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VALORES E a
SUBJETIVIDADE
A subjetividade em
perspectiva com a vivência
de cada indivíduo e o meio
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O QUE É SUBJETIVIDADE?
É entendida como o espaço íntimo
do individuo (mundo interno) com o qual ele se
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A SUBJETIVIDADE NA PSICOLOGIA
Conceituada a partir das inquietações do
sujeito, de modo que pensadores foram levados a
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A subjetividade é o mundo interno de todo e
qualquer ser humano. Este mundo interno é
composto por emoções, sentimentos e ...
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SINTESE DE VALORES
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FATOS E VALORES
Todos estes motivos
podem ser apoiados em
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VALORES
Podemos definir os valores partindo das várias
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Exemplo: Participar numa manifestação a
favor do povo timorense, pode significar que
atribuímos à Solidariedade
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TIPOS DE VALORES
Os valores não são simples ideias que
adquirimos, mas conceitos que traduzem
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VALORES ÉTICOS
Os que se referem às normas ou critérios de
conduta que afetam todas as áreas da nossa
atividade.
Exemplos:...
VALORES ESTÉTICOS
A diferença entre valor e qualidade: é que o valor
de um objeto pode ser aceito ou não, sem que
este dei...
VALORES RELIGIOSOS
Apesar de suas diferenças básicas, as pessoas normais, em
determinada área cultural, tendem a desenvolv...
VALORES POLÍTICOS
Justiça, Igualdade, Imparcialidade, Cidadania, Liberd
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VALORES MORAIS
Representam
um
conjunto
de
regras
estabelecidas de convívio e que são de extrema
importância na sociedade.
...
EXEMPLOS
HIERARQUIZAÇÃO DOS VALORES
Não atribuímos a todos os nossos valores a
mesma importância. Na hora de tomar uma
decisão, cad...
EXEMPLO
A maioria da população mundial continua a
passar graves carências alimentares. Todos os anos
morrem milhões de pes...
Polaridade dos Valores
Os nossos valores tendem a organizar-se em
termos de oposições ou polaridades. Preferimos e
opomos ...
Valores e a subjetividade
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onde surgiu a subjetividade e os valores fazendo uma analogia do que é pregado hoje, a mudança de conceitos através dos valores empregados pela sociedade

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Valores e a subjetividade

  1. 1. VALORES E a SUBJETIVIDADE A subjetividade em perspectiva com a vivência de cada indivíduo e o meio em que ele vive, de maneira clara e objetiva.
  2. 2. O QUE É SUBJETIVIDADE? É entendida como o espaço íntimo do individuo (mundo interno) com o qual ele se relaciona com o mundo social (mundo externo), resultando tanto em marcas singulares na formação do indivíduo quanto na construção de crenças e valores compartilhados na dimensão cultural que vão constituir a experiência histórica e coletiva dos grupos e populações.
  3. 3. DO LATIM subjetividade é:
  4. 4. BEM ESTAR SUBJETIVO
  5. 5. A SUBJETIVIDADE NA PSICOLOGIA Conceituada a partir das inquietações do sujeito, de modo que pensadores foram levados a sintetizar a questão na contraposição entre características internas e externas. A Gestalt, teoria do início do século XX, considera o comportamento humano como um todo possuidor de unidade, sendo uma das escolas que intensificou o interesse nos estudos do desenvolvimento da personalidade.
  6. 6. A subjetividade é o mundo interno de todo e qualquer ser humano. Este mundo interno é composto por emoções, sentimentos e pensamentos.
  7. 7. Na teoria do conhecimento, a subjetividade é o conjunto de ideias, significados e emoções que, por serem baseados no ponto de vista do sujeito, são influenciados por seus interesses e desejos particulares.
  8. 8. Tem como oposto a objetividade, que se baseia em um ponto de vista intersubjetivo, isto é, que pode ser verificável por diferentes sujeitos.
  9. 9. Através da nossa subjetividade construímos um espaço relacional, ou seja, nos relacionamos com o "outro". Este relacionamento nos insere dentro de esferas de representação social em que cada sujeito ocupa seu papel de agente dentro da sociedade.
  10. 10. Estes sujeitos desempenham papeis diferentes de acordo com o ambiente e a situação em que se encontram o que, segundo Goffmam, pode ser interpretado como ações de atores sociais. Somente a subjetividade contempla, coordena e conhece estas diversas facetas que compõem o indivíduo.
  11. 11. O homem vive, toma partido, crê numa multiplicidade de valores, hierarquiza-os e dá assim sentido à sua existência mediante opções que ultrapassam incessantemente as fronteiras do seu conhecimento efetivo. No homem que pensa, esta questão só pode ser raciocinada, no sentido em que, para fazer a síntese entre aquilo que ele crê e aquilo que ele sabe, ele só pode utilizar uma reflexão, quer prolongando o saber, quer opondo-se a ele num esforço crítico para determinar as suas fronteiras atuais e legitimar a hierarquização dos valores que o ultrapassam. Esta síntese raciocinada entre as crenças, quaisquer que elas sejam, e as condições do saber, constituí aquilo que nós chamamos uma "sabedoria" e é este que nos parece ser o objeto da filosofia. Jean Piaget, Sageza e Ilusão da Filosofia
  12. 12. SINTESE DE VALORES Quando decidimos fazer algo, estamos a realizar uma escolha. Manifestamos certas preferências por umas coisas em vez de outras. Evocamos então certos motivos para justificar as nossas decisões.
  13. 13. FATOS E VALORES Todos estes motivos podem ser apoiados em fatos, mas têm sempre implícitos certos valores que justificam ou legitimam as nossas preferências.
  14. 14. VALORES Podemos definir os valores partindo das várias dimensões em que usamos: a) os valores são critérios segundo os quais valorizamos ou desvalorizamos as coisas; b) Os valores são as razões que justificam ou motivam as nossas ações, tornando-as preferíveis a outras. Os valores reportam-se, em geral, sempre a ações, justificam-nas.
  15. 15. Exemplo: Participar numa manifestação a favor do povo timorense, pode significar que atribuímos à Solidariedade uma enorme importância. A solidariedade é neste caso o valor que justifica ou explica a nossa ação. Ao contrário dos fatos, os valores apenas implicam a adesão de grupos restritos. Nem todos possuímos os mesmos valores, nem valorizamos as coisas da mesma forma.
  16. 16. TIPOS DE VALORES Os valores não são simples ideias que adquirimos, mas conceitos que traduzem as nossas preferências. Existe uma enorme diversidade de valores, podemos agrupálos quanto à sua natureza da seguinte forma:
  17. 17. VALORES ÉTICOS Os que se referem às normas ou critérios de conduta que afetam todas as áreas da nossa atividade. Exemplos: Solidariedade, Honestidade, Verdade, Leald ade, Bondade, Altruísmo...
  18. 18. VALORES ESTÉTICOS A diferença entre valor e qualidade: é que o valor de um objeto pode ser aceito ou não, sem que este deixe de ser o que é; já a qualidade, não se pode separar nem desprezar das coisas, sem que essas fiquem modificadas. São os valores de expressão. Exemplo: Harmonia, Belo, Feio, Sublime, Trágico...
  19. 19. VALORES RELIGIOSOS Apesar de suas diferenças básicas, as pessoas normais, em determinada área cultural, tendem a desenvolver um numero limitado de modos de ajustamento, grosseiramente comparáveis. A dotação original da maioria dos seres humanos, seus estádios de desenvolvimento, e as exigências de sua sociedade específica, são suficientemente padronizadas e comparáveis, a fim de permitir provocar alguns modos básicos de ajustamento, que são, entre indivíduos, aproximadamente os mesmos São os que dizem respeito à relação do homem com a transcendência. Exemplos: Sagrado, Pureza, Santidade, Perfeição.
  20. 20. VALORES POLÍTICOS Justiça, Igualdade, Imparcialidade, Cidadania, Liberd ade.
  21. 21. VALORES MORAIS Representam um conjunto de regras estabelecidas de convívio e que são de extrema importância na sociedade. São aprendidos através do convívio social da coletividade, visto que não vivemos sozinhos e sim um indivíduo depende do outro na sociedade em que vivemos.
  22. 22. EXEMPLOS
  23. 23. HIERARQUIZAÇÃO DOS VALORES Não atribuímos a todos os nossos valores a mesma importância. Na hora de tomar uma decisão, cada um de nós, hierarquiza os valores de forma muito diversa. A hierarquização é a propriedade que tem os valores de se subordinarem uns aos outros, isto é, de serem uns mais valiosos que outros. As razões porque o fazemos são múltiplas
  24. 24. EXEMPLO A maioria da população mundial continua a passar graves carências alimentares. Todos os anos morrem milhões de pessoas por subnutrição. Não é de querer que hierarquia dos seus valores destas pessoas a satisfação das suas necessidades biológicas não esteja logo em primeiro lugar.
  25. 25. Polaridade dos Valores Os nossos valores tendem a organizar-se em termos de oposições ou polaridades. Preferimos e opomos a Verdade à Mentira, a Justiça à Injustiça, o Bem ao Mal, a beleza à fealdade, a generosidade à mesquinhez. A palavra valor costuma apenas ser aplicada num sentido positivo. Embora o valor seja tudo aquilo sobre o qual recaia o ato de estima positiva ou negativamente. Valor é tanto o Bem, como o Mal, o Justo como Injusto..

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