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Curso Básico de Espiritismo - Caderno 0

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Curso Básico de Espiritismo - Caderno 0

  1. 1. O ESPIRITISMO NÃO É UM MEIO DE VIDA, UMA PROFISSÃO. É UMA FILOSOFIA DE VIDA...
  2. 2. Os espíritas não põem anúncios nos jornais, não prometem curas, nem cobram pelos serviços que prestam.
  3. 3. SIMONIA é a ATIVIDADE INDESEJADA de venda de "favores divinos", bênçãos, cargos religiosos, promessas de prosperidade material, bens espirituais, coisas sagradas, etc. em troca de dinheiro.
  4. 4. Num centro espírita, nem o exercício da mediunidade, nem o atendimento, palestra, passes, etc. podem ser pretexto para cobrar ou aceitar ofertas.
  5. 5. CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1. O que é o Espiritismo? 2. Doutrina Espírita: ciência, filosofia, moral 3. O Espiritismo e as doutrinas espiritualistas 4. Deus, espírito e matéria 5. O mundo dos espíritos 6. Pluralidade das existências 7. Transmigrações progressivas, pluralidade dos mundos habitados 8. As leis morais I 9. As leis morais II 10. Das esperanças e consolações
  6. 6. Caderno inicial 1. Experiências de quase-morte Um caso e referências próprias do fenómeno 2. Mundos invisíveis do dia-a-dia Ondas hertzianas e companhia 3. Transcomunicação instrumental Como começou 4. Vidência Um caso recolhido 5. O contributo do espiritismo Conviver com os fenómenos de forma disciplinada e construtiva
  7. 7. Experiências de quase-morte MMiillhhaarreess ddee ppeessssooaass jjáá ppaassssaarraamm ppoorr eellaass ppoorr eessssee mmuunnddoo ffoorraa.. DDaaddaass ccoommoo mmoorrttaass cclliinniiccaammeennttee,, aaccaabbaamm ppoorr vvoollttaarr aaoo sseeuu ccoorrppoo ffííssiiccoo ee rreellaattaamm aaqquuiilloo qquuee vviirraamm ee sseennttiirraamm eennqquuaannttoo eessttaavvaamm nneessssee eessttaaddoo.. EEPPMM == EEQQMM
  8. 8. «A senhora estava na cama, de olhos fechados, aparentemente sem respirar. Auscultei-a. Pareceu-me ainda haver sons cardíacos. Verifiquei que a pele da doente ainda estava quente: se tivesse morrido, teria sido há pouco tempo», conta o médico. Examinada a sr.ª moribunda, o médico dá-lhe algum açúcar. Passa uma receita. Sai para atender a um compromisso. Volta 2 horas depois, convencido de que bastará assinar o óbito.
  9. 9. Mas estranha a alegria dos filhos da doente... Depois, vê-a sentada, bem-disposta: «Com que então está bastante melhor!» Diz ela: «É, estou melhor do que quando o senhor doutor cá veio». «Exatamente, mas a srª. não se recorda de eu cá ter vindo!». Diz ela: «Eu vi-o entrar aqui!». «Não pode. Porque a sr.ª, no estado em que estava, num coma profundo, olhos fechados, era impossível ver-me».
  10. 10. «Eu vi-o! Não tenho dúvidas de que foi o sr. dr. que veio cá!». «Não pode ser...». Então ela olha para mim — afirma o médico — e perante o espanto da família diz-me: «Pois vou contar-lhe uma coisa que não era para lhe contar». Eu hoje morri. Morri e apercebi-me duma luz brilhantíssima que eu nunca tinha visto. Passou-se entre mim e a luz tudo o que eu vivi: desde criança, quando eu era jovem, coisas de que nunca mais me lembrei... Vi-as com muita clareza, e sem poder modificá-las!...
  11. 11. O bem que fiz era muito mais forte do que os erros que cometi, essa luz (que é que eu hei-de chamar-lhe?) dava-me alento. Estava tão feliz!... Vejo vir ao meu encontro os meus pais, meus irmãos já falecidos, outros familiares, vizinhos, amigos, vinham em trajes resplandecentes abraçar-me... Ao mesmo tempo via a minha família aqui, junto do meu corpo. Nisso, vejo entrar o senhor doutor». O médico ficou perplexo.
  12. 12. Kenneth Ring Professor de psicologia na Universidade de Connecticut, em Hartford (EUA), resume as fases:
  13. 13. Kenneth Ring SSeennssaaççããoo ddee ppaazz,, ddee sseerreenniiddaaddee,, ttrraannqquuiilliiddaaddee.. SSaaííddaa ddoo ccoorrppoo ffííssiiccoo,, eemm qquuee ssããoo eessppeeccttaaddoorreess ddee uummaa cceennaa eemm qquuee vvêêeemm oo sseeuu pprróópprriioo ccoorrppoo.. SSeennssaaççããoo ddee fflluuttuuaarr aassssoocciiaaddaa àà iiddeeiiaa ddee ppaassssaarr nnuumm ttúúnneell eessccuurroo..
  14. 14. Kenneth Ring Encontro com o Ser de Luz, que faz sentir o seu amor incondicional; os ateus vêem a luz como um ser de bondade e sabedoria e os religiosos vestem-no: Deus, Jesus, Maria...
  15. 15. Kenneth Ring Vêem-se edifícios bonitos, jardins, pessoas conhecidas e desconhecidas, o «paraíso total».
  16. 16. MMuunnddooss iinnvviissíívveeiiss ddoo ddiiaa--aa--ddiiaa OO eessppaaççoo àà nnoossssaa vvoollttaa éé ppeerrccoorrrriiddoo ppoorr eenneerrggiiaass qquuee nnããoo ddeetteettaammooss...... EExx:: aappaarreellhhoo ddee rrááddiioo -- ssiinnttoonniiaa
  17. 17. Os 5 sentidos são muito imperfeitos!
  18. 18. Heinrich Rudolf Hertz Alemanha 22-2-1857/1-1-1894 Cientista e inventor Entre 1885/1889 Hertz foi a 1.ª pessoa a emitir e receber ondas de rádio.
  19. 19. Heinrich Rudolf Hertz Ondas hertzianas Desabafou: “Bem, o fenómeno existe, mas não serve para nada” Rádio, TV, centenas de aplicações de tecnologia à base da transmissão de ondas hertzianas: há negócios de milhões que todos os dias correm o planeta.
  20. 20. Na falta de aparelhos eletrónicos capazes de tornar percetível a presença dos seres extrafísicos será impossível que pessoas com alguma faculdade específica consigam ser intermediárias dos seus sentimentos e ideias?
  21. 21. Um mundo energético pulsante rodeia-nos e já conseguimos captá-lo com alguns aparelhos. Há também os raios-x, os infra-vermelhos,os ultra-violeta, ultra-sons, raios cósmicos variados, etc.
  22. 22. MMiiccrrooccoossmmooss OO hhoollaannddêêss AAnnttoonniiee vvaann LLeeeeuuwweennhhooeekk ((1663322//1772233)),, uumm cciieennttiissttaa,, nnoo sséécc.. XXVVIIII iinnvveennttoouu oo 1..º mmiiccrroossccóóppiioo óóppttiiccoo.. OO uunniivveerrssoo aattéé eennttããoo iiggnnoorraaddoo eemmbboorraa aattuuaannttee ddooss mmiiccrroo--oorrggaanniissmmooss ccoommeeççoouu aa rreevveellaarr--ssee
  23. 23. MMaaccrrooccoossmmooss TTeelleessccóóppiioo
  24. 24. TTrraannssccoommuunniiccaaççããoo iinnssttrruummeennttaall FFrriieeddrriicchh JJuurrggeennssoonn,, aarrttiissttaa ssuueeccoo iinntteerreessssaaddoo ppoorr ppiinnttuurraa,, mmúússiiccaa,, ffiillmmaaggeennss
  25. 25. 26 12 de junho de 1959 - com 56 aannooss,, tteerriiaa eemm mmeennttee ggrraavvaarr aa ssoonnoorriiddaaddee ddee uumm bboossqquuee.. DDeeiixxoouu aa ggrraavvaaççããoo aa ddeeccoorrrreerr ee ddeeppooiiss rreeccoollhheeuu--aa.. NNoo rreeggiissttoo hhaavviiaa vvoozzeess ddee ppeessssooaass..
  26. 26. 27
  27. 27. VViiddêênncciiaa DDeessddee ooss 1..ºss aallvvoorreess ddaa hhuummaanniiddaaddee qquuee ooss ffeennóómmeennooss mmeeddiiúúnniiccooss ssee rreeppeetteemm.. VVeejjaa--ssee uumm ccaassoo qquuee rreefflleettee aa ppeerrpplleexxiiddaaddee ddee aallgguuéémm ccoomm mmeeddiiuunniiddaaddee ddee vviiddêênncciiaa ee,, nnoo ccoonnssuullttóórriioo,, vvêê oo ppaaii ((ddeesseennccaarrnnaaddoo)) ddoo pprróópprriioo mmééddiiccoo,, qquuee ddáá iinnffoorrmmaaççõõeess àà mmééddiiuumm ((qquuee nneemm ssaabbee qquuee oo éé,, nneessssaa aallttuurraa)) qquuee oo ffiillhhoo,, eessttuuppeeffaaccttoo,, ccoonnffiirrmmaa..
  28. 28. “O pai do médico” «Fui ao consultório médico para falar com o doutor, porque queria ainda ir ao salão de cabeleireira atender duas clientes. Cheguei. Perguntei se o médico iria demorar a atender-me (vi o consultório cheio de gente). Diz-me que só tem uma pessoa. Quando olhei, vi que havia várias. A minha preocupação era o meu emprego. (…) Uma sr.ª levantou-se e diz-me: “Eu dou-lhe a vez”.
  29. 29. Coloquei logo a situação ao médico: - Sr. dr., continuo louca! Fiz os tratamentos e... perguntei, dizem que a sala só tem 1 pessoa à espera e eu vejo em redor várias que estão para ser atendidas. O médico levanta-se, abre a porta, olha e diz: - Só está uma.
  30. 30. Fiquei profundamente triste. O médico começava a preparar os papéis e vi, de repente, entrar do lado da porta um sr. de cabelos brancos, com um ar fino, distinto, e, ao olhar para ele, achei-o tão parecido com o médico que olhei para um e para o outro. Disse para comigo: “São tão parecidos! Têm traços tão semelhantes entre si”. Disse ao médico:
  31. 31. - Sr. doutor, fui louca lá fora e estou a ser agora louca cá dentro... porque vai a entrar agora um sr. de cabelos brancos, muito fino, e é parecido com o sr. doutor. Ele parou. Perguntou: Como está vestido?
  32. 32. Ele parou. Perguntou: Como está vestido? - Fato cinzento com risca branca. E ele entretanto faz assim (gesto) e vejo o colete e digo: - Tem uma risca maior, não corresponde à risca de fora (as riscas são iguais, mas mais longas, não são iguais). E ele foi empalidecendo.
  33. 33. - Traz tb uma gravata do casamento (fez questão de o afirmar). Parece de cetim, penso, uma gravata bonita. - Consegue ver-lhe as mãos? - Não, não consigo. Vejo só o tronco até ao começo da calça, mas não vejo mais nada.
  34. 34. E ele diz: - Não consegue ver as mãos? - Não, assim não consigo. E o senhor (espírito) entretanto põe uma mão pousada sobre o outro braço (a entrevistada faz o gesto) como se estivesse assim com os braços dobrados.
  35. 35. - Tem alguma coisa nas mãos? - Sim, não tem os 2 dedos pequenos de 1 das mãos. - Mas não tem mesmo?, frisou ele. - Não, não tem. E tem um bocadinho mais cortado na mão. - Mas verifique bem, por favor. Não tem? - Não, e acho que foi num acidente, tinha os dedos mas agora não tem.
  36. 36. O médico ficou constrangido. - Então sr. dr., estou mesmo maluca! - Não, não está. Não tenho resposta para isso, mas efetivamente louca não está. Porque essa pessoa é o meu pai, que faleceu há pouco tempo e teve um acidente um tempo antes do falecimento dele. Eu fiquei assim: então que é que se passa?
  37. 37. Estas e outras manifestações espontâneas da mediunidade deixam as pessoas com quem ocorrem numa situação incómoda. Sabem o que lhes acontece mas fazem perguntas: Estarei louco? Com quem poderei falar sobre isto e ser compreendido?
  38. 38. O contributo do espiritismo Conviver com os fenómenos mediúnicos de forma construtiva - A mediunidade aparece na infância ou em adulto, não depende de aquisições académicas, nem sequer é exclusiva do espiritismo (ou doutrina espírita).
  39. 39. O contributo do espiritismo Conviver com os fenómenos mediúnicos de forma construtiva - Não tem de ser traumática. - Deve falar-se, não tanto em desenvolvimento da mediunidade, mas sim em educação.
  40. 40. TESTE
  41. 41. 1 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) O mundo real esgota-se naquilo que os tradicionais cinco sentidos conseguem detetar. ( ) b) Os sentidos do ser humano apenas conseguem dar uma pequena ideia da realidade que o circunda. ( ) c) Só às sextas-feiras é que há diversas formas de energia a povoar o espaço em que nos encontremos, como raios cósmicos, ondas de rádio e televisão, entre outras. ( ) d) A qualquer momento, sem perceber, o ser humano está rodeado de múltiplas formas de energia que se propaga, como raios cósmicos, ondas hertzianas, entre outras.
  42. 42. 1 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) O mundo real esgota-se naquilo que os tradicionais cinco sentidos conseguem detetar. (x) b) Os sentidos do ser humano apenas conseguem dar uma pequena ideia da realidade que o circunda. ( ) c) Só às sextas-feiras é que há diversas formas de energia a povoar o espaço em que nos encontremos, como raios cósmicos, ondas de rádio e televisão, entre outras. ( ) d) A qualquer momento, sem perceber, o ser humano está rodeado de múltiplas formas de energia que se propaga, como raios cósmicos, ondas hertzianas, entre outras.
  43. 43. 2 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) Foi Isaac Newton o cientista que conseguiu demonstrar a emissão e receção de ondas hertzianas. ( ) b) As ondas hertzianas são as ondas que possibilitam, por exemplo, ouvir rádio e ver televisão. ( ) c) Se não fosse o interesse comercial subjacente, os aparelhos que utilizam ondas hertzianas nunca se teriam desenvolvido tanto. ( ) d) Pensa-se que, perante as limitações das percepções humanas, as comunicações mediúnicas não sejam de todo estranhas, pelo contrário, perfeitamente normais, dependendo a clareza das mesmas da sintonia possível.
  44. 44. 2 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) Foi Isaac Newton o cientista que conseguiu demonstrar a emissão e receção de ondas hertzianas. (x) b) As ondas hertzianas são as ondas que possibilitam, por exemplo, ouvir rádio e ver televisão. ( ) c) Se não fosse o interesse comercial subjacente, os aparelhos que utilizam ondas hertzianas nunca se teriam desenvolvido tanto. ( ) d) Pensa-se que, perante as limitações das percepções humanas, as comunicações mediúnicas não sejam de todo estranhas, pelo contrário, perfeitamente normais, dependendo a clareza das mesmas da sintonia possível.
  45. 45. 2 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) Foi Isaac Newton o cientista que conseguiu demonstrar a emissão e receção de ondas hertzianas. (x) b) As ondas hertzianas são as ondas que possibilitam, por exemplo, ouvir rádio e ver televisão. (x) c) Se não fosse o interesse comercial subjacente, os aparelhos que utilizam ondas hertzianas nunca se teriam desenvolvido tanto. ( ) d) Pensa-se que, perante as limitações das percepções humanas, as comunicações mediúnicas não sejam de todo estranhas, pelo contrário, perfeitamente normais, dependendo a clareza das mesmas da sintonia possível.
  46. 46. 2 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) Foi Isaac Newton o cientista que conseguiu demonstrar a emissão e receção de ondas hertzianas. (x) b) As ondas hertzianas são as ondas que possibilitam, por exemplo, ouvir rádio e ver televisão. (x) c) Se não fosse o interesse comercial subjacente, os aparelhos que utilizam ondas hertzianas nunca se teriam desenvolvido tanto. (x) d) Pensa-se que, perante as limitações das percepções humanas, as comunicações mediúnicas não sejam de todo estranhas, pelo contrário, perfeitamente normais, dependendo a clareza das mesmas da sintonia possível.
  47. 47. 3 - Marque com um X as afirmações corretas: ( ) a) São muitas as dimensões da vida invisível à volta do ser humano. ( ) b) Sem perceber, o ser humano vive lado a lado com estrunfes e elfos. ( ) c) Há micro-organismos que provocam doenças graves e que à vista desarmada não são vistos. ( ) d) Há micro-organismos que para o ser humano é como se não existissem mas que são essenciais ao bom funcionamento do seu organismo.
  48. 48. 3 - Marque com um X as afirmações corretas: (x) a) São muitas as dimensões da vida invisível à volta do ser humano. ( ) b) Sem perceber, o ser humano vive lado a lado com estrunfes e elfos. ( ) c) Há micro-organismos que provocam doenças graves e que à vista desarmada não são vistos. ( ) d) Há micro-organismos que para o ser humano é como se não existissem mas que são essenciais ao bom funcionamento do seu organismo.
  49. 49. 3 - Marque com um X as afirmações corretas: (x) a) São muitas as dimensões da vida invisível à volta do ser humano. ( ) b) Sem perceber, o ser humano vive lado a lado com estrunfes e elfos. (x) c) Há micro-organismos que provocam doenças graves e que à vista desarmada não são vistos. ( ) d) Há micro-organismos que para o ser humano é como se não existissem mas que são essenciais ao bom funcionamento do seu organismo.
  50. 50. 3 - Marque com um X as afirmações corretas: (x) a) São muitas as dimensões da vida invisível à volta do ser humano. ( ) b) Sem perceber, o ser humano vive lado a lado com estrunfes e elfos. (x) c) Há micro-organismos que provocam doenças graves e que à vista desarmada não são vistos. (x) d) Há micro-organismos que para o ser humano é como se não existissem mas que são essenciais ao bom funcionamento do seu organismo.
  51. 51. 4 - Assinale com V, de verdadeiro, e F, de falso estas frases: a)TCI é a sigla de uma associação sem fins lucrativos que se chama Todos Contra a Ignorância. b) Na história da investigação dos fenómenos de vozes eletrónicas paranormais o sueco Jurgenson foi um dos pioneiros mais conhecidos. c) TCI é a sigla de Transcomunicação Instrumental. d) Transcomunicar equivale a dizer “comunicar entre planos de vida”. F V V V
  52. 52. 5 - COM BASE NA PALAVRA NA VERTICAL APLIQUE CORRETAMENTE LINHA A LINHA: a) … Palavra começada por V que define caraterística dos seres que se alimentam e reproduzem. b) … Palavra começada por I que é oposta à ideia de mortalidade. c) … Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. d) … Palavra iniciada pela letra E que consegue equilibrar a sensibilidade mediúnica. e) … Palavra que contém na sua 6.ª letra N e que não é um dom, é uma faculdade que permite comunicação entre planos de vida. f) … Processo seguro de aquisição de conhecimento cuja palavra possui C como a sua 5.ª letra. g) … Palavra cuja 6.ª letra é I e que designa genericamente a capacidade de articular dados a fim de resolver problemas. h) … Palavra iniciada por A que sintetiza um dos sentimentos mais elevados e que é catalisador da evolução.
  53. 53. V I D E N C I A IDA MORTALIDADE EUS DUCAÇÃO MEDIU IDADE CIÊN IA INTEL GÊNCIA MOR
  54. 54. 5 - Com base na palavra na vertical aplique corretamente linha a linha: a) VIDA - Palavra começada por V que define caraterística dos seres que se alimentam e reproduzem. b) IMORTALIDADE - Palavra começada por I que é oposta à ideia de mortalidade. c) DEUS - Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. d) EDUCAÇÃO - Palavra iniciada pela letra E que consegue equilibrar a sensibilidade mediúnica. e) MEDIUNIDADE - Palavra que contém na sua 6.ª letra N e que não é um dom, é uma faculdade que permite comunicação entre planos de vida. f) CIÊNCIA - Processo seguro de aquisição de conhecimento cuja palavra possui C como a sua 5.ª letra. g) INTELIGÊNCIA - Palavra cuja 6.ª letra é I e que designa genericamente a capacidade de articular dados a fim de resolver problemas. h) AMOR - Palavra iniciada por A que sintetiza um dos sentimentos mais elevados e que é catalisador da evolução.

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