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Gestão do Conhecimento:
competências para a inovação
e competitividade

      Ana Maria R. Correia
               ISEGI / ...
Sumário
 Introdução
 Estratégias europeias para a inovação
 e competitividade numa sociedade do
 conhecimento
 Perspectiva...
Introdução
                                   Novas formas de trabalho
                Mudanças
                          ...
Políticas Europeias para a inovação e
competitividade numa sociedade do conhecimento

 Cimeira Europeia de Lisboa – Março ...
Políticas Europeias para a inovação e
competitividade numa sociedade do conhecimento
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Políticas Europeias para a inovação e
competitividade numa sociedade do conhecimento

      O “empurrão político”, na Euro...
Conhecimento
Quando existe um padrão de relações entre os
 dados e a informação, esse padrão tem potencial
 para represent...
Perspectiva estruturalista do
conhecimento
 Conhecimento como uma entidade discreta,
 objectiva, cognitiva
   Tipos de con...
Estrutura de Nonaka [1994]

               Tácito                        Tácito
                    Socialização      Exte...
Estrutura de Spender [1996, 1998]
Distingue o conhecimento individual do social
(colectivo).
Conhecimento colectivo tem um...
Estrutura de Blackler [1995]
Existem cinco tipos de conhecimento – embrained, embodied,
   encultured, embedded e encoded....
Perspectiva processual do
conhecimento

A nossa atenção deveria focar-se nos processos e práticas
de saber.
O conhecimento...
Modelos de GC
 Modelo escalar – a informação e o conhecimento são
 “entidades relacionadas que podem ser transformadas
 um...
Abordagens sobre GC (cont.)

 Primeira fase:
   Domínio da comunidade de SI/TI na difusão da GC, tendo
   gerado uma “ênfa...
GC
 Dever-se-ia preocupar com...
     Captura e codificação do conhecimento tácito,
                      e também com a
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Abordagens sobre GC (cont.)
Bibliotecas e Ciências da Informação
Gestão do saber, correspondendo à “codificação e classifi...
BCI e EP
Na BCI e EP o conhecimento é visto
 como algo passível de codificação.

Visão incompleta pois que o
  conheciment...
Teorias Organizacionais
GC é perspectivada como facilidade de resposta, como
capacidade para as organizações se desenvolve...
Perfil do Gestor do
  Conhecimento




   Ana Maria Correia / Anabela Sarmento   19/23
Competências e Capacidades para a GC

Competências nucleares, profissionais e técnicas
  Adquiridas através da educação fo...
CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL

                                   Memória Organizacional
                                   ...
Conclusões
 Envolvente organizacional dinâmica e em mutação
 permanente
 Políticas Europeias procuram desenvolver uma
 soc...
Questões?

                Ana Maria R. Correia
                             ISEGI / UNL
                        acorreia@...
Ana Maria Correia / Anabela Sarmento   24/23
Forma “como uma organização usa o seu capital
intelectual”, incluindo o capital humano, estrutural e
relacional
          ...
Processo de Gestão do Conhecimento
i) Geração de conhecimento – inclui a forma como
os funcionários improvisam e a forma c...
Algumas abordagens sobre GC
                 Bawden e Yates-Mercer [2002:20-21]


Modelo escalar - concebe a informação e ...
Algumas abordagens sobre GC
  Modelo cognitivo - “vê o conhecimento como algo
  intrínseco, e existindo apenas na mente hu...
Conhecimento explícito – conhecimento formalizado e
expresso – e.g. Desenhos técnicos, planos de acção,
manuais de procedi...
Abordagens sobre GC (cont.)
Estrutura de Nonaka (1994)
  A “criação de conhecimento só pode ocorrer a nível
  individual”....
Gestão do Conhecimento
 “Abordagem sistemática e integrada com vista a
 identificar, gerir e partilhar todos os activos de...
Competências e capacidades para a
GC

 Competências nucleares, profissionais e técnicas –
 adquiridas através da educação ...
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  1. 1. Gestão do Conhecimento: competências para a inovação e competitividade Ana Maria R. Correia ISEGI / UNL Anabela Sarmento ISCAP / IPP Centro Algoritmi / Un. Minho
  2. 2. Sumário Introdução Estratégias europeias para a inovação e competitividade numa sociedade do conhecimento Perspectivas sobre a GC Perfil do Gestor do Conhecimento Competências e Capacidades para a GC Conclusões Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 2/23
  3. 3. Introdução Novas formas de trabalho Mudanças Avanços tecnológicos contínuos Globalização Informação cada vez mais Mercados mais importante para a inovação dinâmicos e e competitividade competitivos Reconhecimento do conhecimento como a “capacidade para uma acção efectiva”, sendo o principal desafio estimular a produção de conhecimento novo e a sua gestão Trabalhador com novo perfil, competências, atitudes e capacidade intelectual diferente Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 3/23
  4. 4. Políticas Europeias para a inovação e competitividade numa sociedade do conhecimento Cimeira Europeia de Lisboa – Março de 2000 Transformar a UE na “economia do conhecimento mais competitiva e dinâmica do mundo”, no ano de 2010: ! Desenvolvimento do conhecimento, garantindo um crescimento sustentado, com mais emprego e maior coesão social. ! Acesso a infra estruturas de comunicação e variedade de serviços. ! Cidadãos com as competências necessárias para viver e trabalhar na sociedade da informação. ! Reforço no combate à iliteracia. ! Adaptação dos sistemas de educação e formação às exigências da sociedade do conhecimento e às necessidades de melhoria do nível e qualidade de emprego. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 4/23
  5. 5. Políticas Europeias para a inovação e competitividade numa sociedade do conhecimento Conselho Europeu – Barcelona, Março 2002 Convidou a comissão a propor um Plano de Acção que se focasse na criação de redes de banda larga em toda a Europa em 2005 e acções de eGovernment, eLearning, eHealth e eBusiness (serviços públicos online modernos) para encorajar o desenvolvimento de novos serviços. Desenvolver “eEurope 2005 Action Plan” ! “Utilizadores no centro” - “aumentar a sua participação, alargar as oportunidades a toda a gente e elevar as competências”. ! Fornecer “oportunidades às pessoas de participarem na sociedade e ajudar a força de trabalho a adquirir as competências necessárias numa economia do conhecimento”. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 5/23
  6. 6. Políticas Europeias para a inovação e competitividade numa sociedade do conhecimento O “empurrão político”, na Europa, direcciona-se para o desenvolvimento duma economia baseada em conhecimento, de forma a gerar a inovação necessária para promover a competitividade à escala global. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 6/23
  7. 7. Conhecimento Quando existe um padrão de relações entre os dados e a informação, esse padrão tem potencial para representar conhecimento. “O Conhecimento é um fluído misto de experiências, valores, informação contextual e conhecimento que fornece uma estrutura para avaliar e incorporar novas experiências e informação. Tem origem e é aplicado na mente das pessoas. Nas organizações, ele está frequentemente embebido, não só nos documentos e repositórios, mas também nas rotinas, processos, práticas e normas”. Davenport e Prusak, 1998 Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 7/23
  8. 8. Perspectiva estruturalista do conhecimento Conhecimento como uma entidade discreta, objectiva, cognitiva Tipos de conhecimento: ! Tácito – reside no indivíduo, difícil ou impossível de articular ou de comunicar. Encontra-se em nós, nas nossas competências práticas e acções. Capacidade para fazer ou julgar algo, sensações e compreensões profundas, i.e., conhecimento e experiência não articulados. ! Explícito - conhecimento formalizado e expresso – e.g. desenhos técnicos, planos de acção, manuais de procedimentos, informação arquivada em computadores. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 8/23
  9. 9. Estrutura de Nonaka [1994] Tácito Tácito Socialização Exteriorização Tácito Explícito Explícito Tácito Interiorização Combinação Explícito Explícito A “criação de conhecimento só pode ocorrer a nível individual”. Nonaka põe em relevo que os indivíduos criativos precisam de ser apoiados nos seus esforços e que a gestão precisa de fornecer o contexto necessário para a partilha e criação de conhecimento. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 9/23
  10. 10. Estrutura de Spender [1996, 1998] Distingue o conhecimento individual do social (colectivo). Conhecimento colectivo tem um papel preponderante porque é o tipo de conhecimento que é difícil de imitar. O conceito de conhecimento colectivo pode ser visto nas “Comunidades de Prática” (grupos de pessoas que trabalham juntos regularmente, desenvolvendo conhecimento colectivo e partilhando compreensões sobre o que a comunidade faz). Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 10/23
  11. 11. Estrutura de Blackler [1995] Existem cinco tipos de conhecimento – embrained, embodied, encultured, embedded e encoded. Embrained - depende de competência conceptuais e capacidades cognitivas. Embodied - orientado para a acção e parcialmente explícito. Encultured - processo de alcançar uma compreensão partilhada através do desenvolvimento da cultura organizacional. Embedded - conhecimento contido nas rotinas. Pode ser analisado considerando-se as relações entre as tecnologias, papéis, procedimentos e rotinas emergentes. Encoded - informação transmitida através de sinais e símbolos de forma manual ou electrónica. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 11/23
  12. 12. Perspectiva processual do conhecimento A nossa atenção deveria focar-se nos processos e práticas de saber. O conhecimento é socialmente construído, isto é, é um acto social e está embebido na prática. A ênfase está no contexto - “Ba” – “contexto partilhado no qual o conhecimento é partilhado, criado e utilizado. (...) Ba é o local onde a informação é interpretada, para se tornar conhecimento” Nonaka, Toyama e Konno, 2002 GC – Gerir as pessoas e as interacções entre elas. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 12/23
  13. 13. Modelos de GC Modelo escalar – a informação e o conhecimento são “entidades relacionadas que podem ser transformadas uma na outra, no exterior da mente humana” Criação de repositórios de conhecimento, tentanto captar o conhecimento organizacional em software. Modelo cognitivo – o conhecimento é algo “intrínseco e existindo apenas na mente humana e na cognição” Procura-se “implementar a GC através de incidências sobre a cultura, organizando o seu espaço físico (...) e recorrendo às ferramentas adequadas para a comunicação”. Yates-Mercer e Bawden, 2002 Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 13/23
  14. 14. Abordagens sobre GC (cont.) Primeira fase: Domínio da comunidade de SI/TI na difusão da GC, tendo gerado uma “ênfase na captura e codificação de conhecimento”, em paralelo com o desenvolvimento e promoção das “tecnologias de conhecimento” (e.g., data warehouses, intranets, data mining). Segunda fase: Ênfase nas preocupações sociais e comportamentais (e.g., desenvolvimento de “comunidades de prática”). Swan e Scarbrough, 2002 GC não pode ser polarizada entre estas duas perspectivas. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 14/23
  15. 15. GC Dever-se-ia preocupar com... Captura e codificação do conhecimento tácito, e também com a Criação de organizações que aprendem – i.e., o processo que permite à organização adaptar-se e evoluir através da aquisição de novo conhecimento, competência ou comportamentos e assim auto-transformar-se e transformar a sua cultura – i.e., construir, criar e desenvolver culturas e comunidades. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 15/23
  16. 16. Abordagens sobre GC (cont.) Bibliotecas e Ciências da Informação Gestão do saber, correspondendo à “codificação e classificação de material registado (conteúdo) embebido nos artefactos, estruturas, sistemas e repositórios”, sem se tentar compreender de que forma a criação de valor para o negócio é apercebida e criada. Davenport e Cronin, 2000 Engenharia de Processo A GC é entendida como a gestão do “saber”, centrando-se nos processos, com destaque para as representações das actividades e capacidades, não incluindo o conhecimento tácito existente nas pessoas. É empregue como sinónimo de: data mining, intranets, browsers, data warehouses, etc. Davenport e Cronin, 2000 Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 16/23
  17. 17. BCI e EP Na BCI e EP o conhecimento é visto como algo passível de codificação. Visão incompleta pois que o conhecimento não codificável ou tácito não é tido em consideração. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 17/23
  18. 18. Teorias Organizacionais GC é perspectivada como facilidade de resposta, como capacidade para as organizações se desenvolverem, inovarem e fortalecerem, tornando-se mais competitivas. GC corresponde à gestão do contexto onde o conhecimento é criado e utilizado. Relaciona-se, também, com os factores ambientais, essenciais à criação de uma “cultura do conhecimento”. O contexto é o espaço onde o “conhecimento” acontece, isto é, onde se estabelece a relação entre conhecimento público e privado, codificado e não codificado. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 18/23
  19. 19. Perfil do Gestor do Conhecimento Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 19/23
  20. 20. Competências e Capacidades para a GC Competências nucleares, profissionais e técnicas Adquiridas através da educação formal, das qualificações profissionais ou técnicas, da formação e através da experiência sendo desenvolvidas de forma continuada. Competências organizacionais Comunicação, negociação, persuasão, facilitação, aconselhamento e treino, capacidade para realizar trabalho em equipa, compreender e interpretar os processos de negócio. Competências que permitam a GC Capacidade de planear e implementar abordagens de GC; compreender o processo de conhecimento e gerir a mudança. Adaptação de Abel e Oxbrow, 2001 Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 20/23
  21. 21. CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL Memória Organizacional Competitive Intelligence / Business CONTEXTO E CULTURA Intelligence ORGANIZACIONAL PARA A RECURSOS DO Social Intelligence CRIAÇÃO, TRANSFERÊNCIA E CONHECIMENTO Arquitecturas organizacionais e do UTILIZAÇÁO DE CONHECIMENTO (Externos) conhecimento Gestão de Projectos num contexto de GC CoP’s Recursos de Ciência, Aprendizagem Organizacional Motivação Tecnologia e Conhecimento (desenvolvimento de Capital Humano) Partilha / Troca de Construção de bases de conhecimento dados Incentivos / Recompensas Construção de recursos Confiança baseados na web GESTÃO DO Comunicação Livrarias & Serviços de CONHECIMENTO Estratégia Informação Áreas de estudo para a Estrutura Organizational aquisição de competências e SISTEMAS DE GC (Processos e capacidades da GC ferramentas) CAPITAL INTELECTUAL 1) Funcionalidades básicas - Intranets, Medição do valor organizacional – CSCW , groupware, workflow) Balanced Scorecard, Intangible 2) Suporte, codificação, busca e INOVAÇÃO (DIFUSÃO) Assets Monitor, Skandia Navigator, recuperação - data mining para GC, CRM Technology Broker, Goodwill, 3) Apoio aos processos de GC – Criatividade Patent Citation Weighting localização de conhecimento e criação de Compreensão dos mercados de comunidades - e-business, SGED/A, conhecimento workflow, ERP Capital Social 4) Repositórios de conhecimento Capital Humano contextualizados - portais, SSD, CRM, ERP
  22. 22. Conclusões Envolvente organizacional dinâmica e em mutação permanente Políticas Europeias procuram desenvolver uma sociedade baseada em conhecimento Reconhecimento da importância dos recursos intangíveis e do desenvolvimento de novas capacidades e competências Mapa dos conhecimentos deve incluir tópicos como recursos de conhecimento, sistemas para GC, conhecimento organizacional, contexto e cultura organizacional, capital intelectual e gestão da inovação. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 22/23
  23. 23. Questões? Ana Maria R. Correia ISEGI / UNL acorreia@isegi.unl.pt Anabela Sarmento ISCAP / IPP Centro Algoritmi / Un. Minho sarmento@iscap.ipp.pt Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 23/23
  24. 24. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 24/23
  25. 25. Forma “como uma organização usa o seu capital intelectual”, incluindo o capital humano, estrutural e relacional Bontis [2002a:20] “Gestão do conhecimento trata da gestão do capital intelectual duma organização. A gestão do conhecimento enquanto função, descreve o acto de gerir o objecto, o capital intelectual”. Petty e Guthrie [2000:4] “Requer a prossecução de diferentes tipos de objectivos e o desenvolvimento de diferentes tipos de recursos, forces, capacidades de processo e estruturas organizacionais”. Carlisle [2002] Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 25/23
  26. 26. Processo de Gestão do Conhecimento i) Geração de conhecimento – inclui a forma como os funcionários improvisam e a forma como a organização inova; ii) Integração de conhecimento – refere-se à forma como os funcionários transformam o seu conhecimento tácito em conhecimento explícito, através da codificação das suas ideias e da sua inserção no sistema organizacional; iii) Partilha de conhecimento – diz respeito ao processo de socialização através do qual os funcionários partilham o conhecimento entre eles. Bontis e Fitz-enz [2002:4] Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 26/23
  27. 27. Algumas abordagens sobre GC Bawden e Yates-Mercer [2002:20-21] Modelo escalar - concebe a informação e o conhecimento como “entidades relacionadas que podem ser transformadas uma na outra, no exterior da mente humana”. A organização que adopta o modelo escalar cria armazéns de conhecimento (repositórios) e tentará captar o conhecimento organizacional através de software. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 27/23
  28. 28. Algumas abordagens sobre GC Modelo cognitivo - “vê o conhecimento como algo intrínseco, e existindo apenas na mente humana e na cognição. O conhecimento, sendo subjectivo, não pode ser directamente transferido ou comunicado de pessoa para pessoa, tendo de ser convertido primeiro em informação. A informação é, então, vista como o objectivo – que é comunicado e recordado – exterior do conhecimento”. Conhecimento está na mente dos seus funcionários e que não pode ser capturado. Procurará... “implementar a gestão do conhecimento através de meios culturais, organizando o seu espaço físico de forma apropriada e recorrendo as ferramentas de comunicação adequadas – encorajando e permitindo, assim, que as pessoas partilhem o seu conhecimento Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 28/23
  29. 29. Conhecimento explícito – conhecimento formalizado e expresso – e.g. Desenhos técnicos, planos de acção, manuais de procedimentos, informação arquivada em computadores; Conhecimento tácito – capacidade para fazer ou julgar algo, sensações e compreensões profundas, i.e., conhecimento e experiência não articulados. Contexto – “Ba” – “contexto partilhado no qual o conhecimento é partilhado, criado e utilizado. (...) Ba é o local onde a informação é interpretada, para se tornar conhecimento” (Nonaka, Toyama e Konno, 2002). Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 29/23
  30. 30. Abordagens sobre GC (cont.) Estrutura de Nonaka (1994) A “criação de conhecimento só pode ocorrer a nível individual”. (Newell, et al., 2002) Estrutura de Spender (1996, 1998) Ênfase no conhecimento colectivo porque mais difícil de imitar. Conceito pode ser visto nas “Comunidades de Prática” Estrutura de Blackler (1995) Tipos de conhecimento – embrained, embodied, encultured, embedded e encoded (conhecimento explícito e tácito, individual e colectivo). Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 30/23
  31. 31. Gestão do Conhecimento “Abordagem sistemática e integrada com vista a identificar, gerir e partilhar todos os activos de informação de uma empresa, incluindo bases de dados, documentos, políticas e procedimentos, bem como conhecimento prévio não articulado e experiência dos indivíduos”. Hackett, 2002 Forma pela qual “uma organização utiliza o seu capital intelectual”, incluindo o capital humano, o estrutural e o relacional” (Bontis, 2002). “Gestão do conhecimento trata da gestão do capital intelectual duma organização” (Petty e Guthrie, 2000). Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 31/23
  32. 32. Competências e capacidades para a GC Competências nucleares, profissionais e técnicas – adquiridas através da educação formal, qualificações profissionais ou técnicas, formação e experiência. Competências organizacionais – comunicação, negociação, persuasão, facilitação, aconselhamento, treino, capacidade para realizar trabalho em equipa e compreender e interpretar os processos de negócio. Competências que permitam a GC – capacidade de planear e implementar abordagens de GC. Ex: compreender o processo de conhecimento, gerir a mudança, literacia em informação. Ana Maria Correia / Anabela Sarmento 32/23

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