O trabalho do assistente social no caps ad

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O trabalho do assistente social no caps ad

  1. 1. Grayceane Gomes Assistente social CAPS ad Paraipaba
  2. 2. Saúde Mental e reforma psiquiátrica Processo de desistitucionalização dos pacientes com transtornos mentais provenientes de diversas causas. Perspectiva de tratamento que vislumbre os aspectos biopsicossociais envolvidos no contexto da dependência química. Intervenção em meio aberto como a mais indicada na busca de uma ressignificação da vida dos sujeitos, que muitas vezes, estão com a vida centrada no uso de substâncias psicoativas.
  3. 3. Tratamento no CAPS AD O processo de tratamento envolve: Acolhimento:  Socialização inicial de informações para adesão dos usuários. Aspectos médicos:  Diagnóstico da patologia;  Administração de medicação;  Acompanhamento da evolução do paciente.
  4. 4. Tratamento no CAPS AD Aspectos psicológicos:  Atendimento terapêutico para tratar questões psicológicas. Aspectos Sociais:  Participação da família no tratamento;  Inserção nos equipamentos sociais.  Perspectiva de reinserção social.
  5. 5. Reinserção Social É o determinante da recuperação integral do paciente e pressupõe a recuperação das perdas e a criação e/ou fortalecimento de uma rede de apoio. É um processo longo, gradativo e dinâmico, pois implica numa revisão de estigmas sociais estabelecidos, no resgate da cidadania e na retomada de hábitos sociais saudáveis.
  6. 6. Reinserção Social Avaliação social para conhecer a realidade do usuário para estabelecimento de seu Plano Terapêutico Singular. Aspectos analisados nesta avaliação:  Vida pessoal e familiar;  Vida funcional;  Vida econômica;  Vida sociocomunitária;  Vida espiritual.
  7. 7. Reinserção Social É necessário conhecer a totalidade da vida do usuário, seus meios de convívio, suas habilidades e perspectiva de vida. Promoção de atendimento dialógico com os usuários e seus familiares, a partir da socialização de informações e solicitação de opiniões para que o tratamento se adeque as identificações do paciente.
  8. 8. Reinserção Social Construção de um PROJETO DE VIDA para estabelecer mudanças de hábitos sociais. Aspectos que envolvem o projeto:  Familiares;  Profissionais;  Médicos e psicológicos;  Espirituais;  Econômicos.
  9. 9. Objetivos da intervenção do Assistente Social Promover a universalização dos direitos sociais dos usuários, através da identificação dos recursos que possibilitem a defesa de tais direitos. Intervir na realidade social dos usuários, a fim de identificar as expressões da questão social relacionadas ao processo de uso de substâncias psicoativas, para assim buscar formas de mudança da situação social vivida por essas pessoas, a partir da integração em atividades sociais e laborais.
  10. 10. Atribuições gerais Coordenação, elaboração, supervisão e avaliação de estudos, programas e projetos na área de Serviço Social; Assessoria, consultoria e direção de serviços técnicos em Serviço Social; Planejamento, organização e administração de benefícios e serviços sociais.
  11. 11. Atribuições principais Encaminhamento de providências e prestação de orientação social aos pacientes e seus familiares, bem como a população, quanto aos serviços e direitos sociais (em âmbito interdisciplinar e intersetorial) que garantam a melhoria dos aspectos psicossociais destes. Planejamento, execução e avaliação de pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações de intervenção junto aos usuários do serviço;
  12. 12. Atribuições principais Realização de estudos socioeconômicos com os usuários para fins de benefícios e serviços sociais a que tenham direito; Prestação de informações e pareceres sobre a matéria de Serviço Social; Realização de ações que possibilitem a identificação de novas atividades de trabalho, lazer e relações interpessoais, a fim de desenvolver a autonomia e melhorar as relações sociais e familiares.
  13. 13. Atribuições principais Buscar manter a família esclarecida sobre os aspectos biopsicossociais que perpassam a dependência química para estabelecer novas relações interfamiliares que tragam mudanças na vida em sociedade, no trabalho e previna recaídas; Participação nas atividades multidisciplinares:  Visitas domiciliares;  Grupos;  Ações socioeducativas;  Avaliações e atendimentos individuais.
  14. 14. Desafios e Possibilidades Intervenção pautada nos aspectos do projeto ético- político profissional; Garantir um bom atendimento, diante os recursos mínimos disponibilizados para a intervenção; Estabelecer um diálogo reflexivo com os usuários, para um melhor entendimento de mundo e da sua situação.
  15. 15. Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. Fernando Pessoa
  16. 16. Referências BRASIL. As redes comunitária e de saúde no atendimento aos usuários e dependentes de substâncias psicoativas: módulo 6. 4. ed. Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre drogas, 2011. BRASIL. Lei no 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. Brasília: [s/n], [s/d]. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8662.htm>. Acesso em: 30 mar. 2013.

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