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Saiba como ter um peixe saudável sobre a mesa na Semana Santa

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A pesquisadora do IP, Thaís Moron Machado, concedeu informações sobre compra, armazenamento, qualidade e segurança para consumo de peixes em matéria publicada no Diário Oficial, em 12 de abril de 2017.

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Saiba como ter um peixe saudável sobre a mesa na Semana Santa

  1. 1. Diário Oficial Poder Executivo - Seção III – São Paulo, 127 (69) quarta-feira, 12 de abril de 2017 Saiba como ter um peixe saudável sobre a mesa na Semana Santa Ricos em proteínas e vitaminas, os pescados são alimentos muito apreciados nesta época do ano; extremamente perecíveis, exigem bastante cuidado na compra, armazenamento e manuseio emana Santa, tradicionalmente, é época de peixe na mesa, mas a forma de armazená-lo e prepará-lo exige cuidados por parte do consumidor. Esse é o alerta da pesquisadora da Unidade Laboratorial de Referência em Tecnologia do Pescado do Instituto de Pesca (IP), Thaís Moron Machado. Como os preços sofrem aumento considerável neste período, comumente a compra do produto ocorre com bastante antecedência. Fresco, congelado, salgado e seco, enlatado ou em conserva, o cuidado com o armazenamento e manuseio do pescado deve ser seguido à risca, pois se trata de um alimento extre- mamente perecível. Classificados como alimentos saudáveis, os pescados são ricos em proteínas de alta qualidade e diges- tibilidade; ricos em lisina e aminoá- cidos essenciais; fontes de vitaminas A, C, D, B1 e B2 e ácido fólico; fontes de fósforo, cálcio, ferro e, no caso de pescado marinho, iodo; ricos em áci- dos graxos poli-insaturados ômega 3 e ômega 6, além de conter ácidos gra- xos necessários ao desenvolvimento e bom funcionamento do corpo. Para garantir qualidade e segu- rança no consumo, os cuidados de- vem começar pela escolha do local de compra do produto. “O ambiente deve ser limpo e agradável. Peixe de qualidade tem odor fresco/marinho; cheiro ruim é sinal de que já teve iní- cio o processo de deterioração”, expli- ca a pesquisadora. Além disso, peixarias, mercados, feiras livres e supermercados devem ter o registro nos Serviços de Vigilân- cia Sanitária ou inspeções pertinentes que garantam ao consumidor um pro- duto seguro. A responsabilidade de ma- nipular e conservar adequadamente o pescado até o momento da venda ao consu- midor é do comércio. Thaís recomenda que, ao escolher o produto, o consumidor peça ao atendente uma luva descartável; assim poderá manusear o produto sem o risco de contaminá-lo e constatar se a carne está ade- quada ou não. Embalagem – O peixe pode ser comercializado fresco ou congelado. Se esti- ver fresco precisa ficar envolto em gelo para evitar a deterioração. Os olhos devem estar brilhantes e não fundos e as guelras preci- sam apresentar cor avermelhada, estar bri- lhantes e sem a presença de muco. A pesquisadora do IP explica ainda: “As escamas são outro indicativo impor- tante na hora da escolha, pois têm de estar brilhantes e firmes. O pescado não deve também apresentar manchas nem perfu- rações, mas ter a carne firme. Se a carne estiver amolecida, os olhos opacos e o chei- ro forte, é melhor escolher outro produto”. É necessário prestar atenção também na embalagem em que os pescados estão acon- dicionados. Na hora de embrulhar o produ- to, o vendedor precisa utilizar papel bran- co ou plásticos específicos para alimen- tos. “Houve um tempo em que era muito comum as peixarias embalarem o peixe em folhas de jornal. Nunca aceite o pescado nessas condições, pois o jornal pode ser fonte de contaminação”, avisa Thaís. Armazenamento – Quando o pes- cado estiver congelado, é importante obser- var a data de validade e a temperatura de armazenamento indicada no rótulo do pro- duto. “O ideal é que a temperatura do free- zer/congelador esteja em menos 18°C”, ensina. Outra orientação é evitar a com- pra de embalagens com a presença de cris- tais de gelo em contato com o produto: isso indica que a embalagem sofreu variações de temperatura durante o armazenamento. Ainda em relação ao peixe fresco, o con- sumidor deve ficar atento ao armazenar o produto em casa. A pesquisadora explica que antes de guardar o peixe o ideal é retirar as vísceras. Esse procedimento evita que ele estrague mais rapidamente. Feito isso, o próximo passo é escolher a melhor forma de armaze- namento. Se a intenção for consumir o pes- cado fresco em até dois dias após a compra, ele pode ser armazenado no refrigerador com temperatura entre 4°C e 5°C. Para perí- odos superiores a dois dias, recomenda-se o armazenamento em freezer. Uma vez esvis- cerado e congelado, ele pode ser mantido por até um mês no freezer doméstico. Quando se adquire o pescado congela- do, o prazo de validade é maior, de 6 meses a um ano no freezer doméstico (uma vez que ele é submetido a técnicas de conge- lamento rápido na indústria). “Na hora do preparo, o ideal é o descongelamento feito dentro da geladeira, em temperaturas próximas a zero grau centígrado”, explica Thaís. “Quando o peixe descongelado é retirado da geladeira, ele deve ser prepara- do e consumido imediatamente. É impor- tante ressaltar que, uma vez descongelado, o pescado não deverá ser congelado nova- mente para não sofrer queima pelo frio e perder nutrientes”, finaliza. Tania de Melo Imprensa Oficial – Conteúdo Editorial Assessoria de Imprensa da Secretaria da Agricultura e Abastecimento Funcionamento dos postos Poupatempo no feriado da Páscoa As 72 unidades do Poupatempo estarão fechadas nesta sexta-feira, 14, e no sábado, 15, em razão do feriado da Páscoa. O aten- dimento à população retorna na segunda- -feira, 17, no horário normal. Informações sobre os serviços oferecidos, agendamen- tos, endereços e horários dos postos estão disponíveis em www.poupatempo.sp.gov.br ou no aplicativo ‘SP Serviços’ (para telefo- nes celulares e tablets). Os cidadãos podem também recorrer ao atendente virtual Poupinha, que está em testes no Portal do Poupatempo (no canto inferior direito) ou pelo Messenger, no Faceboook, no link https://www.messen- ger.com/t/PoupinhaSP. O serviço do Disque Poupatempo (0800 772 3633 – para telefones fixos – ou 0(zero) operadora 11 2930 3650 – para ligações de celulares) também estará inter- rompido nos dias 14 e 15, devido ao feriado. Imprensa Oficial – Conteúdo Editorial Assessoria de Imprensa da Prodesp Siga as orientações Recomenda-se que o descongelamen- to seja feito na geladeira (por 12 horas). No micro-ondas, utilizar a opção “descongelar”, o que evita que o peixe fique “cozido”. Nunca descongelar o peixe (nem qualquer outro alimento) em temperatu- ra ambiente, pois isso favorece o desen- volvimento de micro-organismos. Após o descongelamento não se reco- menda que o peixe volte a ser congelado. No caso do bacalhau, por exemplo, deve ser deixado em água corrente por cerca de 10 minutos, em seguida, pode ser acondicionado numa vasilha com água, tampado e levado à geladeira. Trocar a água pelo menos três vezes. Ainda no caso do bacalhau, recomenda-se que a dessalga seja feita logo após a compra. S DIVULGAÇÃO-CODEAGROCLEOVELLEDA CLEOVELLEDA CLEOVELLEDA Compra – Local de comercialização precisa estar limpo e ter cheiro agradável Manuseio – Estabelecimentos necessitam de registro no Serviço de Vigilância Sanitária Guelra – Deve apresentar cor avermelhada... ... jamais estar opaca e escura Olhos – Têm de estar brilhantes ... ... e não fundos e opacos leitosos A IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO SA garante a autenticidade deste documento quando visualizado diretamente no portal www.imprensaoficial.com.br quarta-feira, 12 de abril de 2017 às 01:33:31.

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