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Técnicas de Análise Contextual - Livro de Walter Cybis

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Apresentação em Aula - Seminário - Alunos da UnoChapecó, 2009. Pós-graduação em Desenvolvimento de Sistemas Web. Prof. Luiz Agner

Published in: Technology, Business
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Técnicas de Análise Contextual - Livro de Walter Cybis

  1. 1. Capítulo 4 Técnicas de análise contextual Grupo: Alexandre Santos Cauzio Garibotti Cezar Maisonnet Emerson Figueira Vagner Menezes
  2. 2. Técnicas de análise contextual <ul><li>Consiste em coletar informações e opiniões tanto de usuários atuais, ou de futuros usuários do sistema. </li></ul><ul><li>Em um primeiro momento auxiliam os projetistas na busca de informações sobre o contexto de uso e sobre a usabilidade de um sistema existente.  </li></ul><ul><li>Na seqüência essas técnicas apoiaram as primeiras especificações para tais aspectos no futuro sistema. </li></ul>
  3. 3. Tecnicas de análise <ul><li>Entrevistas tradicionais: </li></ul><ul><li>Consiste em coletar informações e opiniões tanto de usuários atuais, ou de futuros usuários do sistema. </li></ul><ul><li>    O sucesso desta técnica depende do planejamento da execução, e também de um bom relatório. </li></ul><ul><li>   O primeiro passo é identificar as necessidades das pessoas em termos de informação para o projeto. A partir daí elabora-se um roteiro com os tópicos a serem abordados para obter-se a informação. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Entrevistas contextuais: </li></ul><ul><li>São executadas quando o usuário realiza tarefas diretamente sobre o terreno. É a junção entre técnica de entrevista e observação. </li></ul>
  4. 4. Técnicas de análise <ul><li>Questionários de perfil de uso: </li></ul><ul><ul><li>Objetivo de coletar características reais do usuário sobre como ele usa o sistema. </li></ul></ul><ul><ul><li>É preciso identificar quais são as decisões ou dúvidas da equipe de projeto; </li></ul></ul><ul><ul><li>Definir questões objetivas amigáveis e fáceis de responder; </li></ul></ul><ul><ul><li>Testar o questionário antes de por em uso; </li></ul></ul><ul><ul><li>Usar ferramentas de estatísticas acaso o número de questionários for elevado (acima de 1000); </li></ul></ul>
  5. 5. Técnicas de Análise <ul><li>Questionários de Satisfação: </li></ul><ul><ul><li>Deve ser aplicado a usuários experientes que utilizam o sistema com freqüência; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode ser empregado após um teste de usabilidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicar um questionário padrão, exemplo: </li></ul></ul>
  6. 6. Técnicas de Análise <ul><li>SUMI – Software Usability MeasurementInventory(5 fatores; 50 questões ) </li></ul><ul><ul><li>http://www.ucc.ie/hfrg/questionnaires/sumi/index.html </li></ul></ul><ul><li><<Clique aqui>> </li></ul>
  7. 7. Técnicas de Análise <ul><li>QUIS – Questionnaire dor User Interaction Satisfaction (versão 5: 4 fatores; 21 questões) </li></ul><ul><ul><li>http://www.lap.umd.edu/QUIS/index.html </li></ul></ul><ul><ul><li>Examples of the specific satisfaction scale questions: </li></ul></ul><ul><ul><li>5.4 Messages which appear on screen: confusing clear 1   2   3   4   5   6   7   8   9 NA </li></ul></ul><ul><ul><li>5.4.1 Instructions for commands or choice: confusing clear 1   2   3   4   5   6   7   8   9 NA </li></ul></ul>
  8. 8. Técnicas de Análise <ul><li>Questionário de Satisfação: </li></ul><ul><ul><li>Questionário de satisfação em português do ISONORM, desenvolvido por Marco Aurélio de Medeiros em sua dissertação de mestrado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ver questionário>> </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistema de questionário de satisfação online: OnlineOpinion ( http://www.opinionlab.com/index.asp ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ver questionário>> </li></ul></ul>
  9. 11. Técnicas de Análise <ul><li>Observação do Usuário: </li></ul><ul><ul><li>Um pesquisador observa os usuários e toma notas (fotos, vídeos), enquanto este trabalha em seu contexto atual; </li></ul></ul><ul><ul><li>Obtenção de dados quantitativos e qualitativos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Observação direta e indireta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Atenção! Essa técnica tem caráter obstrutivo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cuidado! Certifique-se de que os sujeitos estejam cientes dos objetivos do estudo; </li></ul></ul>
  10. 12. Análise do Trabalho <ul><li>Integra e organiza resultados obtidos pelas técnicas de entrevista; </li></ul><ul><li>Analisa as informações por meio de perspectivas: </li></ul><ul><li>Funcionamento e utilização. </li></ul><ul><li>Tarefa e atividade. </li></ul>
  11. 13. Análise do Trabalho <ul><li>Funcionamento e utilização: </li></ul><ul><ul><li>A descrição de qualquer sistema ou dispositivo informatizado envolve duas lógicas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lógica de Funcionamento; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lógica de operação; </li></ul></ul></ul>
  12. 14. Tarefa e atividade <ul><li>Tarefa: Trabalho prescrito; </li></ul><ul><li>Atividade: Trabalho realizado; </li></ul>
  13. 15. Análise da Tarefa <ul><li>Busca compreender como o sistema funciona e sua operação; </li></ul><ul><li>A coleta das informações é feita por meio de entrevistas com gerentes e supervisores; </li></ul>
  14. 16. Análise da Atividade <ul><li>Permite entender como o sistema é efetivamente operado; </li></ul><ul><li>É realizada através da observação de variáveis no ambiente real de utilização; </li></ul>
  15. 17. Análise da Atividade <ul><li>As observações das interações entre o sistema e o(s) operador(es) deve ser organizada de modo a cobrir situações de: </li></ul><ul><ul><li>Normalidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Críticas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Erros e Incidentes; </li></ul></ul>
  16. 18. Análise da Atividade <ul><li>A decomposição da tarefa: </li></ul><ul><ul><li>Destina-se a coletar informações sobre a tarefa seguindo diferentes níveis de abstração do sistema; </li></ul></ul><ul><ul><li>O nível mais abstrato é o objetivo maior do usuário na tarefa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Os níveis inferiores são os subobjetivos do usuário; </li></ul></ul>
  17. 19. A decomposição da tarefa <ul><li>A estrutura geral das tarefas terá forma de uma árvore como abaixo: </li></ul>
  18. 20. A decomposição da tarefa <ul><li>A nova estrutura da tarefa é obtida através da estrutura Humano-Computador do sistema: </li></ul>
  19. 21. A decomposição da tarefa <ul><li>Deve ser realizada de acordo com as seguintes etapas: </li></ul><ul><ul><li>Identificar as grandes tarefas e descrevê-las; </li></ul></ul><ul><ul><li>Decompor as grandes tarefas e subtarefas aplicando a pergunta “Como a grande tarefa é feita?”; </li></ul></ul><ul><ul><li>Definir até que nível de detalhe deve ser decomposta, respondendo a pergunta “Até que ponto é pertinente saber como a tarefa é feita?”; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenhar a estrutura da tarefa e subtarefas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Validar o modelo com alguém que não esteja envolvido com a análise; </li></ul></ul>
  20. 22. A decomposição da tarefa <ul><li>O resultado incluirá detalhes da interação entre usuário e o programa; </li></ul><ul><li>Cópias das telas do sistema atual podem ser anexadas ás descrições. </li></ul><ul><li>Validar as descrições e informações; </li></ul><ul><li>Observações in loco; </li></ul>
  21. 23. A descrição do conteúdo do trabalho <ul><li>Descrever as informações obtidas; </li></ul><ul><li>Pode ser utilizado formalismos como o M.A.D analisando elementos: </li></ul><ul><ul><li>Objetivo maior a alcançar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Decomposição de subtarefas/subobjetivos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Relações entre as subtarefas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nomes denominações e definições das subtarefas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos das subtarefas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ações que o operador utiliza em cada subtarefa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estado inicial e final do sistema para cada subtarefa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Pré e pós condições das subtarefas; </li></ul></ul>
  22. 24. A descrição do conteúdo do trabalho <ul><li>Apresentam também os seguintes atributos: </li></ul><ul><ul><li>FAC(Facultativa); </li></ul></ul><ul><ul><li>@(Repetitiva); </li></ul></ul><ul><ul><li>PRIOR(Prioritária); </li></ul></ul><ul><ul><li>INTER(interrompível); </li></ul></ul>
  23. 25. A descrição do conteúdo do trabalho <ul><li>Apresentam estrutura hierarquizada entre os mesmos, segundo M.A.D.: </li></ul><ul><ul><li>SEQ (estrutura seqüencial); </li></ul></ul><ul><ul><li>PAR (estrutura paralela); </li></ul></ul><ul><ul><li>ALT (estrutura alternativa); </li></ul></ul><ul><ul><li>SIM (estrutura simultânea); </li></ul></ul><ul><li>Ferramenta para edição de árvores hierárquicas pode ser encontrada no Projeto Merlin; </li></ul><ul><li>http://kmade.sourceforge.net/ </li></ul>
  24. 26. Ferramenta KMADe
  25. 27. Análise dos competidores <ul><li>Visa identificar os pontos fortes e fracos de produtos competidores. </li></ul><ul><li>Define-se uma lista de produtos e uma das tarefas que serão realizadas com cada um. </li></ul><ul><li>O organizador deve executar tais ações e preparar uma apresentação para a reunião. </li></ul><ul><li>O resultado esperado é uma listagem de características desejáveis para o futuro produto. </li></ul>
  26. 28. Focus groups <ul><li>Se refere a uma reunião informal de usuários que manifestam opiniões sobre determinado assunto. </li></ul><ul><li>Deve-se preparar um roteiro com um lista de assuntos a serem tratados. </li></ul><ul><li>Envolver de 6 a 12 usuários de departamentos diversos. </li></ul><ul><li>Tem como objetivo obter uma gama de opiniões sobre o assunto tratado e não um consenso. </li></ul>
  27. 29. Técnicas de especificação <ul><li>São técnicas para gerar, analisar e organizar requisitos de um novo produto, sistema ou aplicação. </li></ul>
  28. 30. Técnicas de especificação <ul><li>Especificação de requisitos de usabilidade: </li></ul><ul><ul><li>Quais são as categorias de usuários para quem o sistema será desenvolvido; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quais são os objetivos para cada categoria; </li></ul></ul><ul><ul><li>Como será o ambiente técnico, físico e organizacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Quais os requisitos para a interface e para a usabilidade do sistema. </li></ul></ul>
  29. 31. Técnicas de especificação <ul><li>Especificação do contexto de uso: </li></ul><ul><ul><li>Envolve a coleta e validação de informações detalhadas sobre as condições nas quais o novo sistema será operado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Se faz por meio de reuniões com os envolvidos (“comitê de contexto de uso”). </li></ul></ul><ul><ul><li>Os participantes devem ter acesso a lista de pontos a serem discutidos previamente. </li></ul></ul><ul><ul><li>O objetivo é chegar a um acordo por consenso em relação a todos os componentes do contexto de uso esperado para o sistema. </li></ul></ul>
  30. 32. Técnicas de especificação <ul><li>Especificação de exigências para a usabilidade; </li></ul><ul><li>Especificação de exigências para a interface; </li></ul>
  31. 33. Técnicas de especificação <ul><li>Cenários de Uso; </li></ul><ul><li>Personas; </li></ul><ul><li>Conclusão. </li></ul>

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