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Tumor do colon

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Published in: Health & Medicine

Tumor do colon

  1. 1. TUMORES DE CÓLON<br />Grupo T14<br />Simone Diniz – nº 53<br />Elcio Uchida – nº 54<br />Amanda Thomé – nº 55<br />Cláudia Correard – nº 56<br />
  2. 2. O adenocarcinoma do cólon e do reto ocupa o terceiro lugar de novos casos de câncer e de morte em homens.<br />O risco de desenvolvimento de câncer colorretal invasivo aumenta com a idade, com mais de 90% de casos novos diagnosticados em pacientes com mais de 50 anos de idade.<br />EPIDEMIOLOGIA<br />Nome<br />
  3. 3. O câncer colorretal ocorre em:<br /><ul><li>Formas hereditárias;
  4. 4. Esporádicas ou familiares;</li></ul>CÂNCER COLORRETAL<br />Nome<br />
  5. 5. Foi extensamente descrita e caracteriza-se pelo histórico familiar, no início da doença na idade jovem e a presença de outros tumores e defeitos específicos;<br />A polipose adenomatosa familiar (PAF) e o câncer colorretal não polipótico hereditário (CCNPH), têm sido o objeto de muitos estudos.<br />FORMA HEREDITÁRIA<br />Nome<br />
  6. 6. Ocorre na ausência de histórico familiar, em geral afeta população mais idosa (60 a 80 anos de idade) e costuma se apresentar como uma lesão colônica ou retal isolada;<br />As mutações genéticas são limitadas ao próprio tumor.<br />FORMA ESPORDÁDICA<br />Nome<br />
  7. 7. RISCO FAMILIAR<br />Nome<br />
  8. 8. RASTREAMENTO (PAF)<br />Nome<br />
  9. 9. RASTREAMENTO (CCNPH):<br />Nome<br />
  10. 10. CAUSAS DE CA COLORRETAL FAMILIAR<br />Polimorfismos genéticos;<br />Modificadores genéticos;<br />Defeitos nas tirosinas cinases;<br />Nome<br />
  11. 11. SEQUÊNCIA ADENO-CARCINOMA<br />A sequência adenoma-carcinoma agora é reconhecida como o processo pelo qual a maioria dos carcinomas colorretais se desenvolvem: através de uma progressão de pólipos benignos até o carcinoma invasivo.<br />Nome<br />
  12. 12. Definição: <br />É qualquer massa que se projeta para o lúmen do intestino, acima da superfície do epitélio intestinal.<br />PÓLIPOS COLORRETAIS<br />Elcio<br />
  13. 13. Pediculados (com uma haste);<br />Sésseis (achatados, sem uma haste);<br /> CLASSIFICAÇÃO MACROSCÓPICA<br />Elcio<br />
  14. 14. Adenoma tubular (com glândulas tubulares ramificadas);<br />Adenoma viloso (com longas projeções digitiformes do epitélio superficial);<br />Adenoma tubuloviloso (com elementos de ambos padrões celulares);<br />CLASSIFICAÇÃO HISTOLÓGICA<br />Elcio<br />
  15. 15. <ul><li>O pólipo benigno mais comum é o adenoma tubular;
  16. 16. Os adenomas tubulares são com maior frequência pediculados;
  17. 17. Os adenomas tubulares possuem menor atipia celular;
  18. 18. 5 – 10% são adenomas vilosos;
  19. 19. Os adenomas vilosos são mais comumente sésseis;
  20. 20. Os adenomas vilosos possuem com maior frequência atipia celular ou displasia. </li></ul>DIFERENÇAS<br />Elcio<br />
  21. 21. A evolução de um pólipo para carcinoma invasivo depende do tamanho e do tipo histológico do pólipo;<br /><ul><li>Ex: Há menos de 5% de incidência de carcinoma em um pólipo adenomatoso menor que 1 cm;
  22. 22. Enquanto há possibilidade de 50% de que um adenoma viloso maior que 2 cm contenha um câncer.</li></ul>EVOLUÇÃO<br />Elcio<br />
  23. 23. Tanto os pólipos adenomatosos como os vilosos são removidos geralmente pela colonoscopia;<br />A presença de qualquer lesão polipóide é uma indicação para colonoscopia e polipectomia;<br />Pólipos pediculadosAlça<br />Pólipos sésseis  Injeção de solução salina + excisão.<br />TRATAMENTO<br />Elcio<br />
  24. 24. OBSERVAÇÕES<br />O carcinoma confinado à muscular da mucosa não se metastiza;<br />Se o carcinoma invasivo penetra a muscular da mucosa é necessária a consideração ao risco de metástasepara linfonodo.<br />Elcio<br />
  25. 25. Síndrome autossômica dominante, caracterizada pela combinação de pólipos hamatomatosos do trato intestinal e hiperpigmentação da mucosa bucal dos lábios e dos dígitos;<br />Doença rara e hereditária.<br />Está associada a um aumento no risco de Ca (2-10%) do trato intestinal, estômago até o reto. E também de: mama, ovário cérvice, trompas, tireoide, pulmão, vesícula biliar, ducto biliar, pâncreas, e testículos.<br />Síndrome de Ca Hereditário<br />(Peutz-Jeghers)<br />Nome<br />
  26. 26. A forma mais comum de Ca colorretal é esporádica, sem nenhum forte histórico familiar associado;<br />Os sinais e sintomas do Ca de cólon são variados, inespecíficos e algo dependentes da localização do tumor no cólon, assim como sua extensão.<br />CA CÓLON ESPORÁDICO<br />Nome<br />
  27. 27. A incidência de Ca no cólon direito aumentou nas últimas décadas em comparação com o cólon esquerdo.<br />Os cânceres no cólon direito com mais frequência se apresentam com:<br />Sangramento assintomático;<br /> Melena;<br />Fadiga associada à anemia;<br />Dor abdominal ( tumor avançado);<br />CÓLON DIREITO X ESQUERDO<br />Nome<br />
  28. 28. Os cânceres localizados no lado esquerdo do cólon com freqüência são constritivos, e os pacientes referem:<br />Modificação dos hábitos intestinais;<br />Constipação progressiva.<br />CÓLON DIRETO X ESQUERDO<br />Nome<br />
  29. 29. Os cânceres de sigmoide podem simular diverticulite, apresentando-se com:<br /><ul><li>Dor;
  30. 30. Febre;
  31. 31. Sintomas obstrutivos;</li></ul>Obs.: 20% dos pacientes com Ca de sigmoide também apresentam doença diverticular, o que torna difícil o diagnóstico correto.<br />CA DE SIGMÓIDE<br />Nome<br />
  32. 32. O objetivo da cirurgia para o adenocarcinoma de cólon é a remoção do tumor primário, com margens adequadas, uma linfadenectomia regional e o restabelecimento da continuidade do trato gastrintestinal por uma anastomose.<br />TRATAMENTO<br />Nome<br />
  33. 33. COLONOSCOPIA<br />A colonoscopia é o padrão ouro para o diagnóstico do Ca de cólon. (exceto pacientes que tenham obstrução completa-> clister opaco);<br />Permite biópsia do tumor;<br />Permite a inspeção de todo o cólon para serem excluídos pólipos ou cânceres metacrônicos;<br />Nome<br />
  34. 34. COLONOSCOPIA<br />Em geral é realizada mesmo após um Ca ser detectado pelo clister opaco, para se obter uma biópsia e para detectar (remover) pequenos pólipos que possam deixar de ser diagnosticados pelo estudo contrastado;<br />Nome<br />
  35. 35. Indivíduos com risco médio (assintomáticos, com idade igual ou superior a 50 anos, sem outros fatores de risco): <br />Indicado colonoscopia a cada 3 a 5 anos acompanhado de Exame de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes em 3 amostras, anualmente;<br />Indivíduos com risco aumentado (indivíduos com um ou mais parentes de primeiro grau com antecedentes de câncer ou pólipo tipo adenoma do intestino): <br />Oferecer as mesmas opções para o indivíduo com "risco médio" , porém iniciando os exames aos 40 anos de idade;<br />Indivíduos com história pessoal de pólipo tipo adenoma (maiores de 1 cm) ou múltiplos pólipos foram encontrados e removidos por colonoscopia:<br />Devem submeter- se a novas colonoscopias a cada 3 anos;<br />PREVENÇÃO<br />Nome<br />
  36. 36. PREVENÇÃO<br />Indivíduos com doença inflamatória intestinal:<br />Devem submeter-se a colonoscopia a cada 1-2 anos;<br />Indivíduos com história familiar de Polipose Adenomatosa Familiar: <br />Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético para se verificar seu estado de portador do gene. Em caso de polipose, considerar colectomia;<br />Indivíduos com história familiar de Câncer Colorretal Hereditário sem Polipose :<br />Indicado realizar aconselhamento genético e teste genético, além de colonoscopia a cada 1-2 anos a partir dos 20-30 anos de idade e anualmente a partir dos 40 anos.<br />Nome<br />
  37. 37. PROGNÓSTICO<br />Vimos que quando diagnosticada precocemente essa doença oferece excelente prognóstico. <br />Nome<br />
  38. 38. SABISTON, Tratado de Cirurgia: A base biológica da prática cirúrgica moderna 18ªedição, 2010.<br />Bibliografia:<br />Nome<br />

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