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Infraestrutura Energética de Bom Jardim e Povoados com Eletrificação – Maranhão

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Infraestrutura Energética de Bom Jardim e Povoados com Eletrificação – Maranhão

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Infraestrutura Energética de Bom Jardim e Povoados com Eletrificação – Maranhão

  1. 1. Infraestrutura Energética de Bom Jardim e Povoados com Eletrificação – Maranhão Adilson Motta, 2014 Consumidores Urbanos/ Rurais Ano:1993 1994 1995 2002 2004 Total de Consumidores 2.575 3.315 4.577 4.877 5.248 Consumo total 498.534 kwat Receita Mensal (2004) 123.387,35 Fonte: CEMAR/2004. A CEMAR (Companhia Energética do Maranhão), como parte do Programa Nacional de Desestatização do governo FHC, foi privatizada em 15 de junho de 2000, vendida para o grupo americano PPL Global LLC (Pensylvania Power Light por meio de sua controlada indireta Equatorial. Em 6 de março de 2004, GP Investimentos adquiriu o controle da Equatorial. Em 6 de março de 2006, 46,25% do capital social ainda restante da Equatorial é transferido para o PCC Latim American Power Found Ltd. Atualmente a empresa tem 1,5 milhão de consumidores. Lembrando que a ampliação do sistema energético e rede se deve a Programas Federais – entre esses, o Programa Luz para Todos. Nome dos povoados de Bom Jardim com eletrificação rural Km 18 Pedra de Areia Boa Esperança Boa Esperança D´água Preta Galego Zé Boeiro Oscar Barrote Boa Vista Rapadura Velha Cassimiro Barraca Lavada Centro Nascimento Gurvia Centro João Bastião Barra do Galego Palmeira Comprada REGIÃO DA MIRIL: Cooperativa Coounicem Escada do Carú Varig Dois Irmãos Traíras Mutum São Francisco Igarapé dos Índios Cristalândia Santa Luz São Pedro do Carú Bela Vista Rosário Canaã Fazenda Amazônia Macaca Porto Seguro Sapucaia Chapada Três Olhos D´água Novo Carú Rapadurinha Turizinho do Augusto Brejo social Vila Bandeirante São João do Turi Vila Novo Jardim SISTEMA DE ÁGUA Ano 2004 Nº de Consumidores 2.324 Faturamento Mensal R$: 24.125,04 Fonte: CAEMA/ Out. 2004.
  2. 2. Atualmente o sistema de água implantado no município ainda na gestão de Gildásio Ferreira Brabo não apresenta eficiência no atendimento à demanda de consumo da população total, apresentando constantes faltas de água e a penalização dos consumidores. Alega-se que é por razões de que a empresa esteja tendo déficit e ser de alto custo a escavação de novos poços artesianos para suprir a demanda local assim como em outros. Há especulações de que poços artesianos cavados com recursos Federais estejam sendo usados pela empresa (que pretende cobrar taxa/consumo), que é um fato ilícito. Outro fato ainda mais grave que também vale ressaltar se dá nas informações da entrevista do ex-prefeito Gildásio Ferreira Brabo nas seguintes palavras: “A CAEMA foi implantada em Bom Jardim na minha gestão. E no contrato que assinei com a empresa rezava que, com 20 anos depois de sua implantação, o sistema de água passaria para o município. E o direito de exploração pelo contrato se extinguiria. Ou seja: seria municipalizada. Os 20 anos venceram no governo de Antônio Soares Pedrosa. No entanto, ninguém se importou”. Ninguém se importou com esse grande benefício que o povo bonjardinense deixou de usufruir durante 20 anos, inclusive a Câmara de Vereadores. Segundo o entrevistado, o contrato venceu. E a mais de 20 anos a empresa explora a água no município sem sua renovação. Essa é também a realidade em muitos outros municípios maranhenses. A especulação de muitos políticos “veteranos” é de que se municipalizar a água, a situação se torne pior, porque vai ser mais gastos dos cofres públicos. No entanto, pessoas que não são da ala política opinam que a municipalização da água tem tudo para dar certo. Onde afirmam que o ponto negativo para não ser bem sucedido, é caso haja negligência e irresponsabilidade política que venha transformar a empresa numa “vaca leiteira” de voto em período eleitoral. O ponto positivo para ser bem sucedido, é a implementação de artigo na lei orgânica do município visando assegurar o patrimônio público como intocável e culminante de crime contra o mesmo. Quanto a questão econômica, o município articularia projetos de poços artesianos através de Associações (pois são mais de 100 em Bom Jardim). Lembrando que, o que foi colocado acima é Municipalizar e não Privatizar. Privatizar seria a pior das alternativas, pois, a privatização de empresas públicas – onde se transfere riquezas sociais para grupos capitalistas privados é a meta essencial da política neoliberal – que contribui para a concentração de renda; e num estado como o Maranhão, com os atuais indicadores de pobreza e desigualdade, - seria abrir mais esse abismo entre ricos e pobres. Para muitos, a saída seria aparelhar os mecanismos administrativos (como já acontece), priorizar cargos técnicos comprometidos com o desenvolvimento e crescimento da empresa e não torná-la cabide de emprego de políticos, o que compromete sua eficiência e qualidade. Em alguns municípios a Caema implantou o Programa de Responsabilidade Social “Caema na Escola”, de caráter educativo e informativo, que visa conscientizar a comunidade estudantil sobre as questões ambientais como: A Importância da Água Tratada; Combate ao Desperdício de Água; Preservação dos Recursos Hídricos; Correta Utilização de Esgotos e outros. CAEMA: Companhia de Água e Esgotos do Maranhão em Bom Jardim. Reformada em 2009.

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