Amaral Guitar Hero DJ Hero

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apresentaçao sobre GH e DJH no Libercom em 6/9/10 no Libercom. Mesa sobre games e entretenimento

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Amaral Guitar Hero DJ Hero

  1. 1. “And if the world does turn, and if London burns I'll be standing on the beach with my guitar I want to be in a band, when I get to heaven Anyone can play guitar” (Anyone can play guitar, Radiohead, 1993)
  2. 2. Em que medida as representações de dois gêneros musicais distintos (o rock e a música eletrônica) são mantidos e/ou reconfigurados nas performances propiciadas pelos jogos musicais?
  3. 3. !  A relativa facilidade de aprendizado do jogo em si para pessoas “não- musicais” (Miller, 2010) !  Complexidade dos elementos sonoros, audiovisuais, táteis e corporais (gestualidade, dança, etc) !  Aspectos sociais (competições, maratonas de jogos com amigos) criam uma ambientação propícia, criativa e de certa forma, controlada maquínicamente, !  Performance calcada na identificação ora com a ritualidade típica dos shows de rock e das festas de música eletrônica; !  Atualização da sociabilidade dos videokês, karaokês e outras modalidades de dublagens e mímicas, atos anteriormente interiorizados !  exteriorizar um ato interno.
  4. 4. !  O ambiente do jogo – O circuito do palco, ao virtual, ao presencial;
  5. 5. !  A participação de “supergrupos” como por exemplo Metallica, Aerosmith e Daft Punk e a identificação com os jogadores e fãs, além do conhecimento das canções essencial para jogabilidade
  6. 6. !  A relação afetiva e auditiva com as músicas a serem jogadas
  7. 7. !  Tanto a guitarra, a bateria, quanto os turntables e sua relação material com a perfomance corporal
  8. 8. !  Os campeonatos e as performances entre amigos como experiências coletivas presenciais
  9. 9. !  A noção de performance e sua eficácia implica competência, não no sentido de savoir-faire, mas como saber-ser. !  “É um saber que implica e comanda uma presença e uma conduta, um Dasein, comportando coordenadas espaço-temporais e fisiopsíquicas completas, uma ordem de valores encarnada em um corpo vivo” (ZUMTHOR, 2007, p.35-36).
  10. 10. !  Sá & Holzbach (2010) ampliam a noção de performance musical de Frith (1998) a partir da relação entre presença, corpo e shows presenciais, resgatando o aspecto da mediação entre as tecnologias e a performance, mostrando a importância das mídias massivas, especificamente o rádio e a televisão como importantes veículos de transmissão, difusão e popularização dos espetáculos. !  Amplificação via plataformas digitais on-line
  11. 11. !  Os jogos Guitar Hero e Rock Band chamam atenção para a esquizofonia – o termo de R. Murray Schafer para a brecha entre um som gravado e sua fonte (Schafer: 1969) – e, portanto, convidam os jogadores a imaginarem que estão unindo esta brecha, transformando uma performance gravada em performance ao vivo outra vez. (MILLER, 2010, p. 114)
  12. 12. !  "As pessoas pensam que a guitarra é um símbolo fálico, mas patentemente não é. A cabeça e a haste são fálicos, mas o corpo é o corpo de ampulheta que utilizamos para simbolizar a feminilidade. Então a guitarra é na verdade um símbolo de cópula, combinando os dois símbolos em frente de um buraco aberto onde você usa os seus dedos. A guitarra pode ser estimulante tanto para mulheres quanto para os homens” (FONAROW apud JONZE, 2008, Online)

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