Teoria de Sistemas de Informação - Atividade: Tecnologia e SI

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Os slides fazem parte de uma atividade realizada pelos alunos da turma SIN-NA4 (4º semestre de Sistemas de Informação – 2º semestre de 2012)

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Teoria de Sistemas de Informação - Atividade: Tecnologia e SI

  1. 1. Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com
  2. 2.  Os próximos slides fazem parte de uma atividade realizada pelos alunos da turma SIN-NA4 (4º semestre de Sistemas de Informação – 2º semestre de 2012)
  3. 3. Cloud Computing (Computação em Nuvem)
  4. 4. Grupo Augusto Camarotto Gilvan Junior Marcelo Sousa Rafael Pétrus Rodrigo Pereira
  5. 5. História e Evolução A cloud computing começou a se disseminar de forma efetiva em 1995, quando a empresa Hotmail, disponibilizou para seus usuários, um serviço de e- mail online. De fato a cloud computing sempre existiu, porém começou a ter mais destaque no fim da ultima década com uma infinidade de serviço disponibilizados via Web.
  6. 6. Estrutura O servidor deve aumentar: Capacidade de processamento Capacidade de armazenamento Capacidade de comunicação O que é necessário: Materiais, espaço, temperatura, refrigeração da sala, etc.
  7. 7. Tipos de Computação em Nuvem Nuvem Privada Nuvem Pública Nuvem Comunidade Nuvem Híbrida
  8. 8. Estrutura / Segurança Não é só começar trabalhar com a cloud computing, e está pronto. É preciso investir na segurança para que as informações que estão salvas não sejam perdidas, ou invadidas por pessoas mal intencionadas. É preciso ser feitos levantamentos e controles de acesso, para cada usuário ter acesso ao que for pertinente ao seu trabalho, para que outras pessoas não tenham o acesso desnecessário.
  9. 9. Modelo de Serviços da Computação em Nuvem Aplicações como um Serviço (SaaS) Plataforma como um Serviço (PaaS) Infra-estrutura como um Serviço (IaaS)
  10. 10. Nas empresas ... A Cloud Computing faz parte da maioria das empresas no mercado de trabalho, diretamente ou indiretamente. Com a nuvem as empresas conseguem diminuir os custos, aumentar a segurança e a produtividade. Para entender melhor o beneficio dessa tecnologia, basta pensar qual o benefício de poder acessar qualquer dado a qualquer hora em qualquer lugar.
  11. 11. Algumas empresas que utilizamessa tecnologia
  12. 12. Vantagens Disponibilidade de arquivos, softwares através da nuvem, sem precisar estar instalado na estação de trabalho do usuário. Os usuários tem acesso ás informações de qualquer dispositivo com conectividades com a internet
  13. 13. Desvantagens Os usuários só conseguem acesso as informações somente se estiver conectado na internet Não ter conhecimento do local que estão salvo os dados Falta de segurança das informações (Caso a empresa não invista em segurança)
  14. 14. Conclusão Tecnologia em DesenvolvimentoAusência de Definição e Arquitetura únicasUtilização de técnicas de virtualizaçãoVantagens de redução de custos e mobilidadeDesvantagens sobre desconfiança dos usuáriosNecessidade de incentivos à Computação em NuvemTendência ao uso em larga escala
  15. 15. Bibliografia http://www.claudiorodolfo.com/ftc/tid1/computacao_nuvem.pdf Hélio Lemes Costa Jr - ciberescola.com.br http://webinsider.uol.com.br/2010/01/20/entendendo-a-computacao-em-nuvem/ http://computerworld.uol.com.br/blog/opiniao/2010/07/27/revolucao-nas-nuvens-por-eduardo-schvinger/ http://werther.desenvolvatec.com/tendencias/computacao-em-nuvens/
  16. 16. GRUPO:GUILHERME MACEDO SOARAJONATAN CRUZ POLINILUCAS XAVIER FERREIRAMARCO AURELIO PEREIRA VALNEIROSRENAN CASSIMIRO BRITO
  17. 17. BI – Business Intelligence• O que é?• Estrutura• História e Evolução• Importância nas Empresas• Tendências• Vantagens• Desvantagens
  18. 18. O que é BI?Business Intelligence é um conceito baseado em softwares queauxiliam os gestores na tomada eficaz de decisões usandoapenas os dados e informações que estão inseridos nos bancosde dados das empresas.O BI tem como principal objetivo à integração dos aplicativos etecnologias para extrair e analisar os dados corporativos demaneira simples, no formato correto e no tempo certo, para quea empresa possa tomar decisões melhores e mais rápidas,auxiliando os executivos em seus negócios. Essa ferramenta temcomo capacidade transformar dados em informação,informação em conhecimento e propiciar a descoberta de novosconhecimentos.
  19. 19. Características• Bancos de dados integrados;• Possibilita obter informações corporativas;• Ferramentas de suporte à decisão;• Usuário não precisa conhecer origem dos dados (banco de dados);• Tecnologia bastante recente;
  20. 20. BI - HistóriaA história do Business Intelligence que conhecemos hoje,começa na década de 70,quando alguns produtos de BI foramdisponibilizados para os analistas de negócios. O grandeproblema era que esses produtos extensa e exaustivaprogramação, não disponibilizavam em tempo hábil nem deforma flexível.Com o surgimento dos banco de dados relacionais e dasinterfaces gráficas como o Windows, aliado ao aumento dacomplexidade dos negócios, começaram a surgir os primeirosprodutos realmente direcionados aos analistas de negócios,que possibilitam rapidez e uma maior flexibilidade de analise.
  21. 21. Arquitetura• Sistemas Transacionais;• On-Line Transaction Processing(OLTP);• Extração, Transformação e Carga;• Data Warehouse(DW);• Relatórios Relacionais;• On-Line analytical Processing(OLAP);
  22. 22. Data Warehouse (DW)um Data Warehouse é um banco de dados contendo dadosextraídos do ambiente de produção da empresa, que foramselecionados edepurados, tendo sido otimizados para processamento deconsulta e não para processamento de transações. Em geral,um Data Warehouse requer a consolidação de outrosrecursos de dados além dos armazenados em banco de dadosrelacionais, incluindo informações provenientes de planilhaseletrônicas, documentos textuais, etc.
  23. 23. Tecnologias do Data Warehouse• OLAP (Processamento Analítico On -Line): São ferramentas quepossibilitam a exploração dos dados de um DW para fins de análise dedeterminadas variáveis para descoberta de cenários e tendênciasObjetivo: O objetivo é dar suporte ao processo de tomada de decisões.• OLTP (Processamento de Transações On Line) : Transações se referemdiretamente as atividades operacionais de ume empresaExemplo: Realizar pagamento aos empregados Realizar pagamento aos fornecedores Realizar vendas aos clientes• Data Mining: é uma ferramenta de extração de dados. O Data Miningengloba um número de diferentes abordagens técnicas, como clustering(agrupamento),sumarização de dados, regras de classificação, detecção de anomalias, etc.
  24. 24. Data Wearhouse – Data MartsContém dados extraídos de um Data Warehouse para usoespecífico de Warehouse para uso específico de departamento,focado nas necessidades de departamento, focado nasnecessidades de decisão.
  25. 25. Tendências para o futuro• Aumento do número de projetos deconsolidação das ferramentas de BI, voltadosao desenvolvimento de uma estrutura queatenda a organização de maneira abrangente.• Umas das principais áreas de crescimento doBusiness Intelligence será a aplicação dasferramentas em dispositivos móveis.
  26. 26. Vantagens
  27. 27. Desvantagens
  28. 28. Dúvidas?
  29. 29. Obrigado!
  30. 30. Referências• www.imasters.com.br• www.ibm.com.br• www.intelligenceit.com.br• BARBIERI, Carlos. Business Intelligence: Modelagem e Tecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books. 2001.• INMON, W. H. Como construir o Data Warehouse. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997.• KIMBALL, Ralph. Data Warehouse Toolkit: Técnicas para construção de data warehouses dimensionais. São Paulo: Makron Books. 1998.
  31. 31. SERVICE ORIENTED ARCHITECTURE
  32. 32. TEORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SIN-NA4)Guilherme Alencar – 11100414Igor Luiz de Sousa – 11100647Nilton Gonçalves – 11101418Juliana Lima – 11104270Iris Melo Santos –
  33. 33. O que é SOA? Arquitetura orientada a serviço, corresponde a uma metodologia para desenvolvimento de software e serviços, representa todos ativos de softwares da empresa. Também podemos descrever neste caso serviços. Como sendo um componente, uma parte de desenvolvimento de um software onde ao fazer a junção de todos os ”módulos”, teremos um software completo para aquela determinada função para que foi desenhado, produto final do escopo do projeto onde foi determinado a criação de um serviço.
  34. 34. Serviço Um serviço, do ponto de vista da arquitetura SOA, é uma função de um sistema computacional que é disponibilizado para outro sistema. Normalmente, a comunicação entre o sistema cliente e aquele que disponibiliza o serviço é realizada através de web services.
  35. 35. ESB (Enterprise Service Bus) ESB seria uma abstração da interconexão de sistemas que usam tecnologias diferentes. A maneira mais comum de se implementar um ESB hoje é através de Web Services, mas isso não é regra, existem outras formas de se realizar a mesma atividade. (ESB <> Web Services).
  36. 36. Diferença entre SOA e Web Service Soa é a arquitetura abrangente para criar aplicações dentro de uma empresa, pense em um projeto arquitetônico mas neste caso a arquitetura demanda que todos os programas sejam criados com uma metodologia de desenvolvimento de software específica, conhecida como programação orientada a serviço. Web services são um conjunto de mecanismos padrão de comunicação criados sobre a World Wide Web. Ou seja, os web services são uma metodologia para conectar e comunicar. Enquanto Soa é uma estratégia de TI.
  37. 37. Por que SOA? Com a evolução dos sistemas de informação e com uma grande combinação de linguagens de programação em uma mesma aplicação ficou difícil realizar a comunicação entre as aplicações e as novas tecnologias com isso foi extremamente necessário a criação de um conceito para que as aplicações pudessem se comunicar.
  38. 38. Vantagens e Desvantagens DesvantagensVantagens Redução de custos na  Os custos de integração e manutenção das aplicações. construção de web services nem sempre são baixos. Reutilização de ativos de software em novas aplicações.  Performance. Flexibilidade na evolução das  Segurança: como os dados aplicações e nos processos de trafegam pela rede, eles podem negócio da empresa. ser interceptados.
  39. 39. SOA NÃO É UM PRODUTO,PORTANTO NÃO É POSSÍVELCOMPRAR SOA.SOA não é uma tecnologia. SOA é mais baseada em logística econceitos e menos em ferramentas
  40. 40. Bibliografia (Sites)www.guj.com.brwww.wikipedia.orghttp://www.oficinadanet.com.br/artigo/desenvolvimento/o_que_e_soa_arquitetura_orientada_a_servicos
  41. 41. Teoria de Sistemas
  42. 42.  JOSE CARLOS SALATINO ZAGO JUAN MANUEL GARCIA ROGÉRIO OLIVEIRA THIAGO DALL OLMO VINICIUS KENDI TAKEUSHI
  43. 43. Conceitos
  44. 44.  O que é real?  Características físicas, concretas. O que é virtual?  Está associado àquilo que é simulado, abstrato. Virtualização pode ser definida como a criação de um ambiente virtual que simula um ambiente real.
  45. 45.  Permite que múltiplas máquinas virtuais (sistemas operacionais) funcione em um mesmo hardware. Funciona isoladamente do sistema operacional hospedeiro e de outras máquinas virtuais. Cada máquina virtual possui o seu próprio hardware virtual (como RAM, CPU, Placa de Rede, etc) para que suas respectivas aplicações possam funcionar.
  46. 46. Infraestrutura Infraestrutura convencional virtualizada
  47. 47.  Hypervisor ou Virtual Monitor Machine é a camada que fornece um ambiente (através de multiplexação de hardware) idêntico ao da máquina física e que contra uma ou várias máquinas virtuais. Existem 2 tipos de hypervisor: Hypervisor do tipo I ou Bareon metal; Hypervisor do tipo II ou Hosted.
  48. 48.  A virtualização do tipo I geralmente é usada em servidores por proporcionar um desempenho muito próximo do desempenho nativo de uma máquina. Nesse caso o hypervisor encontra-se entre o hardware e as máquinas virtuais.
  49. 49.  VMware ESX Xen Hyper-V
  50. 50.  A virtualização do tipo II é a virtualização mais comum e a que usamos normalmente em casa devido a facilidade de sua instalação e configuração. Aqui o hypervisor encontra-se entre o Sistema Operacional e as máquinas virtuais. O Sistema Operacional anfitrião é chamado de Host enquanto as máquinas virtuais de Guest.
  51. 51.  VMWare Desktop Quemu VirtualBox VirtualPC Parallels
  52. 52.  1950: Começa ser utilizado o termo “Virtualização” quando pesquisadores da Universidade de Manchester desenvolveram o conceito de “Máquina Virtual”. 1960: IBM sente a necessidade de simplificar a operação nos mainframes. A VM surgiu como solução à incompatibilidade dos sistemas OS e DOS. 1988: Pequena companhia chamada Connectix Corporation foi fundada e provia soluções para sistemas da Apple Macintosh (MAC). Criaram um produto chamado Connectix Virtual PC 1.0 para MAC. “Este exemplo de emulação levou a Connectix à tecnologia da virtualização.” 1990: Conceito VM começou a ser popularizado. Renasce na metade dos anos 90 com os Computadores Pessoais “PC”, de plataforma Intel. Computadores mais accessíveis.
  53. 53.  1999: VMware introduz a "plataforma Virtual VMware" em 08 de fevereiro de 1999. Este produto é considerado como o primeiro produto comercial para a virtualização na plataforma x86. 2003: Surge o projeto Xen. Projeto que possibilitou pesquisas para melhorar técnicas para virtualizar recursos tais como CPU, memória, discos e redes. Microsoft liberara um dos seus primeiros produtos de virtualização, o Microsoft PC 2004, no dia 02 de dezembro de 2003. 2006: A XenSource liberou a primeira versão do XenEnterprise 3.0, um produto baseado no Xen v3.0.3. 2008: Desenvolvimento do Longhorn ou Windows Server 2008, a Microsoft iniciou o desenvolvimento da sua própria tecnologia de hypervisor, originalmente chamada Viridian e depois chamada Hyper-V 3.
  54. 54.  Segurança: Usando máquinas virtuais, pode ser definido qual é o melhor ambiente para executar cada serviço, com diferentes requerimentos de segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional mais adequado para cada serviço. Além disso, cada máquina virtual é isolada das demais. Usando uma máquina virtual para cada serviço, a vulnerabilidade de um serviço não prejudica os demais. Confiança e disponibilidade: A falha de um software não prejudica os demais serviços. Custo: A redução de custos é possível de ser alcançada com a consolidação de pequenos servidores em outros mais poderosos. Essa redução pode variar de 29% a 64% [5]. Adaptação às diferentes cargas de trabalho: Variações na carga de trabalho podem ser tratadas facilmente. Ferramentas autônomas podem realocar recursos de uma máquina virtual para a outra.
  55. 55.  Balanceamento de carga: Toda a máquina virtual está encapsulada no VMM. Sendo assim é fácil trocar a máquina virtual de plataforma, a fim de aumentar o seu desempenho. Suporte a aplicações legadas: Quando uma empresa decide migrar para um novo Sistema Operacional, é possível manter o sistema operacional antigo sendo executado em uma máquina virtual, o que reduz os custos com a migração. Vale ainda lembrar que a virtualização pode ser útil para aplicações que são executadas em hardware legado, que está sujeito a falhas e tem altos custos de manutenção. Com a virtualização desse hardware, é possível executar essas aplicações em hardwares mais novos, com custo de manutenção mais baixo e maior confiabilidade.
  56. 56.  Segurança:  Segundo Neil MacDonald, especialista de segurança da Gartner, hoje em dia, as máquinas virtuais são menos seguras que as máquinas físicas justamente por causa do VMM. Este ponto é interessante, pois se o sistema operacional hospedeiro tiver alguma vulnerabilidade, todas as máquinas virtuais que estão hospedadas nessa máquina física estão vulneráveis, já que o VMM é uma camada de software, portanto, como qualquer software, está sujeito a vulnerabilidades.
  57. 57.  Gerenciamento:  Os ambientes virtuais necessitam ser instanciados, monitorados, configurados e salvos. Existem produtos que fornecem essas soluções, mas esse é o campo no qual estão os maiores investimentos na área de virtualização, justamente por se tratar de um dos maiores contra-tempos na implementação da virtualização. Vale lembrar que o VMWare é a plataforma mais flexível e fácil de usar, mas ainda apresenta falhas que comprometem a segurança, assim como as demais plataformas.
  58. 58.  Desempenho:  Atualmente, não existem métodos consolidados para medir o desempenho de ambientes virtualizados. No entanto, a introdução de uma camada extra de software entre o sistema operacional e o hardware, o VMM ou hypervisor, gera um custo de processamento superior ao que se teria sem a virtualização. Outro ponto importante de ressaltar é que não se sabe exatamente quantas máquinas virtuais podem ser executadas por processador, sem que haja o prejuízo da qualidade de serviço.
  59. 59. O fim da workstation convencional?
  60. 60.  O coração do Pano System é o Pano Zero Client, uma nova classe de hardware de desktop. Pano Endpoints são referidos como "Zero Clients", porque, ao contrário dos tradicionais thin clients, eles não têm CPU, memória, sistema operacional, drivers, software e partes móveis. Eles simplesmente servem para conectar dispositivos periféricos de entrada e saída - um teclado, mouse, monitores e saída de áudio - junto com outros periféricos USB , a um desktop Windows virtualizado no seu Data Center.
  61. 61. Virtualização cresce 80% em três anos
  62. 62.  Uma pesquisa com 500 executivos de TI, feita pela Associação Brasileira de e- business, apontou que serviços de virtualização cresceram 80% no Brasil em apenas 3 anos, além de ser usado por 59% dos entrevistados, em suas diversas modalidades. A pesquisa também descobriu que 44% das empresas buscam a virtualização quando há necessidade de redução de custos com energia elétrica, espaço para armazenamento e compra de equipamentos. Porém, como em outros serviços e até em produtos, os custos da virtualização no Brasil ainda são altos demais - um dos principais motivos que levam 67% dos executivos entrevistados a pensar duas vezes antes de adotar o serviço. O armazenamento é a vertente mais utilizada pelas empresas (65%), seguido de aplicações (6%), desktops (3%) e servidores (2%). Na outra ponta, 22% acham desnecessária a implantação da virtualização e outros 9% dizem não ter a intenção de adotar o serviço.
  63. 63.  http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/virtualizacao/index.html http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/index.html http://www.tecmundo.com.br/web/1624-o-que-e-virtualizacao-.htm http://olhardigital.uol.com.br/negocios/cloud-virtualizacao/noticias/brasil- virtualizacao-cresce-80-em-tres-anos http://projetoseti.com.br/sistemas-de-informacao/redes-e- infraestrutura/historia-da-virtualizacao/ http://es.scribd.com/doc/47189969/8/HISTORICO-DA-VIRTUALIZACAO http://www.slideshare.net/QuartaEtapa/slide-virtualizao-9589724 http://www.slideshare.net/EventosImpacta/virtualizao-4316406 http://www.slideshare.net/antoniocarlosmartinho/virtualizao-3285216
  64. 64. Customer Relationship Management
  65. 65. GRUPO Letícia Pereira Barreto 11101415 Raphael Mendes de Oliveira 11102717 4º Sem. Sistemas da Informação
  66. 66. O que é o CRM ? É um termo usado para o gerenciamento do relacionamento com o cliente ou ainda um sistema integrado de gestão com foco no cliente, que reúne vários processostarefas de uma forma organizada e integrada. É um antigo conceito de marketing direto, agora enriquecido tecnologicamente e realmente incorporado na cúpula das organizações. É uma estratégia de negócio voltada ao entendimento e antecipação das necessidades e potenciais de uma empresa É principalmente cultura, pois de nada adianta um ótimo sistema se não existe uma cultura na empresa voltada para atender o cliente e obter informações úteis. O conceito de CRM destaca a importância de captar, não de uma única vez, o maior número de informações de cada pessoa que mantém contato com sua empresa.
  67. 67. História e Evolução do CRM O CRM tem origem anos antes do início do primeiro milénio na Mesopotânea quando os agricultores começaram a manter um registro preciso das suas operações, para quem foi vendido e quanto foi vendido. Nos anos 80 surgiu o conceito Database Marketing, que era simplesmente a criação de grupos de serviço ao cliente para falar individualmente com todos os clientes da empresa, independentemente do seu grau de importância. As empresas começaram então a seguir as informações das bases de dados Na década de 1990 as empresas começaram a melhorar o seu CRM, tornando esta relação em dois sentidos em vez de um como anteriormente. Não recolhiam simplesmente os dados para seu usufruto, mas também começavam a personalizar o seu serviço ao cliente e disponibilizavam incentivos para a fidelização dos mesmos com a empresa. O CRM atual começou realmente a sério nos primeiros anos deste século. As empresas de software começaram a criar soluções mais avançadas que permitiam utilizar a informação de uma forma dinâmica para as diferentes áreas de uma empresa.
  68. 68. Qual o principal objetivo de um CRM ? FIDELIZAR CLIENTES
  69. 69. Como ? Buscando a satisfação total do cliente Antevendo as necessidades e desejos do cliente Oferecendo produtos adequados ao cliente.
  70. 70. Outros objetivos do CRM Automação de Marketing Automação da força de vendas Suporte e Serviço ao Cliente Gestão da Demanda
  71. 71. Quais são as estratégias do CRM ?
  72. 72. 1 - identificar
  73. 73. 2 – Diferenciar
  74. 74. 3 - Interagir
  75. 75. 4 - Personalizar É necessário ter flexibilidade no negócio para poder adequar-se. Mudar seu produto/serviço com base no feedback dos clientes Criar um ciclo de personalização e feedback constantes Diferenciar atendimento de acordo com “valor” do cliente Antecipar a necessidade do cliente Promover o encantamento do cliente Agregar mais valor que seu concorrente
  76. 76. Qual a estrutura de um CRM?Existem 3 tipos de CRM O CRM operacional trata da automação dos processos de relacionamento. O CRM analítico é a inteligência do processo No CRM colaborativo são englobados todos os pontos de contato com os clientes, é onde ocorrem as interações entre eles e as empresas.
  77. 77. Estrutura do CRM
  78. 78. Qual a importância do CRM paraa empresa ? A empresa interage com todos os clientes Consegue identificar clientes potencias Conhece os hábitos dos seus clientes, criando eventos, promoções e campanhas direcionadas Torna o atendimento mais personalizado e consegue a fidelização do cliente.
  79. 79. Vantagens & Desvantagens do CRM
  80. 80. Vantagens Segmentação de clientes por necessidades e interesses Definição de potencial de mercado o CRM permite às organizações estabelecer relações com os clientes mais lucrativas e reduzir os custos operacionais Aumentar a produtividade assistência-agente e retenção de clientes, diminuindo ao mesmo tempo os custos da assistência, tempo de resposta e tempo de pedido-resolução. Fidelizar clientes Automatização de processos Dentre muitas outras
  81. 81. Desvantagens Dificuldades para mudar a cultura atual da empresa Dificuldades em mudar os processos de negócios existentes Dificuldades em adaptar e atualizar os sistemas da empresa A existência de um baixo nível de envolvimento por parte da direção e administração,o que faz com que o tempo necessário para que as decisões de mudança estratégica sejam tomadas possa ser elevado
  82. 82. O que vem por ai ? Atualmente vem obtendo espantoso crescimento e ótimos resultados tanto em grandes como em pequenas empresas e em todos os setores da economia. Duas tendências trouxeram o conceito de volta: o crescimento da competitividade global e avanços tecnológicos Antes: foco no produto | Agora: foco no consumidor
  83. 83. Conclusão O CRM, auxilia as empresas a criarem um histórico de todos os seus clientes, montando um perfil individual e consequentemente fazendo com que empresas e clientes tenham um relacionamento mais próximo e mais duradouro, criando-se a partir desse relacionamento uma fidelização dos clientes junto às empresas. CRM mantém seus clientes, aumenta seu faturamento, cria novos clientes e torna sua empresa referência no mercado!
  84. 84. E para você que ainda tem dúvidas ..O link abaixo contém um vídeo explicandosoftware de CRM da Microsoft Dynamics CRM 2011http://www.compubusiness.com.br/newsite/?id_conteudo=94
  85. 85. Bibliografia http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/crm-o-que-e-crm-e-como- funciona/34063/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management http://www.mktdireto.com.br/crm.html http://www.revista.inf.br/contabeis06/pages/artigos/cc-edic06-anoIII-art05.pdf http://www.dataprovider.com.br/telemedicina/conquistando_e_retendo_clientes.htm http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-crm-para-que-serve-quais- as-vantagens-e-desvantagens-softwares-etc/49166/ http://c-r-m.webnode.com/desvantagens-do-crm/ http://amigonerd.net/trabalho/39066-monografia-estrutura-de-crm-e http://pt.grupo2sii.wikia.com/wiki/CRM http://marcosgonsales.wordpress.com/ http://www.dgz.org.br/jun01/Art_05.htm
  86. 86. Realizado por: Carlos Eduardo Torres 11101445 Felipe de Sousa Marques 11104146 Joice Nazareth Pereira 11100572
  87. 87. PC Era 1980-1990; E-mails; PCs; FTP; USENET.
  88. 88. Web 1.0 1990 – 2000; WWW (World Wide Web); Conteúdo estático; Conteúdo produzido por poucos; Código fechado.
  89. 89. Definição"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e umentendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entreoutras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem osefeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelaspessoas, aproveitando a inteligência coletiva“. Tim OReilly
  90. 90. Histórico / Características● 2004 – OReilly Media e Media Live International;● Total mudança na interação dos usuários com páginas na internet;● Criação de diversos novos serviços;● Usuário participa ativamente;● Redes sociais;● CGM – Consumer-Generated Media;
  91. 91. Programação● Beta perpétuo;● Modularização da programação; Web services, AJAX, etc;● Desktops on-line;● O software é um serviço;● Páginas dinâmicas, interativas ecom muito apelo visual;● Cloud Computing.
  92. 92. Web 2.0 para empresas Utilização de Tecnologias  Investimento em recursos colaborativas; de relacionamento Sites com boa navegabilidade; interpessoal (Facebook, Ferramentas de busca YouTube, Blog, etc). efetivo;  Aumento de lucro e fatias Intranet; de mercado (market share). Canal eficiente de comunicação com o cliente.
  93. 93. Críticas● Termo vago e abrangente;● Evolução natural da web;● Não é uma nova geração de aplicativos;● Jogada de marketing;
  94. 94. Vantagens Fácil criação de material online; Categorização/organização de conteúdos; Compartilhamento de conteúdo simplificado; Utilizar o mesmo programa em vários computadores sem instalação prévia.
  95. 95. Desvantagens Uso de vários logins/perfis em sites; Exposição / Falta de privacidade; SPAM; Maior tempo online; Fácil aliciação de pessoas para roubos.
  96. 96. Web 3.0 2010- 2020; Web Semântica; Organizar as tarefas; Internet Homem x maquina; Pode tornar tarefas como pesquisa mais simples; Pode agir com assistente pessoal.
  97. 97. Histórico O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times O termo Web Semantica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James Hendles e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades.”
  98. 98. Críticas A crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas um termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe.
  99. 99. Exemplo.
  100. 100. Web 3.0 para empresas A Web 3.0 sempre vai procurar buscar aquilo que se encaixa com o perfil do usuário. Ajudando assim as empresas a encontrarem os clientes e aumentando suas vendas
  101. 101. Web 4.0 2020 – 2030; Sistemas operacionais na WEB; Computação em Nuvens; Maior mobilidade.
  102. 102. Bibliografia http://www.pletax.com/index.php/2009/02/web-10-web-20-web-30-web-40/ (Acessado 19/09/2012) http://www.oficinadanet.com.br/artigo/840/web_3.0_2.0_1.0_o_que_isso_significa (Acessado19/09/2012) http://thepaisano.files.wordpress.com/2008/03/webtimeline.jpg (Acessado em 24.08.2012) http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb735306.aspx (Acessado em 28.09.2012 ) http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 (Acessado em 05/10/2012) http://www.unione.com.br/artigos/imprensa/193-vantagens-de-uma-empresa-20.html (Acessado em 05/10/12) http://www.significados.com.br/market-share/ (Acessado em 05/10/12) http://rutedanoninha.blogspot.com.br/2008/02/vantagens-e-desvantagens-da-web- 20.html (Acessado em 05/10/12) http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1831/web_semantica_ou_web_3.0_o_que_e_e_pa ra_que_serve (Acessado 05/10/12)
  103. 103. Bibliografia http://informatica.hsw.uol.com.br/web-semantica1.html (Acessado em 05/10/12) http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2006/05/17/o-que-e-a-web- semantica/ (Acessado em 05/10/12) http://www2.dbd.pucrio.br/pergamum/tesesabertas/0024128_02_cap_ 03.pdf (05/10/12)
  104. 104. E-BusinessUsando a tecnologia para melhorar processos
  105. 105. GRUPO Bruno Renato Hélio Trindade Karoline de Sousa Tamires Andrade Thiago Lolo Sistemas de Informação – 4º Semestre 2012
  106. 106. Como Vemos :“Negócios efetuados pela internet”
  107. 107. Mas o que realmente é?“É uma integração de atividadesempresariais organizacionais que utiliza o sistema deinformação como meio de alcançar objetivos mercadológicos ecomerciais.” “E-business é utilizar a tecnologia para melhorar processos.”
  108. 108. E-Business XE-Commerce
  109. 109. Exemplos• Contato fornecedor/consumidor.• Comércio eletrônico• Educação a distância• Marketing eletrônico• Suporte a clientes• Serviços de entretenimento
  110. 110. Vantagens• Fonte de ideias para melhorar a competitividade das empresas• Fornecimento de soluções inovadoras• Permite prazos de produção mais curtos• Aumenta os canais de comercialização e distribuição• Alarga o mercado alvo e potencial da organização• Melhoria de processos• Soluções mais rápidas• Diminui custos logísticos• Reduz estoques
  111. 111. Desvantagens• Necessidade de domínio das novas tecnologias e de várias ferramentas• Ambientes heterogêneos (Unix, Linux, NT, etc.)• Confiabilidade e velocidade no tratamento dos dados.• Insegurança ao nível das transações e pagamentos eletrônicos. • Cultura de mercado avessa às formas comerciais eletrônicas.
  112. 112. MODELOS DE E-BUSINESS B2B, B2C, C2B, C2C
  113. 113. B2B - Business to Business• São negócios realizadas entre empresas por meios eletrônicos.• Exemplos:• Um portal que representa uma companhia e mantém relações comerciais diretas com outras empresas.• Um site intermediário entreos pedidos de clientes e os fornecedores,é uma espécie de compra indireta.
  114. 114. B2C - Business to Consumer• Qualquer relação entre uma empresa e seus clientes através de meios eletrônicos.• Exemplos:
  115. 115. C2B - Consumer to Business• Um tipo de transação em que os consumidores definem todas as suas preferências relacionadas à intenção de consumo.• Exemplos:
  116. 116. C2C - Consumer to Consumer• Esse é o tipo de transação em que um consumidor negocia bens com outros consumidores.• Exemplos:
  117. 117. M-COMMERCE Mobile Commerce
  118. 118. O Que é ? “Toda e qualquer operação que envolva a transferência de propriedade ou de direitos deutilização de bens e serviços, que é iniciado e / ouconcluído até o acesso ao computador usando umdispositivo móvel mediada por redes com a ajuda de um dispositivo eletrônico.”
  119. 119. As possibilidades do Mobile-Commerce O m-commerce oferece ainda possibilidades únicas em relação às demais formas de comércio eletrônico. Considerando que seus principais veículos são smartphones e tablets o comércio eletrônico pode ser feito de duas formas: sites digitados ou aplicativos a serem instalados nos aparelhos.
  120. 120. “[...] Em 2011, foram vendidos 4,8 milhões de aparelhos no País,segundo dados do IDC Brasil, 84% mais do que no ano anterior.Para 2012, a empresa estima a venda de 15,4 milhões de celularesdo tipo.” (31 de agosto de 2012) Mas o que as pessoas tanto fazem no celular?
  121. 121. Exemplos:
  122. 122. Vantagens e Desvantagens• Acessibilidade• Personalização• Confiabilidade• Acesso em tempo real • Recursos limitados. • Heterogeneidade dos dispositivos, sistemas operacionais e tecnologias de rede. • Dispositivos móveis são mais propensos a roubo e destruição.
  123. 123. Referências:Livros:• E-Business - Estratégias para alcançar o sucesso: No mundo digital (http://books.google.com.br/)Sites:• http://www.webprofessores.com/novo/artigos/ver_artigo.php?cod_art=174• http://dicasgratisnanet.blogspot.com.br/2012/03/site-buscape- wwwbuscapecombr.html• http://teceducsaadonfilho.blogspot.com.br/2012/03/o-que-e-b2b-b2c-c2b- c2c.html• http://www2.dbd.puc- rio.br/pergamum/tesesabertas/0024134_02_cap_01.pdf• http://www.brasilescola.com/informatica/ebusiness.htm• http://tecnologia.terra.com.br/inovacoes- tecnologicas/noticias/0,,OI6117327-EI20539,00- Alta+na+venda+de+smartphone+estimula+comercio+movel.html
  124. 124. GRUPO GUSTAVO COLARES PEGO LUCAS PIMENTEL ROSIMERE FELIX DOS SANTOS THAÍS VIEIRA LEITE WILLIAN FERREIRA FELIX
  125. 125. O QUE É? SaaS (Software as a Service), ou “Software como um Serviço”, é um modelo de distribuição de software que disponibiliza serviços oferecidos por aplicativos através do acesso pela internet.
  126. 126. Estrutura• Aplicativos distribuidos por um serviço conectado à web (one to many)• Hospedagem em um servidor / Cloud Computing• Pagamento através de assinatura (Pay as you go/ Pay for use) ou mesmo gratuito, com retorno vindo através de propaganda
  127. 127. Vantagens•Acessibilidade: A maior vantagem do SaaS é você poder acessar seusdados de qualquer lugar do mundo, bastando para isto ter uma conexão cominternet.•Compatibilidade: O SaaS roda em qualquer plataforma e só necessitade um navegador para ser utilizado.•Backup dos seus dados: No SaaS você tem backups diários dosseus dados•Atualizações automáticas sem custos: Como o software estápublicado em servidores, as atualizações são disponibizadas em um servidorpara todos usuários.•Centralização das informações: Todos os dados ficamcentralizados em um unico lugar e pode ser disponibizados para outroscolaboradores
  128. 128. Desvantagens• Segurança: Ao disponibilizar a aplicação através da Web ficaráautomaticamente sujeita aos mais variados tipos de ataques. A possibilidade debackups por parte dos utilizadores é um aspecto importante para minorar essasperdas.• Balanceamento dos acessos: Um dos grandes problemas doSaaS pode ser a dificuldade de acesso com o aumento de utilizadores.• Ligação internet: É sempre necessária uma ligação a internet.• Perda de controle e customização: Visto que o software érodado pelo fornecedor , os clientes têm menos controle sobre a aplicação. Assoluções de monitoramento internas são realmente mais personalizáveis queas aplicações de monitoramento SaaS. Isso pode representar problema para asgrandes integrações customizadas.
  129. 129. Importância para as EmpresasO SaaS é uma ótima maneira para as empresas reduziremos custos de taxas de licenciamento e manutenção desoftware. De acordo com uma pesquisa recente e análiserealizada pelo Gartner estudo, 90% das empresas utilizamplano de SaaS, quer manter o seu nível atual de uso ouuso aumento no futuro próximo. Enquanto há sentimentosmistos em relação ao custo-efetividade de SaaS, asempresas e, especialmente, os executivos estãoreconhecendo a importância de determinar se osaplicativos on-line são um ajuste certo. SaaS fornece asmais recentes versões do software, sem a necessidade deatualização por parte do usuário. Trabalhando em conjuntocom a computação em nuvem, SaaS é um investimentopotencialmente gratificante.
  130. 130. O que vem por aí• O modelo continuará se disseminando e passará a ser dominante no mercado.• As empresa s passarão a utilizar esse serviço no dia a dia para visualização de relatórios corporativos, podendo acessá-los a qualquer momento estando conectado com a Internet, redes de ensino podem divulgar materiais, apresentações para os alunos.• Redução de custo devido à terceirização de alguns serviços de TI da empresa contratante para o fornecedor SaaS.
  131. 131. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO EXPLORADORES CONSTRUÇÃO VS. COMPRA * RECURSOS INTERNOS ATRELADOS A PROJETOS SEM NÚCLEO OU SEM GERAÇÃO DE RECEITA * ALTO POTENCIAL PARA OPORTUNIDADE E FLUÊNCIA DE CUSTO * SEM COMPROMETIMENTO PARA DESENVOLVIMENTO CONTÍNUO OU R&D * SEM ROI IMEDIATO OU SUSTENTADO
  132. 132. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO EARLY ADOPTERSINSTALAÇÃO TRADICIONAL E IMPLANTAR* GRANDE INVESTIMENTO DE CAPITAL * IMPLANTAÇÃO LONGA * RECURSO INTENSIVO * ROI INICIAL E CONTÍNUO PROVOU SER UM DESAFIO * FALTA DE INTEGRAÇÃO ATRAVÉS DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
  133. 133. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO SAAS ADOPTERS SOFTWARE COMO SERVIÇO * INVESTIMENTO DE CAPITAL MÍNIMO * IMPLANTAÇÃO MAIS RÁPIDA * REQUER RECURSOS DE NEGÓCIOS E TI, MAS MENOS INTENSIVOS * ROI INICIAL FÁCIL DE DEMONSTRAR* VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM* RECURSOS PRECIOSOS AINDA FOCADOS EM OPERAÇÃO TÁTICA DE PROJETOS ESTRATÉGICOS VS. TMS* COMUNIDADE DE "SHIPPER" E "CARRIER" EMERGENTE (VIA NUVEM) * LONGO PRAZO ROI E TOTAL UTILIZAÇÃO DE CAPACIDADES TMS AINDA QUESTIONÁVEL
  134. 134. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MELHORES PRÁTICAS PROFISSIONAIS SOFTWARE MAIS SERVIÇOS * INVESTIMENTO INICIAL NULO OU BAIXO * IMPLEMENTAÇÃO NÃO DISRUPTIVA E FÁCIL * AINDA MENOS RECURSOS INTENSIVOS * VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM * FORTE ROI IMEDIATO E DOCUMENTADO* RECURSOS PRECIOSOS MUDAM DE PROJETOS TÁTICOS PARA ESTRATÉGICOS * CRIAÇÃO DE THINK TANKS VIRTUAIS * LONGO PRAZO ROI, ECONOMIAS MANTIDAS
  135. 135. Bibliografiahttp://vertisage.com/s-saas.htmlhttp://msdn.microsoft.com/pt-br/library/aa905332.aspx#XSLTsection127121120120https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/debatendo_saas_alguns_questionamentos?lang=enhttp://www.kkfreight.com/consignee-notify-party-shipper.htmlhttp://www.infolei.com.br/saas-software-as-a-service/http://bimeanalytics.com/blog/evolution-saas-softwareasaservice-historical-timeline-infographic/http://www.imoport.com/noticia.aspx?ID=77+85+198+37+17+128+32+32+16+155+196+98+94+253+139+76
  136. 136. E R P
  137. 137. GRUPOCHRISTOPHER SCOTINI ROZÁRIOEDER WATANABE ROCHANICOLE MITIE INOUYETHIAGO SILVA DE JESUSVINICIUS SERAFIM PEREIRA DA SILVA
  138. 138. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  139. 139. Visão Geral  Sistema de gestão  Sistema modulado capaz de integrar diversas partes de uma empresa  Cliente/Servidor  Alto custo
  140. 140. Visão Geral Financeiro Estoque Fábrica E.R.P. CRM R.H.
  141. 141. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  142. 142. De onde vem o ERP  Sistemas MRP  Sistemas MRPII  Surgimento do ERP
  143. 143. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  144. 144. Aplicabilidade  Geralmente empresas de médio/grande porte  O ERP resolve problemas localizados?  Qual a vantagem de utilizar ERP de uma forma global na empresa?  Como implantar?
  145. 145. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  146. 146. Por que utilizar ERP?  Centralizador de informações  Trabalhando com just-in-time  Fluxo de dados  Alinhamento de processos (BPM? Não)
  147. 147. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  148. 148. Pontos negativos  Alto custo(O investimento vale a pena?)  Esforço/Tempo exigido para sua implantação  Tempo de retorno  Dependência do fornecedor  Problemas sociais
  149. 149. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  150. 150. Erros Comuns Gerência Escopo de Projetos Planejamento Processos Críticos Envolvimento Testes Do Pessoal
  151. 151. E.R.P. Visão Geral De onde vem o ERP? Aplicabilidade Por que utilizar? Pontos Negativos Erros Comuns Previsões
  152. 152. Previsões Customer 1 Customer 2 E.R.POWNER Customer 3 Customer N
  153. 153. Referências • http://www.prodel.com.br/ERP.htm • https://sites.google.com/site/sistemadegestaointegradaerp/a-evolucao- do-erp • http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/12/03/erp-em-2011-as- 10-tendencias-mais-importantes-do-ano/ • http://www.rgm.com.br/blogrgm/?p=550 • http://www.starsoft.com.br/noticia-detalhes.aspx?id=107 • http://0fx66.com/blog/sistemas/sistemas-erp/ •http://www.ead.fea.usp.br
  154. 154. FERRAMENTAS PARAGESTÃO DO CONHECIMENTO (KNOWLEDGE MANAGEMENT) Seminário de Teoria dos Sistemas da Informação
  155. 155. 4o Semestre de Sistemas da Informação Daiane Sena – 11100408 João Guilherme – 11104120Leônidas do Nascimento – 111101904 Rodolpho Maziero – 11106485
  156. 156. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento(Knowledge Management System - KMS)?
  157. 157. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento(Knowledge Management System - KMS)?
  158. 158. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento(Knowledge Management System - KMS)?
  159. 159. A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DOCONHECIMENTO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
  160. 160. A PropostaBenefíciosSoftware sugerido para Gestão do Conhecimento
  161. 161. A PropostaBenefíciosSoftware sugerido para Gestão do Conhecimento
  162. 162. A PropostaBenefíciosSoftware sugerido para Gestão do Conhecimento
  163. 163. Benefícios - Transforma a instituição num ambiente mais agradável e confiante para s e trabalhar; - Descentraliza as tarefas e o conhecimento; - Permite a rotatividade entre diversas áreas da instituição; - Melhora a visão interna dos processos executados; - Melhora a organização dos processos existentes; - Viabiliza a localização de pontos de melhorias (estimula a criatividade); - Viabiliza a analise de novos investimentos em infra estrutura (médio prazo); - Reduz os gastos com o treinamento, salas não utilizáveis e máquinas paradas; - Melhor a visão externa; - Atraí mais alunos e parcerias (aumento substancial da receita); - Aumenta a competitividade em relação a outras instituições;
  164. 164. A PropostaBenefíciosSoftware sugerido para Gestão do Conhecimento
  165. 165. Fundada em 1996, a Ciatech evoluiu de uma empresa de soluções digitais parauma companhia especializada em soluções b2b para o treinamento edesenvolvimento corporativo à distância (Corporate Learning System). Nossaatuação contempla o desenvolvimento de cursos e-learning sob medida(softwares personalizados), conteúdos de catálogo, plataforma LMS e RedesSociais Corporativas.Fábrica de ConhecimentosA solução de Fábrica de Conteúdos é destinada a um modelo de projeto focadoem grandes demandas, com entregas as vezes superiores a dez cursos pormês.
  166. 166. Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  167. 167. UMA APLICAÇÃO DO GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA VIDA REAL
  168. 168. Bibliografia[Ciatech – Atena ALMS]http://www.ciatech.com.br/plataforma-lms-atena/[Dado, Informação e Conhecimento]http://www.youtube.com/watch?v=4MwxXtOMEFY&feature=relmfu[Tipos de Conhecimento - Tácito e Explicito]http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=bWHonmRAS6M[Gestão do Conhecimento]http://www.youtube.com/watch?v=4uewCxZsdmY&feature=relmfu
  169. 169. GRUPOALYNE SALGADO ALVESDENIS ROBERTO MENDES MELOFELIPE BORGES DE ALMEIDA PEREIRARAPHAEL DA SILVA GUIMARÃESTHIAGO PORTO DA SILVA
  170. 170. SCM Supply Chain ManagementSINA4AlessandroFelipe de Sousa
  171. 171. GRUPO• ALESSANDRO JULIAN MANJON MAZOCA• FELIPE DE SOUSA FERNANDES
  172. 172. O que é SCM?Chama-se SCM (Supply Chain Management, ou em português GCS, gestãoda cadeia de suprimentos) trata-se dos metodos de gerenciamento decontrole de logística;Resumindamente;É o caminho que um produto percorre desde a sua fabricação até o consumo,passando pelos distribuidores e revendedores.O SCM vem para que este caminho seja percorrido de uma maneira maisrápida e com menor custo.
  173. 173. O que é SCM?
  174. 174. Vídeo
  175. 175. Importância nas empresasAs empresas que fazem uso do Supply Chain bem aplicado, conseguemalcançar os seguintes pontos;• Redução de custos em logística e armazenagem• Ampliação dos lucros;• Melhoria na cadeia dos ciclos de fornecimento• Melhoria no relacionamento com clientes e fornecedoresTrata-se de obter o produto certo, na hora certa, na quantidade certa ecom o menor estoque possível;
  176. 176. T.I aplicado a SCMAbaixo alguns sistemas corporativos que auxiliam na administração do SCM; *o SCM tem como base a automatização dos processos, visando aagilidade e a resposta rápida de seus fornecedores• Pipeline www.gopipeline.com• ERP’s (MicrosigaSAP, entre outros) www.totvs.com.br - www.sap.com• Palisade (análise de estoque) www.palisade.com.br• Oracle ERP www.oracle.comsolutions
  177. 177. Evolução Histórica ?- O conceito SCM surgiu durante a Revolução Industrial, em 1880.- Nessa época, o Arsenal de Veneza, de longa tradição na construção denavios, apresentou o primeiro sistema completo de controle de produção.- A partir dos anos 70, os consumidores se tornaram mais exigentes,obrigando as empresas a darem respostas rápidas a questões básicas, comoreduzir o custo dos produtos ou oferecer atendimento rápido com qualidade.- A evolução tecnológica provocou mudanças drásticas nos padrões demercado, com isso as empresas se viram obrigadas a conter gastos e aomesmo tempo acompanhar o desenvolvimento da TI. Assim a gestão dascadeias de suprimentos passou a ser fator determinante na vida dasorganizações.
  178. 178. Histórico do SCM ?
  179. 179. O que vem por aí...• A demanda por Supply Chain, de acordo com o instituto de pesquisas norte-americano, continua bastante concentrada no segmento de manufatura, porém já se vêem perspectivas de aumento substancial na adoção pelo varejo. Projetos modulares, financeiramente justificáveis, com prazos de implementação e orçamentos planejados, serão a tônica dos empreendimentos dos usuários.• E-commerce, colaboração entre funcionários, integração de aplicações, gerenciamento do conhecimento, segurança, ganhos de eficiência operacional e extração de informações relevantes a partir de massas de dados armazenados serão importantes agentes aceleradores dos projetos de Supply Chain.
  180. 180. O que vem por aí...• O que vai tornar mais atraente o mundo do Supply Chain serão as soluções que permitirem melhor integração e mais colaboração. Práticas que possibilitem às empresas estabelecer um processo colaborativo com outros componentes da cadeia de suprimento.• A mobilidade, aliada aos diferentes dispositivos que ajudam a trabalhar melhor em um processo colaborativo (como os sistemas de radiofrequência) , também será de fundamental importância no avanço do gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos.
  181. 181. Resultados do SCM ?• Satisfação do cliente• Redução de custos• Aumento da lucratividade• Melhoria da colaboração com fornecedores e clientes• Controle de estoque• Redução de fornecedores• Compartilhamentos de informações• Soluções coletivas para os problemas
  182. 182. Estrutura do SCM ?• Harrison e Hoek, propoem uma estrutura dividida em 6 etapas para atingir esta forma eficaz de se gerenciar uma cadeia de suprimentos:• 1) Desenvolver uma estratégia para a cadeia de suprimentos• 2) Coletar informações sobre a cadeia de suprimentos• 3) Desenvolver parcerias e alianças eficazes na cadeia de suprimentos
  183. 183. Estrutura do SCM ?• 4) Fazer um piloto de novas soluções para a cadeia de suprimentos• 5) Organizar-se para o melhor desempenho da cadeia de suprimentos• 6) Desenvolver um sistema de medição do desempenho da cadeia de suprimentos
  184. 184. Vantagens e Desvantagens• Vantagens:• Redução de custo• Entrega no prazo• Redução de estoque• Desvantagens:• Um SCM mal organizado pode fazer com que setores sejam sobrecarregados e com isso atrasa os processos da empresa, desde o pedido do cliente até o prazo de entrega.
  185. 185. Vantagens e Desvantagens
  186. 186. Pesquisa Geral
  187. 187. Tempo de Implantação
  188. 188. Importância das Escolhas
  189. 189. Bibliografia• www.supplychainonline.com.br/• http://cadeiasupplychain.blogspot.com.br/• http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/1039.pdf• ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/97_37.pdf• http://www.novomilenio.br/cursos/Artigos/Gestão%20da%20Cadeia%20de%20Sup rimentos%20na%20Industria%20da%20Construção%20Civil.pdf• http://www.slideshare.net/fcitolin/04-cadeia-de-suprimentos• http://www.axiaconsulting.com.br/down/Pesquisa-SCM.pdf• http://www.ilos.com.br/web/index.php?option=com_content&task=view&id=1003 &Itemid=74&lang=us
  190. 190. Governo Digital para Todos Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
  191. 191. GRUPO: Douglas Gomes Ferrari Raphael Gomes Nishimura Vinicius Maranihttp://www.governoeletronico.gov.br
  192. 192. Estrutura OrganizacionalComitês Técnicos1. Inclusão Digital2. Gestão de Sítios e Serviços Online3. Integração de Sistemas4. Sistemas Legados e Licenças5. Infra-Estrutura de Rede6. Governo para Governo7. Implementação do Software Livre8. Gestão de Conhecimento e Informação Estratégica
  193. 193. Diretrizes de Governo Eletrônico Promoção da cidadania como prioridade Indissociabilidade entre inclusão digital e o governoeletrônico Utilização do software livre como recurso estratégico Gestão do Conhecimento como instrumento estratégicode articulação e gestão das políticas públicas Racionalização dos recursos Adoção de políticas, normas e padrões comuns Integração com outros níveis de governo e com osdemais poderes
  194. 194. Componentes EstratégicosPrograma Nacional de Programa Brasileiro de Governo Eletrônico Inclusão Digital (e-serviços) e-PING – Padrões de Interoperabilidade
  195. 195. e – PINGDefiniçãoArquitetura que define um conjunto mínimo depremissas, políticas e especificações técnicasque regulamentam a utilização de TIC no GovernoFederal, estabelecendo as condições deinteração com os demais poderes e esferas degoverno e com a sociedade em geral.
  196. 196. e – PINGSegmentação Interconexão Segurança Meios de acesso Organização e intercâmbio de informações Assuntos para integração de governo
  197. 197. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalAmpliar o acesso às TIC entre as classes C, DeEIntegrar e coordenar as ações de inclusão digitalInduzir e fomentar a criação de espaços públicos de acesso comunitário por governos municipais, estaduais, iniciativa privada e sociedade civilEstimular política pública de inclusão digital
  198. 198. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalDimensões Prioritárias  Projeto PC Conectado  Projeto Casa Brasil  Escolas Conectadas  Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital
  199. 199. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalProjeto PC ConectadoTem por objetivo promover a inclusão digital dos domicíliosde menor renda e micro empresas.  Facilitar a compra de um computador através da oferta de preços e condições de financiamento especiais  Disponibilizar o acesso à Internet a baixo custo
  200. 200. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalProjeto PC Conectado - BenefíciosInfra-estrutura Conteúdo  Baixo custo com garantia  Acesso à informação geral e  Financiamento com condições dados sobre o governo especiais  Acesso aos meios eletrônicos  Treinamento para uso (como declaração de IRPF)Conectividade  Baixo custo de conectividade  Instalação de acesso  Suporte técnico
  201. 201. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalProjeto Casa Brasil  Disseminar espaços de convergência de programas e serviços governamentais voltados para a inclusão digital  Locais de interação social e de desenvolvimento de atividades comunitárias geridos com autonomia pelas comunidades beneficiadas  Metas: implantação de 1 mil unidades até junho de 2005 e de 6 mil até 2007  Espaço virtual para produção e circulação de informações constituindo-se em rede integradora das Casas Brasil
  202. 202. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalProjeto Casa Brasil Virtual  Criar um Portal de apoio às iniciativas de inclusão digital, especialmente as Casas Brasil e outros telecentros  Espaço virtual para produção e circulação de informações constituindo-se em rede integradora das iniciativas de inclusão digital
  203. 203. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalInfra-estrutura Nacional de Inclusão Digital Prover uma infra-estrutura de comunicação de voz, dados e imagem com capilaridade superior a existente, com a qualidade necessária, o menor custo possível e com grau de segurança adequado, para toda a Administração Pública Federal de forma a suportar as demandas de serviços dos projetos de Governo Eletrônico.
  204. 204. Programa Brasileiro de Inclusão DigitalInfra-estrutura Nacional de Inclusão DigitalBenefícios:  Disponibilização de serviços de dados, voz e imagem  Economia com custos de telecomunicações  Segurança das Informações do Governo Federal  Alta velocidade e alta performance para as aplicações de Governo Eletrônico  Possibilidade de implantação em etapas
  205. 205. Programa Nacional de Governo EletrônicoDiretrizes Estratégicas:  Implantar de forma unificada serviços por meios eletrônicos no governo federal;  Integrar outros níveis de governo na prestação de serviços;  Desenvolver e-serviços orientado por eventos da vida de cidadãos e demais setores sociais;
  206. 206. Programa Nacional de Governo EletrônicoDiretrizes Estratégicas:  Definir e Implantar padrões de usabilidade e acessibilidade para e-Serviços  Definir canais de entrega para o conjunto da população;  Avaliar e Monitorar a evolução de e-serviços em âmbito nacional a partir de melhores práticas;
  207. 207. Programa Nacional de Governo EletrônicoAções Estratégicas: Estabelecer um Portifólio de e-Serviços relacionadasa Direitos e Obrigações que incremente a prestação deserviços por meio eletrônicos, o controle social e aparticipação popular; Agenda de Serviços Interoperáveis para cidadãos,empresas integrando governos locais, estaduais e governofederal
  208. 208. Programa Nacional de Governo EletrônicoAgenda de Serviços Interoperáveis: 1. Social Identificação única dos cidadãos 2. Saúde, Higiene e Nutrição Identificação Usuário SUS, Acesso a Serviços de Saúde, Acesso a Informações Clínicas 3. Segurança Pública Infoseg (GT em andamento) 4. Educação (ainda não apontados pelo MEC) 5. Administração e Gestão (Compras Otimização da Compra de Medicamentos Governamentais) (Compras integradas entre as esferas)6. Economia e Finanças (Prestação de Contas) Sistema de Transferência de Recursos Públicos via Convênio 7. Desenvolvimento Econômico Abertura e registro de empresas
  209. 209. Programa Nacional de Governo EletrônicoAções Estratégicas: Consolidar um Plano Nacional para a implantação de Serviços de Governo Eletrônico (período 2004-2006)  Implantar análise de Melhores Práticas de Governo Eletrônico em âmbito nacional com indicadores públicos de qualidade
  210. 210. Governo Eletrônico entre PaísesAgenda:  Identificar áreas de atuação transfronteiras (Serviços): segurança pública, importação e exportação, licitações públicas e outros;  Construir Padrões de Interoperabilidade Transfronteiriços;  Desenvolver estandares de Governo Eletrônico que permitam a interação de serviços entre países.
  211. 211. Governo Eletrônico entre PaísesContexto:  Atuar em consonância com a visão estratégica de fortalecer a América Latina e Caribe no contexto internacional;  Fomentar o desenvolvimento econômico na América Latina na área de Tecnologia da Informação e Comunicação, com cada país destacando a sua potencialidade específica.
  212. 212. alessandro.almeida@uol.com.brwww.slideshare.net/alessandroalmeida

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