Keynote Jornalismo Midias Sociais

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Keynote Jornalismo Midias Sociais

  1. 1. Jornalismo + Mídias Sociais <ul><li>Famecos - 2009/2 </li></ul>
  2. 2. CONCEITO Mídias sociais são os canais de publicação e circulação de informação abertos a qualquer indivíduo com acesso à Internet ou outras redes de comunicação digitais. Exemplos de mídias sociais são blogs, microblogs, podcasts, wikis, serviços de hospedagem de fotos e vídeos, mensageiros instantâneos, SMS.
  3. 3. Os preços de equipamentos como câmeras fotográficas e de vídeo e computadores capazes de editar áudio e imagem estão caindo. Seu uso é cada vez mais simples. Para se criar um jornal impresso, revista, emissora de rádio ou televisão, é necessário fazer investimentos grandes ou obter concessões públicas. Mídias sociais exigem apenas acesso à Internet.   O custo de transação para disseminar informação via Internet é muito baixo, por isso a informação se espalha epidemicamente.
  4. 5. A apuração e produção de notícias do amanhã serão mais parecidas com uma conversa, com um seminário. As linhas que separam consumidores e produtores perderão nitidez, mudando os papéis de ambos de formas que estamos apenas começando a perceber. As redes de comunicação mesmas se tornarão um meio para as vozes de todos, não apenas daqueles poucos que podem se dar o luxo de comprar rotativas de dezenas de milhões de dólares, lançar satélites, ou ganhar permissão do governo para ocupar as ondas eletromagnéticas pertencentes ao público.   GILLMOR, 2004, p. XXIV
  5. 6. Se minha publicação fosse uma PESSOA, por quais mídias sociais ela navegaria?
  6. 9. cross-media
  7. 10. cross-media
  8. 12. concorrência
  9. 13. atenção, redação!!
  10. 14. IDENTIFICAÇÃO Correspondente SkyNews no Twitter
  11. 15. IDENTIFICAÇÃO II
  12. 16. widgets
  13. 17. COMPLETE O G1: #fail
  14. 18. REdes de blogs
  15. 19. #iranelection <ul><li>2,25 milhões de blogs discutiram o assunto neste mesmo dia </li></ul><ul><li>3 mil vídeos no YouTube com imagens do país em um único dia </li></ul><ul><li>220 mil tweets por hora com a hashtag #iran (17/06/09) </li></ul>“ De um lado, há os trogloditas do governo disparando balas. De outro, há jovens rebeldes disparando mensagens de Twitter” - Nicholas Kristof, articulista do jornal The New York Times
  16. 20. mashup
  17. 21. APLICAÇÕES <ul><li>Banco de fonte especializada / personagem </li></ul><ul><li>Busca pelo “outro lado” </li></ul><ul><li>Banco de pautas (locais!) </li></ul><ul><li>Observe as INSATISFAÇÕES </li></ul><ul><li>Feedback </li></ul><ul><li>Publicação </li></ul><ul><li>Filtro </li></ul>
  18. 22. PAUTAS No ciberespaço, pela primeira vez, os movimentos sociais, até então atores políticos dependentes na medida que a difusão do registro verbal na cena comum passa pela mediação das organizações jornalísticas, podem sem os impedimentos colocados pela tecnologia necessária para manter os meios convencionais, contribuir para a constituição de um espaço público democrático.  MACHADO (2002, p.5)
  19. 23. APURAÇÃO Redes sociais, blogs e outras mídias sociais são bons locais para iniciar uma pesquisa por fontes adicionais. Bons repórteres acompanham fontes de sua área via serviços como RSS ou redes sociais. Dúvidas podem ser sanadas por meio de perguntas às suas redes sociais (mas JFGI primeiro e cuidado para não entregar o furo!) Apuração distribuída: os leitores podem ajudar a destrinchar volumes muito grandes de dados e documentos.
  20. 25. feedback Além dos espaços de interação com o leitor, o próprio ecossistema de mídias sociais se torna um imenso canal de resposta às notícias. Através do uso de redes sociais para divulgar as notícias, é possível também coletar as impressões do público. Eventuais erros e equívocos ( bugs ) são apontados pelos leitores e podem ser verificados e corrigidos pelo repórter. A resposta do público pode levar a novas idéias de pauta, formando um círculo virtuoso.
  21. 26. PUBLICAÇÃO Após a publicação da notícia na Web, ela pode e deve ser repercutida em mídias sociais. No caso da televisão e rádio, é interessante oferecer trechos ou até mesmo programa inteiros em serviços de compartilhamento de vídeos e áudio. Galerias de foto podem ser ampliadas e ganhar mais audiência em serviços como o Flickr.   Impressos podem oferecer trechos das matérias, ou até o texto inteiro após a circulação. Conteúdos cortados por falta de espaço podem ser reaproveitados em mídias sociais.
  22. 27. peculiaridades Relacionamento (e não veiculação) Pessoas físicas Laços com offline
  23. 28. peculiaridades Veiculação + conversação Concisão Especificação Pessoas físicas e jurídicas
  24. 29. As comunidades virtuais são fontes inesgotáveis de idéias para pautas originais e mais próximas do público. Os artigos publicados em blogs especializados frequentemente trazem questões importantes, que ainda estão abaixo do radar da mídia. O Twitter tem se mostrado um &quot;termômetro&quot; dos interesses do público e da própria concorrência. Seções de jornalismo participativo são um canal aberto para leitores enviarem sugestões de pauta.
  25. 31. PECULIARIDADES Veiculação Linguagens específicas, complementares Pessoas físicas e jurídicas
  26. 32. twitter para jornalistas <ul><li>Retweet: dê o crédito sempre! </li></ul><ul><li>Defina quem você representa </li></ul><ul><li>Interaja </li></ul><ul><li>Avise quando não for interagir </li></ul><ul><li>Cuidado com as pautas - concorrência! </li></ul>
  27. 33. twitter para jornalistas <ul><li>Promova seu trabalho: reputação + evidência profissional </li></ul><ul><li>Convite à concisão: o desafio dos 140 caracteres </li></ul><ul><li>Ajuda da comunidade: busca por personagens, ponderações de pautas e DM para entrevistas </li></ul><ul><li>Profissionais na rede: serviços de setoristas </li></ul><ul><li>Apoio logístico: monitoramento de determinados assuntos </li></ul>
  28. 34. COMUNICADO DA FOLHA “ Os profissionais que mantêm blogs ou são participantes de redes sociais e/ou do twitter devem lembrar que: a) representam a Folha nessas plataformas , portanto devem sempre seguir os princípios do projeto editorial, evitando assumir campanhas e posicionamentos partidários; b) não devem colocar na rede os conteúdos de colunas e reportagens exclusivas . Esses são reservados apenas para os leitores da Folha e assinantes do UOL. Eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha.” Eleonora de Lucena, editora-executiva
  29. 35. NORMAS Associated Press <ul><li>  </li></ul><ul><li>• É proibido publicar informações sobre assuntos internos; </li></ul><ul><li>• Identificar-se como funcionário da AP se usar estes serviços para o trabalho de reportagem; </li></ul><ul><li>• Evitar a menção de filiação e posições políticas no perfil; </li></ul><ul><li>• Evitar tomar parte em discussões e posicionar-se sobre temas sensíveis; </li></ul><ul><li>• No Facebook, retirar qualquer nota de amigos no mural que infrinja as regras da AP para mídias sociais; </li></ul><ul><li>• No Twitter, jamais divulgue informações sobre pautas ainda não publicadas pela AP; </li></ul><ul><li>• Porém, é incentivada a divulgação de links de notícias já publicadas. </li></ul>
  30. 36. referências <ul><li>MACHADO, E.. O ciberespaço como fonte para os jornalistas . Biblioteca Online de Ciências da Comunicação, Universidade da Beira Interior, 2002. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/machado-elias-ciberespaco-jornalistas.pdf . Acesso: 20/6/2009. </li></ul><ul><li>GILLMOR, Dan. We, the media . Sebastopol: O'Reilly, 2004. </li></ul>

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