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Limites com Carinho

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www.oconsultorio.com 0(11)22748217 - Alexandre Rivero psicólogo fala sobre como oferecer Limites com Carinho. Trabalho apresentado por Alexandre Rivero no Instituto Cristovão Colombo.

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Limites com Carinho

  1. 1. Limites com Carinho C ontrato Gentil e Diálogo que Convence
  2. 2. <ul><li>O que é Disciplina? </li></ul>
  3. 3. Aprender Auto-Controle <ul><li>A Disciplina organiza a produção da criança. </li></ul><ul><li>Cria rotinas, oferece regras, produz na criança uma sensação de estar protegida. </li></ul><ul><li>Estabelece Foco nas Metas a serem atingidas pela criança. </li></ul><ul><li>Ajuda a criança a aprender a controlar a ansiedade e a impulsividade. </li></ul>
  4. 4. <ul><ul><li>O que são limites? </li></ul></ul>
  5. 5. <ul><li>Instalar um “semáforo interno” na criança. </li></ul><ul><li>Criança pensar sobre seus comportamentos, sobre o outro e as situações. </li></ul><ul><li>Criança aprender a escolher melhores respostas à uma determinada situação. (Exemplo defender-se) </li></ul><ul><li>Aprender: conter a impulsividade/ dividir os problemas/ organizar o pensamento em termos de causa e efeito. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>É possível dialogar no calor das emoções? </li></ul>
  7. 7. NÃO <ul><li>Quando temos o sistema límbico altamente ativado, está inviabilizada as atividades mais racionais. Nesta hora apenas a contenção e o relaxamento podem funcionar. </li></ul><ul><li>Voz firme e calma do educador. </li></ul><ul><li>Educador negar-se ao “bate boca”. Explicar a regra (PONTUAR) e dizer a criança que ela deve acalmar-se para o diálogo ser estabelecido. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Todos necessitamos Compartilhar? </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Sim, do diálogo, da compreensão, da presença, da partilha... </li></ul><ul><li>O bom diálogo segue passos: (CCMM) </li></ul><ul><li>1º Ouço e faço um pequeno resumo do que a criança está entendendo da situação. (compreensão) </li></ul><ul><li>2º Elogio seus comportamentos adequados. (contato carinhoso) </li></ul><ul><li>3º Proponho um “novo olhar” para a situação problema. (mudança de pensamento) </li></ul><ul><li>4º Toda aproximação na direção do respeito às regras pró-sociais  ofereço reforço positivo (balançar de cabeça, elogio, abraço, frases reforçadoras no contexto de vida da criança). (modelagem) </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Estabelecer limites é aprender a competência da mediação de uma situação por vezes caótica PARA uma organização e auto-controle do comportamento. </li></ul><ul><li>A internalização de um controle externo para o interno envolve que a criança desenvolva confiança no educador (vínculo). </li></ul><ul><li>Crença positiva de que a criança pode mudar. </li></ul><ul><li>Motivação para se empenhar nesta tarefa. </li></ul><ul><li>Determinação em perseverar. </li></ul><ul><li>O limite deve considerar a realidade do aluno (inclusive suas dificuldades físicas, psicológicas e sociais) </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O que é Mediação? </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Mediar é possibilitar caminhos para o aluno sair de um estado de crenças, pensamentos, emoções, habilidades e migrar para um novo estado com mais recursos e possibilidades. </li></ul><ul><li>Para que a Mediação aconteça o educador deve acreditar na mudança  ter um olhar que favoreça transformações  não rotular os alunos  monitorar mudanças nos alunos  esperar mudanças  trazer fotos,contar histórias de pessoas que mudaram... </li></ul><ul><li>Não pular etapas e nem mesmo esperar “Saltos” – </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Quais as características da Mediação? </li></ul>
  14. 14. <ul><li>1- Escolher desafio de acordo com a capacidade da criança </li></ul><ul><li>2- Recompensar a resposta adequada do criança </li></ul><ul><li>3- Valorizar e esclarecer as etapas concluídas com sucesso. </li></ul><ul><li>4- Direcionar a atenção ao acerto. Críticas levam a criança não acreditar em si mesma. (produz sentimento de inferioridade, falta de motivação, ansiedade, impulsividade) </li></ul><ul><li>5-A percepção (positiva ou negativa) que os pais e professores tem da criança produz um impacto profundo e levam a uma busca em corresponder as expectativas deles. </li></ul><ul><li>6-A crença que a criança tem de si mesma será determinante. </li></ul><ul><li>7-Educador ter um olhar que contamine o educando com novas possibilidades (de organização do material escolar, vestimenta, relacionar-se consigo mesmo e com outro) </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Elogiar é um poderoso recurso de dar limites e construir um auto-conceito positivo. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Gritamos quando acreditamos que não seremos ouvidos. Queremos encurtar distâncias, mas não estamos conseguindo nosso objetivo. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Autoridade </li></ul><ul><li>Novo Olhar </li></ul><ul><li>Olhar de Amor  Esperança  Futuro </li></ul>
  18. 18. É bom ter um modelo de autoridade, que acredita na gente.
  19. 19. <ul><li>Autoridade pressupõe firmeza, auto-respeito, respeito ao outro, liderança, persuasão e o fundamental: </li></ul><ul><li>Educador  comunicar imagem de que tem o controle da situação. </li></ul><ul><li>(grito, xingamento...  imagem de descontrole) </li></ul>
  20. 20. Como deve ser a Punição? <ul><li>Punição Reparadora (relação entre o erro do educando e o aprendizado do acerto ) </li></ul><ul><li>Punição não Reparadora: </li></ul><ul><li>- Personalização do comportamento inadequado (relação entre a emoção do educador e o erro do educando) </li></ul><ul><li>- Não saber lidar com a situação de uma maneira construtiva </li></ul><ul><li>(crianças com retardo mental, transtornos, dificuldades de aprendizagem, falta de modelos positivos, inabilidades, querer chamar a atenção) </li></ul><ul><li>– Sim a Educação e a Reeducação </li></ul>
  21. 21. Porque a criança agride? <ul><li>Na maioria dos casos agressividade significa: defesa por estar sentindo-se ameaçado  medo. </li></ul><ul><li>Falta de repertório para lidar com o que ameaça, não saber defender-se de outra maneira. </li></ul><ul><li>Educador aumentar repertório: exemplo, estórias de modelos, questionar como a criança poderia atuar de outra forma. </li></ul><ul><li>Criança agride por não entender certos acontecimentos em seu contexto de vida e lê como ameaça, cria fantasias: separação de pais, prisão do pai, não conhecer seus pais. (Importante: Educador e Responsável atuarem juntos para esclarecer estas dúvidas) </li></ul>
  22. 22. Família e o Trabalho do Educador <ul><li>O pai, a mãe ou os responsáveis entender o trabalho do professor  compreender que são aliados  educar seus filhos. </li></ul><ul><li>Estabelecer Limites </li></ul>
  23. 23. Trato Gentil <ul><li>Fortalecer elegância, valorização à vida, suavidade, amabilidade, delicadeza... </li></ul><ul><li>SINTONIA FINA  Sensibilizar pelo Positivo </li></ul><ul><li>Trato Gentil não é mimo. Mimar pode ser entendido como exclusão, subestimação da força e dos recursos de cada criança. </li></ul>
  24. 24. Poder da Positividade em Educação: <ul><li>Poder de Elogiar </li></ul><ul><li>Poder de Convencer </li></ul><ul><li>Poder de Dar Limites </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Aprendemos tentando....e buscando melhorar. </li></ul><ul><li>Alexandre Rivero </li></ul>

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