Gestao ambiental

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Gestao ambiental

  1. 1. Problemas Ambientais<br />"A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância" (Gandhi)<br />
  2. 2. Problemas Ambientais Globais<br /><ul><li>Efeito Estufa e Alterações Climáticas;
  3. 3. Destruição da camada de ozono;
  4. 4. Chuvas ácidas;
  5. 5. Degradação dos solos;
  6. 6. Escassez de água;
  7. 7. Ruído</li></li></ul><li>Problemas Ambientais Globais<br />Resíduos;<br />Riscos naturas e tecnológicos;<br />Organismos geneticamente modificados<br />
  8. 8. Causas Gerais<br />Crescimento populacional;<br />Pobreza e desigualdade;<br />Uso de energia não sustentável;<br />Produção industrial insustentável<br />
  9. 9. Indústria(Actividades e impactes)<br />Poluição atmosférica;<br />Poluição das águas;<br />Poluição do solo;<br />Impacte visual;<br />
  10. 10. Poluição Atmosférica<br />Principais consequências:<br />Efeito estufa;<br />Redução da camada de ozono;<br />Chuvas ácidas<br />Efeitos Gerais:<br />Saúde humana;<br />Plantas<br />
  11. 11. Efeito Estufa<br /> A camada protectora da Terra, constituída por vapor de água e gases com efeito de estufa reflecte a radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra impedindo que parte desta seja perdida para o espaço.<br />Consequência: aquecimento da superfície da troposfera.<br />
  12. 12. Camada de Ozono<br />Troposfera – Situada entre a superfície da Terra e os 10km de altitude, é nela onde a elevada concentração de ozono é prejudicial para todos os seres vivos, causando problemas respiratórios e irritações nos olhos.<br />Estratosfera – situa-se entre os 10 e os 50km de altitude. É nesta zona que o ozono forma uma camada que filtra cerca de 95% das radiações emitidas pelo sol.<br />
  13. 13. Chuvas Ácidas<br />Efeitos mais prejudiciais:<br />Estragos em estátuas;<br />Estragos na pintura dos automóveis;<br />Morte de peixes;<br />Enfraquecimento ou morte de árvores;<br />Doenças respiratórias;<br />Pode tornar fontes de água potável imprópria para consumo<br />
  14. 14. Ozono Troposférico<br />Efeitos mais prejudiciais:<br />Saúde humana – tosse, dor de cabeça, dores peitorais, faltar de ar;<br />Ecossistemas – redução da produção agrícola e florestal e do crescimento da vegetação;<br />Materiais e Construção – fragilidade, fendas, corrosão de metais<br />
  15. 15. Poluição das Águas<br />Causas Principais:<br />Falta de saneamento básico;<br />Lixo;<br />Fertilizantes, adubos e insecticidas;<br />Produtos químicos<br />
  16. 16. Poluição das Águas<br />Eutrofização<br />Define-se como um aumento da quantidades de nutrientes ou matéria orgânica num ecossistema aquático, resultando numa maior produtividade. O aumento de nutrientes permite a multiplicação das algas, verificando-se aumentos de grande magnitude de bactérias.<br />
  17. 17. Ruído<br />Principais fontes:<br />Transportes;<br />Actividades industriais;<br />Actividades comerciais<br />
  18. 18. Ruído<br />Efeitos mais frequentes:<br />Perturbações psicológicas;<br />Perturbações do sono;<br />Perturbações na capacidade de concentração;<br />Hipertensão arterial<br />
  19. 19. Ruído<br /> É usual exprimir o nível de pressão sono em decibel, dB, que é uma razão logarítmica entre a pressão sonora e um valor de referência.<br /> Há uma maior sensibilidade do ouvido às frequências médias, onde se expressa a voz humana.<br />
  20. 20. Ruído<br />Porquê medir o ruído em instalações industriais?<br />Determinar se os níveis sonoros podem provocar dano auditivo;<br />Obter dados para diagnóstico, no sentido de desenvolver um plano de combate ao ruído;<br />Assegurar que o nível sonoro não incomoda terceiros<br />
  21. 21. Ruído<br />Medidas de Controlo e Prevenção<br /> Locais onde tecto, paredes e pavimento estão cobertos por materiais duros, o som ao atingir as superfícies é quase todo reflectido para o interior. Se revestirmos com material absorvente, o nível sonoro diminui.<br />
  22. 22. Ruído<br />Actuação na Fonte<br />Blindagens de elementos ruidosos;<br />Substituição do processo;<br />Redução das vibrações;<br />Manutenção e conservação das máquinas;<br />Silenciadores<br />
  23. 23. Ruído<br />Actuação no Meio de Propagação<br />Insonorização dos locais de trabalho;<br />Colocação de amortecedores nos equipamentos;<br />Aumento da distância entre a fonte e o receptor;<br />Redução de ruído nas estruturas<br />
  24. 24. Ruído<br />Actuação sobre o receptor<br /> A utilização de protectores auditivos deve sempre ser encarada como medida última ou temporária a não ser que seja inviável a adopção de medidas de prevenção colectiva.<br />
  25. 25. Instrumentos de Ordenamentos de Território<br /> Ordenamento de Território é o processo integrado da organização do espaço biofísico tendo como objectivo a ocupação, utilização e transformação do território.<br />
  26. 26. Sistema de Gestão Territorial<br />Âmbito Nacional;<br />Âmbito Regional;<br />Âmbito Municipal<br />
  27. 27. Âmbito Regional<br /> Instrumentos de desenvolvimento territorial, de natureza estratégica que, de acordo com directrizes definidas a nível nacional e tendo em conta a evolução demográfica e as perspectivas de desenvolvimento económico, definem as redes regionais de infra-estruturas e transportes.<br />
  28. 28. Âmbito Municipal<br /> Instrumentos de planeamento territorial, que estabelecem o regime de uso do solo, definindo modelos de evolução da ocupação humana e da organização de redes e sistemas urbanos.<br />
  29. 29. Âmbito Municipal<br />Planos Directores Municipais (PDM);<br />Planos de Urbanização (PU);<br />Planos de Pormenor (PP)<br />
  30. 30. Instrumentos<br />REN – Reserva Ecológica Nacional<br />Protecção das zonas húmidas marinhas;<br />Protecção das áreas envolvidas no ramo terrestre;<br />Protecção da flora;<br />Protecção dos solos<br />
  31. 31. Instrumentos<br />RAN – Reserva Agrícola Nacional<br />Integra um conjunto de áreas que apresentam maiores potencialidades para a produção de bens agrícolas;<br />Visa assim defender e proteger áreas de maior aptidão agrícola de forma a permitir o desenvolvimento da agricultura.<br />
  32. 32. Resíduos<br /> Resíduos são quaisquer substâncias ou objectos de que o detentor se desfaz ou tem intenção ou obrigação de se desfazer.<br />
  33. 33. Resíduos Sólidos Urbanos<br />Principais fontes:<br />Sector doméstico;<br />Comércio;<br />Serviços;<br />Indústria<br />
  34. 34. Resíduos<br />Tipologia de Resíduos:<br />Resíduos urbanos;<br />Resíduos industriais;<br />Resíduos hospitalares;<br />Resíduos agrícolas<br />
  35. 35. Resíduos Especiais<br />Óleos usados;<br />Pneus usados;<br />Pilhas;<br />Lamas;<br />Resíduos biodegradáveis;<br />
  36. 36. Óleos especiais<br />Problemas ambientais:<br />Poluição das águas;<br />Contaminação do solo;<br />Problemas graves nas ETARs<br />
  37. 37. Regeneração<br /> Operação de refinação de óleos usados com vista à produção de óleos de base, que implique a separação dos contaminantes, produtos de oxidação e aditivos que esses óleos contenham.<br />
  38. 38. Pneus usados<br />Problemas associados ao armazenamento:<br />Perigo de incêndio;<br />Impacte visual negativo;<br />Proliferação de roedores<br />Período de decomposição = 150 anos!<br />
  39. 39. Resíduos Industriais Perigosos<br />Gestão de Resíduos Industriais:<br />Unidade de tratamento físico-químico;<br />Estação de transferência;<br />Aterros;<br />Exportação<br />
  40. 40. Resíduos<br />Política dos 3 R’s:<br />Reduzir a produção de resíduos;<br />Reutilizar os bens;<br />Reciclar os materiais<br />
  41. 41. Resíduos Sólidos Urbanos<br />Destino final<br />Reciclagem;<br />Valorização orgânica;<br />Valorização energética (incineração);<br />Aterro<br />
  42. 42. Resíduos(Recolha Selectiva)<br />Consequências positivas do uso de embalagens:<br />Transporte e armazenamento;<br />Condições de higiene;<br />Aquisição em diferentes tamanhos;<br />Dosagem de produtos<br />
  43. 43. Reciclagem<br />Vantagens:<br />Poupança de matérias-primas não renováveis;<br />Redução do consumo de energia na fabricação de materiais;<br />Transformar produtos de vida curta em vida longa;<br />
  44. 44. Recolha Selectiva<br />Como é feita a recolha dos materiais?<br />Recolha dos materiais depositados nos equipamentos pelas autarquias;<br />Recolha efectuada porta-a-porta;<br />Recolha nos ecocentros<br />
  45. 45. Compostagem<br /> Processo biológico através do qual os microorganismos convertem a parte orgânica biodegradável dos resíduos num material estável designado por composto, que pode ser utilizado no solo como fertilizante.<br />
  46. 46. Digestão Anaeróbica<br /> Processo biológico através do qual os microorganismos, na ausência de oxigénio, convertem a parte orgânica biodegradável dos resíduos num material designado por composto, libertando biogás, usado para a produção de energia.<br />
  47. 47. Digestão Anaeróbica<br />Desvantagens:<br />Requer separação eficaz dos resíduos para maior eficiência;<br />Requer mercado para a colocação do composto;<br />Exige aterros para deposição dos refugos inorgânicos<br />
  48. 48. Digestão Anaeróbica<br />Vantagens:<br />Produção de fertilizante;<br />Produção de biogás;<br />Económicas, com a venda de fertilizante<br />
  49. 49. Incineração<br /> Tratamento de resíduos por via térmica com ou sem recuperação de calor produzido por combustão.<br />Fases:<br />Secagem;<br />Ignição;<br />Combustão;<br />Extinção <br />
  50. 50. Incineração<br />Vantagens:<br />Substancial redução do volume inicial da massa de resíduos;<br />Exigência de pouco espaço;<br />Possibilidade de recuperação de energia<br />
  51. 51. Incineração<br />Desvantagens:<br />Custos;<br />Emissão de metais pesados e dioxinas;<br />Cinzas poluentes<br />
  52. 52. Aterro Sanitário<br /> Local onde os resíduos são colocados e cobertos com terra ou material similar. Nos aterros existe um controlo das águas e dos gases produzidos, bem como monitorização do impacte ambiental durante a operação de deposição de resíduos.<br />
  53. 53. Lixeiras<br /> Local de colocação indiscriminada de resíduos onde não existe controlo dos gases e águas produzidas, nem do impacte ambiental. Estão a ser extintas cada vez mais.<br />
  54. 54. Aterro<br />Infra-estruturas de um aterro:<br />Camada de impermeabilização;<br />Rede de drenagem de águas;<br />Rede de drenagem de biogás;<br />Sistema de monitorização;<br />Selagem e recuperação paisagística<br />
  55. 55. Aterro<br />Vantagens:<br />Deposição dos “lixos” de forma correcta;<br />Reduz os riscos de poluição ambiental;<br />Acondicionamento seguro;<br />Recuperação de áreas degradadas<br />
  56. 56. Aterro<br />Desvantagens:<br />Necessidade de grandes áreas;<br />Longa imobilização dos terrenos;<br />Necessidade de material de cobertura;<br />Dependência das condições climáticas<br />
  57. 57. Efluentes Líquidos<br /> Águas residuais são todas as águas rejeitadas que resultam da sua utilização para diversos fins.<br />Tipos:<br />Domésticas;<br />Industriais;<br />Infiltração<br />
  58. 58. Efluentes Líquidos<br />Principais contaminantes:<br />Sólidos suspensos;<br />Substâncias Orgânicas Biodegradáveis;<br />Nutrientes;<br />Óleos e Gorduras;<br />Metais<br />
  59. 59. Ciclo do azoto<br /> O azoto surge nos efluentes líquidos como resultado de processos biológicos ou inorgânicos.<br />
  60. 60. Carga Poluente<br /> Quando a concentração não for determinada experimentalmente pode-se recorrer a coeficientes para a sua estimativa.<br /> Carga Poluente = concentração do efluente * caudal<br />
  61. 61. Efluentes Líquidos<br />A selecção do tipo de tratamento depende:<br />Qualidade do meio receptor;<br />Utilizações do meio receptor;<br />Eficiência global<br />
  62. 62. Tratamento Primário<br />Fases:<br />Gradagem;<br />Desarenação;<br />Decantação primária<br />
  63. 63. Gradagem<br /> Mecanismo que evita a entrada de materiais grosseiros.<br /> Colocam-se à entrada grades nas quais ficam retidos os sólidos como pedras, metais, etc. designado por gradados, que têm depois de ser removidos.<br />
  64. 64. Desarenação<br /> Câmara de desarenação e de remoção de gorduras, em que o fluxo passa lentamente de forma a permitir que as areias se depositem.<br />
  65. 65. Decantação<br /> Mantém-se o efluente em repouso durante algumas horas, obtendo-se no fundo as lamas primárias decantadas que são posteriormente tratadas e à superfície as gorduras. A água “limpa” continua para a próxima etapa de tratamento.<br />
  66. 66. Vala de Oxidação<br /> Processo biológico aeróbio de biomassa suspensa com decantação.<br />Vantagem – para caudais pequenos pode ter maior facilidade de tratamento para remoção de nutrientes.<br />
  67. 67. Lagunagem<br /> Método que utiliza tanques ou lagos para tratamento dos efluentes líquidos, que são concebidos para receber, armazenar e tratar as águas contaminadas durante um certo período de tempo.<br /> Tratamento que combina processos físicos, químicos e biológicos.<br />
  68. 68. Sistemas(comparações)<br />Lamas activadas é o processo mais eficiente para remoção matéria orgânica e caudais elevados;<br />Leitos percoladores tratam caudais mais elevados que os discos biológicos;<br />Vala de oxidação trata caudais mais baixos mas é mais adaptável ao tratamento de remoção de nutrientes;<br />Tratamento químico permite melhor rendimento de remoção para alguns tipos de efluentes.<br />
  69. 69. Poluição<br /> Introdução pelo homem no ambiente de substâncias ou energia que exerçam uma acção nociva susceptível de pôr em risco a saúde humana, causar danos aos recursos bióticos e aos ecossistemas.<br />
  70. 70. Emissões Gasosas<br />Principais poluentes:<br />Óxidos de enxofre;<br />Monóxido de carbono;<br />Dióxido de carbono;<br />Ozono;<br />Dioxinas e furanos<br />
  71. 71. Óxidos de enxofre<br />Fontes:<br />Queima de combustíveis fósseis;<br />Refinação de petróleos;<br />Indústria de cimento<br />
  72. 72. Óxidos de enxofre<br />Efeitos:<br />Toxicidade nos organismos;<br />Danos na vegetação;<br />Danos nos materiais<br />
  73. 73. Emissões Gasosas<br />Controlo e redução de emissões:<br />Plantação e manutenção de florestas;<br />Depositar carbono a grandes profundidades do oceano;<br />Taxar os processos industriais;<br />Limitar as emissões através do Tratado de Quioto<br />
  74. 74. Ozono<br />Fontes:<br />Fogos florestais;<br />Relâmpagos;<br />Combustões<br />
  75. 75. Ozono<br />Efeitos:<br />Tosse;<br />Dificuldades respiratórias;<br />Dores de cabeça;<br />Menor velocidade de crescimento de algumas árvores;<br />Oxidação de alguns materiais<br />
  76. 76. Emissões Gasosas<br />O que acontece aos poluentes na atmosfera?<br />Transporte – depende da direcção e intensidade do vento;<br />Diluição – mistura e redução da concentração;<br />Remoção – transformação em chuva<br />
  77. 77. Emissões Gasosas<br />Estratégias de Controlo de Poluição Atmosférica:<br />Chaminés altas;<br />Esquemas de controlo;<br />Reduzir emissões por alterações processuais;<br />Utilizar tecnologias de tratamento<br />
  78. 78. Emissões Gasosas<br />Factores a considerar para selecção do tipo de sistema de tratamento:<br />Composição química;<br />Temperatura;<br />Viscosidade;<br />Humidade;<br />Custo;<br />Dimensão das partículas<br />
  79. 79. Ciclones<br />Vantagens:<br />Baixo custo;<br />Baixa potência consumida;<br />Simples manutenção;<br />
  80. 80. Ciclones<br />Desvantagens:<br />Perda de eficiência para partículas de dimensão reduzida;<br />Possibilidade de entupimento com altas concentrações de poeiras;<br />Efeito de abrasão nas tubagens e em equipamento a jusante<br />
  81. 81. Precipitadores Electrostáticos<br />Vantagens:<br />Remoção de partículas sólidas ou líquidas;<br />Podem tratar caudais elevados;<br />Podem funcionar a altas temperaturas;<br />Eficientes<br />
  82. 82. Precipitadores Electrostáticos<br />Desvantagens:<br />Alto custo inicial;<br />Requerem um grande espaço;<br />Perigos associados à alta-tensão<br />
  83. 83. Filtros<br />Vantagens:<br />Pode lidar com grandes quantidades de gás;<br />Aplica-se a uma diversidade de sólidos;<br />As potências necessárias não são exageradas;<br />Altamente eficiente<br />
  84. 84. Filtros<br />Desvantagens:<br />Possibilidade de explosão quando em presença de faísca;<br />Ocupam demasiado espaço;<br />Ruptura do saco<br />
  85. 85. Lavadores de Gases<br />Vantagens:<br />Pode remover gases e névoas;<br />Dissolve partículas solúveis;<br />Permite o arrefecimento do fluxo gasoso;<br />Custo inicial baixo;<br />Evita riscos de explosão<br />
  86. 86. Lavadores de Gases<br />Desvantagens:<br />Consumo de água;<br />Fluxo gasoso resultante demasiado húmido;<br />Possibilidade de congelamento;<br />Elevada corrosão<br />
  87. 87. Instrumentos de Gestão<br />Técnicas de análise ambiental:<br />Avaliação de Ciclo de Vida;<br />Auditoria Ambiental;<br />Análise de Risco;<br />Análise de Impacte Ambiental<br />
  88. 88. Avaliação do Ciclo de Vida<br />Comparar produtos concorrentes que cumprem a mesma função;<br />Identificar modificações nos processos que constituem o Ciclo de Vida;<br />Apoiar processos de tomada de decisão<br />
  89. 89. Avaliação do Ciclo de Vida<br />Fases:<br />Iniciação – definição do objectivo;<br />Inventariação – inventariação dos processos envolvidos;<br />Impacte – avaliação dos processos;<br />Interpretação – interpretação dos resultados obtidos<br />
  90. 90. Avaliação do Impacte Ambiental<br /> É um instrumento preventivo da política de ambiente e do ordenamento de território que permite assegurar que as prováveis consequências sobre o ambiente de um determinado projecto de investimento sejam analisadas e tomadas em consideração no seu processo de aprovação.<br />
  91. 91. Avaliação do Impacte Ambiental<br />Objectivos:<br />Fornecer aos decisores informação sobre as implicações ambientais;<br />Sugerir modificações da acção, com vista à eliminação ou minimização dos impactes negativos;<br />As implicações são encaradas de uma forma global, contemplando os efeitos físicos, biológicos e socio-económicos.<br />
  92. 92. Política Ambiental<br />Inicia a implementação do SGA nas entidades públicas ou privadas;<br />Enuncia os princípios e objectivos globais da empresa que devem assentar numa base de compromisso de melhoria contínua.<br />
  93. 93. Planeamento<br />Identificação dos aspectos ambientais;<br />Definição dos requisitos legais;<br />Objectivos e metas;<br />Programas de gestão do ambiente<br />
  94. 94. Implementação e Operação<br />Estrutura e responsabilidades;<br />Formação e sensibilização;<br />Comunicação;<br />Controlo operacional;<br />Preparação para emergências<br />
  95. 95. Verificação e Acções Correctivas<br />Monitorização e medições;<br />Não-conformidade, acções correctivas e preventivas;<br />Registos;<br />Auditorias<br />
  96. 96. Sistemas de Gestão Ambiental<br />Vantagens da certificação:<br />Evidencia a qualidade dos processos tecnológicos de uma organização;<br />Assegura que a organização implementou um sistema de gestão adequado;<br />Potencia a dinâmica de melhoria através da avaliação efectuada por auditores externos;<br />Melhora a imagem da organização<br />
  97. 97. Auditoria Ambiental<br /> Processo de verificação sistemática e documentada permitindo obter e avaliar de maneira objectiva as provas da auditoria tendo em vista determinar se as actividades, acontecimentos, condições, sistema de gestão relativos ao ambiente e as informações e aferições são conformes com os critérios da auditoria.<br />

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