Refração da luz

574 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
574
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
12
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Refração da luz

  1. 1. Refração Prof. Thiago Nobre Vivas Refração da luz ao passar do ar para a água
  2. 2. Definição A refração luminosa ocorre quando a luz passa de um meio transparente e homogêneo , para outro meio também transparente e homogêneo mudando sua direção.
  3. 3. Exemplos de refração no cotidiano Quando uma lanterna é apontada para uma piscina ou quando observamos o caule de uma flor dentro de um jarro transparente com água e observamos um desvio do seu trajeto natural fora d’agua, estamos presenciando a refração
  4. 4. A natureza da luz e a refração A refração é um fenômeno estritamente ondulatório, como a luz também apresenta esta propriedade, podemos concluir que para refração a luz se comporta como onda.
  5. 5. Consequências do caráter ondulatório da luz Como a luz ,para a refração, se comporta como onda terá velocidades diferentes em meios diferentes.              V V teconsf fV tan
  6. 6. Consequências do caráter ondulatório da luz Sólido Líquido Gasoso Distância Pequena Velocidade Pequena Distância Média Velocidade Media Distância Grande Velocidade grande
  7. 7. Refração da luz A velocidade da onda luminosa depende da densidade do meio. Quanto maior a densidade de um meio, menor a velocidade de propagação da onda nesse meio.
  8. 8. Dióptro plano Dióptro plano é a superfície (interface) entre dois meios de materiais distintos. Quando a luz passa de um material para outro ocorre a refração.
  9. 9. Dióptro plano Um dióptro plane deve ser homogêneo (feito do mesmo material), transparente (permite a passagem regular da luz) e isotrópico (só permite um sentido de refração)
  10. 10. Dióptro plano Há materiais que são birrefringentes, ou seja, o feixe luminoso é dividido em dois, formando-se assim duas imagens. Este não é um meio isotrópico
  11. 11. Índice de refringência Para um dado meio transparente, n depende da cor da luz. nVERM.< nALAR. < nAM < nVERDE < nAZU < nANIL< nVIOLETA
  12. 12. Leis de refração ^r N i = Ângulo de incidência r = Ângulo de refração N = Normal Atenção: i ≠ r
  13. 13. Nomenclatura:  N : normal à superfície no ponto de incidência  i : ângulo de incidência (ângulo formado pelo raio incidente e a normal)  r : ângulo de refração (ângulo formado pelo raio refratado e a normal)  Vi e i : velocidade e comprimento de onda da onda incidente  Vr e r : velocidade e comprimento de onda da onda refratada Refração de ondas na superfície de Líquidos
  14. 14. Leis da Refração Primeira Lei: O raio incidente, a normal e o raio refratado são coplanares; Segunda Lei: Lei de Snell-Descartes r i r i V V r i    ˆsen ˆsen
  15. 15. Refração da luz Obs.: A refração sempre vem acompanhada da reflexão
  16. 16. Refração da luz Refringência: resistência que o meio oferece a passagem da luz.       ondadeocomprimentmenor velocidademenor densidademaior )(erefringentmaismeio       ondadeocomprimentmaior velocidademaior densidademenor )(erefringentmenosmeio
  17. 17. I R Refração da luz - Representação Normal i r Raio incidente Raio refratado Luz passando do meio menos para o meio mais refringente:            )0ˆse(ˆˆ iir λλ VV IR IR Neste caso podemos dizer que o raio refratado aproxima-se da normal
  18. 18. I R Refração da luz – Representação com frentes de onda Normal Frente de onda incidente Frente de onda refratada Obs.: Nesta figura não representaremos a reflexão r i IR  
  19. 19. I R Refração da luz - Representação Normal i r Raio incidente Raio refratado Neste caso podemos dizer que o raio refratado afasta-se da normal Luz passando do meio mais para o meio menos refringente:            )0ˆse(ˆˆ iir λλ VV IR IR
  20. 20. I R Refração da luz – Representação com frentes de onda NormalFrente de onda incidente Frente de onda refratada Obs.: Nesta figura não representaremos a reflexão i r IR  
  21. 21. I R Refração da luz - Representação Normal i=0º r=0º Raio refratado Neste caso tivemos uma refração sem desvio Luz passando do meio mais para o meio menos refringente:            o IR IR ir λλ VV 0ˆˆ Raio incidente
  22. 22. Refração da Luz Desvio angular do raio refratado Normal i r  Normal i r  ri ˆˆ ir ˆˆ 
  23. 23. Índice de Refração absoluto de um meio Definição: é a razão entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz no meio considerado. smonde V V N meio vácuo meio 8 vácuo 103V   O índice de refração depende da densidade do meio, do material e da freqüência utilizada para medi-lo.
  24. 24. Índice de Refração - Observações          1 1 1 meiosdemais N N N ar vácuo smonde V V N meio vácuo meio 8 vácuo 103V  
  25. 25. Leis da Refração O raio refratado, o raio incidente e a normal são coplanares. Lei de Snell: I R R I R I N N V V r i    ˆsen ˆsen VI = velocidade da onda incidente VR = velocidade da onda refratada I = comprimento de onda da onda incidente R = comprimento de onda da onda refratada NI = índice de refração do meio de incidência NR = índice de refração do meio de refração
  26. 26. n N Ângulo Limite de Incidência Normal i= L r= 90º Raio incidente Raio refratado N n L ˆsen O ângulo de incidência é chamado de ângulo limite (L) se o ângulo de refração for igual a 90o.
  27. 27. N n Ângulo Limite de Refração Normal i=90o r= L Raio incidente Raio refratado N n L ˆsen O ângulo de refração é chamado de ângulo limite se o ângulo de incidência for igual a 90o.
  28. 28. N n Reflexão Total da Luz       Li Condições para que ocorra reflexão total: N i=0o r=0o i < L N i = Li > L N Neste caso tivemos uma reflexão total
  29. 29. REFLEXÃO TOTAL DA LUZ – ÂNGULO LIMITE

×