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PROGRAMA CANA IAC                MELHORAMENTO                   GENÉTICOÁREA MELHORAMENTO        ÁREA AMBIENTES DE PRODUÇÃ...
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SOCIALIZAÇÃO• Cria conhecimento compartilhado• Possibilita que o conhecimento tácito seja  transferido de uma organização ...
BIOTECHNOLOGY PARTNERS• GENE EXPRESSION: CENA/USP; QUÍMICA/USP; UNICAMP;  IAC/APTA• GENETIC MAPPING: UNICAMP; ESALQ/USP; I...
FORMAS DE CONHECIMENTOCODIFICADO:- livros,- artigos,- software,- CD’s,- fitas,- fórmulas
O PROCANA: REDE DE SUCESSO• Organização: rede de pesquisa, com  participação de instituição de pesquisa (IAC),  universida...
Fatores que propiciam a socialização na rede do Procana• Treinamento do Programa Cana• Grupo Fitotécnico de Cana• Visitas ...
ALGUMAS CONCLUSÕES• Importância fundamental da socialização do  conhecimento tácito para possibilitar o trabalho  em conju...
REDE APTA/CANA• Oportunidade para a  socialização de conhecimentos e  convergência de idéias entre  diversas instituições
PROGRAMA CANA IAC      NEMATOLOGIA        FITOPATOLOGIA        ENTHOMOLOGIA                     LEILA DINARDO-MIRANDA     ...
ÁREA: Manejo integrado depragas em cana-de-açúcar• Diatraea saccharalis• Mahanarva fimbriolata• Pragas de solo  – Sphenoph...
Linhas de pesquisa1.    Avaliação de danos causados pelas diferentes pragas às variedades      de cana, em diferentes ambi...
ÁREA NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DA CANA1) Nutrição de cana1.1. Adubação nitrogenada1.2 Micronutrientes1.3 Fixação biológica de N ...
Área de Ecofisiologia e Biofísica1) pesquisas na área de Climatologia Agrícola com enfoque em:• modelagem e estatística ag...
ÁREA MATOLOGIAOBJETIVO: Gerar e transferir conhecimento sobre biologia e manejo das plantas daninhas ematuração da cana-de...
ÁREA MODELAGEM1. Utilização da programação linear na escolha e   alocação otimizada de variedades de cana-de-açúcar   nos ...
COLEÇÃO PÚBLICA DE CANA-DE-AÇÚCAR           GRUPO GESTOR DO GERMOPLASMA  Caracterização botânica, citogenética, molecular ...
COLEÇÃO PÚBLICA DE CANA-DE-AÇÚCAR            NÚCLEO GESTOR DO GERMOPLASMA Uso propriamente dito:– Hibridação:   •   Planej...
ÁREA DE BIOTECNOLOGIA    Prospecção de genes de interesse para o melhoramentoTolerância a seca: expansão  da cana para o c...
ÁREA DE BIOTECNOLOGIAIdentificação de genes para acúmulo de sacarose, lignina,  biomassa
Redução do uso de adubos nitrogenados pela     utilização de microorganismos diazotróficos   Azospirillum spp.; Glucanoace...
Desenvolvimento de sistemas de diagnósticos         para as principais doenças da canaEscaldadura-das-folha               ...
Desenvolvimento de cana-de-açúcar    geneticamente modificada
Aplicação Marcadores Moleculares   • Proteção Varietal:“Fingerprinting”: perfis únicos de DNA que caracterizam um clone el...
• Ligação marcador com característica de interesse                                            Produção                    ...
Jardim Varietal
INFRA-STRUCTURE BEING IMPLEMENTED:                                             BIOEN                                      ...
INFRA-STRUCTURE AVAILABLE:                                   BIOEN                                    FAPESP              ...
MELHORAMENTO CANA-DE-AÇÚCAR IAC                ETAPAS                             Ampliação                               ...
PROGRAMA CANA IAC              Estação de Hibridação – Serra Grande, Uruçuca, Bahia                                       ...
ESTAÇÃO DE HIBRIDAÇÃO IACCROSS STATION (IAC), URUÇUCA, BA.ACQUISITION: JUNE/2009FACILITIES INITIAL INVESTMENT : SEPTEMBER/...
Cronograma do Processo                         Segunda   Terça   Quarta   Quinta   Sexta   SábadoLevantamentoIdentificação...
COLEÇÃO DE TRABALHO IAC - URUÇUCA, BA
COLEÇÃO DE TRABALHO IAC - URUÇUCA, BA
RESULTADOS HIBRIDAÇÃO 2011 760 hibridações (63,61% superior a 2010) Índice de florescimento do BAG: 85,10% Levantamento...
REDE DE ABRANGÊNCIA9 REGIÕES DE SELEÇÃO 108 empresas conveniadas 56 ensaios regionais 327 Ensaios de  caracterização fi...
Our strategy  GENOTYPES           X     ENVIRONMENTUnderstanding                          Qualification of  the plant     ...
G vs E interactions                    PARTE I- INTRODUÇÃO   Establishment of regional selection strategy in     expansion...
OUR GOALS        To explore specific genetic resources able to contribute                                   to            ...
OUR MAIN FOCUSDevelopment of cultivars   Development of genotypes  tolerant to drought        with bioenergy profile
INTRODUÇÃOCENÁRIOS:  1. O setor sucroalcooleiro deverá expandir a área plantada com      cana-de-açúcar dos atuais 9 milhõ...
INTRODUÇÃOCENÁRIOS:1. A deficiência hídrica é um dos estresses ambientais   responsáveis por maiores danos à produção da c...
INTRODUÇÃOCENÁRIOS:1. O desenvolvimento de variedades mais tolerantes   à seca tem sido uma das prioridades do programa   ...
INTRODUÇÃONOVOS PROJETOS:1. “ESTRATÉGIAS INTEGRADAS PARA O MELHORAMENTO   GENÉTICO DA CANA-DE-AÇÚCAR VISANDO TOLERÂNCIA   ...
ENSAIOS EM GOIÁS      + H2O   - H2O
SEQUEIRO   IRRIGADOVariedade      TCH           TCH     % SEQ/IRRIGVAR.A          91,6        147,3       0,62VAR.B       ...
DADOS DO TOP IRRIGA:Colunas1      Colunas2 Colunas3       GANHOS %GERAL        SEQUEIRO IRRIGADO       IRRIG./SEQU.14 VARI...
Região                           Usinas                                 Cidade           Estado                           ...
CARACTERIZAÇÃO: POTENCIAL BIOLÓGICO, SELEÇÃO            REAÇÃO A FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS,REGIONAL                    ...
CLONES EM PROCESSO DE               SELEÇÃO REGIONALREGIONAL 2001 GOIÁS3o Corte     AMBIENTE C2COLHEITA PRECOCE           ...
INTRODUÇÃOO presente trabalho pretende discutir aspectosrelevantes da interação entre a cana-de-açúcar eambientes      est...
MECANISMOS DE TOLERÂNCIAAlterações morfo-fisiológicas:1. enrolamento da folha,2. alteração do ângulo da folha,3. redução d...
MECANISMOS DE TOLERÂNCIA A deficiência hídrica afeta vários aspectos do metabolismo vegetal, em especial a fotossíntese. a...
Programa de seleção de variedadesde cana-de-açúcar para o Cerrado           de altitude.       AGOSTO/2007                ...
RB867515           SELEÇÃO REGIONAL      (US.AGROSERRA - MARANHÃO)   IACSP01-8011                     IACSP99-2121SP87-425...
DENSIDADE = 0,82
OESTE DA BAHIA               LATOSSOLO 1 (Ambiente E1)                     JULHO 2010VARIEDADE COMERCIAL                  ...
O rápido fechamento estomático em cana-de-açúcar em condição de déficit hídrico éADICIONALIDADES VARIETALuma característic...
FOTOSSÍNTESE: comprometida em condição de déficit hídrico, ocasionandodecréscimos na produção de carboidratos que posterio...
MECANISMOS DE TOLERÂNCIA Plantas mais tolerantes ao déficit hídrico: pode  haver ajustamento osmótico, sendo que o acúmul...
MECANISMOS DE TOLERÂNCIA Dentre as razões fisiológicas que determinam as diferenças entre genótipos tolerantes e sensívei...
Desenvolvimento de tecnologias para região deexpansãoESTRATÉGIAS:  1. Intensificar estratégias de seleção regional     Sol...
Desenvolvimento de tecnologias para região de expansãoESTRATÉGIAS:  2. PLANTIO DE OUTONO/INVERNO  Viável pela temperatura ...
COMPARATIVO PLANTIO FEVEREIRO X JULHO    FEVEREIRO/2005       JULHO/2005  72,6 t.ha            100,0 t.ha
COMPARATIVO PLANTIO FEVEREIRO X JULHO                    IAC91-1099     TCH = 85T/HA                   TCH = 125T/HA     P...
Desenvolvimento de tecnologias para região de expansão ESTRATÉGIAS:    3. COLHEITA ANTECIPADA: março – outubro    TROCAR O...
Desenvolvimento de tecnologias para região deexpansão ESTRATÉGIAS:    4. QUANDO IRRIGAR? Déficit hídrico em Ribeirão Preto...
Tabela 1. Parâmetros de estabilidade e adaptabilidade estimados segundo o método de Eberhart e Russel,para dezoito genótip...
Índice ambiental e estabilidade para TCH/dia   variedades estáveis: É uma variedade que responde a umacondição mais favorá...
ALOCAÇÃO CONFORME PERFIL DE RESPOSTA VARIETAL110100                                                                  GANHO...
MATRIZ DE AMBIENTES “Matriz de ambientes”: “caselas ambientais”           Introdução e conceitosdefinidas a partir da int...
Introdução              Fator “ÉPOCA” SAFRA DO CENTRO SUL  – INÍCIO: OUTONO (01 de ABRIL – 21 de JUNHO)  – MEIO: INVERNO ...
Fator “ÉPOCA”      Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil        (precipitação pluviométrica média – mm)300250200...
Fator “ÉPOCA”         Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil                        e ciclo do Outono300250      ...
Fator “ÉPOCA”      Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil                     e ciclo de Inverno300              ...
Fator “ÉPOCA”          Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil                        e ciclo de Primavera300     ...
Fatores “ÉPOCA x AMBIENTES”Tabela 2. Déficit hídrico estratificado de algumas regiões canavieiras ao longo da safra emfunç...
Fator “AMBIENTES”
Fator “AMBIENTES”DIVERSIDADE DE TIPOS DE SOLOS
Fator “AMBIENTES”
Fator “AMBIENTES”
Fator “AMBIENTES”
Fator “AMBIENTES”
LV-116% de argila18% de argila22% de argila
LV-225% de argila26% de argila29% de argila
LV-340% de argila45% de argila53% de argila
LV-455% de argila62% de argila67% de argila
NV-340% de argila45% de argila53% de argila
PVA-210% de argila8% de argila33% de argila
Fator “AMBIENTES”CANA NO ARGISSOLO X LATOSSOLO                         LATOSSOLO   ARGISSOLO
Fator “AMBIENTES”CANA NO ARGISSOLO (PV-3)      CANA NO LATOSSOLO (LV-1)
Mesotr.AMBIENTES   D2, E1, E2   C1,C2, D1    A1, A2, B1, B2                                                  Landell et al...
MATRIZ DE AMBIENTESTabela 1. Matriz de ambientes de produção, com nove caselas dadaspelas combinações de ambientes/solos e...
MATRIZ DE AMBIENTESFigura 1 – Produção de biomassa (TCH) e matriz de ambientes (médias de 275clones ou cultivares, 260 exp...
ENVIRONMENTAL MATRIX  Table 1. Production environment matrix with nine cells given by soil and harvest  season combination...
Safra outono       Safra Inverno    Safra primavera    Solos                01/Abril a 21/Jun   22/Jun a 21/Set   22/Set a...
MÉDIA MATRIZ: 80,0 t/ha  MÉDIA                   88,9      73,2          65,9                                 26% DE REDUÇÃO
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos1. Trocas gasosas e atividade fotoquímicaAs variávei...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos2. Atividade fotoquímica   As variáveis da atividade...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos1.   Potencial da água na folha: estado hídrico das ...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicosConteúdo de clorofila a e b: O conteúdo de clorofila...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros biométricos Os componentes biométricos ligados a produtividade ...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros biométricos   Considerando-se a densidade do colmo igual a 1, a ...
ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTES  Para estimativa do TCH biométrico, adotam-se os  seguintes critérios (Lan...
T.C.H.e = D2 x C x H x (0,007854 : E) onde:T.C.H.e = tonelada de cana por hectare (valor estimado);D = diâmetro do colmo (...
BIOMETRY                                                    PERFIL VARIETAL                     TCH = d2 x C x h (0,007854...
IACSP94-2101                             - LOCAL: GOIÁS                             -PRODUTIVIDADE: 162 t/ha              ...
IACSP94-2101           IACSP94-2101           PLANTIO:JUNHO/2009           FOTO:ABRIL/2010           IDADE: 300 DIAS      ...
BIOMETRY                                                    PERFIL VARIETAL                     TCH = d2 x C x h (0,007854...
IAC91-1099PTIO MECÂNICO EM ORGÂNICO EM ABRIL1º CICLO
BIOMETRY                                                    PERFIL VARIETAL                     TCH = d2 x C x h (0,007854...
BROTAÇÃO SOCA (3º ciclo)                     SP83-2847                    IACSP93-3046
VARIEDADES IACIAC NOVAS VARIEDADES (OUTUBRO DE 2005)INSTITUTO AGRONÔMICO                                                  ...
IACSP95-5000 No   ensaios: 150
IACSP95-5000IACSP95-5000    OUTONO       INVERNO       PRIMAVERA  AMBIENTES                         1             2       ...
IACSP95-5000     IACSP95-5000     VIVEIRO DE MUDA     FOTO: MAIO/2009     IDADE: 10 MESES     REGIÃO: GOIÁS     PRODUTIVID...
IACSP95-5000: PLANTIO MECÂNICO NO CERRADOIACSP95-5000PLANTIO MECÂNICOFOTO: MAIO/2010IDADE: 40 DIASREGIÃO: GOIÁS
IAC91-1099No   ensaios: 155
IAC91-1099      OUTONO       INVERNO       PRIMAVERA  AMBIENTES                         1             2           5FAVORÁV...
IAC91-1099: PLANTIO MECÂNICO NO CERRADOIAC91-1099PLANTIO MECÂNICOFOTO:06/MAIO/2010IDADE: 32 DIASREGIÃO: GOIÁS
IAC91-1099 PRÓXIMO A COLHEITA:     PORTE ERETO COM TCH DE 145t/ha                                IAC91-1099               ...
IAC91-1099PLANTIO MECÂNICO: FINAL MARÇO/2010FOTO:06/MAIO/2010IDADE: 45 DIASREGIÃO: GOIÁS
IAC91-1099PLANTIO:JULHO/2009FOTO:JANEIRO/2010IDADE: 200 DIASREGIÃO: GOIÁS
IACSP94-2094   No   ensaios: 132                  IAC91-1099                  PLANTIO:JULHO/2009                  FOTO:JAN...
IACSP94-2094    OUTONO          INVERNO       PRIMAVERA   AMBIENTES                          1               2            ...
PRODUTIVIDADE NO 2O CORTE C/                                         IDADE 12 MESES CICLO: 104 T/HA                       ...
IACSP94-2094
IACSP93-3046   No   ensaios: 192
IACSP93-3046    OUTONO       INVERNO       PRIMAVERA  AMBIENTES                         1             2           5FAVORÁV...
PLANTIO MECÂNICO NO CERRADO           IACSP93-3046                          IACSP93-3046                          PLANTIO ...
IACSP94-2101   No   ensaios: 113
IACSP94-2101    OUTONO       INVERNO       PRIMAVERA   AMBIENTES                         1             2               5FA...
IACSP94-2101PERFIL RESPONSIVOEXCELENTE PERFORMANCE EM ÁREAS ORGÂNICAS                                           IACSP94-21...
UNIDADE JALLES - PLANTIO 2011                CTC-11       SP86-42   IACSP93-3046     RB93-5744         RB96-6928          ...
ANÁLISES DE ESTABILIDADE  REDE EXPERIMENTAL
MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO!    mlandell@iac.sp.gov.br
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo
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Palestra do pesquisador e coordenador do Programa Cana IAC, Marcos Landell.

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Os avanços na área do melhoramento convencional da cana e o papel do IAC nesse processo

  1. 1. PROGRAMA CANA IAC Histórico Expansão do Projeto para regiões de grande déficit hídricoMarcos LandellInstituto Agronômico/APTA/SAA – SP
  2. 2. INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINASFUNDAÇÃO: 1887 (124 ANOS)PRIMEIROS TRABALHOS COM CANA-DE-AÇÚCAR: 1890INÍCIO DO PROGRAMA DE MELHORAMENTO GENÉTICO CANA: 1933PRIMEIRAS VARIEDADES: 1959PERÍODO COM ATIVIDADES MINIMIZADAS: 1972 -1991REORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA CANA IAC: 1991 - 1994LANÇAMENTO DE PRIMEIRO GRUPO VARIETAL IMPORTANTE: 2005NÚMEROS DE VARIEDADES LANÇADAS NO NOVO PERÍODO: 20NÚMERO DE VARIEDADES LANÇADAS E EM PROCESSO DE ADOÇÃO: 9
  3. 3. PROGRAMA CANA IAC NEMATOLOGIA FITOPATOLOGIA ENTHOMOLOGIA LEILA DINARDO-MIRANDA CLIMA/MODELOS MATOLOGIA ORIVALDO CARLOS AZANIA MELHORAMENTO BRUNINI/MAXIMILIANO SCARPARI GENÉTICO MARCOS LANDELLMECANIZAÇÃO SOLOHAMILTON RAMOS HÉLIO DO PRADO BIOTECNOLOGIA NUTRIÇÃO PTAS LUCIANA ROSSINI HEITOR CANTARELLA/ SILVANA CRESTE RAFFAELLA ROSSETTO
  4. 4. PROGRAMA CANA IAC MELHORAMENTO GENÉTICOÁREA MELHORAMENTO ÁREA AMBIENTES DE PRODUÇÃO MARCOS LANDELL HÉLIO DO PRADO MÁRIO P. CAMPANA ANDRÉ VITTI MAURO A . XAVIER SANDRO BRANCALIÃO PERY FIGUEIREDO MAXIMILIANO SCARPARI IVAN A. ANJOS ORIVALDO BRUNINI DANIEL N SILVA ÁREA PRAGAS/NEMATÓIDES MÁRCIO P. BIDÓIA LEILA DINARDO RICARDO KANTHACK ÁREA NUTRIÇÃOJEREMIAS MENDONÇA JÚLIO CESAR GARCIA MARCELO CAMPOS FÁBIO DIAS PAULO EDUARDO HEITOR CANTARELLA THIAGO NOGUEIRA RAFFAELLA ROSSETTOVICTOR PAVELQUEIRES ÁREA BIOTECNOLOGIA CARLOS KANTHACK JR SILVANA CRESTE RÔMULO PETTI LUCIANA ROSSINI LUCIANA SOUZA ANJOS
  5. 5. Título [PT]: A criação, circulação e transformação do conhecimento em redes de inovação : o programa de melhoramento genetico da cana-de-açucar do IAC Autor(es): Mirian Hasegawa Orientador: André T. FurtadoO objetivo do presente trabalho foi tentar entender como o conhecimento circula e se transforma e como é criado erecriado durante o processo de gestação de uma inovação, no qual participam diversas organizações e atoresheterogêneos. A idéia é usar o modelo proposto por Nonaka e Takeuchi (1997). O modelo de Nonaka e Takeuchi se baseiano pressuposto de que o conhecimento humano é criado e expandido através da interação social entre os conhecimentostácito e explícito.Primeiro, o conhecimento tácito passa da forma individual para a coletiva (socialização). É importante ressaltar que oconhecimento tácito requer aprendizado, interação social e experiência para ser transferido. Segundo, o tácito coletivo éexplicitado (externalização). O conhecimento codificado é mais facilmente compartilhado, pois ele representa "informação"que pode ser transmitida a um grande número de pessoas através da infraestrutura de informação.Finalmente, os indivíduos internalizam o conhecimento explícito e, desta forma, ampliam seu estoque de conhecimentotácito.Assim, a "espiral do conhecimento" começa novamente.Nesta dissertação, procura-se entender a criação do conhecimento dentro de redes de inovação, e não somente dentro doslimites de uma organização isolada.Assume-se que o processo inovativo é caracterizado por constantes interações e feedbacks entre pesquisa,desenvolvimento e mercado.Então, o conhecimento circula por estes pólos, que são formados por muitos atores (instituições de pesquisa, usuários,firmas, indivíduos externos, etc). Estes atores são heterogêneos e formam uma rede onde cada um possui uma linguagem eum comportamento diferente. No estabelecimento das ligações sociais entre eles, muitas operações de tradução sãonecessárias antes que a comunicação e as trocas possam ocorrer de forma eficiente. O modelo de criação do conhecimentode Nonaka e Takeuchi deu conta de explicar apropriadamente os fluxos de conhecimentos dentro de uma rede de inovação.Constatou-se, no estudo de caso, que o conhecimento passou das dimensões tácita para explícita, individual para coletiva eespecífica para geral, e também ficou claro que as traduções são muito mais difíceis dentro de uma rede de inovaçãoheterogênea do que dentro de uma única organização.
  6. 6. A IMPORTÂNCIA DA SOCIALIZAÇÃO DOCONHECIMENTO PARA A FORMAÇÃO DA REDE APTA/CANA Mirian Hasegawa mirian@ige.unicamp.br WORKSHOP APTA/CANA
  7. 7. FORMAS DE CONHECIMENTOTÁCITO: incorporado em pessoas:- Cognitivo: maneiras de pensar, de encarar e resolver problemas, visões de mundo, crenças- Técnico: habilidades, know-how, conhecimentos adquiridos com a prática, intuição
  8. 8. ESPIRAL DO CONHECIMENTO Diálogo Socialização ExternalizaçãoConstrução do Associação docampo conhecimento explícito Internalização Combinação Aprender fazendo
  9. 9. SOCIALIZAÇÃO• Cria conhecimento compartilhado• Possibilita que o conhecimento tácito seja transferido de uma organização para outra• Cria um ambiente de confiança, propiciando a cooperação e aproximação 2012: 20 ANOS DE EXISTÊNCIA
  10. 10. BIOTECHNOLOGY PARTNERS• GENE EXPRESSION: CENA/USP; QUÍMICA/USP; UNICAMP; IAC/APTA• GENETIC MAPPING: UNICAMP; ESALQ/USP; IAC/APTA• TRANSFORMATION: CENA/USP; CEBTEC/USP; MEDICINA/USP; IAC/APTA• PHYSIOLOGY/LIGNIN AND DROUGHT: UNICAMP; IAC/APTA• BIOLOGICAL NITROGEN FIXATION: IAC/APTA• SUGARCANE DISEASES: ESALQ/USP; CENA/USP; SANGUINO; IAC/APTA• QUANTITATIVE GENETICS: ESALQ/USP; UNESP; IAC/APTA
  11. 11. FORMAS DE CONHECIMENTOCODIFICADO:- livros,- artigos,- software,- CD’s,- fitas,- fórmulas
  12. 12. O PROCANA: REDE DE SUCESSO• Organização: rede de pesquisa, com participação de instituição de pesquisa (IAC), universidades, usuários, empresas, cooperativas• Financiamento: público e privado, através de parcerias (convênios) e prestação de serviços• Execução: através de parcerias, deslocamento dos pesquisadores e forte interação com os usuários
  13. 13. Fatores que propiciam a socialização na rede do Procana• Treinamento do Programa Cana• Grupo Fitotécnico de Cana• Visitas dos pesquisadores do IAC às usinas
  14. 14. ALGUMAS CONCLUSÕES• Importância fundamental da socialização do conhecimento tácito para possibilitar o trabalho em conjunto e a criação da inovação;• A cada novo ciclo, a rede do Procana se torna mais convergente, os participantes se entendem cada vez melhor e trocam cada vez mais conhecimentos, numa relação de reciprocidade em que todos ganham.
  15. 15. REDE APTA/CANA• Oportunidade para a socialização de conhecimentos e convergência de idéias entre diversas instituições
  16. 16. PROGRAMA CANA IAC NEMATOLOGIA FITOPATOLOGIA ENTHOMOLOGIA LEILA DINARDO-MIRANDA CLIMA/FISIOLOGIA/ MATOLOGIA MODELOS ORIVALDO CARLOS MELHORAMENTO BRUNINI/MAXIMILIANO SCARPARI AZANIA GENÉTICO SOLOS/ MARCOS LANDELL AMBIENTES DEMECANIZAÇÃO PRODUÇÃO HAMILTON HÉLIO DO PRADO RAMOS BIOTECNOLOGIA NUTRIÇÃO PTAS LUCIANA ROSSINI HEITOR CANTARELLA/ RAFFAELLA ROSSETTO SILVANA CRESTE
  17. 17. ÁREA: Manejo integrado depragas em cana-de-açúcar• Diatraea saccharalis• Mahanarva fimbriolata• Pragas de solo – Sphenophorus levis – Migdolus fryanus – Cupins• Nematóides
  18. 18. Linhas de pesquisa1. Avaliação de danos causados pelas diferentes pragas às variedades de cana, em diferentes ambientes de produção, visando estimar nível de dano econômico2. Avaliação da distribuição espacial e temporal das diferentes espécies de praga para definição de métodos de amostragem3. Avaliação da eficiência dos diferentes métodos de controle – inseticidas químicos e biológicos; – Métodos culturais (rotação de culturas; destruição de soqueiras, etc); – Resistência varietal; – Outros métodos de controle.
  19. 19. ÁREA NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DA CANA1) Nutrição de cana1.1. Adubação nitrogenada1.2 Micronutrientes1.3 Fixação biológica de N em cana (em colaboração com a Embrapa)2) Emissão de Gases de Efeito Estufa2.1. Em fertilizantes2.2 Em subprodutos, resíduos e palha (em colaboração com a UFSCAR)3) Efeito da adubação de longo prazo sobre estoques de C e N no solo4) Preservação da palha em sistema com queira (Raffaella Rossetto, emconjunto com a Embrapa)5) Subprodutos:5.1. vinhaça, vinhaça concentrada
  20. 20. Área de Ecofisiologia e Biofísica1) pesquisas na área de Climatologia Agrícola com enfoque em:• modelagem e estatística agrometeorológica• zoneamento agroclimático• microclimatologia de cultivos• impactos de adversidades meteorológicas e mudanças climáticas na agricultura• agrometeorologia operacional2) pesquisas na área de Fisiologia da Produção Agrícola com enfoque em:• fisiologia do crescimento de plantas e da produção agrícola• uso de fitorreguladores na agricultura• relação planta-ambiente3) Desenvolvemos pesquisas na área de Agricultura Irrigada com enfoque em:• gestão de recursos hídricos• manejo da água• irrigação e drenagem• fertiirrigação
  21. 21. ÁREA MATOLOGIAOBJETIVO: Gerar e transferir conhecimento sobre biologia e manejo das plantas daninhas ematuração da cana-de-açúcar, otimizando a produção e respeitando a qualidade ambiental. LINHAS DE PESQUISA LABORATÓRIOS Laboratório de herbicidasBiologia e manejo de plantas daninhasTolerância de culturas Laboratório de isoenzimas e biologia de plantas daninhasDinâmica de herbicidasMaturação de cana-de-açúcar SERVIÇOS •Credenciamento MAPA •Laudos oficiais de aplicabilidade agronômica de herbicida e maturador APOIO FORMAÇÃO DE RH •Fapesp •Credenciamento na PG/IAC •Treinamento de pessoal (mestrado/doutorado) •Fundag •Programa de Iniciação •CNPq científica (CNPq)
  22. 22. ÁREA MODELAGEM1. Utilização da programação linear na escolha e alocação otimizada de variedades de cana-de-açúcar nos diversos ambientes de produção.2. Planejamento otimizado de corte da cana-de-açúcar utilizando a programação linear.3. Atualização de parâmetros de um modelo de estimativa do crescimento na cana-de-açúcar
  23. 23. COLEÇÃO PÚBLICA DE CANA-DE-AÇÚCAR GRUPO GESTOR DO GERMOPLASMA Caracterização botânica, citogenética, molecular e fenotípica – Aplicação de descritores botânicos: SNPC e UPOV – Caracterização citogenética – Levantamento de parâmetros biométricos e de produção de biomassa – Caracterização agroindustrial (Fibra, PC, Brix, etc) – Caracterização de reação às principais doenças – Caracterização molecular
  24. 24. COLEÇÃO PÚBLICA DE CANA-DE-AÇÚCAR NÚCLEO GESTOR DO GERMOPLASMA Uso propriamente dito:– Hibridação: • Planejamento de atividades • Decisões referente a coleção para esta finalidade • Estudos de diversidade • Programas de pré-melhoramento– Fisiologia do florescimento: • Estudos de fatores de indução • Sincronização de florescimento • Caracterização de parentais quanto ao florescimento • etc
  25. 25. ÁREA DE BIOTECNOLOGIA Prospecção de genes de interesse para o melhoramentoTolerância a seca: expansão da cana para o cerrado
  26. 26. ÁREA DE BIOTECNOLOGIAIdentificação de genes para acúmulo de sacarose, lignina, biomassa
  27. 27. Redução do uso de adubos nitrogenados pela utilização de microorganismos diazotróficos Azospirillum spp.; Glucanoacetobacter diazotrophicus, Acetobacter diazotrophicus, etc.Redução dos custos deprodução, produçãosustentável.
  28. 28. Desenvolvimento de sistemas de diagnósticos para as principais doenças da canaEscaldadura-das-folha amarelinho Ferrugem alaranjada
  29. 29. Desenvolvimento de cana-de-açúcar geneticamente modificada
  30. 30. Aplicação Marcadores Moleculares • Proteção Varietal:“Fingerprinting”: perfis únicos de DNA que caracterizam um clone eliteou variedade
  31. 31. • Ligação marcador com característica de interesse Produção QTL (Toneladas de cana por hectare –TCH) QTL Fibra QTL Pol % TPH QTL (Toneladas de açúcar por hectare)
  32. 32. Jardim Varietal
  33. 33. INFRA-STRUCTURE BEING IMPLEMENTED: BIOEN FAPESPPHOTOPERIOD FACILITY, RIBEIRÃO PRETO, SP.ACQUISITION: MAY/2010BEGINING OF HIBRIDIZATION ACTIVITIES: 2011
  34. 34. INFRA-STRUCTURE AVAILABLE: BIOEN FAPESP 400.000 SEEDLING PRODUCTION
  35. 35. MELHORAMENTO CANA-DE-AÇÚCAR IAC ETAPAS Ampliação da Seleção variabilidade clonal HIBRIDAÇÃO FS1; FS2; FS3 expressão da interaçãoPROJETOSSATÉLITES MELHORAMENTO genótipo ambiente Caracterização SELEÇÃO final e adaptabilidade REGIONAL ENSAIO NACIONAL
  36. 36. PROGRAMA CANA IAC Estação de Hibridação – Serra Grande, Uruçuca, Bahia Localização Distrito de Serra Grande - BA Latitude 14°28’22.08” Longitude 39°04’35.56” Altitude 90 metrosFooter text
  37. 37. ESTAÇÃO DE HIBRIDAÇÃO IACCROSS STATION (IAC), URUÇUCA, BA.ACQUISITION: JUNE/2009FACILITIES INITIAL INVESTMENT : SEPTEMBER/2009INITIAL OF HIBRIDIZATION ACTIVITIES: MAY 3th 2010Number of parental genotypes in 2010: 865Number of crosses in:- 2010: 500- 2011: 760
  38. 38. Cronograma do Processo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta SábadoLevantamentoIdentificação dos sexosPlanejamento cruzamentosColeta de flechasPreparoEmasculaçãoCruzamentosEncapsulamentoColeta de flechas maduras,outros
  39. 39. COLEÇÃO DE TRABALHO IAC - URUÇUCA, BA
  40. 40. COLEÇÃO DE TRABALHO IAC - URUÇUCA, BA
  41. 41. RESULTADOS HIBRIDAÇÃO 2011 760 hibridações (63,61% superior a 2010) Índice de florescimento do BAG: 85,10% Levantamento de panículas: 8751 Produção de sementes: 9,2kg sementes (280% superior a 2010) Germinação/grama: 230 Estimativa: +2.116.000 seedlings
  42. 42. REDE DE ABRANGÊNCIA9 REGIÕES DE SELEÇÃO 108 empresas conveniadas 56 ensaios regionais 327 Ensaios de caracterização final 28.584 parcelas/ANO 200.088 dados/ANO Banco de Dados: CAIANA
  43. 43. Our strategy GENOTYPES X ENVIRONMENTUnderstanding Qualification of the plant the environment Best performance of genotypes
  44. 44. G vs E interactions PARTE I- INTRODUÇÃO Establishment of regional selection strategy in expansion areas of sugarcane cultivation
  45. 45. OUR GOALS To explore specific genetic resources able to contribute to Increase in fiber content Pests resistance Diseases resistance Drought stress Identification of Genetic Molecular genes of interest transformation markers Others Molecular tools
  46. 46. OUR MAIN FOCUSDevelopment of cultivars Development of genotypes tolerant to drought with bioenergy profile
  47. 47. INTRODUÇÃOCENÁRIOS: 1. O setor sucroalcooleiro deverá expandir a área plantada com cana-de-açúcar dos atuais 9 milhões de hectares para 15 milhões de hectares nos próximos nove (9) anos. a) Áreas de expansão: oeste de São Paulo, e em áreas de cerrado de Goiás, Triângulo Mineiro e Mato Grosso do Sul. Também, há projetos para o Tocantins, Oeste da Bahia, Maranhão e Piauí. b) São regiões predominantemente ocupadas por pastagens e caracterizadas por um inverno seco, com períodos de deficiência hídrica bastante pronunciada e mais acentuada em comparação às regiões tradicionalmente ocupadas com a cultura.
  48. 48. INTRODUÇÃOCENÁRIOS:1. A deficiência hídrica é um dos estresses ambientais responsáveis por maiores danos à produção da cana, principalmente por afetar a cultura mesmo nas estações mais chuvosas, em decorrência de veranicos.2. Portanto, o desenvolvimento de genótipos de cana-de- açúcar tolerantes à seca está estritamente relacionado à sustentabilidade e à viabilidade econômica da canavicultura nas áreas sujeitas ao déficit hídrico.3. Genótipos capazes de sustentar os níveis de produtividade em condições restritivas também contribuirão para a redução do impacto ambiental, uma vez que evitarão o aumento do uso de irrigação.
  49. 49. INTRODUÇÃOCENÁRIOS:1. O desenvolvimento de variedades mais tolerantes à seca tem sido uma das prioridades do programa de melhoramento do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). 1. Projeto iniciado em dezembro de 1994 em Goiás2. Em 10 anos: aproximadamente 80 variedades de cana-de-açúcar foram lançadas no Brasil nos últimos 10 anos a) Porém poucas possuem potencial produtivo para o cultivo nas condições de cerrado.
  50. 50. INTRODUÇÃONOVOS PROJETOS:1. “ESTRATÉGIAS INTEGRADAS PARA O MELHORAMENTO GENÉTICO DA CANA-DE-AÇÚCAR VISANDO TOLERÂNCIA À SECA” – CNPq 2009 - Caracterizar a tolerância ao estresse hídrico em cana-de-açúcar e aplicar este conhecimento no programa de melhoramento do IAC para a obtenção de variedades tolerantes. a) Definição do método para caracterização da resposta ao estresse b) Validação do método de caracterização para seleção de genótipos para fins de cruzamentos e análise de expressão c) Seleção de uma população-base de clones para compor os programas de seleção recorrente do IAC
  51. 51. ENSAIOS EM GOIÁS + H2O - H2O
  52. 52. SEQUEIRO IRRIGADOVariedade TCH TCH % SEQ/IRRIGVAR.A 91,6 147,3 0,62VAR.B 115,2 145,9 0,79IACSP008057 129,4 170,5 0,76VAR.C 99,6 135,5 0,74VAR.D 95,9 135,5 0,71VAR. E 95,9 149,7 0,64VAR. F 88,3 148,8 0,59VAR. G 99,2 143,6 0,69VAR. H 115,7 161,0 0,72VAR. I 122,8 155,8 0,79RB867515 108,6 125,6 0,86VAR. L 78,9 111,0 0,71VAR. J 114,3 110,5 1,03VAR. K 101,5 143,6 0,71
  53. 53. DADOS DO TOP IRRIGA:Colunas1 Colunas2 Colunas3 GANHOS %GERAL SEQUEIRO IRRIGADO IRRIG./SEQU.14 VARIEDADES 11,42 -2,31TCH 96,8 129,5 33,78 16,4POL% CANA 16,7 1,83FIBRA % 11,69TPH 15,8752 21,6265 36,23Colunas1 Colunas2 Colunas3 GANHOS %TOP IRRIGA SEQUEIRO IRRIGADO IRRIG./SEQU.TCH 96,8 155,5 60,64POL% CANA 16,4 16,7 1,83FIBRA % 11,69 11,42 -2,31TPH 15,8752 25,9685 63,58
  54. 54. Região Usinas Cidade Estado 1 Pólo Regional Piracicaba Piracicaba SP Seleção Regional 1 Grupo São Martinho - Unidade Iracema Iracemápolis SP 1 Usina Ester Cosmópolis SP 1 Grupo São João Araras SP 1 Grupo Cosan - Unidade Bom Retiro Capivari SP 1 Grupo Cosan - Unidade Costa Pinto Piracicaba SP 1 Grupo Cosan - Unidade Rafard Rafard SP 1 Grupo Cosan - Unidade Santa Helena Rio da Pedras SP 1 Grupo Cosan - Unidade São Francisco Elias Fausto SP 2 Colorado Guaíra SP 2 Grupo Tereos - Mandú Guaíra SP 2 Grupo Carlos Lyra - Delta Delta MG 2 Grupo São Martinho Pradóplois SPREDE DE ABRANGÊNCIA 2 Grupo Pedra Serrana SP 2 Grupo Pedra - Buriti Buritizal SP 2 Grupo Pedra - Ibirá Sta. Rosa do Viterbo SP 2 Grupo Pedra - Ipé Nova Independência SP 2 Virálcool Viradouro SP 2 Grupo Balbo - Santo Antonio Sertãozinho SP 2 Grupo Balbo - São Francisco Sertãozinho SP 2 Usina Alta Mogiana São Joaquim da Barra SP 2 Centro de Cana IAC Ribeirão Preto SP Seleção Regional 2 Irmãos Toniello Sertãozinho SP 2 Grupo Cosan - Unidade Junqueira Igarapava SP 2 Canaoeste Sertãozinho SP 2 Coopercitrus Bebedouro SP10 REGIÕES DE SELEÇÃO 3 Pólo Regional Jaú Jaú SP Seleção Regional 3 Usina Barra Grande Lençóis Paulista SP 3 Ascana Lençóis Paulista SP 3 Usina Santa Fé Nova Europa SP 3 Usina Santa Cruz Américo Brasiliense SP 3 Grupo Cosan - Unidade Diamante Jaú SP 3 Grupo Cosan - Unidade Ibaté Ibaté SP 3 Grupo Cosan - Unidade Barra Bonita Barra Bonita SP 3 Grupo Cosan - Unidade Dois Corregos Dois Corregos SP 3 Grupo Cosan - Unidade Tamoio Araraquara SP 4 Pólo Regional Mococa Mococa SP Seleção Regional 4 Usina Ferrari Porto Ferreira SPa) Introdução de seedlings 4 Usina Vo Itapira SP 4 Usina Santa Rita Santa Rita do P. Quatro SP 5 Pólo Regional Pindorama Pindorama SP Seleção Regional 5 Grupo Tereos - Cruz Alta Olimpia SP 5 Grupo Tereos - Tanabí Tanabi SPb) Seleções (FS1, FS2, FS3) 5 Grupo Tereos - São José Colina SP 5 Grupo Tereos - Vertente Guaraci SP 5 Grupo Tereos - Andrade Bebedouro SP 5 Usina Catanduva Catanduva SP 5 Usina Colombo Ariranha SP 5 Associação dos Fornecedores de cana de Gauriba Guariba SPc) Ensaios Regionais 5 Grupo Cosan - Unidade Bonfim Guariba SP 6 Pólo Regional Assis Assis SP Seleção Regional 6 Usina Nova América Taruma SP 6 Usina Água Bonita Taruma SP 6 Usina Quata Quata SP 6 Grupo Cosan - Unidade Ipaussú Ipaussú SP Critérios de estratificação 7 Pólo Regional Adamantina Adamantina SP • 7 7 7 7 Usina Alto Alegre Usina Equipav Grupo Bunge - Unidade Moema Grupo Bunge - Unidade Ouroeste Presidente Pridente Promissão Orindiúva Ouroeste SP SP SP SP Seleção Regional ambiental 7 Grupo Bunge - Unidade Guariroba Pontes Gestal SP 7 Grupo Cosan - Unidade Mundial Mirandopolis SP 7 Grupo Cosan - Unidade Destivale Araçatuba SP 7 Grupo Cosan - Unidade Univalem Valparaiso SP Seleção Regionald) Ensaio Nacional 7 Grupo Cosan - Unidade Gasa Andradina SP 8 Usina Jalles Machado S.A Goianésia GO Seleção Regional 8 Usina Goiasa Goiatuba GO 8 Usina Denusa Indiara GO 8 Usina Vale do Verdão Maurilandia GO 8 Usina Tropical Bioenergia S/A Edéia GO• Estudos de estabilidade 8 Usina Alvorada Araporã MG 8 Usina W. D. João Pinheiro MG 8 Grupo ETH Costa Rica MS 8 Grupo ETH Mineiros GO 8 Grupo ETH Perolandia GO 8 Grupo ETH Alto Taquari MT• Caracterização final 8 Usina Itamarati Nova Olimpia MT 8 Grupo São João - São Francisco Quirinopolis GO 8 Grupo Andrade Santa Vitória MG 8 Grupo São Martinho - Boa Vista Qurinopolis GO 8 Grupo Bunge - Unidade Itapagipe Itapagipe MG 8 Grupo Bunge - Unidade Frutal Frutal MG 8 Usina Santa Vitória Santa Vitória MG 8 Grupo CNAA - Unidade Ituiutaba Ituiutaba MG 8 Grupo CNAA - Unidade Itumbiara Itumbiara GO 8 Grupo CNAA - Unidade Campina Grande Campina Grande MG 8 Grupo CNAA - Unidade Platina Platina MG 8 Usina BEVAP Paracatu MG 8 Usina Goianésia Goianésia GO 9 Agricola Rio Galhão Mateiros TO 9 Usina Agroserra São Raimundo das Mangabeiras MA 9 Agropecuaria Santa Colomba Cocos BA Seleção Regional 9 Alacrita Central Energética Açúcar e Álcool Santana do Araguaia PA 9 Agricola Rio de Ondas Luis Eduardo Magalhães BA
  55. 55. CARACTERIZAÇÃO: POTENCIAL BIOLÓGICO, SELEÇÃO REAÇÃO A FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS,REGIONAL ESTABILIDADE HIBRIDAÇÃO ARREBANHAR: REUNIÃO DE PRÉ-VARIEDADES REGIONAIST1/FS1: SEEDLINGS INTRODUÇÃO NA REDE T2/FS2: CLONAL ENSAIO NACIONAL/ESTADUAL DE CARACTERIZAÇÃO T3/FS3: CLONAL LANÇAMENTO DE VARIEDADESENSAIOS REGIONAIS
  56. 56. CLONES EM PROCESSO DE SELEÇÃO REGIONALREGIONAL 2001 GOIÁS3o Corte AMBIENTE C2COLHEITA PRECOCE TCH POL% TPHCLONES SUPERIORES 106,2 12,9 13,6RB867515 91,8 12,9 11,8GANHOS % 15,7% -0,4% 15,6%
  57. 57. INTRODUÇÃOO presente trabalho pretende discutir aspectosrelevantes da interação entre a cana-de-açúcar eambientes estressantes indicando algunsmecanismos da planta para tolerância a estressehídrico, assim como estratégias de produção paraestes ambientes e resultados já obtidos nestecontexto.
  58. 58. MECANISMOS DE TOLERÂNCIAAlterações morfo-fisiológicas:1. enrolamento da folha,2. alteração do ângulo da folha,3. redução da área foliar,4. redução da transpiração, fazem parte de estratégias queAlgumas destas respostas5. diminuição da condutância estomática,visam reduzir os efeitos deletérios da baixa disponibilidade6. aumento da condutividade hidráulica das raízes, tolerância àhídrica, constituindo, portanto, mecanismos de7. redução da fotossíntese (comprometimento das etapasseca (Kramer, 1980). fotoquímica e bioquímica),8. modificação da atividade de enzimas do metabolismo de nitrogênio e carbono,9. aumento no conteúdo de carboidratos solúveis e aminoácidos livres10. mudanças nos níveis de antioxidantes
  59. 59. MECANISMOS DE TOLERÂNCIA A deficiência hídrica afeta vários aspectos do metabolismo vegetal, em especial a fotossíntese. a) A fotossíntese das plantas é limitada pela restrição da abertura estomática em condição de déficit hídrico, a primeira linha de defesa ativada mesmo antes de reduções no conteúdo de água foliar (Yordanov et al., 2003). - Esta redução na abertura estomática é para tentar reduzir a perda de água para a atmosfera (transpiração) e assim evitar a desidratação excessiva em condição de déficit hídrico (Machado, 2009). - Essa resposta adaptativa é promovida pelo fechamento parcial dos estômatos, primeira linha de defesa, que também afeta a disponibilidade de substrato (CO2) para a fotossíntese (Chaves et al., 2002; Flexas et al.; 2006; Lawlor, 2002; Yordanov et al., 2003).
  60. 60. Programa de seleção de variedadesde cana-de-açúcar para o Cerrado de altitude. AGOSTO/2007 TOCANTINS JANEIRO/2008
  61. 61. RB867515 SELEÇÃO REGIONAL (US.AGROSERRA - MARANHÃO) IACSP01-8011 IACSP99-2121SP87-425 x RB855536 RB855036 x SP80-3280 RB867515 (OCAMENTO) BAHIA JULHO 2010
  62. 62. DENSIDADE = 0,82
  63. 63. OESTE DA BAHIA LATOSSOLO 1 (Ambiente E1) JULHO 2010VARIEDADE COMERCIAL IACSP94-2094
  64. 64. O rápido fechamento estomático em cana-de-açúcar em condição de déficit hídrico éADICIONALIDADES VARIETALuma característica desejável e está relacionada com a eficiente sinalização entre asTOLERÂNCIA A SECAraízes e as folhas (INMAN-BAMBER et al., 2005; NAIDU & BHAGYALAKSHMI, 1967;SALIENDRA & MEINZER, 1989; SMIT & SINGELS, 2006). No presente estudo, o genótipo- MELHOR EFICIÊNCIA fechamento estomático antecipado e manteve y e oIACSP 94-2094 apresentouNA UTILIZAÇÃO DA ÁGUA DISPONÍVELcrescimento inicial inalterado devido ao déficit hídrico quando comparado aos outrosgenótipos (Tabelas 1 e 2, Figura 10a). -2 -1Tabela 2 – Condutância estomática* (mol m s ) em três genótipos de cana-de- CERRADO CENTRAL TCH mm CHUVA/t EFICIÊNCIAaçúcar mantidos sob boa disponibilidade hídrica (controle) ou submetidos ao déficit IACSP94-2094 94hídrico pela suspensão da rega. 13,83 0,73 Genótipos** RB72454 69 18,84Tratamentos IACSP 94-2094 SP 87-365 IACSP 96-2042Controle 0,14 ± 0,02 a 0,14 ± 0,03 ns 0,12 ± 0,03 nsDéficit hídrico 0,08 ± 0,03 b 0,13 ± 0,03 ns 0,11 ± 0,01 ns*Valores referem-se às avaliações de 104 DAP, sendo a média (n=4) ± desvio padrão. **Letras distintas nacoluna indicam diferença estatística entre os tratamentos (p<0,05). ns indica diferença não significativa (p>0,05)entre os tratamentos.
  65. 65. FOTOSSÍNTESE: comprometida em condição de déficit hídrico, ocasionandodecréscimos na produção de carboidratos que posteriormente seriamarmazenados, utilizados na respiração e/ou no crescimento das plantas (Rae etal., 2005; Singels et al., 2005).FOTOSSÍNTESE PRODUÇÃO DE CARBOHIDRATOS DEFICIÊNCIA HÍDRICA
  66. 66. MECANISMOS DE TOLERÂNCIA Plantas mais tolerantes ao déficit hídrico: pode haver ajustamento osmótico, sendo que o acúmulo de íons inorgânicos como o K+ e o Cl-, assim como as moléculas acumuladas devido a alterações no metabolismo de carboidratos, tem papel relevante no ajustamento osmótico (Morgan, 1984). Solutos acumulados durante o déficit hídrico agem: a) na manutenção do balanço da água na célula, b) na proteção de enzimas e de membranas, c) como fontes de nitrogênio e carbono após a reidratação, compreendendo tanto os íons inorgânicos como os ácidos orgânicos (malato e aspartato), carboidratos solúveis (sacarose, frutose, glicose, frutano e trealose) e aminoácidos livres e proteínasFonte: Ashraf & Foolad, 2007; Hanson & Hitz, 1982; Hoekstra et al., 2001; Lawlor, 2002;McCree et al., 1984; Wahid, 2007; Yordanov et al., 2003.
  67. 67. MECANISMOS DE TOLERÂNCIA Dentre as razões fisiológicas que determinam as diferenças entre genótipos tolerantes e sensíveis à seca, pode-se destacar: (i) manutenção do estado hídrico dos tecidos em plantas tolerantes, relacionada ao rápido decréscimo da abertura estomática e limitação da transpiração, (ii) eficiente remoção dos efeitos negativos da seca durante a reidratação (Grzesiak et al., 2006). A tolerância ao déficit hídrico é variável de acordo com o estádio fenológico e a variedade (Machado et al., 2009).
  68. 68. Desenvolvimento de tecnologias para região deexpansãoESTRATÉGIAS: 1. Intensificar estratégias de seleção regional Soluções: a) Priorizar a estratégia de seleção regional integrando a ela as áreas de climatologia, pedologia e geoestatística, de modo a caracterizar a variabilidade ambiental. b) Definir parâmetros e caracteres alvos de seleção nas áreas de cerrado que reflitam o potencial genético do genótipo em condições DE SEQUEIRO, IRRIGADAS PLENAMENTE OU PARCIALMENTE (variedades de perfil rústico e responsivo)
  69. 69. Desenvolvimento de tecnologias para região de expansãoESTRATÉGIAS: 2. PLANTIO DE OUTONO/INVERNO Viável pela temperatura dos meses de Maio/Junho/Julho Goianésia/GO Tmax Tmin Maio 28,2 14,8 Junho 28,2 14,7 Julho 28,8 14,3 • Ribeirão Preto/SP Tmax Tmin Maio 30,6 9,2 Junho 29,3 7,8 OBS: histórico de 15 anos Julho 30,5 7,4
  70. 70. COMPARATIVO PLANTIO FEVEREIRO X JULHO FEVEREIRO/2005 JULHO/2005 72,6 t.ha 100,0 t.ha
  71. 71. COMPARATIVO PLANTIO FEVEREIRO X JULHO IAC91-1099 TCH = 85T/HA TCH = 125T/HA PLANTIO PLANTIO Fevereiro julhoFOTOS TIRADAS EM INÍCIO DE OUTUBRO DE 2008
  72. 72. Desenvolvimento de tecnologias para região de expansão ESTRATÉGIAS: 3. COLHEITA ANTECIPADA: março – outubro TROCAR O MÊS DE NOVEMBRO PELO MÊS DE MARÇO VANTAGENS: MÊS COLHEITA TCH5 POL%CANA TPH No CORTES MARÇO 93,5 11 10,3 9 NOVEMBRO 55,0 14 7,7 5 > 33%
  73. 73. Desenvolvimento de tecnologias para região deexpansão ESTRATÉGIAS: 4. QUANDO IRRIGAR? Déficit hídrico em Ribeirão Preto (mm) SAFRA Ambientes Outono Inverno Primavera Superiores 21 147 489 Médios 29 174 524 Inferiores 43 203 554
  74. 74. Tabela 1. Parâmetros de estabilidade e adaptabilidade estimados segundo o método de Eberhart e Russel,para dezoito genótipos de cana-de-açúcar avaliados em onze ambientes: variável TCH estimada a partir da média de quatro cortes realizados no período de inverno. Genótipos TCH B R2 IAC87-3396 95,6 0,896 0,895 IACSP93-3046 97,0 0,876 0,903 IACSP93-3050 97,6 1,061 0,792 IACSP93-6035 68,4 0,667 0,713 IACSP94-2094 94,8 0,784 0,683 IACSP94-2101 92,1 1,271 0,852 IACSP94-4002 81,7 1,283 0,840 IACSP94-4004 101,7 1,309 0,793 IACSP94-5003 72,5 0,823 0,824 IACSP94-5041 89,3 0,948 0,909 IACSP94-5072 77,6 1,177 0,916 IACSP94-6010 80,1 0,932 0,794 IACSP94-6025 91,2 0,955 0,838 IACSP95-6087 92,7 1,369 0,927 IACSP95-6100 86,5 0,934 0,765 IACSP95-6114 85,1 0,804 0,601 RB72454 93,3 0,893 0,752 SP80-1816 86,9 1,018 0,840
  75. 75. Índice ambiental e estabilidade para TCH/dia variedades estáveis: É uma variedade que responde a umacondição mais favorável de cultivo, mas que também tem bomdesempenho em condições desfavoráveis de produção. variedades responsivas: É aquela que tem grande respostaa uma condição favorável de cultivo, mas que não se adapta aambientes mais restritivos. variedades rústicas: É aquela que se adapta a ambientesmais restritivos, mas não apresenta boa resposta a umacondição favorável de cultivo.
  76. 76. ALOCAÇÃO CONFORME PERFIL DE RESPOSTA VARIETAL110100 GANHOS ESTIMADOS RESPONSIVA90 15 – 40 %80 META ESTÁVEL RESP.70 RÚST. RÚSTICA605040 1DESFAVORAVEL 2 MEDIO 3 FAVORAVEL
  77. 77. MATRIZ DE AMBIENTES “Matriz de ambientes”: “caselas ambientais” Introdução e conceitosdefinidas a partir da intersecção dos níveis dosfatores ambientes e épocas. Esta caracterização permite estabelecerestratégias de alocação varietal quando seconhece o perfil de resposta das cultivares aosambientes.
  78. 78. Introdução Fator “ÉPOCA” SAFRA DO CENTRO SUL – INÍCIO: OUTONO (01 de ABRIL – 21 de JUNHO) – MEIO: INVERNO (22 de JUNHO – 21 de SETEMBRO) – FINAL: PRIMAVERA (22 de SETEMBRO – 21 de DEZEMBRO)
  79. 79. Fator “ÉPOCA” Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil (precipitação pluviométrica média – mm)300250200150 Ciclo Ciclo Ciclo100 Outono Inverno Primavera 50 0
  80. 80. Fator “ÉPOCA” Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil e ciclo do Outono300250 Déficit ciclo: 21 – 43 mm200 PONTO ZERO150 Ciclo Outono100 50 0
  81. 81. Fator “ÉPOCA” Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil e ciclo de Inverno300 Déficit ciclo: 147 – 203 mm250200 PONTO ZERO150 Ciclo Inverno100 50 0
  82. 82. Fator “ÉPOCA” Perfil climático da região Centro-Sul do Brasil e ciclo de Primavera300 Déficit ciclo: 489 – 554 mm250200 PONTO ZERO150 Ciclo Primavera100 50 0
  83. 83. Fatores “ÉPOCA x AMBIENTES”Tabela 2. Déficit hídrico estratificado de algumas regiões canavieiras ao longo da safra emfunção do ambiente de produção e dos períodos dentro da safra (Landell & Scarpari, 2008). Ribeirão Preto (em mm) Assis (em mm) SAFRA SAFRA Ambientes Outono Inverno Primavera Ambientes Outono Inverno Primavera Superiores 21 147 489 Superiores 82 130 327 Médios 29 174 524 Médios 103 156 360 Inferiores 43 203 554 Inferiores 128 184 390 Jaú (em mm) Mococa (em mm) SAFRA SAFRA Ambientes Outono Inverno Primavera Ambientes Outono Inverno Primavera Superiores 91 247 539 Superiores 12 90 477 Médios 112 279 574 Médios 17 112 512 Inferiores 138 309 604 Inferiores 26 138 542 Piracicaba (em mm) Pindorama (em mm) SAFRA SAFRA Ambientes Outono Inverno Primavera Ambientes Outono Inverno Primavera Superiores 73 152 427 Superiores 70 99 502 Médios 92 180 462 Médios 92 125 536 Inferiores 116 209 492 Inferiores 124 161 567
  84. 84. Fator “AMBIENTES”
  85. 85. Fator “AMBIENTES”DIVERSIDADE DE TIPOS DE SOLOS
  86. 86. Fator “AMBIENTES”
  87. 87. Fator “AMBIENTES”
  88. 88. Fator “AMBIENTES”
  89. 89. Fator “AMBIENTES”
  90. 90. LV-116% de argila18% de argila22% de argila
  91. 91. LV-225% de argila26% de argila29% de argila
  92. 92. LV-340% de argila45% de argila53% de argila
  93. 93. LV-455% de argila62% de argila67% de argila
  94. 94. NV-340% de argila45% de argila53% de argila
  95. 95. PVA-210% de argila8% de argila33% de argila
  96. 96. Fator “AMBIENTES”CANA NO ARGISSOLO X LATOSSOLO LATOSSOLO ARGISSOLO
  97. 97. Fator “AMBIENTES”CANA NO ARGISSOLO (PV-3) CANA NO LATOSSOLO (LV-1)
  98. 98. Mesotr.AMBIENTES D2, E1, E2 C1,C2, D1 A1, A2, B1, B2 Landell et al.,2003
  99. 99. MATRIZ DE AMBIENTESTabela 1. Matriz de ambientes de produção, com nove caselas dadaspelas combinações de ambientes/solos e épocas de colheita. Safra outono 01/Abril Safra Inverno Safra primavera Solos a 21/Jun 22/Jun a 21/Set 22/Set a 30/Nov Favoráveis 1 2 5 Médios 3 4 8 Desfavoráveis 6 7 9
  100. 100. MATRIZ DE AMBIENTESFigura 1 – Produção de biomassa (TCH) e matriz de ambientes (médias de 275clones ou cultivares, 260 experimentos).
  101. 101. ENVIRONMENTAL MATRIX Table 1. Production environment matrix with nine cells given by soil and harvest season combinations. Autumn harvest Winter harvest Spring harvest Soils 01/April to 21/Jun 22/June to 21/Sept 22/Sept to 30/Nov DEF: 21 DEF: 147 DEF: 489 Favorable TCH: 106,4 TCH: 96,0 TCH: 84,0 DEF: 29 DEF: 174 DEF: 524 Medium TCH: 94,1 TCH: 88,9 TCH: 78,0 DEF: 43 DEF: 203 DEF: 554Unfavorable TCH: 84,5 TCH: 78,0 TCH: 71,3
  102. 102. Safra outono Safra Inverno Safra primavera Solos 01/Abril a 21/Jun 22/Jun a 21/Set 22/Set a 30/Nov Favoráveis 1 2 5 DESLOCAR Médios 3 4 8 VERTICAL -IRRIGAÇÃO -MAT.ORG.Desfavoráveis 6 7 9 -ADUB.PARCELADA -FOSFATAGEM DESLOCAR HORIZONTAL -ANTECIPAÇÃO SAFRA
  103. 103. MÉDIA MATRIZ: 80,0 t/ha MÉDIA 88,9 73,2 65,9 26% DE REDUÇÃO
  104. 104. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos1. Trocas gasosas e atividade fotoquímicaAs variáveis de trocas gasosas estudadas são:a) assimilação de CO2 (PN, μmol m-2 s-1);b) transpiração (E, mmol m-2 s-1);c) condutância estomática (gS, mol m-2 s-1);d) concentração intercelular de CO2 (CI, μmol mol-1).
  105. 105. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos2. Atividade fotoquímica As variáveis da atividade fotoquímica avaliadas são:a) a fluorescência mínima (FO) e máxima (FM)b) A fluorescência instantânea (F’S) e máxima (F’M).c) A partir dos valores de FO, FM, F’S e F’M, foram calculadas a fluorescência variável no escuro (FV=FM-FO) e no claro ( F­’=F’M-F’S), sendo possível a obtenção de algumas variáveis fotoquímicas:  eficiência quântica potencial (FV/FM) e efetiva ( M) do fotossistema II (FSII); F’/F’  coeficiente de extinção não fotoquímica da fluorescência [NPQ=(FM-F’M)/F’M];  transporte aparente de elétrons [ETR’S = Q x  M x 0,4 x 0,85] (McCormick et al., F/F’ 2008).
  106. 106. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicos1. Potencial da água na folha: estado hídrico das plantas é avaliado pelo potencial da água na folha.2. Conteúdos de carboidratos não estruturais e de prolina nas folhasos açúcares solúveis totais (AST),a) sacarose (Sac)b) amido (AMI). O conteúdo de carboidrato total não estrutural (CTNE) é determinado indiretamente, sendo CTNE=AST+AMI.c) prolina: A extração e purificação das amostras para a determinação de prolina seguem o mesmo procedimento empregado para AST e Sac e a quantificação desse aminoácido é realizado o método descrito por Bates (1969).
  107. 107. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros fisiológicosConteúdo de clorofila a e b: O conteúdo de clorofila na folha é avaliado nas mesmas folhas que realizam a medida de trocas gasosas e avaliação fotoquímica. Para esta avaliação usa-se o clorofilog CFL1030 (Falker, Brasil)Avaliações biométricas : altura das plantas, número de folhas verdes e secas, massa seca do colmo.Quantificação de sólidos solúveis : o conteúdo de sólidos solúveis (SS) no caldo são determinados.
  108. 108. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros biométricos Os componentes biométricos ligados a produtividade de colmos podem ser um bom indicador para estimar a tolerância de genótipos ao déficit hídrico. A produção de colmos em uma determinada área envolve os seguintes componentes:a) perfilhamento dado pelo número de colmos finais estimados no final do ciclob) peso médio de cada colmo. O peso do colmo é composto pelo diâmetro (d), altura (h) e densidade (ds). A altura de colmos (h), número de perfilhos (C) e o diâmetro de colmos (d) são componentes de produção determinantes para o potencial agrícola.
  109. 109. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTESParâmetros biométricos Considerando-se a densidade do colmo igual a 1, a produtividade de colmos em um hectare (TCH) pode ser estimada pela fórmula apresentada na Figura 1, na qual o espaçamento entre os sulcos é dado pelo valor E em metros. TCH = d2 x C x h (0,007854) E TCH h = altura média PRODUÇÃO dos colmos (cm) FÍSICA C = perfilhamento (no de colmos/metro) d = diâmetro médio de colmos (cm)
  110. 110. ESTRATÉGIA DE SELEÇÃO EM AMBIENTES ESTRESSANTES Para estimativa do TCH biométrico, adotam-se os seguintes critérios (Landell, 1995):• Altura do colmo: medido da base à inserção da folha +3 (determinada segundo o sistema de Kuijper), amostrando-se cinco colmos seguidos na linha;• Diâmetro do colmo: estimado nos mesmos cinco colmos, mensurado no meio do internódio na altura dada por um terço de comprimento do colmo;• Número de colmos: estimado com a contagem dos colmos de todas as linhas da parcela.
  111. 111. T.C.H.e = D2 x C x H x (0,007854 : E) onde:T.C.H.e = tonelada de cana por hectare (valor estimado);D = diâmetro do colmo (cm);E = espaçamento entre sulcos (m);C = colmos/metro linear;H = altura média do feixe de colmos (cm).
  112. 112. BIOMETRY PERFIL VARIETAL TCH = d2 x C x h (0,007854) CARACTERÍSTICAS OBJETIVADAS: E 1. HÁBITO DE CRESCIMENTO ERETO a) INTERNÓDIO MAIS CURTO 2. UNIFORMIDADE BIOMÉTRICA TCH a) NO DIÂMETROh = altura média PRODUÇÃO b) NA ALTURAdos colmos (cm) FÍSICA Obs: indicador de menor amplitude na idade dos perfilhos C = perfilhamento o 3. CAPACIDADE DE BROTAÇÃO, (n de colmos/metro) PERFILHAMENTO E d = diâmetro médio de colmos (cm) REPOVOAMENTO DE ESPAÇOS NO CANAVIAL 4. CAPACIDADE DE FECHAMENTO
  113. 113. IACSP94-2101 - LOCAL: GOIÁS -PRODUTIVIDADE: 162 t/ha - IDADE: 14 MESESÁREA ORGÂNICA/PLANTIO 2009 - PLANTIO DE OUTONO
  114. 114. IACSP94-2101 IACSP94-2101 PLANTIO:JUNHO/2009 FOTO:ABRIL/2010 IDADE: 300 DIAS PRODUTIVIDADE: 125 t/ha REGIÃO: GOIÁS
  115. 115. BIOMETRY PERFIL VARIETAL TCH = d2 x C x h (0,007854) CARACTERÍSTICAS OBJETIVADAS: E 1. HÁBITO DE CRESCIMENTO ERETO a) INTERNÓDIO MAIS CURTO 2. UNIFORMIDADE BIOMÉTRICA TCH a) NO DIÂMETROh = altura média PRODUÇÃO b) NA ALTURAdos colmos (cm) FÍSICA Obs: indicador de menor amplitude na idade dos perfilhos C = perfilhamento o 3. CAPACIDADE DE BROTAÇÃO, (n de colmos/metro) PERFILHAMENTO E d = diâmetro médio de colmos (cm) REPOVOAMENTO DE ESPAÇOS NO CANAVIAL 4. CAPACIDADE DE FECHAMENTO
  116. 116. IAC91-1099PTIO MECÂNICO EM ORGÂNICO EM ABRIL1º CICLO
  117. 117. BIOMETRY PERFIL VARIETAL TCH = d2 x C x h (0,007854) CARACTERÍSTICAS OBJETIVADAS: E 1. HÁBITO DE CRESCIMENTO ERETO a) INTERNÓDIO MAIS CURTO 2. UNIFORMIDADE BIOMÉTRICA TCH a) NO DIÂMETROh = altura média PRODUÇÃO b) NA ALTURAdos colmos (cm) FÍSICA Obs: indicador de menor amplitude na idade dos perfilhos C = perfilhamento o 3. CAPACIDADE DE BROTAÇÃO, (n de colmos/metro) PERFILHAMENTO E d = diâmetro médio de colmos (cm) REPOVOAMENTO DE ESPAÇOS NO CANAVIAL 4. CAPACIDADE DE FECHAMENTO
  118. 118. BROTAÇÃO SOCA (3º ciclo) SP83-2847 IACSP93-3046
  119. 119. VARIEDADES IACIAC NOVAS VARIEDADES (OUTUBRO DE 2005)INSTITUTO AGRONÔMICO IAC86-2210 IAC87-3396 IAC91-2218 IACSP93-3046 IACSP94-2101 IAC91-2195 IAC91-5155 IACSP94-2094 IACSP94-4004 IACSP93-2060 IAC91-1099 IACSP95-5000 IACSP95-3028
  120. 120. IACSP95-5000 No ensaios: 150
  121. 121. IACSP95-5000IACSP95-5000 OUTONO INVERNO PRIMAVERA AMBIENTES 1 2 5FAVORÁVEIS 3 4 8MÉDIOS * * 6 7 9 *DESFAVORÁVEIS *
  122. 122. IACSP95-5000 IACSP95-5000 VIVEIRO DE MUDA FOTO: MAIO/2009 IDADE: 10 MESES REGIÃO: GOIÁS PRODUTIVIDADE C/ 10MESES: 143T/HA
  123. 123. IACSP95-5000: PLANTIO MECÂNICO NO CERRADOIACSP95-5000PLANTIO MECÂNICOFOTO: MAIO/2010IDADE: 40 DIASREGIÃO: GOIÁS
  124. 124. IAC91-1099No ensaios: 155
  125. 125. IAC91-1099 OUTONO INVERNO PRIMAVERA AMBIENTES 1 2 5FAVORÁVEIS 3 4 8MÉDIOS 6 7 9DESFAVORÁVEIS
  126. 126. IAC91-1099: PLANTIO MECÂNICO NO CERRADOIAC91-1099PLANTIO MECÂNICOFOTO:06/MAIO/2010IDADE: 32 DIASREGIÃO: GOIÁS
  127. 127. IAC91-1099 PRÓXIMO A COLHEITA: PORTE ERETO COM TCH DE 145t/ha IAC91-1099 FOTO:12/AGOSTO/2008 IDADE: 12 MESES REGIÃO: GOIÁS PRODUTIVIDADE: 145 T/HA
  128. 128. IAC91-1099PLANTIO MECÂNICO: FINAL MARÇO/2010FOTO:06/MAIO/2010IDADE: 45 DIASREGIÃO: GOIÁS
  129. 129. IAC91-1099PLANTIO:JULHO/2009FOTO:JANEIRO/2010IDADE: 200 DIASREGIÃO: GOIÁS
  130. 130. IACSP94-2094 No ensaios: 132 IAC91-1099 PLANTIO:JULHO/2009 FOTO:JANEIRO/2010 IDADE: 200 DIAS REGIÃO: GOIÁS
  131. 131. IACSP94-2094 OUTONO INVERNO PRIMAVERA AMBIENTES 1 2 5FAVORÁVEIS 3 4 8MÉDIOS 7 9 ** 6DESFAVORÁVEIS ** ** ** ** ** **
  132. 132. PRODUTIVIDADE NO 2O CORTE C/ IDADE 12 MESES CICLO: 104 T/HA AMBIENTE E2IACSP94-2094SOCA EM AMBIENTE MUITO RESTRITIVO (E2)FOTO: NOVEMBRO/2009IDADE: 6 MESESREGIÃO: CERRADO
  133. 133. IACSP94-2094
  134. 134. IACSP93-3046 No ensaios: 192
  135. 135. IACSP93-3046 OUTONO INVERNO PRIMAVERA AMBIENTES 1 2 5FAVORÁVEIS 3 4 8MÉDIOS 6 7 9DESFAVORÁVEIS
  136. 136. PLANTIO MECÂNICO NO CERRADO IACSP93-3046 IACSP93-3046 PLANTIO MECÂNICO FOTO: MAIO/2010 IDADE: 34 DIAS REGIÃO:CERRADO
  137. 137. IACSP94-2101 No ensaios: 113
  138. 138. IACSP94-2101 OUTONO INVERNO PRIMAVERA AMBIENTES 1 2 5FAVORÁVEIS 3 4 8MÉDIOS 6 7 9DESFAVORÁVEIS
  139. 139. IACSP94-2101PERFIL RESPONSIVOEXCELENTE PERFORMANCE EM ÁREAS ORGÂNICAS IACSP94-2101 PLANTIO:JUNHO/2009 FOTO:ABRIL/2010 IDADE: 300 DIAS PRODUTIVIDADE: 125 t/ha REGIÃO: GOIÁS
  140. 140. UNIDADE JALLES - PLANTIO 2011 CTC-11 SP86-42 IACSP93-3046 RB93-5744 RB96-6928 1,0% 1% 0,2% CTC-02 IACSP94-2094 1,8% 0,3% 0% 0,2% 2,1% SP83-2847 0,2% CTC17 2,4%IAC87-3396 IAC91-1099 3,1% 18,7% IACSP94-2101 3,5% AGRUPADOS 3,5% CTC-09 4,1% RB867515 6,9% CTC-04 18,0% CTC-15 9,8% IACSP95-5000 CTC18 10,4% 12,5%
  141. 141. ANÁLISES DE ESTABILIDADE REDE EXPERIMENTAL
  142. 142. MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO! mlandell@iac.sp.gov.br

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