A razão na filosofia contemporâena

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A razão na filosofia contemporâena

  1. 1. A Razão na Filosofia Contemporânea
  2. 2. Fenomenologia Husserl não aceitou a solução hegeliana parao problema do inatismo e empirismo. Foi o criador dafenomenologia (que descreve as estruturas daconsciência), que manteve o inatismo, mas com ascontribuições trazidas pelo kantismo. Em outraspalavras, a fenomenologia considera a razão umaestrutura da consciência (como Kant), mas cujosconteúdos são produzidos por ela mesma,independentemente da experiência (diferentemente doque dissera Kant).
  3. 3. A Escola de FrankfurtOs filósofos dessa Escola, como Theodor Adorno,Herbert Marcuse e Max Horkheimer, têm umaformação marxista e, por isso, recusam a idéiahegeliana de que a História é obra da própria razão,ou que as transformações históricas da razão sãorealizadas pela própria razão, sem que esta sejacondicionada ou determinada pelas condiçõessociais, econômicas e políticas.
  4. 4. A Escola de Frankfurt Hegel errou quando supôs que a razão seja uma força histórica autônoma (isto é, não condicionada pela situação material ou econômica, social e política de uma época), e, em segundo lugar, na suposição de que a razão é a força histórica que cria a própria sociedade, a política, a cultura. Hegel acertou quando afirma que as mudanças históricas ocorrem pelos conflitos e contradições. Hegel errou ao supor que tais conflitos se dão entre diferentes formas da razão, pois eles se dão como conflitos e contradições sociais e políticas, modificando a própria razão.
  5. 5. A Escola de FrankfurtOs filósofos da Teoria Crítica consideram queexistem, na verdade, duas modalidades da razão: arazão instrumental ou razão técnico-científica, queestá a serviço da exploração e da dominação, daopressão e da violência, e a razão crítica ou filosófica,que reflete sobre as contradições e os conflitossociais e políticos e se apresenta como uma forçaliberadora.
  6. 6. Razão e descontinuidade temporalNos anos 60, desenvolveu-se, sobretudo na França,uma corrente científica (iniciado na lingüística e naantropologia social) chamada estruturalismo. Paraos estruturalistas, o mais importante não é amudança ou a transformação de uma realidade (deuma língua, de uma sociedade indígena, de umateoria científica), mas a estrutura ou a forma queela tem no presente.

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