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Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10

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Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10

  1. 1. 10 ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES 10.1 PENAS E GOZOS TERRENOS 10.1.1 Felicidade e infelicidade relativas 10.1.2 Perdas de entes queridos 10.1.3 Decepções, ingratidão, afeições destruídas 10.1.4 Uniões antipáticas 10.1.5 Temor da morte 10.1.6 Desgosto da vida – Suicídio
  2. 2. 10 ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES 10.2 PENAS E GOZOS FUTUROS 10.2.1 O nada – A vida futura 10.2.2 Intuição das penas e gozos futuros 10.2.3 Intervenção de Deus nas penas e recompensas 10.2.4 Natureza das penas e gozos futuros 10.2.5 Penas temporárias 10.2.6 Expiação e arrependimento 10.2.7 Duração das penas futuras 10.2.8 Paraíso, inferno e purgatório
  3. 3. PENAS E GOZOS TERRENOS
  4. 4. FFEELLIICCIIDDAADDEE EE IINNFFEELLIICCIIDDAADDEE RREELLAATTIIVVAASS A felicidade na Terra é... INCOMPLETA, porque é um planeta de expiação e provas;
  5. 5. FFEELLIICCIIDDAADDEE EE IINNFFEELLIICCIIDDAADDEE RREELLAATTIIVVAASS RELATIVA, porque depende da posição evolutiva de cada um.
  6. 6. FELICIDADE E INFELICIDADE RELATIVAS A medida da felicidade terrena é: Para a vida material a posse do necessário e a saúde do corpo;
  7. 7. FELICIDADE E INFELICIDADE RELATIVAS A medida da felicidade terrena é: Para a vida moral a consciência pura e a fé no futuro.
  8. 8. FELICIDADE EE IINNFFEELLIICCIIDDAADDEE RREELLAATTIIVVAASS AA mmeeddiiddaa ddaa iinnffeelliicciiddaaddee tteerrrreennaa éé:: PPaarraa aa vviiddaa mmaatteerriiaall aa ffaallttaa ddoo nneecceessssáárriioo ee aa ddooeennççaa ddoo ccoorrppoo;;
  9. 9. FELICIDADE E INFELICIDADE RELATIVAS A medida da infelicidade terrena é: Para a vida moral a consciência pesada e a falta de fé no futuro.
  10. 10. FELICIDADE E INFELICIDADE RELATIVAS CAUSAS DE INFELICIDADE TERRENAS: Perda de entes queridos; Deceções, ingratidão, afeições destruídas; Uniões antipáticas; Temor da morte; Desgosto da vida – suicídio; Não seguir a vocação das nossas aptidões naturais; Apego aos bens terrenos.
  11. 11. PPEERRDDAA DDEE EENNTTEESS QQUUEERRIIDDOOSS ÉÉ uummaa lleeggííttiimmaa ccaauussaa ddee ddoorr;; AAttiinnggee rriiccoo ee ppoobbrree;; RReepprreesseennttaa uummaa pprroovvaa oouu eexxppiiaaççããoo..
  12. 12. PPEERRDDAA DDEE EENNTTEESS QQUUEERRIIDDOOSS OO EEssppiirriittiissmmoo,, pprroovvaannddoo aa vviiddaa ffuuttuurraa,, ooffeerreeccee vvaalliioossaa ccoonnssoollaaççããoo..
  13. 13. DECEÇÕES, INGRATIDÃO, AFEIÇÕES DESTRUÍDAS O Espiritismo incita-nos à prática do bem sem exigências; A ingratidão é uma prova à nossa perseverança no exercício do bem.
  14. 14. UUNNIIÕÕEESS AANNTTIIPPÁÁTTIICCAASS NNaa TTeerrrraa,, ssããoo ffrreeqquueenntteess eennttrree eennccaarrnnaaddooss;; AA lleeii ddaa rreeeennccaarrnnaaççããoo aaccaabbaarráá ppoorr rreessoollvvêê--llaass..
  15. 15. TTEEMMOORR DDAA MMOORRTTEE Devido à falta de conhecimento da vida futura; O Espiritismo levanta esse véu.
  16. 16. DDEESSGGOOSSTTOO DDAA VVIIDDAA –– SSUUIICCÍÍDDIIOO Nasce da falta de fé, ociosidade e saciedade; O homem não tem o direito de dispor da sua vida.
  17. 17. DDEESSGGOOSSTTOO DDAA VVIIDDAA –– SSUUIICCÍÍDDIIOO RÁPIDO: Transgressão à lei, independentemente dos “motivos”. Ex. Eutanásia.
  18. 18. DESGOSTO DA VIDA – SUICÍDIO LENTO: É um suicídio moral; Maior responsabilidade, por ter mais tempo de se pensar nele.
  19. 19. DESGOSTO DA VIDA – SUICÍDIO O argumento espírita contra o suicídio não é apenas moral, mas também biológico, explicando a relação entre o espírito e o corpo; O Espiritismo demonstra, pelos exemplos dos que o cometeram, que o suicídio é um acto estúpido e inútil.
  20. 20. PENAS E GOZOS FUTUROS
  21. 21. OO NNAADDAA –– AA VVIIDDAA FFUUTTUURRAA OO hhoommeemm,, iinnssttiinnttiivvaammeennttee,, nnããoo aacceeiittaa oo nnaaddaa,, ppoorrqquuee oo nnaaddaa nnããoo eexxiissttee..
  22. 22. INTUIÇÃO DAS PPEENNAASS EE GGOOZZOOSS FFUUTTUURROOSS OO hhoommeemm,, iinnssttiinnttiivvaammeennttee,, ccrrêê nnaa vviiddaa ffuuttuurraa,, ppoorrqquuee éé uumm eessppíírriittoo rreeeennccaarrnnaaddoo..
  23. 23. IINNTTUUIIÇÇÃÃOO DDAASS PPEENNAASS EE GGOOZZOOSS FFUUTTUURROOSS Assim, acredita qquuee,, ccoonnffoorrmmee ffooii jjuussttoo oouu iinnjjuussttoo,, ppooddeerráá tteerr ssiittuuaaççõõeess ffuuttuurraass aaggrraaddáávveeiiss oouu ddeessaaggrraaddáávveeiiss,, ddee aaccoorrddoo ccoomm aa jjuussttiiççaa ddiivviinnaa..
  24. 24. INTERVENÇÃO DDEE DDEEUUSS NNAASS PPEENNAASS EE RREECCOOMMPPEENNSSAASS DDeeuuss ooccuuppaa--ssee ccoomm ttooddooss ooss sseerreess qquuee ccrriioouu;; PPaarraa ttaall ““lleeggiisslloouu”” lleeiiss ssáábbiiaass qquuee rreeggeemm ttooddaass aass nnoossssaass aaççõõeess;;
  25. 25. INTERVENÇÃO DDEE DDEEUUSS NNAASS PPEENNAASS EE RREECCOOMMPPEENNSSAASS SSooffrree--ssee ccoommoo ccoonnsseeqquuêênncciiaa ddaa iinnffrraaccççããoo aa eessssaass lleeiiss,, ee nnããoo ppoorr ppuunniiççããoo ddiivviinnaa..
  26. 26. NATUREZA DDAASS PPEENNAASS EE GGOOZZOOSS FFUUTTUURROOSS São espirituais porque já não existe matéria, por isso são mais sentidas;
  27. 27. NATUREZA DDAASS PPEENNAASS EE GGOOZZOOSS FFUUTTUURROOSS A felicidade é fruto da evolução intelectual e espiritual; O sofrimento é fruto da “involução”.
  28. 28. PENAS TEMPORAIS À medida que se vão depurando, os espíritos encarnam em mundos cada vez mais perfeitos, até que se tenham despojado totalmente da matéria.
  29. 29. EXPIAÇÃO E ARREPENDIMENTO A pessoa que se arrepende não quer ccaaiirr nnoo mmeessmmoo eerrrroo PPOODDEE SSEERR:: NNoo eessttaaddoo eessppiirriittuuaall –– ppooddee qquueerreerr eennccaarrnnaarr ppaarraa ccoorrrriiggiirr oo mmaall.. NNoo eessttaaddoo ccoorrppoorraall –– qquueerr ccoommeeççaarr aa mmeellhhoorraarr--ssee
  30. 30. DDUURRAAÇÇÃÃOO DDAASS PPEENNAASS FFUUTTUURRAASS
  31. 31. PARAÍSO, INFERNO E PURGATÓRIO Simples alegorias; Purgatório será equivalente ao tempo de expiação; Com a doutrina espírita cai por terra esta crença.
  32. 32. CONCLUSÃO Não devemos analisar os factos em função do presente, mas também olhando para o passado, perspectivando o futuro. Não somos felizes porque ainda estamos a aprender a amar!
  33. 33. TTEESSTTEE
  34. 34. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.1 – O homem na Terra pode gozar de uma felicidade: ( ) a. Material, se possuir muito dinheiro; ( ) b. Completa, se se resignar às provas e expiações; ( ) c. Incompleta, pois é um planeta de provas e expiações; ( ) d. Moral, se a pedir a Deus com fé.
  35. 35. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.1 – O homem na Terra pode gozar de uma felicidade: ( ) a. Material, se possuir muito dinheiro; ( ) b. Completa, se se resignar às provas e expiações; (X) c. Incompleta, pois é um planeta de provas e expiações; ( ) d. Moral, se a pedir a Deus com fé.
  36. 36. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.2 – A medida comum de felicidade relativa para o homem terreno compreende a: ( ) a. Realização afectiva, saúde perfeita e muita inteligência; ( ) b. Posse da riqueza, saúde perfeita e beleza física; ( ) c. Saúde, amor e dinheiro; ( ) d. Posse do necessário à vida material, a consciência pura e a fé no futuro.
  37. 37. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.2 – A medida comum de felicidade relativa para o homem terreno compreende a: ( ) a. Realização afectiva, saúde perfeita e muita inteligência; ( ) b. Posse da riqueza, saúde perfeita e beleza física; ( ) c. Saúde, amor e dinheiro; (X) d. Posse do necessário à vida material, a consciência pura e a fé no futuro.
  38. 38. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.3 – Na Terra, há mais sofredores do que pessoas felizes porque: ( ) a. Os sofredores exteriorizam mais o sofrimento; ( ) b. A Terra é um planeta de expiação e prova; ( ) c. A Medicina está pouco evoluída; ( ) d. A Terra é um planeta evoluído.
  39. 39. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.3 – Na Terra, há mais sofredores do que pessoas felizes porque: ( ) a. Os sofredores exteriorizam mais o sofrimento; (X) b. A Terra é um planeta de expiação e prova; ( ) c. A Medicina está pouco evoluída; ( ) d. A Terra é um planeta evoluído.
  40. 40. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.4 – O homem repudia instintivamente a ideia do nada porque: ( ) a. Sabe que o nada não existe e tem o sentimento instintivo da vida futura; ( ) b. Não sabe defini-lo correctamente; ( ) c. Há poucas filosofias que sustentam a ideia do nada; ( ) d. A ideia do nada não repugna a razão.
  41. 41. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.4 – O homem repudia instintivamente a ideia do nada porque: (X) a. Sabe que o nada não existe e tem o sentimento instintivo da vida futura; ( ) b. Não sabe defini-lo correctamente; ( ) c. Há poucas filosofias que sustentam a ideia do nada; ( ) d. A ideia do nada não repugna a razão.
  42. 42. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.5 – A duração das penas futuras não é arbitrária porque: ( ) a. Deus criou os seres simples e ignorantes, tendo que progredir de acordo com a Sua vontade; ( ) b. Deus criou os seres simples e ignorantes, tendo, porém, que progredir em mais ou menos tempo, de acordo com a vontade de cada um; ( ) c. Deus cria os espíritos incessantemente; ( ) d. Há seres muito maus, que jamais se arrependerão.
  43. 43. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.5 – A duração das penas futuras não é arbitrária porque: ( ) a. Deus criou os seres simples e ignorantes, tendo que progredir de acordo com a Sua vontade; (X) b. Deus criou os seres simples e ignorantes, tendo, porém, que progredir em mais ou menos tempo, de acordo com a vontade de cada um; ( ) c. Deus cria os espíritos incessantemente; ( ) d. Há seres muito maus, que jamais se arrependerão.
  44. 44. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.6 – O homem terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade, quando: ( ) a. Unificar todas as religiões; ( ) b. Praticar todas as leis humanas; ( ) c. Praticar a lei de Deus; ( ) d. Organizar todos os sistemas existentes.
  45. 45. 1 – MARQUE A ALTERNATIVA CCOORRRREECCTTAA CCOOMM UUMM ““XX””.. 1.6 – O homem terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade, quando: ( ) a. Unificar todas as religiões; ( ) b. Praticar todas as leis humanas; (X) c. Praticar a lei de Deus; ( ) d. Organizar todos os sistemas existentes.
  46. 46. 22 –– AASSSSIINNAALLEE CCOOMM ““VV””,, SSEE VVEERRDDAADDEEIIRROO,, OOUU ““FF””,, SSEE FFAALLSSOO.. a. A perda dos entes queridos constitui para os encarnados uma prova ou expiação; lamentá-la denota falta de fé no futuro e em Deus. b. A ingratidão é uma prova à nossa perseverança no exercício do bem. c. Os espíritos antipáticos procuram unir-se, pois como diz o povo “os opostos atraem-se”. d. Ao justo, a morte não inspira temor. e. O desgosto da vida nasce da ociosidade, falta de fé, saciedade. V V F V V
  47. 47. 22 –– AASSSSIINNAALLEE CCOOMM ““VV””,, SSEE VVEERRDDAADDEEIIRROO,, OOUU ““FF””,, SSEE FFAALLSSOO.. f. O homem tem o direito de dispor da sua vida; só ao próprio assiste esse direito. g. Quando um homem comete um excesso, Deus profere contra ele um julgamento. h. As penas e gozos do espírito após a morte são menos sentidos do que os experimentados quando encarnados. i. Todas as penas a suportar são expiação das faltas de outras existências e/ou da vida actual. j. O arrependimento surge sempre no estado espiritual; a expiação só se cumpre no estado corporal. F F F V F
  48. 48. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. ( ) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: ( ) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. ( ) de serem felizes pelo bem que fazem. ( ) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: ( ) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  49. 49. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. ( ) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: ( ) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. ( ) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: ( ) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  50. 50. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. ( ) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: ( ) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. (1) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: ( ) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  51. 51. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. ( ) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: ( ) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. (1) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: (1) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  52. 52. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. (2) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: ( ) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. (1) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: (1) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  53. 53. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. (2) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: (2) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. (1) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: (1) de serem felizes pelo amor que os une. ( ) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.
  54. 54. 3 – NUMERE A 2.ª COLUNA, DDEE AACCOORRDDOO CCOOMM AA 11..ª.. (2) da inveja do que lhes falta para serem felizes. (1) A felicidade dos bons espíritos deriva: (2) do desejo de todos os gozos sem poderem satisfazê-los. (1) de serem felizes pelo bem que fazem. (1) de não experimentarem necessidades materiais. (2) O sofrimento dos maus espíritos deriva: (1) de serem felizes pelo amor que os une. (2) do seu pesar, ciúme, raiva, desespero.

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