Cost Of Illness

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  • “Jane Intro Slide”
  • “ #ofchronic “ #chronic”Today, 125 million Americans have one or more chronic conditions (45% of the population). Almost half the population will have a chronic condition by 2030. “ #of chronic” Between 2000 and 2030, the number of Americans with chronic conditions will increase by 37 percent, an increase of 46 million people. The probability of having a chronic condition increases with age. Between 2000 and 2030, the proportion of Americans age 50 and older will increase from 28 percent to 36 percent
  • “ half” In 2000, 21 percent of all Americans had two or more chronic conditions. In 2030, it is estimated that 26 percent of all Americans will have multiple chronic conditions. The Prevalence of multiple chronic conditions increases with age: 5 percent of children have more than one condition 35 percent of people ages 45- 64 have more than one condition 62 percent of people ages 65+ have more than one condition
  • “ increases” Average per capita spending on people with one or more chronic conditions is more than four times greater than spending on people without any chronic conditions. ($800 for people with no conditions compared to $3,700 for people with one or more conditions.) Compared to individuals with no chronic conditions: Spending is almost two and a half times greater for someone with one chronic condition. Spending is seven times greater for someone with three chronic conditions. Spending is more than 14 times greater for someone with five or more chronic conditions. Spending on behalf of people with four or more chronic conditions represents 26 percent of all health care spending, yet this group is only 5 percent of the population.
  • “heaviest”
  • “ Physicians” Eighty-one percent of people with serious chronic conditions see two or more different physicians. The average Medicare beneficiary sees an average of six unique physicians and those with 5 or more chronic conditions see 14 different physicians.
  • “ conflicting” Many individuals with chronic conditions are faced with a dilemma–which provider to believe. An estimated 16 million adults go to the drug store every year only to be told of potential drug interactions. Half of all Americans report that they must give the same information to multiple providers.
  • “variation”
  • “beta-blockers”
  • “under-beta”
  • “improve”
  • “ CCMgmnt”
  • Cost Of Illness

    1. 1. Custo da Doença Métodos para estimativa Denizar Vianna denizarvianna @ cpes . org . br
    2. 2. Número de pessoas com doença crônica está aumentando rapidamente Source: Wu, Shin-Yi and Green, Anthony. Projection of Chronic Illness Prevalence and Cost Inflation . RAND Corporation, October 2000.
    3. 3. Os doentes crônicos possuem várias co-morbidades Source: Wu, Shin-Yi and Green, Anthony, Projection of Chronic Illness Prevalence and Cost Inflation . RAND Corporation, October 2000.
    4. 4. Gasto per capita com saúde aumenta com o número de co-morbidades Source: Medical Expenditure Panel Survey, 1998.
    5. 5. Doentes crônicos são grandes usuários dos serviços de saúde Source: Medical Expenditure Panel Survey, 1998.
    6. 6. Mais da metade dos doentes crônicos possuem 3 ou mais diferentes médicos Source: Gallup Serious Chronic Illness Survey 2002.
    7. 7. Doentes crônicos relatam que recebem orientação conflitante Source: Chronic Illness and Caregiving , a survey conducted by Harris Interactive, Inc., 2000.
    8. 8. Variação no tratamento da Insuficiência Cardíaca Source: Effective Clinical Practice , March/April 2000 69 hospitais (5 estados); 2077 pacientes com IC
    9. 9. Sub-utilização de Betabloqueadores <ul><li>A despeito da robusta evidência de que o uso de betabloqueadores no pós Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) diminue a morbi-mortalidade, eles são sub-utilizados em pacientes idosos. </li></ul><ul><li>Uso de betabloqueadores no pós IAM é uma das mais comprovadas e custo efetivas intervenções em saúde. Seu uso diminue a mortalidade cardiovascular, re-infarto e aumenta a sobrevida em 20% a 40%. </li></ul><ul><li>A sub-utilização determina excesso de mortalidade em 2 anos e re-internações por doença cardiovascular. </li></ul>Fonte: JAMA January 8, 1997; 277: 115-121
    10. 10. Sub-utilização de Betabloqueadores <ul><li>Bloqueadores dos canais de cálcio foram utilizados quase 3 vezes mais, a despeito da fraca evidência sobre redução da mortalidade. </li></ul><ul><li>Pacientes com betabloqueadores foram re-internados 22% menos e a mortalidade foi 43% menor comparativamente àqueles que não utilizaram. </li></ul><ul><li>Pacientes recebendo bloqueadores dos canais de cálcio ao invés de betabloqueadores possuem o dobro do risco de óbito. </li></ul><ul><li> Fonte: JAMA January 8, 1997; 277: 115-121 </li></ul>
    11. 11. Como melhorar a eficiência do sistema de saúde?
    12. 12. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>CONCEITO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Representa um método econômico descritivo, que associado aos dados de prevalência, incidência, morbidade e mortalidade, auxilia na mensuração do impacto para a sociedade (ou organização) decorrente de uma doença específica. </li></ul></ul></ul>
    13. 13. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>MÉTODOS PARA ESTIMATIVA* </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CUSTOS DIRETOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Top-down” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Bottom-up” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>*Rice DP: Estimating the Cost of Illness, Health Economic Series Nº 6. PHS Nº 947-6. US Government Printing Office, Washington, DC, 1966. </li></ul></ul></ul>
    14. 14. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Tipos de custos: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custos diretos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custos indiretos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custos intangíveis </li></ul></ul></ul>
    15. 15. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Custos Diretos : </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Médico-hospitalares : taxas, internação hospitalar, consultas médicas, medicamentos, cirurgias, próteses ... </li></ul></ul></ul><ul><li>Não médico-hospitalares : transporte . </li></ul>
    16. 16. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>“ Top-down” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Utiliza as bases de dados estatísticas (ex. datasus) para estimar as taxas doença-específica do uso de serviços de saúde (identificados pelo CID) na determinação do custo doença-específica. </li></ul></ul></ul>
    17. 17. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>“ Top-down” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os custos são calculados pela multiplicação do gasto total com saúde pela proporção de serviços utilizados pelo grupo de pacientes específicos. </li></ul></ul></ul>
    18. 18. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>“ Bottom-up” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Baseado no custo de unidades individuais de serviços realizados, a partir de uma amostra de pacientes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os dados da amostra são extrapolados para o total de pacientes com a doença em questão. </li></ul></ul></ul>
    19. 19. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>“ Bottom-up” approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os custos são calculados pela multiplicação do custo do serviço prestado pelo nº total de procedimentos realizados atribuídos a população em questão. </li></ul></ul></ul>
    20. 20. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Custos indiretos : perda de produtividade, absenteísmo, morte prematura. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Custos intangíveis : dor, trauma psicológico, diminuição de qualidade de vida. </li></ul></ul></ul>
    21. 21. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>MÉTODOS PARA ESTIMATIVA* </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CUSTOS INDIRETOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Human capital approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Friction cost method </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>*Rice DP: Estimating the Cost of Illness, Health Economic Series Nº 6. PHS Nº 947-6. US Government Printing Office, Washington, DC, 1966. </li></ul></ul></ul>
    22. 22. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Human capital approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Abordagem para estimar como as habilidades, experiências e conhecimento de um indivíduo podem ser utilizadas no processo produtivo. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A renda do emprego é geralmente utilizada com medida do produto líquido. </li></ul></ul></ul>
    23. 23. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Human capital approach </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O valor presente dos ganhos futuros são calculados (taxa de desconto) e expressa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>o capital humano em termos monetários. </li></ul></ul></ul>
    24. 24. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Friction cost method </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Trata-se de uma modificação do human capital method , utilizado para mensurar custo indireto. </li></ul></ul></ul>
    25. 25. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Friction cost method </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O custo indireto (improdutividade) só é quantificado até o momento em que ocorre substituição do trabalhador que deixou de produzir. </li></ul></ul></ul>
    26. 26. <ul><li>Cálculos: </li></ul>MODELO DE PRODUTIVIDADE PERDA TOTAL DE PRODUTIVIDADE WPS = % horas de trabalho perdidas + (% improdutividade durante o trabalho x (1 - % horas de trabalho perdidas) ABSENTEÍSMO % horas de trabalho perdidas = horas de trabalho perdidas x 100 carga horária de trabalho PRESENTEÍSMO % improdut. durante trabalho = grau de prod. afetada pela doença x 100 10 Fonte: Reilly M. Work Productivity and Activity Impairment Questionnaire. www.qolid.org/public/WPAI.html
    27. 27. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>RISCO ATRIBUÍVEL </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Representa a contribuição relativa de um fator de risco (ex. tabaco) no risco total identificado. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Representa o nº ou proporção de casos de uma doença, ou uma causa de óbito, atribuível a um fator de risco. </li></ul></ul></ul>
    28. 28. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>RISCO ATRIBUÍVEL </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Definido como a diferença entre grupos expostos e não-expostos no que se refere aos coeficientes de incidência de uma doença. </li></ul></ul></ul>
    29. 29. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>PROPORÇÃO ( RAZÃO) DE RISCO ATRIBUÍVEL </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RA no grupo exposto = CI e – CI ne X 100 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CI e </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CI e = coeficiente de incidência entre os expostos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>CI ne = coeficiente de incidência entre os não expostos </li></ul></ul></ul>
    30. 30. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Estudos de Doll e Hill sobre o câncer de pulmão </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RA em fumantes = 1,66 – 0,07 X 100 = 95,8% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>1,66 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Significa que 95,8% dos casos de câncer de pulmão podem ser atribuídos ao consumo excessivo de tabaco </li></ul></ul></ul>
    31. 31. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Taxa de Desconto : </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Valor presente dos custos que acontecem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>em diferentes momentos no tempo. </li></ul></ul></ul>
    32. 32. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Taxa de Desconto: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C at = C : ( 1 + D ) a </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C at = custo atual (valor presente) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C = custo futuro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>D = taxa de desconto (5%) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a = período (anos) </li></ul></ul></ul>
    33. 33. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Valor atual de U$ 100 gastos em 1 ano </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>U$ 100 : ( 1 + 0,05 ) 1 = U$ 95 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Valor atual de U$ 100 gastos em 2 anos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>U$ 100 : ( 1 + 0,05 ) 2 = U$ 91 </li></ul></ul></ul>
    34. 34. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Custos em épocas diferentes: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C at = C 0 + C 1 : ( 1 + D ) 1 + C 2 : ( 1 + D ) 2 + ... + C n : ( 1 + D ) n </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C at = valor atual ( valor presente ) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C 0 , C 1 , ... , C n = custos futuros </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>D = taxa de desconto ( 5%) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>n = período ( anos ) </li></ul></ul></ul>
    35. 35. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>Custos em épocas diferentes: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>U$ 100 + U$ 100 : ( 1 + 0,05 ) 1 + U$ 100 : ( 1 + 0,05 ) 2 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>U$ 100 + U$ 95 + U$ 91 = U$ 286 </li></ul></ul></ul>
    36. 36. Percentagem de atendimentos de urgência devido a asma nos últimos 2 anos Fonte: Guterman J. J. The Los Angeles Clinical Resource Management Program. Presentation at the NAPH Annual Conference. June 20, 2002.
    37. 37. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>DIABETES MELLITUS - CUSTOS DIRETOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DIABÉTICOS X NÃO - DIABÉTICOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diagnóstico adjusted odds ratio 95%de intervalo de confiança </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Doença Coronariana 3,32 3,12 - 3,53 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Doença Cerebrovascular 2,26 1,94 - 2,62 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nefropatia 4,63 3,86 - 5,54 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Retinopatia 3,10 2,94 - 3,27 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fonte: Rendell M. et al. The healthcare status of the diabetic population as reflected by physician claims to a major insurer. Arch Intern Med 1993; 153 (11): 1360-6. </li></ul></ul></ul>
    38. 38. ESTUDO DO CUSTO DA DOENÇA <ul><ul><ul><li>DIABETES MELLITUS - CUSTOS DIRETOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DIABÉTICOS X NÃO - DIABÉTICOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>FREQUÊNCIA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Procedimento adjusted odds ratio 95%de intervalo de confiança </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cateterismo cardíaco 3,02 2,27 - 4,0 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cirurgia Cardíaca 3,60 2,44 -5,30 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cirurgia Vascular 2,84 2,64 - 3,27 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fonte: Rendell M. et al. The healthcare status of the diabetic population as reflected by physician claims to a major insurer. Arch Intern Med 1993; 153 (11): 1360-6. </li></ul></ul></ul>
    39. 39. Chronic Care Management <ul><li>Do the RIGHT thing to the RIGHT patient at the RIGHT time. </li></ul>

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