Capa do Plano Diretor da Campanha Nacional da Acessibilidade
Página 2 de 46
Presidência da RepúblicaSecretaria de Direitos HumanosConselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - CONADESet...
Presidência da RepúblicaLuiz Inácio Lula da SilvaSecretaria de Direitos Humanos da Presidência daRepública (SDH/PR)Ministr...
Imagem de uma renda de bilro. Produto de exportação do artesanato brasileiro, ligado às mulheresrendeiras do Brasil, que p...
SUMÁRIO   I.   Apresentação ............................................................................ 07  II.   Context...
I. ApresentaçãoEm 2014 e 2016 o Brasil sediará a Copa do Mundo e as Olimpíadas eParaolimpíadas. Por serem competições de c...
II. ContextualizaçãoO Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), órgãodeliberativo integrante da e...
O lançamento da Campanha foi realizado durante a I Conferência Nacional dosDireitos da Pessoa com Deficiência e, na oportu...
seguida tradicionais clubes brasileiros (Fluminense, Santos, Grêmio,Internacional, Cruzeiro, Atlético/MG, Vitória, Bahia, ...
governos estaduais; nove órgãos públicos; 70 personalidades públicas; 62prefeituras (sendo sete capitais); cinco Secretari...
competição de grande porte como a Copa do Mundo, tudo isso certamente traráuma aceleração de investimentos e uma oportunid...
.A questão da acessibilidade beneficia diretamente um universo significativo debrasileiros. Segundo o Censo 2000, 25 milhõ...
3. Estimular a formação e o fortalecimento de uma rede de controle social      em âmbito local, regional, nacional e inter...
5. Reeditar 10.000 exemplares da revista da Turma da Mônica por ano para   distribuição nas escolas públicas. Estabelecer ...
16. Estabelecer parceria com vista ao levantamento de dados estatísticos     sobre crianças e adolescentes em situação de ...
3. Vontade: Ninguém é obrigado a entrar ou permanecer numa rede. O      alicerce da rede é a vontade de participar e contr...
A ação da Campanha da Acessibilidade apóia-se no aspecto pedagógico dotrabalho em rede no qual a democratização da informa...
Imagem da Mandala da Campanha da Acessibilidade: um círculo branco com um heptágono dentro e nocentro um círculo menor, em...
Mandala é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representaçãogeométrica da dinâmica relação entre o homem e o cos...
de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com os GovernosEstaduais e Municipais, com o Ministério Público do Est...
site da entidade acessível; promover, com o apoio do Conade e da   Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa ...
9. Bancos regionais e nacionais: pactuar com os bancos regionais e   nacionais a inserção da temática acessibilidade e a d...
IX. Acompanhamento e AvaliaçãoO acompanhamento e a avaliação do Plano Diretor da Campanha Nacional daAcessibilidade têm co...
12. Pesquisa de opinião pública realizada; e   13. Estimativa de população coberta/atingida/mobilizada pela campanha      ...
X. Referências bibliográficasCAVALCANTI, Francisco Antônio. Planejamento Estratégico Participativo:Concepção, Implementaçã...
ANEXOS         Página 27 de 46
NOSSA HOMENAGEM E AGRADECIMENTOS À  TODOS AQUELES QUE TÊM PARTICIPADO DACONSTRUÇÃO DA CAMPANHA DA ACESSIBILIDADE          ...
1. Algumas fotos ilustrativas da Campanha da Acessibilidade.Foto de dois delegados euma delegada da IIConferência Nacional...
Foto dos jogadores do timebranco da Campanha daAcessibilidade, no jogorealizado no Estádio ManéGarrincha, em 03 dedezembro...
Foto do ex-jogador da SeleçãoBrasileira, Careca, em frenteao banner da Campanha daAcessibilidade e o da IIConferência Naci...
Foto do ex-presidente                                                  do Conade, Alexandre                               ...
Foto do compositor Noca da                               Portela e da Chefe de Gabinete                               da S...
Foto do grupo que realizou a                               mobilização da Campanha da                               Acessi...
2. Identidade Visual da CampanhaLogomarca da Campanha da AcessibilidadeLogomarca da Campanha da Acessibilidade, em fundo a...
Logomarca da Campanha da Acessibilidade, com a indicação de seus ângulos emetragemLogomarca da Campanha da Acessibilidade ...
Logomarca e slogan da Campanha com indicação de suas dimensõesRepresentações gráficas da Logomarca da Campanha em cores di...
Desenho da camiseta da Campanha da Acessibilidade, vista de frenteDesenho da camiseta da Campanha da Acessibilidade, vista...
3 - CONSELHEIROS DO CONADE                       ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS      CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (CC/PR)...
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME                          (MDS)ELYRIA BONETTI YOSHIDA CREDIDIOConselh...
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (TEM)FÁBIO BORGES DE ABREUConselheiro TitularROGÉRIO LOPES COSTA REISConselheiro Suplente...
CONSELHOS ESTADUAISFRANCISCO ALEXANDRE DOURADO MAPURUNGAConselheiro TitularConselho Estadual dos Direitos da Pessoa com De...
Conselheira TitularDAMARIS NUNES DE LIMA ROCHA MORAISConselheira Suplente    ASSOCIAÇÃO DE PAES E AMIGOS DE PESSOAS COM DE...
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E                AGRONOMIA (Confea)JOSE ANTONIO LANCHOTIConselheiro TitularJOS...
JOSÉ CAR LOS DE OLIVEIRAConselheiro TitularSHIRLEY VILHALVAConselheira Suplente   FEDERAÇÃO DAS FRATERNIDADES CRISTÃS DE P...
SCS – Quadra 9 – Lote “C” – Edifício Parque Cidade Corporate, Torre “A” 8º andar                               70.308-200 ...
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Plano%20 diretor%20da%20campanha%20da%20acessibilidade%20 %20versao%20final

604 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
604
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
12
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Plano%20 diretor%20da%20campanha%20da%20acessibilidade%20 %20versao%20final

  1. 1. Capa do Plano Diretor da Campanha Nacional da Acessibilidade
  2. 2. Página 2 de 46
  3. 3. Presidência da RepúblicaSecretaria de Direitos HumanosConselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - CONADESetor Comercial Sul, Bloco B, Quadra 09, Lote C, Torre A – Edifício Parque Cidade Corporate70308-200 – Brasília – DFconade@sedh.gov.brtelefones: ( 61) 2025-3673 e 2025-9219 - fax: (61) 2025-9967e-mail: conade@sedh.gov.brwww.presidencia.gov.br/sedh/conadeCopyright @2010 by Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência/Secretaria de DireitosHumanosÉ permitida a reprodução, total ou parcial da publicação, sem fins lucrativos, devendo citar mençãoexpressa da fonte de referência.Distribuição gratuitaImpresso no Brasil/Printed in BrazilTiragem: 10.000 exemplares impresso 10.000 cópias em CD-ROM 1.000 exemplares em BrailleNormalização:Referência bibliográfica:CAMPANHA NACIONAL ACESSIBILIDADE SIGA ESSA IDÉIA 1: 2010, Brasília : Plano Diretor daCampanha Nacional Acessibilidade Siga Essa Idéia Brasília: CONADE, 2010. 45 p.Ficha catalográfica: CAMPANHA NACIONAL ACESSIBILIDADE SIGA ESSA IDÉIA 1: 2010, Brasília : Plano Diretor da Campanha Nacional Acessibilidade Siga Essa Idéia Brasília: CONADE, 2010. 46 p. : il.; ????x????cm. 1. Direitos da Pessoa com Deficiência, Acessibilidade, Brasil 2. Acessibilidade, Plano Diretor, Brasil I. Brasil. Secretária de Direitos Humanos. Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, II. TítuloCDD ????? Página 3 de 46
  4. 4. Presidência da RepúblicaLuiz Inácio Lula da SilvaSecretaria de Direitos Humanos da Presidência daRepública (SDH/PR)Ministro de Estado Paulo VannuchiSecretaria Nacional de Promoção dos Direitos daPessoa com Deficiência (SNPD)Izabel Maria de Loureiro MaiorPresidência do Conselho Nacional dos Direitos daPessoa com Deficiência (Conade)Denise Granja (MC)Vice-presidência do Conselho Nacional dos Direitos daPessoa com DeficiênciaIsaias Dias (CUT)Coordenação Geral do ConadeMárcia Mendes MeloCoordenador da Comissão de Comunicação SocialRoberto Paulo do Vale Tiné (Apabb) Página 4 de 46
  5. 5. Imagem de uma renda de bilro. Produto de exportação do artesanato brasileiro, ligado às mulheresrendeiras do Brasil, que por meio da combinação e entrelaçamento de vários bilros cria uma peça onde aspartes, absolutamente diferentes, se unem e forma um todo harmônico e delicado: o bordado brasileiro. Página 5 de 46
  6. 6. SUMÁRIO I. Apresentação ............................................................................ 07 II. Contextualização ........................................................................ 08 III. Objetivo Geral............................................................................. 13 IV. Objetivos Específicos ................................................................. 13 V. Público Alvo ................................................................................ 14 VI. Metas ......................................................................................... 14VII. Metodologia ................................................................................ 16VIII. Detalhamento Operacional ......................................................... 20 IX. Acompanhamento e Avaliação ................................................... 24 X. Referências Bibliográficas .......................................................... 26 XI. Anexos....................................................................................... 27 Fotos Ilustrativas ........................................................................ 29 Identidade Visual da Campanha da Acessibilidade ..................... 35 Conselheiros do Conade ............................................................ 39 Página 6 de 46
  7. 7. I. ApresentaçãoEm 2014 e 2016 o Brasil sediará a Copa do Mundo e as Olimpíadas eParaolimpíadas. Por serem competições de caráter mundial e em função desuas dimensões, do grande número de visitantes que deverão vir ao país e detodas as exigências técnicas que envolvem essas competições, certamentehaverá uma aceleração de investimentos e uma oportunidade única das 12cidades-sede darem um salto significativo no crescimento de sua economia, deinfra-estrutura, transporte e na promoção da acessibilidade. Além disso, osbenefícios executados em uma cidade-sede exercerão influência direta nosmunicípios vizinhos, promovendo oferta de empregos, investimentos edesenvolvimento em geral.A Campanha Nacional da Acessibilidade, ciente da importância desse momento,estabeleceu ação nas 12 cidades-sede como prioritária.O presente documento tem por objetivo apresentar o Plano Diretor daCampanha Nacional da Acessibilidade para o período de 2010 a 2016, suasprincipais metas e metodologia de ação.Neste sentido, o planejamento foi estruturado em nove partes assim divididas: I. Apresentação; II. Contextualização; III. Objetivo Geral; IV. Objetivos Específicos; V. Público Alvo; VI. Metas; VII. Metodologia; VIII. Detalhamento Operacional; IX. Acompanhamento e Avaliação; X. Referências Bibliográficas; e XI. AnexosA Copa do Mundo, para o Brasil, começa agora e sua realização poderá deixarum legado de transformação efetiva das cidades-sede e municípios vizinhos. ACampanha Nacional da Acessibilidade, consciente da importância dessemomento, pretende reunir os Conselhos Estaduais e Municipais de Direitos dasPessoas com Deficiência e todos os parceiros que já aderiram à Campanha nabusca da transformação e adequação efetiva das cidades-sede e municípiosvizinhos. A proposta é formar uma rede de apoio e acompanhamento dessasações, que esteja baseada na co-responsabilidade e na complementaridade,tendo a união e a solidariedade como conseqüências naturais. Página 7 de 46
  8. 8. II. ContextualizaçãoO Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), órgãodeliberativo integrante da estrutura básica da Secretaria de Direitos Humanos daPresidência da República (SDH/PR) coordena a Campanha Nacional daAcessibilidade.A Campanha da Acessibilidade é uma campanha de sensibilização,conscientização e mobilização da sociedade para a eliminação das barreirasatitudinais, de informação e arquitetônicas, dentre outras, que impedem aspessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de participaremefetivamente da vida em sociedade. Objetiva-se favorecer a conscientização eestimular uma ação pró-ativa em direção à construção de uma sociedadeinclusiva e solidária que possibilite igualdade de oportunidades, respeitando osdireitos da pessoa com deficiência, em consonância com as prescriçõescontidas na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seuProtocolo Facultativo, da ONU e da legislação brasileira correlata.O Brasil é um país rico em legislação sobre os direitos das pessoas comdeficiência. A promoção da acessibilidade está assegurada na Convenção daONU, ratificada no Brasil com status de Emenda Constitucional (DecretoLegislativo nº 186, de 09/07/2008 e promulgado no ordenamento jurídicobrasileiro pelo Decreto nº 6.949, de 25/08/2009, assinado pelo Presidente daRepública Luiz Inácio Lula da Silva), as Leis nº 10.048 e 10.098 de 2000 e oDecreto nº 5.296 de 2004, além do Estatuto do Torcedor (Lei nº 10.671/2003)que nos artigos 13 e 27 também prevê o respeito ao torcedor com deficiência.Foto do PresidenteLula, ao lado doVice-presidenteJosé Alencar,recebendo do ex-presidente doConade, AlexandreBaroni, a camisa daCampanha daAcessibilidade.A legislação brasileira que trata da acessibilidade determina que todas as açõese edificações de uso público devem obedecer aos critérios estabelecidos pelaAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), garantindo dessa forma odesenho universal e o acesso a todas as pessoas de forma igualitária(acessibilidade arquitetônica, de informação e comunicação). Página 8 de 46
  9. 9. O lançamento da Campanha foi realizado durante a I Conferência Nacional dosDireitos da Pessoa com Deficiência e, na oportunidade, foi apresentada amarca, o slogan, o site da campanha (www.sigaessaideia.org.br) e a revista daTurma da Mônica com histórias sobre acessibilidade. Posteriormente foi lançadoum vídeo educativo que apresenta situações nas quais pessoas com deficiência,idosas, gestantes e obesas enfrentam dificuldades em seu dia-a-dia.Capa da Revista da Turma da Mônica com o temaAcessibilidade.Já aderiram à Campanha da Acessibilidade vários Governos de Estado,Prefeituras e Tribunais, entre outros órgãos públicos; universidades, clubes efederações de futebol e escolas de samba, entre outras entidades privadas,além de personalidades públicas.Foto de Zico, Paulo Victor,Embaixador da Campanha daAcessibilidade e NiusareteLima, assessora técnica daSecretaria Nacional dePromoção dos Direitos dasPessoa com Deficiência(Corde), abraçados e vestindoa camiseta da Campanha.Com a adesão de Paulo Victor Barbosa de Carvalho, ex-goleiro da SeleçãoBrasileira, e em conseqüência de suas gestões, o Botafogo de Futebol eRegatas aderiu à Campanha Nacional da Acessibilidade, em 2007 e logo em Página 9 de 46
  10. 10. seguida tradicionais clubes brasileiros (Fluminense, Santos, Grêmio,Internacional, Cruzeiro, Atlético/MG, Vitória, Bahia, Vasco da Gama, Corinthians,Vila Nova/MG, America/MG) e personalidades do mundo do futebol (Pele,Roberto Dinamite, Jairzinho, Zico, Ronaldinho Gaúcho) também aderiram.Foto de Pelé, vestido com a camiseta daCampanha e apontando para o bannercom a logomarca e o slogan“Acessibilidade Siga essa idéia”.A divulgação da Campanha por meio do futebol, esporte de massa e paixãonacional, vem possibilitando a sensibilização de um número significativo depessoas e o despertar para uma nova consciência quanto aos direitos daspessoas com deficiência. As adesões no meio do esporte têm acontecidonaturalmente e, com elas, Governos Estaduais, Prefeituras e entidades privadastambém têm tomado iniciativa para adesão.Foto do MinistroPaulo Vannuchi eAlexandre Baroni,ex-presidente doConade, com Pelée Paulo Victor nasolenidade deadesão de Pelé àCampanha daAcessibilidade.Até dezembro de 2009 aderiram a Campanha da Acessibilidade 327 entidades,sendo seis Assembléias Legislativas; o Banco do Brasil; 16 clubes de futebol; 12federações e confederações; 16 conselhos; oito entidades privadas; 91organizações não-governamentais; uma escola; duas escolas de samba; 10 Página 10 de 46
  11. 11. governos estaduais; nove órgãos públicos; 70 personalidades públicas; 62prefeituras (sendo sete capitais); cinco Secretarias de Estado; nove Sindicatos,dois Tribunais de Contas e sete universidades.Foto tirada por ocasião da adesão do Botafogo de Futebol e Regatas. Da esq. Para a dir. Márcia Melo,Coordenadora Geral do Conade, Mareliz Rodrigues, atriz da Rede Globo de Televisão, Luiz CláudioPontes, Subsecretário da Pessoa com Deficiência da Secretaria Municipal de Direitos Humanos doMunicípio de Maricá/RJ, Niusarete Lima, assessora da Corde e conselheira do Conade, Roberto Dinamite,Izabel Maior, Subsecretária Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, FernandaHonorato, 1ª repórter Down do Brasil, Jairzinho, o Furacão da Copa de 70, Paulo Victor, Embaixador daCampanha, e Nilton Leão, Coordenador de Marketing do Botafogo.A proposta da Campanha da Acessibilidade para o período de 2010 a 2016 éfocalizar a ação de mobilização e sensibilização, prioritariamente, nas 12cidades-sede da Copa do Mundo: Fortaleza, Recife, Salvador, Natal, Curitiba,Manaus, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Cuiabá, Porto Alegre e Rio deJaneiro, que também será sede das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016.Dessas cidades, seis já aderiram à Campanha da Acessibilidade (São Paulo,Brasília, Manaus, Fortaleza, Recife e Belo Horizonte).Foto durante a adesão doInternacional à Campanhada Acessibilidade. Da esq.Para a dir. Rogério Sottili,Secretário Adjunto daSecretaria de DireitosHumanos, Orlando Silva,Ministro do Esporte, MárcioPacheco, Vereador do Riode Janeiro, e DeniseGranja, Presidente doConade. Todos estão com acamisa vermelha daCampanha.Entende-se que em função de suas dimensões, do grande número de visitantesque deverão vir ao país e de todas as exigências técnicas que envolvem uma Página 11 de 46
  12. 12. competição de grande porte como a Copa do Mundo, tudo isso certamente traráuma aceleração de investimentos e uma oportunidade única das 12 cidades-sede darem um salto significativo no crescimento de sua economia, e de suainfra-estrutura e transporte contemplando a promoção da acessibilidade. Alémdisso, os benefícios executados em uma cidade-sede exercerão influência diretanos municípios vizinhos, promovendo oferta de empregos, investimentos edesenvolvimento em geral.Foto de Ronaldinho Gaúchodurante a adesão àCampanha da Acessibilidade.Ao seu lado esquerdo MárcioPacheco, Vereador do Rio deJaneiro. Do lado direito,Denise Granja, Presidente doConade, Isaias Dias, Vicepresidente do Conade eMoisés Bauer, conselheiro doConade.A Campanha Nacional da Acessibilidade, ciente da importância desse momento,estabeleceu ação nas 12 cidades-sede como prioritária para 2010/2016. Dascidades-sede da Copa do Mundo, nove irão reformar seus estádios (Fortaleza,Curitiba, Cuiabá, Manaus, Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre eRio de Janeiro) e três irão construir novos estádios (Recife, Salvador e Natal).Além da acessibilidade nos estádios, o Estatuto do Torcedor prevê a garantia domeio de transporte, ainda que oneroso, para condução de pessoas comdeficiência, idosos e crianças aos campos de futebol. No que tange ao Rio deJaneiro, além da Copa do Mundo, as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016constituem-se uma oportunidade de transformação para regiões maisnecessitadas da cidade.Foto da FernandaHonorato, primeira repórterDown do Brasil e damedalhista olímpica,Adriana Behar, nacompetição Rio Copa Lightde Ciclismo, que divulgou eapoiou a Campanha daAcessibilidade. Página 12 de 46
  13. 13. .A questão da acessibilidade beneficia diretamente um universo significativo debrasileiros. Segundo o Censo 2000, 25 milhões de brasileiros possuem algumtipo de deficiência e 17 milhões são idosos. Além das gestantes, crianças,pessoas com mobilidade reduzida e obesas, os efeitos da Campanha alcançamtambém os familiares, amigos e profissionais que convivem com esse público-alvo.III. Objetivo GeralCriar condições que favoreçam a conscientização da sociedade e estimulemuma ação proativa em direção à eliminação das barreiras atitudinais, deinformação, arquitetônicas, dentre outras, que impedem as pessoas comdeficiência ou com mobilidade reduzida de participar efetivamente da vida emsociedade e possibilitem a construção de uma sociedade inclusiva, solidária quepossibilite igualdade de oportunidades e respeite os direitos da pessoa comdeficiência, em consonância com as prescrições contidas na Convenção sobreos Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU e da legislação brasileiracorrelata.Foto de SamuelSestaro, universitáriocom Síndrome deDown, entrando emcampo de mãosdadas com Cuevas,jogador do Santos eoutras crianças semdeficiência. A união, aalegria e adescontração são atônica da foto.IV. Objetivos Específicos 1. Sensibilizar e mobilizar a sociedade e os Governos Federal, Estaduais e Municipais para as questões referentes à acessibilidade da pessoa com deficiência; 2. Envolver prioritariamente, os diferentes atores, governamentais e não governamentais, das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016 na discussão e implantação de ações conjuntas que visem à defesa, a promoção e a garantia da acessibilidade da pessoa com deficiência; Página 13 de 46
  14. 14. 3. Estimular a formação e o fortalecimento de uma rede de controle social em âmbito local, regional, nacional e internacional, para troca de informações, articulação política e implementação de ações conjuntas; 4. Oportunizar a visibilidade da situação que se encontram as políticas públicas para as pessoas com deficiência; 5. Apoiar ações que estimulem o combate à exploração do trabalho infantil e à exploração sexual de crianças e adolescentes com e sem deficiência; 6. Apoiar iniciativas que possibilitem o diagnóstico do percentual de crianças e adolescentes com deficiência envolvida em situação de trabalho infantil e exploração sexual; 7. Incentivar medidas para impulsionar o cumprimento da legislação vigente; 8. Apoiar as ações da Agenda Social do Governo Federal para o atendimento aos direitos básicos das pessoas com deficiência, tais como: acesso ao transporte coletivo urbano e a escola, visando à plena inclusão destas pessoas, no processo de desenvolvimento do país; 9. Incentivar a participação dos Conselhos Estaduais e Municipais e das Coordenadorias Estaduais nas reuniões do Comitê Gestor da Copa do Mundo Fifa 2014 e nas comissões estaduais.V. Público AlvoDiretamente 25 milhões de brasileiros com deficiência, 17 milhões de pessoasidosas, gestantes, crianças, pessoas com mobilidade reduzida e obesas.Indiretamente familiares, amigos e profissionais que convivem com esse público-alvo.VI. Metas 1. Reformular o site da Campanha, utilizando os recursos mais modernos de acessibilidade; 2. Produzir materiais de divulgação da Campanha (cartazes, folders, camisas, bonés, blocos, canetas, bottons, mochilas, pastas, bandeiras); 3. Elaborar novo filme de divulgação da Campanha, com todos os recursos da acessibilidade e produzir 10.000 cópias/ano em DVD para distribuição; 4. Elaborar dois spots para rádio, divulgando a Campanha da Acessibilidade, um citando o apoio do Governo Federal para ser veiculado até junho de 2010 e o outro sem a citação do apoio para ser utilizado durante o período eleitoral; Página 14 de 46
  15. 15. 5. Reeditar 10.000 exemplares da revista da Turma da Mônica por ano para distribuição nas escolas públicas. Estabelecer parceria com as escolas particulares visando a divulgação da revista e do tema na rede privada;6. Elaborar, em parceria com o Ministério da Educação, um filme de curta duração da Turma da Mônica, com todos os recursos da acessibilidade, para ser exibido em cadeia nacional na televisão e nos cinemas;7. Realizar reunião com os presidentes dos Conselhos Estaduais e Municipais das cidades-sede com vistas a apresentar o planejamento da Campanha da Acessibilidade, discutir sua implantação e iniciar o trabalho em rede;8. Realizar reuniões nas cidades-sede, em parceria com os Conselhos Estaduais e Municipais, com vistas a iniciar o mapeamento local em relação à acessibilidade nos prédios e espaços públicos, rede hoteleira, comércio e traçar ações de curto, médio e longo prazo;9. Realizar reuniões com os Conselhos Estaduais e Municipais, com vistas a acompanhar o desenvolvimento das ações propostas na agenda social para o transporte e escola acessível junto aos gestores estaduais e municipais;10. Desenvolver ações conjuntas com o Plano da Década 2011-2020 para a prevenção de lesões e mortes no trânsito, segurança viária e paz no trânsito.11. Realizar ações de divulgação e sensibilização da Campanha nos hotéis, bares, restaurantes e comércio das cidades-sede da Copa do Mundo;12. Estabelecer parceria com hotéis, bares, restaurantes, comércios das cidades-sede cadastrados na Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), bem como na Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo (CNC), visando à adequação das instalações, a utilização de cardápios e informações em linguagem braile em 10% dos estabelecimentos cadastrados nessas associações no ano;13. Promover, em parceria com o Governo Federal, Estadual e Municipal e entidades da sociedade civil, capacitação de 15% dos profissionais da rede hoteleira, bares, restaurantes e comércio das cidades-sede, cadastrados na FNHRBS e na CNC, bem como os profissionais de turismo, esporte e saúde ligados aos objetivos da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos;14. Estabelecer parceria com vista à realização de pesquisa de opinião pública sobre o tema acessibilidade;15. Estabelecer parceria com o objetivo de editar cartilha sobre acessibilidade, para ser disponibilizada no site da Campanha e distribuída em formato impresso; Página 15 de 46
  16. 16. 16. Estabelecer parceria com vista ao levantamento de dados estatísticos sobre crianças e adolescentes em situação de exploração sexual e de trabalho infantil; 17. Estimular e estabelecer novas adesões à Campanha da Acessibilidade no país, em especial nas cidades sede;VII. MetodologiaA Campanha Nacional da Acessibilidade, para alcançar seus objetivos e cumprirsuas metas, terá como método principal de ação o trabalho em rede.A premissa fundamental da Campanha é de que o direito à acessibilidade serevela em diferentes áreas e setores da sociedade e a comunicação e aarticulação são peças fundamentais para que esse direito possa efetivamenteser garantido.Enfrentar o desafio da comunicação e articulação entre a sociedade civil e osdiferentes setores dos Governos Federal, Estadual e Municipal é fundamentalpara a criação e o fortalecimento de um sistema de garantia dos direitos daspessoas com deficiência como um todo e, especialmente, para a difusão de umanova cultura de qualidade de vida dos brasileiros, que possibilitem a todos aparticipação na sociedade com igualdade de oportunidades.Considerando-se a extensão do território nacional, a diversidade de realidadesque o compõem e o grande desafio de despertar na sociedade um novo olharsobre a questão da acessibilidade, o caminho que se impõe é o do envolvimentodos diferentes atores num trabalho de rede que una a capacidade dearticulação, com a apropriação de novas tecnologias de informação, às formastradicionais de contatos presenciais e vivenciais.Como afirma Eliana Ribas, “O trabalho em rede possibilita que as açõesrealizadas e os efeitos alcançados possam ir além dos limites das instituições,alcançando e fortalecendo outras instituições e a comunidade mais ampla.Somente esse “ir além” garante, de fato, o caráter público a que se destinamsuas ações.”No Plano Diretor da Campanha Nacional da Acessibilidade, entende-se por redeum sistema de nós e elos, capaz de organizar pessoas e instituições, de formaigualitária e democrática, em torno de um objetivo comum. Dentre os principaisfundamentos de uma rede destacamos: 1. Autonomia: Cada integrante mantém sua independência em relação à rede e aos demais integrantes. Numa rede não há subordinação. 2. Valores e objetivos compartilhados: O que une os diferentes membros de uma rede é o conjunto de valores e objetivos que eles estabelecem como comuns. Página 16 de 46
  17. 17. 3. Vontade: Ninguém é obrigado a entrar ou permanecer numa rede. O alicerce da rede é a vontade de participar e contribuir. 4. Conectividade: Uma rede é uma costura dinâmica de muitos pontos. Só quando estão ligados uns aos outros é que indivíduos e organizações mantêm uma rede. 5. Participação: A cooperação entre os integrantes de uma rede é o que a faz funcionar. Uma rede só existe quando em movimento. Sem participação, deixa de existir. 6. Multiliderança: Uma rede não possui hierarquia nem chefe. A liderança provém de muitas fontes. As decisões também são compartilhadas. 7. Informação: Numa rede, a informação circula livremente, emitida de pontos diversos e encaminhada de maneira não linear a uma infinidade de outros pontos, que também são emissores de informação. 8. Descentralização: Uma rede não tem centro. Ou melhor, cada ponto da rede é um centro em potencial. 9. Múltiplos níveis: Uma rede pode se desdobrar em múltiplos níveis ou segmentos autônomos, capazes de operar independentemente do restante da rede, de forma temporária ou permanente, conforme a demanda ou a circunstância. Sub-redes têm o mesmo "valor de rede" que a estrutura maior à qual se vinculam. 10. Dinamismo: Uma rede é uma estrutura plástica, dinâmica e em movimento, que ultrapassa fronteiras físicas ou geográficas. Uma rede é multifacetada. Cada retrato da rede, tirado em momentos diferentes, revelará uma face nova.O trabalho em rede na Campanha da Acessibilidade poderá trazer, de formadestacada e efetiva, a possibilidade de potencializar os processos de açãocomunitária em torno do tema acessibilidade, onde cada instituição participanteda rede contribuirá com as relações que estabelece em seu cotidiano. Essasrelações podem ser entre seus vários setores e projetos, entre ela e os usuários,entre ela e outras instituições públicas ou privadas, entre ela e representantesda comunidade mais ampla, formando, naturalmente, um movimento de ondaque estimulará a soma de esforços, a complementaridade e a cooperaçãomútua.O estímulo ao trabalho em rede e à convivência entre os diversos atoresenvolvidos produz dois movimentos: o de autoconhecimento e o de participaçãomais ativa e solidária na comunidade. Esses movimentos, segundo ElianaRibas, “são complementares e indissociáveis, criando relações que provocammudanças numa cultura amparada em vínculos de dependência e na tradiçãohierárquica que tanto marcaram as ações nos serviços públicos brasileiros.Redes abertas permitem que as informações possam ser compartilhadas portodos, sem canais reservados. Permitem, portanto, que se favoreça a formaçãode uma cultura da participação, da cooperação, da co-responsabilidade, mastambém da autonomia”. Página 17 de 46
  18. 18. A ação da Campanha da Acessibilidade apóia-se no aspecto pedagógico dotrabalho em rede no qual a democratização da informação e a vivência daresponsabilidade partilhada produzem em seus componentes uma mudança dehábitos e posicionamentos frente à realidade. Acredita-se que, aos poucos,atitudes de isolamento, omissões e competições sejam progressivamentesubstituídas por atitudes de solidariedade e reciprocidade.O trabalho em rede proposto no Plano Diretor da Campanha pode sersimbolizado, metaforicamente, por uma mandala, representando os sete eixosnorteadores das diferentes ações estruturantes, e contendo em seu interior osdiversos atores envolvidos, de forma articulada. Página 18 de 46
  19. 19. Imagem da Mandala da Campanha da Acessibilidade: um círculo branco com um heptágono dentro e nocentro um círculo menor, em azul, com a logomarca da Campanha (Acessibilidade – Siga essa idéia). Nasconexões do heptágono um ponto azul simbolizando os diferentes atores (Governos Estaduais, Prefeituras,Ministério Público, entidades de defesa de direitos, clubes de futebol, etc. O heptágono é amarelo e verde,representando o Brasil e nas extremidades da figura os sete eixos: esporte, turismo, cultura, saúde,trabalho, transporte e educação. Página 19 de 46
  20. 20. Mandala é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representaçãogeométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. É um termo datradição oriental que foi introduzido na psicologia por Carl Gustav Jung paradesignar uma representação simbólica da totalidade. Jung (1875-1961) foi umpsiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica.Se pensarmos em nosso País, nos vários estados e regiões que o compõem,nas suas diferentes culturas, costumes, valores e dialetos, constataremos umagrande rede formada pela enorme diversidade do povo brasileiro e verificaremosque todos esses sistemas se interligam permanentemente. Temos pessoas comdeficiência de todas as faixas etárias em diferentes regiões, etnias e gêneros,em estreita conexão com outros sistemas como clima e vegetação, por exemplo.Uma ação ou omissão do cidadão ou Poder Público pode provocar alteraçõesclimáticas, alagamentos desabamentos, danificações das vias públicas,comprometendo, significativamente, a acessibilidade da pessoa com deficiência.No Plano Diretor da Campanha da Acessibilidade propomos que o trabalho emrede seja o elemento indutor da auto-identificação, do conhecimento de simesmo e do outro, da complementação das partes e da religação com ascaracterísticas humanísticas em uma busca dinâmica em que o uno e o múltiplose misturam e formam um todo diferenciado e harmônico. Diferentes atores esetores institucionais e pessoas se apresentando como elos de uma grande teia,desenvolvendo ações específicas, ligados ao seu microcosmo e se unindo emação conjunta a outros atores e formando um novo macrocosmo, onde todos seinter-relacionam e colaboram, em igual importância, com a proposta de desfazerdesvios e conflitos e humanizar idéias.VIII. Detalhamento OperacionalA operacionalização da Campanha da Acessibilidade no período de 2010 a 2016deverá envolver os 27 estados brasileiros com foco principal nas cidades-sededa Copa do Mundo, aí incluído o Rio de Janeiro, sede das Olimpíadas eParaolimpíadas de 2016 e se baseará no tripé capacidade de articulação, usodas diferentes tecnologias da informação e contatos presenciais. Oscontatos presenciais serão realizados por meio de reuniões, seminários eeventos locais que deverão contemplar as diferentes tecnologias da informação,como transmissão de reuniões via internet ou por videoconferência, utilização dalegenda em tempo real e da audiodescrição, disponibilização de conteúdos deforma acessível no site, no Twiter e no You Tube.A Campanha deverá, prioritariamente, buscar a interface com as ações doGoverno Federal, com as diferentes ações da Secretaria de Direitos Humanosda Presidência da República, bem como com as ações do Ministério PúblicoFederal, Tribunal de Contas da União, Frente Nacional de Prefeitos, Fifa,Confederação Brasileira de Futebol, Comitê Olímpico Brasileiro, ComitêParaolímpico Brasileiro, Comitê Gestor da Copa do Mundo Fifa 2014, Clube dosTreze, Entidades de Ensino Superior, em especial a Associação Brasileira deEnsino de Arquitetura e Urbanismo (Abea) e os Conselhos Profissionais, taiscomo a OAB e o Sistema Confea/Crea. No âmbito estadual e municipal aCampanha deverá buscar a interface com os Conselhos Estaduais e Municipais Página 20 de 46
  21. 21. de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com os GovernosEstaduais e Municipais, com o Ministério Público do Estado e do Município, como Tribunal de Contas do Estado e com os diferentes atores existentes em cadaestado/cidade: rede hoteleira, associação comercial, bares e restaurantes,teatros, cinemas, clubes esportivos e sociais, federações de futebol, empresasde grande e médio porte, bancos nacionais e regionais, sindicatos, entidades dedefesa de direitos, dentre outros.O envolvimento desses diferentes atores na rede de apoio à Campanha daAcessibilidade terá como eixos temáticos as áreas da educação, cultura,esporte, turismo, trabalho, saúde e transportes. O objetivo é trabalhar osdiferentes atores, dentro de suas especificidades, buscando o permanentecruzamento com os sete eixos temáticos, de modo a possibilitar a construção deações que promovam efetivamente a acessibilidade na região e possamtambém trabalhar a melhoria e a qualificação contínua dos serviços prestadospara as pessoas com e sem deficiência, bem como fomentar o aumento daempregabilidade da pessoa com deficiência nos diferentes setores da economia,o combate ao trabalho infantil e à exploração sexual de crianças e adolescentes.Nesse sentido, destacamos alguns pontos a serem trabalhados com osdiferentes atores: 1. Governo Federal: apoiar as ações da Agenda Social do Governo Federal para o atendimento aos direitos básicos das pessoas com deficiência, tais como: acesso ao transporte coletivo urbano e a escola, visando à plena inclusão destas pessoas no processo de desenvolvimento do País; articular com o Tribunal de Contas da União para que o quesito “acessibilidade” seja incluído nas auditorias das obras; 2. Governos de Estado e Prefeituras: melhoria do serviço de transporte, do acesso às vias públicas, escolas e prédios públicos, da acessibilidade nos eventos, nas propagandas de governo e nos programas de TV, na promoção do livro acessível, nos contratos de bens e serviços decorrentes ou não de licitações, incluindo a exigibilidade da acessibilidade nos contratos; tornar o site acessível; 3. Frente Nacional de Prefeitos: envolvimento das cidades que compõem a Frente, em especial as 12 cidades-sede da Copa do Mundo, na defesa e promoção da acessibilidade; promoção da discussão da acessibilidade no grupo de trabalho das 12 cidades-sede com o envolvimento da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência na discussão; promover a acessibilidade nos eventos da Frente e nas campanhas e propagandas da entidade; tornar o site acessível; promover, com o apoio do Conade e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, cursos de capacitação e sensibilização para gestores e funcionários das Prefeituras; 4. Fifa, Confederação Brasileira de Futebol, Comitê Olímpico Brasileiro, Comitê Paraolímpico Brasileiro: divulgação da Campanha da Acessibilidade em seus campeonatos, torneios e junto aos clubes e entidades participantes; divulgar a acessibilidade nos eventos promovidos pelas entidades, nas campanhas e propagandas das mesmas; tornar o Página 21 de 46
  22. 22. site da entidade acessível; promover, com o apoio do Conade e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, cursos de capacitação e sensibilização para gestores e funcionários dessas entidades; propor ações que promovam a acessibilidade nos estádios e espaços de realização dos campeonatos e torneios, bem como nos vias públicas circunvizinhas;5. Comitê Gestor da Copa do Mundo Fifa 2014: No total, 20 órgãos são integrantes do Comitê - 16 Ministérios, Advocacia-Geral da União, Controladoria Geral da União e Secretaria Especial de Portos da Presidência da Republica. O objetivo é fazer com que o Comitê Gestor da Copa do Mundo, coordenado pelo Ministério do Esporte, participe da rede de apoio à Campanha da Acessibilidade tornando a garantia da acessibilidade um dos quesitos de exigibilidade das obras e ações da Copa do Mundo de 2014;6. Clubes dos Treze e Federações de Futebol: divulgação da Campanha da Acessibilidade em seus campeonatos regionais e nacionais; incentivar os clubes a divulgar a Campanha e a tornarem seus estádios acessíveis, com ação prioritária nos estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo; promover a acessibilidade nos eventos, nas campanhas e nas propagandas da entidade; tornar o site acessível; promover com o apoio do Conade e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, cursos de capacitação e sensibilização para funcionários e usuários da entidade e dos clubes;7. Rede hoteleira, federação do comércio e de bares e restaurantes, teatros, cinemas: incentivo à adesão da Campanha da Acessibilidade e ao envolvimento no trabalho de rede, visando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos; divulgação da Campanha em seus ambientes, adaptação de seus espaços e serviços visando cumprir legislação vigente; tornar o site acessível, promoção de cursos de capacitação e sensibilização para funcionários;8. Nos teatros, bares e restaurantes: promover por meio da cultura e do incentivo ao turismo a divulgação da campanha e o envolvimento da população em geral. O objetivo é que todos, de forma alegre e descontraída, tenham acesso à informação que deverá atuar como elemento mobilizador da mudança de atitude; promover, com o apoio do Conade e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência cursos de capacitação e sensibilização para funcionários e usuários dos teatros, bares e restaurantes; implantar, gradativamente, material em linguagem braile nesses espaços, tais como folder informativo, programação, cardápio; apoiar a empresa Conexão & Marketing no projeto cultural “Concertos MPBR”, que pretende promover encontros musicais entre artistas representantes de deferentes gerações, gêneros musicais e novos talentos da música brasileira, sobretudo a de origem nas regiões isoladas do Brasil. Divulgar a Campanha por meio desse projeto e levar a discussão da acessibilidade para os diferentes teatros e espaços culturais objetivando a gradativa mudança do ambiente físico e de atitude dos profissionais e clientes envolvidos; Página 22 de 46
  23. 23. 9. Bancos regionais e nacionais: pactuar com os bancos regionais e nacionais a inserção da temática acessibilidade e a divulgação da Campanha da Acessibilidade nos projetos de esporte, cultura, dentre outros, apoiados pelo banco; promover a acessibilidade nos eventos, nas campanhas e nas propagandas promovidas pelo banco; tornar o site acessível; promover com o apoio do Conade e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, cursos de capacitação e sensibilização para funcionários do banco visando a qualificação permanente do serviço oferecido; propor ações que possibilitem a capacitação e inserção de pessoas com deficiência nos quadros do banco;10. Instituto Muito Especial: (organização não governamental criada para a promoção da acessibilidade com o patrocínio do Ministério do Turismo e apoio do Confea) – desenvolvimento de pesquisa nas 12 cidades-sede da Copa de 2014 sobre a situação atual dos hotéis, restaurantes e pontos de atração turística de cada uma delas. Este material resultará em um Guia de Turismo Acessível nestas cidades a ser divulgado no segundo semestre deste ano. Este levantamento técnico e atitudinal das condições de acessibilidade será utilizado como referência no diagnóstico da situação das cidades-sede de forma a direcionar as ações e na indicação de alternativas para a melhoria na qualidade da acessibilidade destes locais às pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida. A pesquisa considera as ofertas de acessibilidade nas condições atuais de hospedagem, de alimentação e de atração turística de cada uma das cidades que receberá os milhares de turistas que virão de outros países ou que se deslocarão pelo Brasil por conta da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. O trabalho realizado em 2010 possibilitará as adequações necessárias para 2014 e 2016. Este mesmo trabalho se estenderá para as outras 15 capitais brasileiras em 2011 e 2012 e se repetirá em 2013 buscando constatar os resultados positivos desta empreitada para a realização da Copa do Mundo;11. Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (Abea): promover ações de capacitação técnica nos 202 cursos de arquitetura e urbanismo sobre a atualização profissional dos mais de 5.000 docentes e inserção temática aos mais de 50.000 alunos atuais de arquitetura e urbanismo de todo o Brasil;12. Sistema Confea/Crea/Mútua: estreitar ações junto às prefeituras, em especial as que sediarão os jogos da Copa do Mundo, para um acompanhamento mais intensivo dos projetos de execução de obras e dos alvarás de funcionamentos de ambientes de uso comum e público; e13. Conselhos Estaduais e Municipais: articular junto aos meios de comunicação local com o objetivo de divulgar a Campanha Nacional da Acessibilidade; fazer gestão junto ao Tribunal de Contas da União para que o quesito acessibilidade seja incluído nas auditorias das obras; acompanhar o cumprimento da legislação específica para a pessoa com deficiência; articular junto às comissões locais para garantir a acessibilidade em todos os aspectos relacionados ao tema. Página 23 de 46
  24. 24. IX. Acompanhamento e AvaliaçãoO acompanhamento e a avaliação do Plano Diretor da Campanha Nacional daAcessibilidade têm como objetivo desenvolver um método que permita mensuraros resultados da Campanha, bem como identificar os pontos facilitadores edificultadores da ação. Nesse sentido, o acompanhamento e a avaliação terãocomo eixo constituinte a participação dos agentes envolvidos na construção erealização do projeto em questão. A participação dos interessados não selimitará ao seu envolvimento como fonte de informações na etapa de coleta,mas implicará também na criação de espaços de reflexão e revisão permanenteda prática individual e conjunta dos diferentes atores envolvidos, com objetivode gerar novas informações, novas visões e até uma nova prática.Na implantação e na avaliação do Plano Diretor os Conselhos Estaduais eMunicipais das cidades-sede terão um papel de articulação política fundamental,cabendo a eles o acompanhamento das ações no âmbito do Estado -transportes de gestão estadual, rodovias estaduais e segurança pública, porexemplo – e no âmbito do Município – transportes de gestão municipal,hospitais, vias públicas, bares, restaurantes, hotéis, comércio, estádios etc.O processo de acompanhamento e avaliação do Plano Diretor será realizadopor meio de reuniões periódicas e terá por base indicadores de processo eresultado/impacto.Os indicadores de processo deverão avaliar a forma como o Plano éexecutado, procurando mensurar o alcance das estratégias e instrumentosutilizados para atingir os objetivos propostos. A avaliação de processo serárealizada trimestralmente, a partir dos seguintes indicadores: 1. Quantidade de eventos de mobilização/sensibilização realizados; 2. Quantidade de capacitações realizadas (seminários, vivências, workshop, capacitações à distância, etc.) 3. Quantidade de pessoas capacitadas; 4. Quantidade de reuniões realizadas com os presidentes de conselhos estaduais e municipais das cidades-sede realizadas, com os parceiros da Campanha da Acessibilidade; 5. Quantidade de campanhas de mídia realizadas; 6. Quantidade de spots para rádio produzidos; 7. Quantidade de revistas da Turma da Mônica produzidas; 8. Quantidade de escolas beneficiadas com a revista da Turma da Mônica; 9. Site reformulado; 10. Materiais de divulgação produzidos; 11. Filme de divulgação da Campanha produzido; Página 24 de 46
  25. 25. 12. Pesquisa de opinião pública realizada; e 13. Estimativa de população coberta/atingida/mobilizada pela campanha considerando o somatório de todos os eventos.Os indicadores de resultado/impacto consistem na verificação documprimento dos objetivos e metas propostas, num determinado período detempo. Referem-se também aos impactos sociais que os objetivos propostoscausaram e às transformações sociais percebidas no público alvo e nacomunidade. Esta etapa da avaliação representa um desafio uma vez que osganhos obtidos não são facilmente medidos, pois se referem a questõesculturais, às mudanças de valores e novas atitudes que se concretizam com otempo e de forma lenta e gradativa. A avaliação de resultado/impacto serárealizada anualmente e terá como base os seguintes indicadores: 1. Quantidade de adesões formais firmadas; 2. Quantidade de bares, restaurantes e hotéis que se adequaram fisicamente ou aprimoraram suas instalações no período de abril de 2010 em diante; 3. Quantidade de bares, restaurantes e hotéis que passaram a utilizar o cardápio em braile no período de abril de 2010 em diante; e 4. População abrangida nos eventos de mobilização realizados. Página 25 de 46
  26. 26. X. Referências bibliográficasCAVALCANTI, Francisco Antônio. Planejamento Estratégico Participativo:Concepção, Implementação e Controle de Estratégias. São Paulo: Senac.2008. 215 p.DIBO, Monalisa. Mandala: Um Estudo na Obra de C. G. Jung. São Paulo:Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2006. 12 p.FISHMANN, Adalberto A. e Almeida, Martinho Isnard Ribeiro de. PlanejamentoEstratégico na Prática. São Paulo: Atlas. 2007. 168 p.GODOY, Christiane e Duarte, Mariana. Manual para Elaboração,Administração e Avaliação de Projetos Socioambientais. São Paulo:Governo do Estado de São Paulo, 2005. 32 p.JUNG, Carl Gustave. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. 2. Ed.Petópolis: Vozes, 2000. 408 p.REDE DE INFORMAÇÃO PARA O TERCEIRO SETOR. O que é Trabalho emRede. Disponível em:http://www.ufrn.br/sites/engenhodesonhos/hipertexto/oquerede.htm. Acesso em03 março 2010.RIBAS, Eliana. O trabalho em rede e o processo de humanização. Disponívelem: http://www.portalhumaniza.org.br/ph/texto.asp?id=43. Acesso em 03 março2010. Página 26 de 46
  27. 27. ANEXOS Página 27 de 46
  28. 28. NOSSA HOMENAGEM E AGRADECIMENTOS À TODOS AQUELES QUE TÊM PARTICIPADO DACONSTRUÇÃO DA CAMPANHA DA ACESSIBILIDADE Página 28 de 46
  29. 29. 1. Algumas fotos ilustrativas da Campanha da Acessibilidade.Foto de dois delegados euma delegada da IIConferência Nacional dosDireitos da Pessoa comDeficiência, vestidos coma camiseta daCampanha, na lateral docampo do estádio ManéGarrincha, em Brasília,durante o jogo de futebolda Campanha daAcessibilidade,comemorativo do DiaInternacional da Pessoacom Deficiência. Foto do cantor Fagner vestindo a camisa branca da Campanha da Acessibilidade, no jogo de futebol da Campanha da Acessibilidade, no dia 03 de dezembro de 2008. Página 29 de 46
  30. 30. Foto dos jogadores do timebranco da Campanha daAcessibilidade, no jogorealizado no Estádio ManéGarrincha, em 03 dedezembro de 2008. Foto do ator Marcos Frota, em frente do banner da Campanha da Acessibilidade.Foto de um jogador amputado, driblandoum jogador sem deficiência, no jogo daCampanha da Acessibilidade, em 03 dedezembro de 2008. Página 30 de 46
  31. 31. Foto do ex-jogador da SeleçãoBrasileira, Careca, em frenteao banner da Campanha daAcessibilidade e o da IIConferência Nacional dosDireitos da Pessoa comDeficiência. Foto de Assessores da Secretaria de Direitos Humanos, com o uniforme da Campanha da Acessibilidade, pousando para foto antes do jogo.Foto da presidente doConade, Denise Granja, comas conselheiras Maria doCarmo e Niusarete Lima, aex-conselheira Márcia Patríciae da assessora do Ministérioda Cultura, Rose Valente,entrando no Maracanã comuma faixa escrita ”Torcedorcom deficiência ocupando seulugar no estádio”. Página 31 de 46
  32. 32. Foto do ex-presidente do Conade, Alexandre Baroni e Paulo Victor, Embaixador da Campanha da Acessibilidade, com Diego Hipólito.Foto do Vicente Falqueto,diretor do Instituto Marista deSolidariedade, RonaldCarvalho, proprietário da Pixye Denise Granja, presidente doConade, na solenidade decomemoração do DiaInternacional da Pessoa comDeficiência, em 03 dedezembro de 2009. Foto do Roberto Dinamite, Presidente do Clube de Regatas Vasco da Gama desde junho de 2008, com o compositor Paulinho da Viola, durante a adesão do clube à Campanha da Acessibilidade. Na foto ambos estão segurando a camiseta da Campanha, preta com letras brancas. Página 32 de 46
  33. 33. Foto do compositor Noca da Portela e da Chefe de Gabinete da Secretaria de Direitos Humanos, Maria Victória Hernandez, durante a Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, em 03/12/2009, na Pixy Club.Foto durante acomemoração do DiaInternacional da Pessoa comDeficiência, em 03/12/2009.Da esq. para a dir. IsaiasDias, Vice presidente doConade, Denise Granja,Presidente do Conade,Samuel Sestaro,universitário com Síndromede Down, Luciana Marcelino,representante da Portela,Irmão Vicente Falqueto,diretor do Instituto Maristade Solidariedade e RonaldCarvalho, proprietário daPixy Club. Foto do ex-presidente do Conade, Alexandre Baroni e do tetra campeão Zagallo. Página 33 de 46
  34. 34. Foto do grupo que realizou a mobilização da Campanha da Acessibilidade no estádio do Castelão em Fortaleza.Foto do Vice presidenteIsaias Dias, assinando otermo de adesão doFortaleza à Campanha daAcessibilidade. No fundo,Nadja Pinho, Coordenadorada Copedef da Secretariade Direitos Humanos doMunicípio de Fortaleza/CE,o conselheiro AlexandreMapurunga e a equipe defilmagem da FaculdadeCatólica do Ceará,Instituição de EnsinoSuperior Católica e Marista,que registrou o evento. Foto do bandeirão de 30 X 25 m, da Campanha da Acessibilidade, estendido por pessoas com e sem deficiência, no gramado do Castelão, antes do jogo Fortaleza X Ceará. Página 34 de 46
  35. 35. 2. Identidade Visual da CampanhaLogomarca da Campanha da AcessibilidadeLogomarca da Campanha da Acessibilidade, em fundo azul Página 35 de 46
  36. 36. Logomarca da Campanha da Acessibilidade, com a indicação de seus ângulos emetragemLogomarca da Campanha da Acessibilidade com o slogan Página 36 de 46
  37. 37. Logomarca e slogan da Campanha com indicação de suas dimensõesRepresentações gráficas da Logomarca da Campanha em cores diferentes e emdisposição circular Página 37 de 46
  38. 38. Desenho da camiseta da Campanha da Acessibilidade, vista de frenteDesenho da camiseta da Campanha da Acessibilidade, vista de costas Página 38 de 46
  39. 39. 3 - CONSELHEIROS DO CONADE ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (CC/PR)MILENA SOUTO MAIOR DE MEDEIROSConselheira TitularMARIANA BANDEIRA DE MELLO PARENTE SADEConselheira Suplente MINISTÉRIO DAS CIDADES (MCidades)MAGDA HENNESConselheira TitularCLAUDIO OLIVEIRA DA SILVAConselheiro Suplente MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA (MCT)ELOISA ELENA CANGIANIConselheira TitularANDRÉIA INGRID MICHELE DO NASCIMENTOConselheira Suplente MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES (MC)DENISE COSTA GRANJAConselheira TitularDIVINA MÁRCIA NUNES RODRIGUESConselheira Suplente MINISTÉRIO DA CULTURA (MinC)THAIS BORGES DA SILVA PINHO WERNECKConselheira TitularALINE CAMILLA ROMÃO MESQUITAConselheira Suplente Página 39 de 46
  40. 40. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME (MDS)ELYRIA BONETTI YOSHIDA CREDIDIOConselheira TitularMARIA JOSÉ DE FREITASConselheira Suplente MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC)MARTINHA CLARETE DUTRA DOS SANTOSConselheiro TitularSINARA POLLOM ZARDOConselheira Suplente MINISTÉRIO DO ESPORTE (ME)MARIO DUTRA AMARALConselheiro TitularANA CAROLINA SILVEIRA VASCONCELOSConselheira Suplente MINISTÉRIO DA JUSTIÇA (MJ)JUNIA MARÍLIA PIMENTA LARGESConselheira TitularMANUELA OLIVEIRA CAMARGOConselheira Suplente MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS)ERIKA PISANESCHIConselheira TitularANDREA DUARTE LINSConselheira Suplente MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES (MT)MARCOS CORDEIRO DE SOUZA BANDEIRAConselheiro TitularJOSÉ VERÍSSIMO DA SILVAConselheiro Suplente Página 40 de 46
  41. 41. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (TEM)FÁBIO BORGES DE ABREUConselheiro TitularROGÉRIO LOPES COSTA REISConselheiro Suplente MINISTÉRIO DO TURISMO (MTur)ANA BEATRIZ BORGES SERPAConselheira TitularEVANDRO DIAS DE SOUZAConselheiro Suplente MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (MPS)TÂNIA MARIZA MARTINS SILVAConselheira TitularRAIMUNDO NONATO LOPES DE SOUZAConselheiro Suplente MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES (MRE)SILVIO JOSE ALBUQUERQUE E SILVAConselheira TitularCARLOS FREDERICO BASTOS PERES DA SILVAConselheiro Suplente SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (SDH/PR)IZABEL MARIA MADEIRA DE LOUREIRO MAIORConselheira TitularANA BEATRIZ SILVA THÉ PRAXEDESConselheira Suplente SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES (SPM)KATIA MARIA GUIMARÃES GONÇALVESConselheira TitularIONE PEREIRA FRANÇAConselheira Suplente Página 41 de 46
  42. 42. CONSELHOS ESTADUAISFRANCISCO ALEXANDRE DOURADO MAPURUNGAConselheiro TitularConselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do CearáLAERCIO VENTURAConselheiro SuplenteConselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Santa Catarina/SC CONSELHOS MUNICIPAISKE LLERSON SOUTO VIANAConselheiro TitularConselho Municipal de Pessoa Portadora de Deficiência de Belo Horizonte –CMPPD/BHFLAVIO FONTES DA SILVAConselheiro SuplenteConselho Municipal dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência de Mesquita/RJ SOCIEDADE CIVIL ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS IDOSA E COM DEFICIÊNCIA (Ampid)SILVANA OLIVEIRA ALMEIDAConselheira TitularLUIZ ANTONIO MIGUEL FERREIRAConselheiro Suplente ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AUTISMO (Abra)MARIA DO CARMO TOURINHO RIBEIRO VIEIRAConselheiro TitularEDMANDO LUIZ SAUNIER DE ALBUQUERQUEConselheiro Suplente ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OSTOMIZADOS (Abraso)MARIA APARECIDA REIS Página 42 de 46
  43. 43. Conselheira TitularDAMARIS NUNES DE LIMA ROCHA MORAISConselheira Suplente ASSOCIAÇÃO DE PAES E AMIGOS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS, DE FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL E DA COMUNIDADE (Apabb)ROBERTO PAULO DA VALE TINÉConselheiro TitularBERENICE SOUZAConselheira Suplente CONFEDERAÇAO BRASILEIRA DE DESPORTO PARA CEGOS (CBDC)JOSE ANTONIO FERREIRA FREIREConselheiro TitularDAVID FARIAS COSTAConselheiro Suplente CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES (CUT)ISAÍAS DIASConselheiro TitularFLÁVIO HENRIQUE DE SOUZAConselheiro Suplente CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMERCIO (CNC)JANILTON FERNANDES LIMAConselheiro TitularALESSANDRA PANZA CASTILHOConselheira Suplente CONSELHO NACIONAL DOS CENTROS DE VIDA INDEPENDENTE (CVI-Brasil)ROMEU KAZUMI SASSAKIConselheiro TitularMARCIO CASTRO DE AGUIARConselheiro Suplente Página 43 de 46
  44. 44. CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA (Confea)JOSE ANTONIO LANCHOTIConselheiro TitularJOSÉ MARIO DE ARAÚJO CAVALCANTIConselheiro Suplente FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇOES PESTALOZZI (Fenasp)LIZAIR DE MORAES GUARINOConselheira TitularESTER ALVES PACHECO HENRIQUESConselheira Suplente FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES (Fenapae)ADINILSON MARINS DOS SANTOSConselheiro TitularRENATA SOUZA VALEConselheira Suplente FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE RENAIS E TRANSPLANTADOS DO BRASIL (Farbra)ROSANGE LA DA SILVA SANTOSConselheira TitularHUMBERTO FLORIANOConselheiro Suplente FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE SÍNDROME DE DOWN (FBASD)CLAUDIA GRABOISConselheira TitularGECY MARIA FRITSCH KLAUCKConselheira Suplente FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS SURDOS (FENEIS) Página 44 de 46
  45. 45. JOSÉ CAR LOS DE OLIVEIRAConselheiro TitularSHIRLEY VILHALVAConselheira Suplente FEDERAÇÃO DAS FRATERNIDADES CRISTÃS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DO BRASIL (FCD Brasil)DOMINGOS JOÃO MONTAGNAConselheiro TitularRAIMUNDO JOSÉ RODRIGUES MONTEIROConselheiro Suplente MOVIMENTO DE REINTEGRAÇÃO DAS PESSOAS ATINGIDAS PELA HANSENÍASE (Morhan)VALDENORA DA CRUZ RODRIGUESConselheiro TitularREINALDO MATOS CARVALHOConselheiro Suplente ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE CEGOS DO BRASIL (ONCB)MOISES BAUER LUIZConselheiro TitularTELMA NANTES DE MATOSConselheira Suplente ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (OAB)LAÍS VANESSA CARVALHO DE FIGUEIREDO LOPESConselheira TitularRICARDO MESQUITA BARBOSAConselheiro Suplente UNIÃO BRASILEIRA DOS SERVIÇOS DE REFERÊNCIA EM TRIAGEM NEONATAL CREDENCIADOS (Unisert)JOSE ALCIDES MARTON DA SILVAConselheiro TitularNANCY FERREIRA BARBOSA DE OLIVEIRAConselheira Suplente Página 45 de 46
  46. 46. SCS – Quadra 9 – Lote “C” – Edifício Parque Cidade Corporate, Torre “A” 8º andar 70.308-200 - Brasília – DF Telefone: (61) 2025-9219 / 2025-3673 Fax: (61) 2025-9967 E-mail: conade@sedh.gov.br Página na Internet: www.presidencia.gov.br/sedh/conadeLogomarca do Patrocinador Página 46 de 46

×