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Jornal Correio Popular - 7/3

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  1. 1. Veículos oficiais Antonio Edson Laurindo dos Santos Metalúrgico, Campinas Seria um bom exemplo, inclusive para o Brasil, se nossos vereadores se deslocassem de casa para a Câmara em seus próprios carros, ou melhor ainda, de ônibus, já que tem pelo menos 8 linhas que passam na frente, fora os ônibus intermunicipais. Isso mostraria à população que eles estariam comprovando a confiança neles depositada pelo nosso voto, além de fiscalizar o serviço. Não venham nos dizer que isso não pode ser feito, pois a cidade toda se desloca em veículo próprio e não recebe salário alto. Metatarso Virgilio Dias Empresário, Campinas Nossa cultura diz que o ano novo começa após o Carnaval, e isto não foi diferente este ano. Após o Carnaval houve a intervenção federal do RJ, o projeto da Previdência foi cancelado, mas nada, nada mesmo superou o metatarso. Existe algo mais importante do que acompanhar o metatarso? Mesmo porque a sua recuperação depende ou não de ganharmos a Copa. Aí sim começará ou não 2018. Podem me informar se quando o metatarso voltar vai ser feriado? Dia da Mulher Vinicius D'Ottaviano Psicólogo e filósofo, Campinas Esta semana se comemora mais uma vez o Dia Internacional da Mulher. Festividades à parte, não podemos. porém, nos esquecer que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas 55% das mulheres conseguem chegar a uma faculdade; apenas 1/3 têm uma vida sexual, digamos, satisfatória; 1/4 ainda, são agredidas pelos seus parceiros e apenas 1/5 das casadas são realmente "felizes" no casamento. E saber, quais os avanços que ainda precisam ser feitos para que as mulheres tenham seus direitos garantidos? Gostaria de lançar um lema: "Mulheres na política: em defesa da democracia, construindo uma sociedade justa e igualitária, sem violência e livre de preconceitos. Não ao retrocesso!". Da mesma forma, acredito em uma maior participação das mulheres na política ainda neste ano eleitoral, já que elas representam apenas 9% das cadeiras na Câmara e 13% no Senado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Felicidades a todas vocês. Verticalização 1 Vicentina Valente, Aposentada Campinas Um absurdo o que essa Câmara quer aprovar! Mais edifícios do que já temos aqui no Cambuí? Menos lugares para estacionar, mais trânsito. Imaginem o transtorno que vai ser?! Verticalização 2 Afrânio Ferreira Autônomo, Campinas Incapaz de manter praças limpas ou realizar qualquer obra de mobilidade, nossa Administração agora verticaliza bairros onde ainda se vive e transita com alguma tranquilidade. Muito mais cômodo que urbanizar ou desenvolver áreas carentes ou degradadas é violar a privacidades de cidadãos, saturar redes de saneamento, entupir vias acanhadas de autos, impermeabilizar o solo. O comércio é sempre bem vindo desde que bem regulamentado e fiscalizado. Não é o que se vê na Nova Campinas, onde comércios rebaixam a guia pública tomando todas as vagas de estacionamento, obstruem calçadas com canteiros ou impedem a circulação de carros em mão dupla. O Cambuí já é refém de trânsito há tempos, dia e noite. Educação Vera Pessagno Bréscia Psicóloga, Campinas Estudei no Colégio Culto à Ciência numa época em que não haviam prédios altos no entorno do suntuoso e histórico edifício centenário, e o Bonde 9, de saudosa memória, circulava imponente pelas ruas estreitas do Bairro Botafogo. Era uma época bucólica e cheia de sonhos, onde existia muito respeito e muita vontade de aprender. O Colégio Culto à Ciência, para mim, era uma espécie de santuário, onde nós, alunos, buscávamos o conhecimento e onde os professores eram, especialmente para mim, seres iluminados a nos guiar. Hoje, infelizmente, tenho que concordar com o comentário do engenheiro André Luis Coutinho, publicado em 4 de março na Coluna do Leitor, a respeito da realidade da Educação no nosso País. O leitor elencou uma série de motivos, com os quais eu concordo inteiramente. Na verdade, esse é, sem dúvida alguma, um dos desafios nacionais mais complexos e de difícil solução a médio e longo prazos. Unicamp e o 'golpe' Luiz Roberto Da Costa Jr, Funcionário público, Campinas O impeachment de 2016 é um tema complexo e controvertido por causa da construção narrativa que não aborda pontos polêmicos de 2014. No final daquele ano, o ministro da Fazenda foi demitido, o secretário do Tesouro assinou uma confissão assumindo toda a culpa e a meta fiscal foi alterada depois de descumprida. Com o término do primeiro mandato, houve a prescrição de eventual crime de responsabilidade por parte do Eexecutivo federal. No segundo mandato, a discussão sobre crime continuado e contaminação das contas, entre as gestões, embasa o pedido de impeachment no final de 2015. A discussão política sobre golpe entra em choque com a discussão hermenêutica do ponto de vista jurídico, pois ambas compõem a análise de crime de responsabilidade. SIM Você evita andar de carro por causa do preço do combustível? Os sinais de recuperação econômica no Brasil, após dois anos de desastre e penúria, estão começando a se tornar mais evidentes. Analistas têm indicado que a transição pa- ra um período de maior sustentabilidade está sendo pavi- mentada, fruto de uma equação bem-sucedida dos agen- tes econômicos — públicos e privados. A gradual redução da taxa de juros no País, as ações de controle da inflação e a estabilidade atingida após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) explicam esse momento de retomada da es- perança. A maior recessão da história brasileira, resultado da desas- trosa política econômica adota- da no fim do governo Lula (de olho na eleição) e no início do governo Dilma (por teimosia e também por interesse políti- co), ainda gera reflexos perver- sos. O maior símbolo dessa su- cessão de erros é a legião de de- sempregados, na casa dos 12 milhões, segundo o último le- vantamento do IBGE. Quando a gestão passada escolheu a estratégia de apos- tarnum crescimentoacelerado, criandoa sensação de “feli- cidade geral”, principalmente para os mais pobres, prepa- rou a estrada que levaria ao precipício. Colaborou para este tsunami o caos das contas públicas e a perda da confiança no governo, um combo de péssimas notícias que minou Dilma eseus auxiliares até a derrocada final do Planalto. Decorrido um ano e meio do impeachment, o setor pro- dutivo está disposto a fazer a sua parte, criando empregos, ampliando a produção e planejando investimentos — mesmo pressionado pelos desafios históricos no Brasil, que vão da alta carga tributária a falhas básicas de infraes- trutura. Tal disposição é um sopro de esperança, pois sina- liza mais confiança numa virada da economia. Esse sinal foi reforçado nesta semana com a divulgação da pesquisa do Instituto Brasileiro dos Executivos de Fi- nanças (Ibef-Campinas), cuja principal conclusão é a in- tenção de 78% dos setores da indústria, comércio e servi- ços da Região Metropolitana de Campinas (RMC) de in- vestir em 2018, dos quais 52% em montantes superiores ao ano passado. A pesquisa foi realizada entre o final de fe- vereiro e início deste mês com 180 associados. Quando o levantamento era tabulado, mais uma boa notícia impactou os empresários: depois de dois anos no negativo, o PIB subiu 1%, pondo fim, tecnicamente, à re- cessão. De uma coisa esses agentes financeiros não têm dúvidas: é preciso que o ambiente político colabore para não comprometer a retomada. Instabilidade, historica- mente, sempre foi um dos principais vilões da economia. Se não atrapalhar, já seria uma vitória neste caminho até o novo governo, a partir de 2019. O Correio Popular publica as opiniões de seus leitores sobre temas de interesse coletivo. As cartas devem conter no máximo 15 linhas, cerca de 700 caracteres com espaços, medidos pelo Microsoft Word. A Redação se dá o direito de publicar os textos parcial ou integralmente. Fica a critério do jornal a seleção de cartas para ilustração com fotos, que serão produzidas exclusivamente pelos fotógrafos do Correio. As cartas para o Correio do Leitor devem ser enviadas para Rua 7 de Setembro, 189 - Vila Industrial - CEP 13035-350 ou por e-mail: leitor@rac.com.br = Cartas devem ser acompanhadas de: nome completo, endereço, profissão e telefone de modo a permitir prévia confirmação. = Opinião dos colunistas não reflete a opinião do jornal. Correio do Leitor O NOSSO OBJECTIVO 60.99% Você costuma passear nos parques e praças de Campinas? Publicado por Correio Popular S/A - Fundado em 4/9/1927 PERGUNTA DE ONTEM Diretor Presidente Sylvino de Godoy Neto Diretor Superintendente Adhemar J. de Godoy Jacob Diretor de Planejamento Marco Aurélio Matallo Pavani Diretor Adm. Financeiro Moacir Teixeira Dias Diretor Comercial Marcos Sá Diretor Editorial Nelson Homem de Mello Há 50 anos @correiopopular ● PROGRAMA SIDERÚRGICO NACIONAL O ministro Macedo Soares, da Indústria e Comércio, anunciou hoje, ao presidir a reunião do Grupo Consultivo da Indústria Siderúrgica, a aprovação pelo presidente Costa e Silva do programa siderúrgico nacional. Participaram da reunião os srs. Magrassi de Sá, Nestor José Dias Leite, o presidente do Plano de Carvão Nacional, além dos presidentes da Cia. Siderúrgica em que o govêrno é acionista. O plano prevê para o exercício de 1968 a 1971 aumento de 1,8 milhão de toneladas com capacidade de produção das usinas nacionais com investimento de 400 milhões de cruzeiros novos. O documento aprovado sugere a constituição do Conselho Consultivo Unificado para estabelecer as diretrizes da política das grandes usinas. ● JORNALISTA EUROPEU NO INSTITUTO AGRONÔMICO Acompanhado do sr. Vílem Sebesta, da embaixada da Checoslováquia no Brasil e do sr. Nelson Pinheiro, da “Anderson Clayton”, de Santos, visitou ontem o Instituto Agronômico, o jornalista Jaroslav Boucek, do jornal "Rude Pravo", de Praga, capital daquele país, onde exerce as funções de comentarista internacional. Referido jornal tem uma tiragem de 1.200.000 exemplares e circula em diversos países da Europa Central. Recebido pelo sr. Maurício de Moraes, responsável pelo Serviço de Imprensa do Inst. Agronômico, o sr. Jaroslav Boucek afirmou, depois de visitar as Secções de Fotointerpretação e Climatologia Agrícola, além da Biblioteca do estabelecimento científico campineiro, que é grande o interêsse dos checos pelo Brasil. ● GUERRILHA BOLIVIANA DIRIGIDA POR "CHE" Importantes revelações sôbre a guerrilha boliviana dirigida por Ernesto “Che” Guevara apareceram ontem na imprensa chilena. Em entrevista exclusiva publicada pelo semanário "Ercilla", o guerrilheiro cubano Harry Villegas Tamayo, cognominado de “Pombo”, afirma que o efetivo inicial da guerrilha boliviana era de 36 homens. Esse núcleo inicial era composto por 18 bolivianos, 16 cubanos e 2 peruanos. Todos se reuniram em fins de novembro de 1966 no acampamento secreto de Nancahuazu, onde os aguardava “Che Guevara”. “Poderíamos ter armado mais 200 homens”, acrescenta “Pombo”. #eunocorreio NÃO Rua 7 de Setembro, 189, Vila Industrial CEP 13035-350 facebook.com/CPopular 39.01% CORREIO POPULAR AS CARTAS DEVEM SER ENVIADAS PARA: EDITORIAL “Seremos na imprensa vigilantes fiscaes da administração publica e zeladores intransigentes do direito collectivo” - (Nº 1, Anno 1) Que a política não atrapalhe a economia PERGUNTA DE HOJE O Vídeo do dia e-mail: leitor@rac.com.br CORREIO @correiopontocom Enquete O setor produtivo está disposto a fazer a sua parte, criando empregos, ampliando a produção e planejando investimentos, indica o Ibef O jornalista Jaroslav Boucek, do jornal "Rude Pravo", de Praga, durante visita ao Instituto Agronômico Adoração a crocodilos é tradi- ção no Paquistão Quarta-feira, 07/02/1968 .COM.BR Opinião CORREIO POPULAR A3 Campinas, quarta-feira, 7 de março de 2018

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