serem constituídas Relacionar o conhecimento em questão com as demais áreas do currículo e saber como contextualizá- lo na realidade do jovem Dominar estratégias eficazes e implementar situações de aprendizagem que efetivamente favoreçam o desenvolvimento de competências TAREFAS DO PROFESSOR/ MEDIADOR
  19. 19. Grafite rural de Stephan Doitschinoff, Chapada Diamantina, Bahia. Foto: Stephan Doitschinoff
  20. 20. www.gipeonline.com.br www.facebook.com/GipeGestaoEInovacaoEmProjetosEducativos

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