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O Arquivo Pessoal de Alberto Sampaio: contributos para o seu conhecimento

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Colóquio O(s) Tempo(s) de Alberto Sampaio, org. Município de Famalicão e ISMAE, Casa do Território em V.N. Famalicão, 11 novembro 2016. Em coautoria com Emília Nóvoa Faria.

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O Arquivo Pessoal de Alberto Sampaio: contributos para o seu conhecimento

  1. 1. O Arquivo Pessoal de Alberto Sampaio: contributos para o seu conhecimento Emília Nóvoa de Faria Luísa Alvim Arquivo Municipal Alberto Sampaio 11 novembro 2016 Colóquio O(s) Tempo(s) de Alberto Sampaio org. Município de Famalicão e ISMAE Casa do Território em V.N. Famalicão
  2. 2. CASA DE BOAMENSE
  3. 3. ARQUIVO PRIVADO DA CASA DE BOAMENSE Fundo Casa de CAPELA Família Dias da Costa Santo Tirso Fundo Casa de BOAMENSE Família Sampaio Vila Nova de Famalicão Fundo Casa Do mosteiro Família Baptista Carvalho Vila Nova de Famalicão
  4. 4. ARQUIVO PRIVADO DA CASA DE BOAMENSE Fundo Família Barroso Pereira Porto Fundo Família Abreu Cardoso Teixeira Guimarães
  5. 5. ARQUIVO PRIVADO DA CASA DE BOAMENSE SÉCULO XIX – INÍCIO SÉCULO XX ARQUIVO PRIVADO DA CASA DE BOAMENSE SÉCULO XXI
  6. 6. CASA DE Boamense
  7. 7. CASA DO MOSTEIRO De landim
  8. 8. CASA DE CAPELA
  9. 9. FAMÍLIA BARROSO PEREIRA
  10. 10. FAMÍLIA Abreu cardoso teixeira
  11. 11. Arquivo pessoal de Alberto Sampaio • 878 unidades documentais • compreendidas entre os anos de 1852 a 1941 • 12 caixas • várias tipologias documentais • Disponível online em http://albertosampaio.no-ip.org/
  12. 12. Nota de investigação AS 33 Referência bibliográfica AS 35 Manuscrito “As Póvoas marítimas do Norte de Portugal”, página 1 AS 4
  13. 13. http://albertosampaio.no-ip.org/
  14. 14. Bibliografia selecionada sobre aplicação do Modelo Sistémico Cardoso, V. F. (2013). O Arquivo da Casa das Mouras: estudo orgânico e sua representação através do Modelo Sistémico. Porto: Universidade do Porto. Dissertação de Mestrado. Direcção-Geral de Arquivos (2011). Orientações para a descrição arquivística. 3.ª v. Lisboa: DGARQ. Disponível em: http://act.fct.pt/wp-content/uploads/2014/05/ODA-3%C2%AA-vers%C3%A3o.pdf Lima, L. (2015). Estratégias de classificação dos arquivos familiares e pessoais contemporâneos: o exemplo do arquivo da família Benito Maçãs. Lisboa: Universidade de Lisboa. Dissertação de mestrado. Ribeiro, F. (2005). Organizar e representar informação: apenas um meio para viabilizar o acesso. Revista da Faculdade de Letras. Ciências e Técnicas do Património. I Série,4, p.83-100. Disponível em: http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4937.pdf Rodrigues, A. (2007). Entre o público e o privado: a génese do Arquivo do Conde da Barca (1754-1817). Braga: Universidade do Minho. Dissertação de Mestrado. Rosa, M. L. (2009). Problemáticas históricas e arquivísticas actuais para o estudo dos arquivos de família portugueses (Épocas Medieval e Moderna). Revista de História da Sociedade e da Cultura. 9, p. 9-42. Silva, A. M. (2004). Arquivos familiares e pessoais: bases científicas para aplicação do modelo sistémico e interactivo. Revista da Faculdade de Letras Ciências e Técnicas do património. I Série, vol. III, p.55-84. Silva, A. M.; Ribeiro, F.; Ramos, J.; Real, M. (1999). Arquivística: teoria e prática da informação. Vol. 1. Porto: Edições Afrontamento. Silva, A. M.; Ribeiro, F. (2002). Das "Ciências" Documentais à Ciência da Informação: ensaio epistemológico para um novo modelo curricular. Porto: Edições Afontamento. Ventura, M. I. (2011). O Arquivo Paço de Calheiros: uma abordagem sistémica. Porto: Universidade do Porto. Dissertação de Mestrado
  15. 15. Modelo Sistémico da Informação • Definição de arquivo como sistema (semifechado de informação social, materializada em qualquer tipo de suporte, configurado por dois fatores essenciais – a natureza orgânica (estrutura) e a natureza funcional (serviço/uso) – a que se associa um terceiro – a memória – imbricado nos anteriores. • No caso vertente dos Arquivos Familiares e Pessoais estamos perante um Sistemas de Informação organizado ou operatório, cujo polo estruturante e dinamizador é uma entidade – Família e Pessoa, cada qual com estrutura própria e ação fixada sempre por objetivos diversos, uns perenes e outros mutáveis. • Aplica-se a teoria sistémica devidamente adaptada à ontologia do fenómeno informacional através de um modelo assente nas fases da vida humana (Infância, Adolescência, Juventude, Adultez e Velhice). • Visão teórica e sistémica da Informação – toda a informação produzida por uma pessoa/família tem que integrar um Sistema de Informação Pessoal/Familiar
  16. 16. Emília Nóvoa Faria emilianovoa@vilanovadefamalicao.org Luísa Alvim luisaalvim@vilanovadefamalicao.org

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