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Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital

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TCC da aluna Juliana Hofstetter.
Orientador: Prof. Luiz Agner
Faculdades Integradas Helio Alonso (Facha).

Published in: Marketing
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Vigilância Ampliada: Poder e Controle na Cultura Digital

  1. 1. Vigilância ampliada: poder e controle em tempos de cultura digital 2017.2 • Aluna:Juliana Hofstetter Comunicação Social •Publicidadee Propaganda • Orientador:Luiz CarlosAgner
  2. 2. Poder da comunicação no digital e suas influências nos comportamentos sociais e de consumo Objetivos ANALISAR a atuação do controle e do poder exercido através da vigilância digital na sociedade contemporânea Qual o grau da exposição dos indivíduos na rede Compreender a evolução, manutenção e transformação dos dispositivos de poder Como esses meios foram potencializados com a internet e avanços tecnológicos
  3. 3. SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 SOCIEDADE DE CONTROLE 2.1 Sistemas Disciplinares de Foucault 2.2 Surge a sociedade de controle 3.0 VIGILÂNCIA LÍQUIDA 3.1 O pós-panóptico 3.2 Comportamento social em tempos de cultura digital 3.3 Vigilância e Consumo 4.0 PERSONALIZAÇÃO DIGITAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS 4.1 Conceito de relevância na internet 4.2 Publicidade na internet: Google e Facebook 4.3 A “bolha” dos filtros invisíveis 5.0 MODELOS DE MONITORAMENTO E CONTROLE 5.1 Big Data, Algoritmos e Inteligência Artificial 5.1 ‘Google minhas atividades’ 5.2 Remarketing 5.3 Robôs, redes sociais e marketing político 6.0 CONCLUSÃO REFERÊNCIAS
  4. 4. “Não se trata de analisar as formas regulares e legítimas do poder em seu centro [...]. Trata-se, ao contrário, de captar o poder em suas extremidades, em suas últimas ramificações, lá onde ele se torna capilar”. “ É o dinheiro que talvez melhor exprima a distinçãoentre as duas sociedades. FOUCAULT. DELEUZE. • O PODER é uma multiplicidadede forças • SOCIEDADE DISCIPLINAR- adestramento • PANÓPTICO • Algo positivo, responsável pelo progresso • Além da vigilância nas instituições • Consciência dos corpos • Movidas pelo consumo - endividamento • MARKETING CONTROLE SOCIAL
  5. 5. A ideia é induzir os alvos potenciais a pensar que eles contam, quando tudo que se quer é contá-los e, claro, atraí-los para novas compras. “submetemos à matança nossos direitos de privacidade por vontade própria LYON.BAUMAN. • VIGILÂNCIA é uma característica básica • MOTIVAÇÕES A EXPOSIÇÕES NA REDE • NATURALIZAÇÃO DA VIGILÂNCIA • MODERNIDADE LÍQUIDA • Ideiade PÓS-PANÓPTICO ou superpanóptico • NOVAS RELAÇÕES DE CONSUMO
  6. 6. “a bolha dos filtros transforma inevitavelmente o mundo que vivenciamos, determinando o que vemos e o que não vemos. Ela interfere na inter-relação ente nossos processos mentais e o ambiente externo. Em certos casos, pode atuar como uma lente de aumento, sendo muito útil quando queremos expandir a nossa visão sobre uma área específica do conhecimento. No entanto, os filtros personalizados podem, ao mesmo tempo, limitar a variedade de coisas às quais somos expostos, afetando assim o modo como pensamos e aprendemos. PARISER.
  7. 7. Big Data, Algoritmos e Inteligência artificial Agentes inteligentes que operam de forma automática e autônoma; Aprendem a partirde interações com outros usuários oagentes; Propósitode facilitaro uso das plataformas; Armazenam todoe qualquerdadode informações dos usuários em banco de dados; Vigilânciadigitalse conecta a Internet das coisas (ANTOUN, 2017)
  8. 8. A empresa é muitomais do que um buscador • serviços e programas próprios aos usuários Fonte: https://www.google.com/intl/pt-BR/about/products/ Google minhasatividades
  9. 9. • registroem um painelde consulta e gerenciamento de preferências, Minhas Atividades • uma vez logadoe conectado a algum serviço/produto Google= monitoramento do comportamento dousuário. • Informações coletadas • o que faz e o porquê • Compartilhacom organizações,empresas e indivíduosexternos
  10. 10. Fonte: http://marketingemedia.com.br/o-que-e-retargeting-e-remarketing/ REMARKETING • Estratégia publicitáriacom tags rastreadoras • Boaparte dos anúncios tem relaçãocom uma busca feita na internet • Chances de venda aumentam após 2ou 3x • Ofertas persuasivas
  11. 11. Eleições em 2014: discussões provocadas por robôs nas redes sociais. Social bots: contas controladas por programas que procuram imitar ações humanas e atuam de forma maliciosa nas redes sociais, através de perfis falsos, promovendo debates, forjando discussões e intervindo nas mais diversas situações. Disseminam Fake news com links que podem roubar dados ROBÔS, Redes sociais e marketingpolítico Potencialnocivo queatingemprocessospolíticose econômicos• Metadedapopulaçãose informapela internet Impeachment em 2015: 10% da interações sobre o assunto foram provocadas por robôs.
  12. 12. CONCLUSÕES
  13. 13. #OBRIGADA!

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