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[2010] o papel da internet e das redes sociais na educação brasileira

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Historicamente, a adoção de tecnologias no contexto escolar ocorrem em relações dicotômicas que tencionam entre promessas, quase profecias, e resistências à mudança. No mundo, muitas são as iniciativas tecnológicas e governamentais de criação e disseminação de dispositivos que permitam acesso a novas formas de informação e aprendizagem. A adoção da plataforma de celulares pelas novas gerações aceleram a participação em redes sociais e o acesso a internet, a um custo muito menor que a partir de plataformas de computação pessoal. No Brasil, o acesso tem ocorrido majoritariamente em espaço privado de pequenos negócios. Essa escolha é influenciada pela necessidade de liberdade de expressão, pela apreço a diversão, pela disponibilidade para colaborar, pelo pensamento crítico e participativo das novas gerações. O problema está colocado quando a oferta e a atratividades das formas de colaboração e de aprender que há fora dos muros da escola parecem mais atraentes para seu público alvo que as vivências praticadas em seu cotidiano. Em resposta a esta problemática, nesta fala apresentaremos a Rede Social REDU. Esta foi projetada a partir do entendimento de fenômenos de aprendizagem que ocorrem entre pares de uma rede social e com funções de apoio a processos de metacognição.

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[2010] o papel da internet e das redes sociais na educação brasileira

  1. 1. O papel da Internet e das redes sociais na educação brasileira
  2. 2. Agenda <ul><li>Emoções </li></ul><ul><li>Tecnologias na escola </li></ul><ul><ul><li>Software </li></ul></ul><ul><ul><li>Internet </li></ul></ul><ul><ul><li>Redes sociais </li></ul></ul><ul><li>Inovações </li></ul>
  3. 3. Emoções
  4. 4. Emoções <ul><li>Donald Norman </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O que esses objetos provocam em você? </li></ul>
  6. 6. Design Emocional <ul><li>The Visceral level is obtained through intuition rather than from reasoning or observation. </li></ul><ul><li>The Behavioural level refers to the actions or reactions of a person, usually in relation to the environment, to an object or person. </li></ul><ul><li>The Reflective level refers to the capability of quiet thought or contemplation . </li></ul>
  7. 7. Tecnologias <ul><li>Do material concreto a Internet </li></ul>
  8. 8. Artefatos aumentando as capacidades humana <ul><li>Tecnologia vista como ferramenta, mídia, desenvolvida para apoiar atividaeds humanas, desejos e interações </li></ul><ul><li>Atualmente, computadores apoiam apenas uma pleiade muito limitada de atividades sociais </li></ul><ul><li>Computadores (PC) são interfaces restritas e restritivas… </li></ul><ul><li>É necessário fazer com que as interfaces interajam com movimento, conversação, ambientes, … </li></ul>
  9. 9. Material concreto
  10. 10. Jogos Educativos <ul><li>Zoombinis </li></ul><ul><li>Simuladores Lego </li></ul><ul><ul><li>LDraw </li></ul></ul><ul><ul><li>LegoCAD </li></ul></ul><ul><li>Simuladores </li></ul><ul><ul><li>Modellus </li></ul></ul><ul><ul><li>Physics Teacher </li></ul></ul>
  11. 11. Hardware educativo MIT :: Cricket Roamer :: RU MIT Tangible :: SandScape
  12. 12. Logo...Alice...Squeak... <ul><li>Micromundos </li></ul><ul><ul><li>Alice </li></ul></ul><ul><ul><li>Squeak </li></ul></ul><ul><ul><li>Croquet </li></ul></ul><ul><li>Autoria de Jogos </li></ul><ul><ul><li>Game Maker </li></ul></ul><ul><ul><li>The Game Factory </li></ul></ul>
  13. 14. Craft <ul><li>Papel </li></ul><ul><ul><li>Craft Technology </li></ul></ul><ul><li>Madeira </li></ul><ul><ul><li>Gostoso de mexer </li></ul></ul><ul><li>Sucata </li></ul><ul><ul><li>Mais liberdade para criar </li></ul></ul>
  14. 15. topobo
  15. 17. siftables
  16. 18. Hiroshi Ishii vídeo
  17. 20. DoCoMo
  18. 22. Método <ul><li>Objetivo </li></ul><ul><ul><li>Analisar a ergonomia do trabalho docente no laboratório de Informática </li></ul></ul><ul><li>Procedimentos </li></ul><ul><ul><li>Etnografia </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevistas </li></ul></ul><ul><li>Análise </li></ul><ul><ul><li>Análise qualitativa (QDA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Teoria da atividade </li></ul></ul>LINS, W. C. ; GITIRANA, V. ; GOMES, A. S. . Analysis of Teacher’s Activity with Educational Software into Computer Laboratory. In: 11th International Conference on Human-Computer Interaction,2005, Las Vegas, 2005.
  19. 23. HP Cool Town
  20. 25. Bielschowsky C.E., Tecnologia da informação e comunicação das escolas públicas brasileiras: o programa proinfo integrado, Revista e-curriculum.
  21. 26. Educação a distância <ul><li>Mitos e Práticas </li></ul>
  22. 27. Mito 1. Só consigo ensinar na sala de aula
  23. 28. Mito 2. “Preciso ver o aluno para avaliar” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  24. 29. Mito 3. “Vou trabalhar sozinho, por isso mais.” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  25. 30. Em equipe, sempre! CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br Diferenciais competitivos Figurea 1. Modelo de Ambiente e-Learning Fonte: http://www.isis.vanderbilt.edu
  26. 31. Mito 4. “Vou perder meu emprego” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  27. 32. Mito 5. “Os alunos não participam nem interagem” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  28. 33. Mito 6. “EaD é mais barato e mais simples” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  29. 34. Mito 7. “Não consigo perceber os alunos” CCTE-Cin-UFPE amadeus.cin.ufpe.br
  30. 35. Microsoft <ul><li>Sala de aula distribuída </li></ul>vídeo
  31. 36. Novas plataformas
  32. 37. Local TV Internet Tutoring Celular
  33. 38. Temas de pesquisa <ul><li>User experience </li></ul><ul><li>Mobile learning </li></ul><ul><li>Semantic Visualization </li></ul><ul><li>Engagement </li></ul><ul><li>Social awareness </li></ul><ul><li>Games </li></ul><ul><li>Collaborations </li></ul><ul><li>Accessibility </li></ul>
  34. 39. Redes sociais
  35. 43. n = 546 Group 1 Group 3 Group 2 Algorithm: betweenness, e= 300
  36. 46. vídeo
  37. 47. Geração Y <ul><li>Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da Internet[1], é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z. </li></ul>
  38. 48. MTV <ul><li>“ A gente vive numa bolha, eu tenho meu mundinho, meu MSN, Orkut, e acabou.” (SP.15/17.F.A) </li></ul><ul><li>Além do RG e CPF, os jovens passaram a ter o e-mail, MSN e Orkut como formas de identificação pessoal. </li></ul><ul><li>[DOSSIÊ UNIVERSO JOVEM MTV 2008] </li></ul>
  39. 49. <ul><li>Desejo de liberdade </li></ul><ul><li>Necessidade de configurar, mudar </li></ul><ul><li>Querem detalhes </li></ul><ul><li>Gostam de diversão </li></ul><ul><li>Gostam de se relacionar </li></ul><ul><li>Necessidade por velocidade </li></ul>
  40. 51. Metacognição Effective regulation of metacognitive skills is a decisive factor in the successful completion of any cognitive task (Flavell, 1979).
  41. 52. <ul><li>Metacognição está intimamente associada a desempenho no aprendizado, pela capacidade de reflexão do indivíduo sobre seus objetivos, estratégia e desempenho [Jones 08] [Kruger 99] </li></ul>Escher Metacognition
  42. 53. Metacognição <ul><li>Diferencia novatos e experientes </li></ul><ul><li>Aprendizagem autoregulada é uma forma de estratégia metacognitiva </li></ul><ul><li>Modelo de SRL proposto por Zimmerman </li></ul><ul><li>Podem ser promovidos pela insrução </li></ul><ul><li>A participação em EAD exige a formação dessas habilidades </li></ul>
  43. 54. Método <ul><li>Objetivo </li></ul><ul><ul><li>To study some of the online social network practices that contributes to the development of self-regulatory skills in the new collaborative situations available in Redu </li></ul></ul><ul><ul><li>Criar estilos de interação do do tipo scaffolding que estimulem o desenvolvimento de habilidades metacognitivas </li></ul></ul><ul><li>Procedimentos </li></ul><ul><ul><li>Análise sistemática da literatura </li></ul></ul><ul><ul><li>Análise de competidores </li></ul></ul><ul><ul><li>Prototipagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação da usabilidade </li></ul></ul>Melo C. A. Scaffolding of Self-Regulated Learning in Social Networks , Dissertação de Mestrado, CIn UFPE, 2010
  44. 55. Lições aprendidas <ul><li>Tendências </li></ul><ul><li>As aplicações CSCL e SN estimulam o pensamento reflexivo </li></ul><ul><li>O processo de automonitoramento é chave para o desenvolvimento das habilidades de autoregulação </li></ul>Melo C. A. Scaffolding of Self-Regulated Learning in Social Networks , Dissertação de Mestrado, CIn UFPE, 2010
  45. 56. Lições aprendidas <ul><li>Requisitos </li></ul><ul><li>Blog, comentários e fóruns </li></ul><ul><li>Ajudas </li></ul><ul><li>Chamadas para reflexão </li></ul><ul><li>Fluxos de atividades </li></ul><ul><li>Criação e compartilhamento de materiais </li></ul><ul><li>Perfil do aprendiz </li></ul><ul><li>Requisitos </li></ul><ul><li>Notas </li></ul><ul><li>Diálogo e assistência entre pares </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Retorno sobre desempenho </li></ul><ul><li>Recompensa </li></ul><ul><li>Visualização </li></ul>Melo C. A. Scaffolding of Self-Regulated Learning in Social Networks , Dissertação de Mestrado, CIn UFPE, 2010
  46. 57. Guidelines Melo C. A. Scaffolding of Self-Regulated Learning in Social Networks , Dissertação de Mestrado, CIn UFPE, 2010
  47. 59. Social
  48. 60. Ação
  49. 61. Rede
  50. 62. Rede
  51. 63. Meta
  52. 65. Com
  53. 67. MI 01,06,07,08 MI 03 MI 03 MI 03
  54. 68. Diversão vídeo
  55. 69. Temas de pesquisa <ul><li>Social Network Analysis </li></ul><ul><li>Knowledge flow </li></ul><ul><li>Semantic Visualization </li></ul><ul><li>Data mining </li></ul><ul><li>Search in SN </li></ul><ul><li>Learning and fun in SN </li></ul><ul><li>Engagement </li></ul><ul><li>Awareness </li></ul>
  56. 70. Inovações <ul><li>Ondas </li></ul>
  57. 71. Design Thinking
  58. 72. <ul><li>Idade do aluno (atraso escolar) </li></ul><ul><li>Escolaridade dos pais </li></ul><ul><li>Uso de livro didático e de leitura (professor) </li></ul><ul><li>Infraestrutura e condições de funcionamento da escola </li></ul><ul><li>Uso de computadores e fitas de vídeo (professor) </li></ul><ul><li>Dedicação exclusiva ao magistério (professor) </li></ul><ul><li>Nível socioeconômico do professor e do diretor </li></ul><ul><li>Expectativa de aprovação (professor) </li></ul><ul><li>Desenvolvimento do conteúdo (professor) </li></ul><ul><li>Gênero do aluno </li></ul><ul><li>Lição de casa </li></ul><ul><li>Recursos financeiros da escola (professor e diretor) </li></ul> SAEB Fatores associados ao desempenho
  59. 75. Prólogo
  60. 76. Por um novo modelo de sistema educacional
  61. 77. Muito agradecido! Este documento está sujeito a copyright . Todos os direitos estão reservados para o todo ou partes do documento. Em particular, os direitos de tradução, reprodução, reuso de figuras, citações, reprodução de qualquer forma, armazenagem em sistemas de informação, inclusive na Web, estão sujeitas a autorização prévia por escrito do autor. © UFPE 2009-2010 O uso de nomes registrados, marcas, figuras de outras publicações etc. neste documento não implica que estes objetos deixam de estar sujeitos às leis de proteção da propriedade intelectual aplicáveis. Portanto, mesmo sem indicação explícita, esses objetos não estão disponíveis para uso livre.

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